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segunda-feira, 15 de março de 2021

O poder da gratidão

Quanto mais você agradece, mais motivos tem para agradecer. Esse não é apenas um dito popular. É uma afirmação baseada, literalmente, no poder da gratidão.

Sim, a gratidão tem o poder de sintonizar os acontecimentos da mesma faixa vibratória. Quando você eleva a sua frequência energética ao agradecer por algo, você se sintoniza com outros acontecimentos da mesma elevada frequência e acaba por atrair mais luz para a sua vida. Simples assim.

Há quem pense ser bobagem a Lei da Atração. Geralmente, essas pessoas não se dão conta de que ela funciona tanto para a polaridade positiva quanto para a polaridade negativa. Quando reclamamos de algo, sintonizamo-nos na frequência dos problemas e podemos atrair mais problemas para a nossa vida.

É aquela velha história de “acordar com o pé esquerdo” e começar a reclamar disso e daquilo. Quando você menos se dá conta, seu dia passa a ser uma sucessão de problemas.

Faça da gratidão um estilo de vida. Familiarize-se com essa prática. Seja grato, eleve sua frequência energética e se conecte às pessoas e às situações que lhe trarão cada vez mais motivos para ser grato.

Valorize e honre tudo o que a vida já lhe trouxe, tudo o que o Universo já lhe deu. Agradeça e peça mais.

Site Eu Sem Fronteiras

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

É tempo de Despertar!

A nova era em que vivemos muitas pessoas estão despertando espiritualmente e o volume de buscas sobre assuntos relacionados à espiritualidade, física quântica, despertar da consciência estão aumentando cada vez mais.

Mas afinal, o que é o Despertar da Consciência? 

É o exato momento quando percebemos que existe um propósito maior em nossa existência aqui na Terra.

Embora a vivência do despertar seja uma jornada individual, buscar auxílios terapêuticos, livros de autoconhecimento e companhias que já experienciaram esse processo, ajudará a realizar saltos quânticos na consciência.

Veja aqui uma lista que a Blue Vibes (É um portal para os que estão em busca da sua essência e estão vivendo o despertar da consciência) publicou, ainda que sem crédito de quem realmente providenciou a lista, a Blue Vibes nos proporcionou a lista com 120 filmes e documentários para o despertar da consciência. Todos são achados no YouTube.







Site Cura-te e Blue Vibes

terça-feira, 30 de junho de 2020

A importância de vibrar energias positivas para alcançar o equilíbrio emocional

Em quantos momentos você já se sentiu paralisado por medo? Medo de morrer. Medo da perda material. Medo de não conseguir se reintegrar após esse período de pandemia. Medo de mudar de rumo. O medo é energia e assim como a raiva, insegurança e desmotivação, possui baixa frequência que atrai outras emoções e situações semelhantes.

Durante esse período de pandemia, em que muitas pessoas estão alimentando esse nível de sentimentos, a energia do planeta passa a vibrar nesta frequência baixa, fazendo com que seja ainda mais difícil enfrentar esse momento.

O processo para mudar essa frequência de sentimentos negativos envolve autoconhecimento. Quanto mais você se conhece, mais entende a origem do que sente! Passa a reconhecer os gatilhos dessas emoções, ou seja, quais situações fazem essa tempestade vir à tona e como controlá-las, transformá-las e levá-las a um padrão vibracional mais alto, como sentimentos de amor, confiança, coragem.

O equilíbrio emocional depende de um esforço individual de autoconhecimento e autoaceitação. Precisamos conhecer quais são os gatilhos para os sentimentos negativos, entender se o que nos amedronta tem o tamanho real que criamos ou nosso medo é que aumentou o monstro que nos apavora, pois muitas vezes criamos ou aumentamos uma situação e passamos a enxergar apenas o lado negativo das coisas.

Substituir o medo por pensamentos positivos é o primeiro passo para a abertura para energias superiores. Assim, a paz, o amor, a coragem e tantas outras emoções positivas voltam a vibrar em nosso ser.

Reiki, meditação, aromaterapia e tantas outras terapias, exercícios físicos, alimentação equilibrada, são grandes auxílios para essa harmonização.

Quanto mais elevarmos nossa frequência vibracional, mais fortes sairemos dessa fase e auxiliaremos na recuperação da humanidade por abrirmos caminho às energias de amor e cura.

