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segunda-feira, 13 de março de 2017

Religiosidade e espiritualidade na saúde humana

A espiritualidade/religiosidade causa uma grande impacto sobre a saúde física e mental de uma pessoa, mas é necessário viver em coerência com essas crenças

A espiritualidade/religiosidade é uma necessidade do ser humano. Segundo dados do Censo (2010), 99,7% dos brasileiros declaram acreditar em Deus. A grande maioria da população segue uma religião cristã (87%).

Existe um crescente acúmulo de evidências sobre o impacto que a espiritualidade/religiosidade causa sobre a qualidade de vida e na saúde física do indivíduo, pois as crenças espirituais/religiosas podem influenciar, e muito, nas decisões dos pacientes com relação a tratamentos médicos e orientações propostos. Mas nem sempre a religião/crença espiritual promove relacionamentos satisfatórios com estilos de vida saudáveis.

Tomando como base a maioria da população, sabemos que na visão cristã, o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus. Só por este motivo já deveríamos encontrar pessoas um tanto mais compromissadas em cuidar desse espaço humano onde Deus habita – o nosso corpo. No entanto, o que vemos diariamente são pessoas em constante agressão contra seu organismo, seja através da péssima escolha alimentar, seja pelo uso abusivo de álcool ou cigarro, sega pela ausência quase que total da prática física. Ou seja, o ser humano criado à imagem e semelhança de Deus, que vai a missa ou ao culto uma vez por semana, que “sabe de cor” trechos imensos de seu livro sagrado, que brada sobre a palavra de Deus, que julga e condena todos os seus semelhantes acaba sendo a própria realidade de um mundo sem lei, sem Deus, sem sentido de vida, sem responsabilidade alguma com a mais bela Criação Divina.

Portanto, se você pensa que acredita em Deus, então seja coerente: habite-se como se vivesse num templo sagrado. Seja digno de ser chamado de filho de Deus e honre isso cuidando impecavelmente de sua saúde.

Texto publicado na Revista Veja por  Ana Claudia Arantes, em 12 mar 2017, com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

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