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segunda-feira, 16 de junho de 2014

A paciência

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Virtude muito necessitada de ser exercitada, mormente nos dias tumultuados que estamos vivenciando. As pessoas estão tendo muita dificuldade em manter a calma, gritando e se desequilibrando facilmente, diante de situações que, analisadas criticamente, não requereriam o grau de explosão emocional que acarretam.

O que sucede? Por que tamanhas variações? Notamos que o império da necessidade do ter, num consumismo enorme, abafa em muitas pessoas o “ser”.

Conversávamos, ainda hoje, com duas enfermeiras extraordinárias sobre a situação que estamos vendo nas famílias que atendemos. Os pais, numa agitação para ganhar dinheiro, estão deixando os filhos em creches, escolas, e alguns com avós. Atendemos uma avó exausta, com um netinho de quatro anos, outro de cinco meses, que ficam o dia todo com ela porque a mãe trabalha. A velhinha, queixando-se que não está dando conta e que a filha foi fazer um ultra-som, porque está suspeitando estar grávida de novo. Será mais um para ela cuidar, porque a filha trabalha o dia todo. Essas crianças ainda contam com a avó, mas e as outras milhares? Sem a família, sem noção de família, nas creches que dão instrução e não educação. Não passam os valores morais, não ensinam o que o pai e a mãe deveriam fazer e não estão fazendo: ensinar seus filhos a terem respeito, honra, honestidade e passar amor a eles.

Sempre é tempo de buscar viver com significado

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Muitas pessoas vivem distraídas, deprimidas ou simplesmente se deixam ir levando no decorrer de suas existências.

Conheço alguns indivíduos que traçaram objetivos prioritários, mas apenas dedicados às expectativas materiais, cuja motivação (oculta) reside na (i)lógica do insaciável consumo, de tal forma que quando os cumpriram se sentiram vazios, com a sensação de “e daí? É só isso?”. 

Outras, mulheres, exercitaram seus cuidados dirigidos aos filhos e ao campo doméstico e, chegando ao final da vida, sentem-se carentes, desanimadas, acreditando que não floresceram sob a nitidez do precioso exercício vocacional... 

Sim, infelizmente a síndrome do ninho vazio e a sensação de desperdício de dons – ou um pobre aproveitamento das energias criativas – têm sentido porque, hoje, mais do que ontem, todos são convidados a exercer funções que extrapolem os muros da própria casa... 

Como fazer acontecer

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Há algum tempo recebemos, com alegria, um pequeno folheto, produzido por uma empresa de material escolar, intitulado Como fazer acontecer.

Nele encontramos uma lista de dicas, de orientações muito seguras para conseguir sucesso nas empreitadas de nossa vida.

Sob o subtítulo de Caminhos para um efetivo fazer acontecer, lemos o seguinte:

Primeiro: visualize, com detalhes, como se tudo já estivesse realizado – imagine com pormenores o estado desejado. Essa imagem cristalina é algo que irá naturalmente orientá-lo quanto ao que deve ser feito, como começar etc.

Segundo: dê rapidamente o primeiro passo – confie nos “lampejos” que você tem. Se você sente confiança interior, aja sem hesitação e dê o primeiro passo. A natureza fará a sequência acontecer.

A logomarca da taça da copa 2014, seria uma homenagem a Chico

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Vários sites comentam o assunto e realizam comparações com uma foto do médium mineiro e afirmam que a taça da copa deste ano foi pensada em homenagear ao grande líder do espiritismo.

Se observarmos, é possível ver que o desenho da taça remete à imagem de Chico Xavier psicografando - imagem que ficou eternizada. 

O médium faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca. 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Um vício difícil de vencer

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Qual o melhor meio de se combater este escolho: o Egoísmo? Longe de diminuir, ele cresce com as civilizações que o estimulam. O egoísmo será banido da Terra? Os Espíritos disseram que ele é necessário para que o mal que causa faça compreender a necessidade de sua erradicação da sede dos sentimentos, das emoções, da consciência. 

O egoísmo constitui o mais inexorável de todos os vícios. (1) De todas as imperfeições humanas, essa é a mais difícil de extinguir por causa da influência ainda muito forte da matéria, entranhada no homem, da qual ele se encontra bem próximo, não podendo se libertar facilmente desse predomínio. O egoísmo, ou amor excessivo ao bem próprio sem considerar os interesses alheios, pode ser vencido sim; tudo depende de uma força: a espiritualização de nós mesmos. 