Por Michelle Akiyoshi postado no site Portal da Cidade Paranavaí

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Permaneça em casa

A recomendação para toda a Humanidade no enfrentamento ao coronavírus, Covid-19, para dirimir a concentração da pandemia em curto espaço de tempo foi: “permaneça em casa”, saia somente para o essencial.

Permanecer em casa, além de atender as recomendações governamentais e de saúde, possibilitou a oportunidade de reflexão mais profunda e de crescimento espiritual. O isolamento em família proporcionou a cada criatura adentrar no quarto íntimo para analisar-se, para responder a questionamentos: O que farei da vida? Quais valores estou cultivando? Que caminho a Humanidade está trilhando?

A oportunidade de estar em casa possibilitou visitar os recônditos da alma para ouvir a si mesmo nesses momentos em que a Humanidade é convidada a compreender os desígnios de Deus, pensar no próximo, renovar hábitos, ampliar a visão de mundo, abandonar o egoísmo e vivenciar a caridade.

Hoje, a maior parcela da Humanidade busca o perecível – ter cargos, ter posse, ter poder, ter bens –, o imperecível está esquecido e colocado em plano secundário. O permaneça na casa íntima, que o isolamento no lar tem proporcionado, faz despertar, naqueles que estão refletindo mais profundamente, o que é duradouro, perene, imperecível: a fé; a confiança nos desígnios do Pai; a esperança; o pensar no próximo e o exercício do amor.

O convite é para pensar no próximo, é para mudar hábitos; é, em síntese, para aplicar o Mandamento Maior: Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo coração, de toda alma, de todo espírito. Este o primeiro mandamento, há o segundo de mesmo valor: Amar ao próximo como a si mesmo.

Infelizmente, o medo, a dor e o sofrimento estão sendo os caminhos para amar o próximo conforme Ele, Jesus, recomendou há dois mil anos nos dois mandamentos citados.

Não podemos olvidar, jamais, um segundo sequer, que o nosso planeta está sob uma direção segura, amorosa e sábia, que há um governador, Jesus, o Cristo de Deus, aguardando o despertar das consciências para as lições de seu Evangelho, fonte de luminosidades, de esclarecimentos, de orientações, de consolo, de convites à renovação e à regeneração.

Quando findar o “permaneça em casa”, não esqueçamos de “permanecer na casa íntima”, a fim de continuarmos cultivando os valores imperecíveis, agora colocados não mais em plano secundário, mas em plano prioritário.

Sigamos confiantes, permanecendo na casa íntima, a cultivar o amor ao próximo, sempre.

O Reformador Edição de Junho de 2020, Ano 138, nº 2.295.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Como sentir-se amparado em tempos de distanciamento?

Quem imaginava que o mundo estaria nesta situação que estamos hoje? Quando poderíamos pensar que sentiríamos falta das coisas mais simples? Vivemos um tempo de incertezas cuja maior certeza é que estamos vivendo dias em que manter o bem-estar físico e emocional é essencial. 

A pergunta é: como enfrentar o medo e sobreviver a tudo isso? Ninguém tem uma resposta definitiva. Não há uma fórmula para permanecer livre dos pensamentos ruins, mantendo o foco, a produtividade e a positividade. O que temos isolados em casa? Temos saudade. Saudade dos amigos, da família, do convívio social, das viagens e de sentir-se acolhido.   

Em “Colo, por favor”, o autor Fabrício Carpinejar escolhe 40 frases para encabeçar 40 crônicas que falam sobre os efeitos da pandemia e do distanciamento social. Essas reflexões têm o objetivo de oferecer um alento aos leitores. O objetivo é trazer conforto a quem está confinado em casa, muitas vezes com espaço de sobra apenas para a negatividade.

Entre as recomendações do poeta, vencedor do prêmio Jabuti em 2009, estão: “Gargalhe com bobagens, faça mais piadas e memes com aqueles que estão próximos. Regue as plantas e reorganize as roupas no armário, para voltar a vestir as peças que andam esquecidas pela pressa. Cozinhe receitas da vó, para recuperar sabores perdidos. Como não há como ir para o salão, por que não brincar de manicure e cabeleireiro com o pessoal de casa? Não se sentir culpado por se divertir. Especialmente isso. Não sofrer de modo desnecessário é respeitar quem está realmente sofrendo. Não se prender ao “se”, abolir o “se” do vocabulário, não penar por antecipação. Palavras amáveis são fáceis e nos abrigam para sempre. O canto dos pássaros é o nosso despertador interior.”