O egoísmo também tem a ver com o conceito elevado que se dá à personalidade. Conforme a criatura humana se espiritualiza, vê nele o seuverdadeiro inimigo e procura combatê-lo. Tudo, porém, concorre para o domínio do egoísmo sobre a humanidade através de suas leis, de suas organizações sociais e educativas; o melhor meio de se combater essa chaga da humanidade é deixarmos de dar aquela excessiva importância ao bem próprio, reconhecendo de fato o que moralmente representamos. Assim é que se começa a dar combate ao egoísmo que faz com que a criatura só pense em si, exclusivamente em si. 

Universidade investiga o método de Kardec

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Uma defesa de mestrado realizada em 25 de fevereiro pelo historiador Marcelo Gulão Pimentel levou para o Programa de Pós-Graduação em Saúde Brasileira da Universidade Federal de Juiz de Fora, MG, um tema de interesse para espíritas e não espíritas, ao apresentar na academia o método utilizado por Allan Kardec para a investigação dos fenômenos mediúnicos.

A questão é de suma importância, porque toca em um dos pontos mais debatidos pelos céticos e pelos cientistas materialistas que não consideram o espiritismo ciência, muitas vezes pela falta de estudo e entendimento do método que Kardec buscou desenvolver para obter informações úteis e confiáveis sobre a dimensão espiritual do universo.

A tese teve orientação do professor dr. Alexander Moreira-Almeida e coorientação do professor dr. Klaus Chaves Alberto, respectivamente, coordenador geral e coordenador da área de ciências humanas do Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde, que funciona na mesma universidade desde 2006. Participaram da banca examinadora o professor dr. Silvio Seno Chibeni, da Universidade Estadual de Campinas, e o professor dr. Gustavo Arja Castañon, da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Jogos e Paz

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Editorial Jogos e Paz, por Antonio Cesar Perri de Carvalho

O assunto predominante em nossos dias são os Jogos da Copa do Mundo

O Brasil estará no foco da mídia mundial e como destino de muitos turistas. Haverá intensa movimentação de pessoas do país e do exterior que estarão se deslocando a várias capitais de nosso país. O povo brasileiro tem a característica da hospitalidade, de ações fraternas, e, inegavelmente, boa parte tem interesse pelo futebol, o esporte mais popular do país.

Os Jogos Mundiais representam uma oportunidade de intercâmbio, que é uma das finalidades do esporte: de estimular a fraternidade, a solidariedade e a paz.

Lamentavelmente, em alguns esportes há muitos interesses econômicos e que não favorecem o povo em geral.

terça-feira, 10 de junho de 2014

A arte da convivência conjugal

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É comum se pensar que os casamentos mais sólidos são aqueles que sobrevivem a grandes traumas. Digamos, uma infidelidade conjugal ou uma falência.

Contudo, a verdade é que a duração do matrimônio está na razão direta da arte da convivência conjugal.

Conviver todos os dias, aguentando as pequenas coisas um do outro, por exemplo. Suportar que ele aperte o tubo de pasta de dentes bem no meio, enquanto ela insiste que deva ser bem no finzinho, por uma questão de estética e de economia.

Ou ainda, ele não auxiliar nas tarefas domésticas. Ela ser sensível demais.

Por que nascem os anões?

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A única referência a anão que conhecemos na Bíblia está no Evangelho de Lucas (19: 1 a 10), assim mesmo como mero detalhe e não como referência especial.

Publicano era o cobrador de impostos na Judeia Antiga, no tempo de Jesus, visto pelo povo como enriquecido desonestamente na arrecadação de tributos. Judeu tinha pavor de impostos, obrigados que era a pagá-los duplamente: ao rei da Judeia e ao imperador de Roma, superpotência da época que ocupava e dominava militar, política e economicamente o país judeu.

Lucas conta a história do publicano Zaqueu. Jesus entrava em Jericó e “havia ali um varão chamado Zaqueu, e este era um dos principais dos publicanos, e era rico. E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, porque era de pequena estatura. E correndo adiante, subiu a uma figueira brava para o ver, porque havia de passar por ali. E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse: – Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. E, apressando-se, desceu e recebeu-o com satisfação.