Site Clube da Felicidade

terça-feira, 7 de abril de 2020

Artigo - Solidão

"Solidão é a ausência do outro. Solitude é a própria presença. "(OSHO)

Sentir-se em solidão é a valorização da ausência do outro na própria vida. A ausência física de alguém não deveria ser sinônimo de dor, ou de perda.

O coração humano abriga muitos afetos, e seu espaço  dimensional tem capacidade ao infinito. É o aprendizado do acolhimento da família universal, a qual aumenta na medida que se aumenta a capacidade de amar. Entretanto,  esse abrigo é de partilha, não de ocupação. E se em algum momento existe o afastamento físico,  não significa que houve um afastamento afetivo, cujos fios de ligação são imperecíveis.

Para que o fato de estarmos sós não denote solidão precisamos nos colocar no estado psíquico da SOLITUDE, quando nos permitimos um momento de estar a sós conosco mesmo. A solitude é  indispensável ao autoconhecimento; à ressignificação dos sentimentos; e às  mudanças de comportamentos escravizantes da alma,  para comportamentos libertadores. A solidão escraviza; a solitude liberta. A solidão dói; a solitude cura. A solidão conduz à tristeza; a solitude à alegria de viver. A solidão destrói; a solitude constrói.

Ideal procurarmos um espaço do dia para estarmos em solitude, a fim de educarmos nossos sentimentos, substituindo a solidão que ainda esteja assombreando nossa vida. Nascemos para a felicidade; nascemos para a liberdade; nascemos para voar em direção ao Grande Sol. Que a nossa convicção seja a de que somos frutos do Amor, e para o Amor retornaremos, na medida em que despertamos o Amor que somos.

Rosária Soares, Coordenadora de Estudo e Doutrina do LEAE

sábado, 4 de abril de 2020

Quarentena e autoconhecimento

Nada de corrida no parque, ida à academia, conversa com os amigos no trabalho, cinemas ou shows. Almoço com a família que mora em outra casa, então, nem pensar. O isolamento provocado pela pandemia do coronavírus já provocou mudanças no cotidiano de todos. Ali ou aqui, um pouco mais ou um pouco menos, não existe quem não tenha se readaptado à rotina.

Em outras épocas, o sábado e o domingo, os feriadões, eram sinônimo de alegria e de lazer para muitos, uma pausa no dia a dia apressado entre compromissos e trabalho. Mas agora que o isolamento tornou-se compulsório e de segunda a segunda-feira a ordem é ficar em casa é preciso recorrer à criatividade para manter a saúde mental.

Se a clausura inclui outros familiares, quem sabe não é o momento para aquela conversa demorada, com olho no olho e total disponibilidade. Acolher e escutar de forma integral. Recuperar relações que podem estar desalinhadas.

A tecnologia também pode colaborar. Mandar mensagens, enviar áudios ou usar vídeos para conversar contribuem para quebrar a rotina e fazer com o que a outra pessoa se sinta menos solitária. Quem mora só, nesse período de pandemia, pode ficar as 24 horas do dia sem falar uma única palavra, sem escutar até a própria voz. Um como vai você pode demonstrar toda solidariedade, carinho e empatia.

Por outro lado, os profissionais de saúde alertam que passar horas e horas nas redes sociais, numa ciranda de excesso de informações, pode favorecer a angústia, a sensação de incerteza e o aumento das preocupações.

O estímulo para a prática da resiliência tem sido comum. Quanto tudo passar, a reflexão sobre as relações pessoais pode vir como saldo positivo. Uma espécie de arrumar a casa e a mente, num processo de reorganização que pode levar à ressignificação. A reclusão também pode ser usada para o bem. A introspecção e o silêncio fazem parte do autoconhecimento, vital para sabermos o que realmente é importante para cada um de nós.

Leila - CVV Brasília

quinta-feira, 26 de março de 2020

Correr macio

“Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei pra você correr macio…”, diz o inicio da letra da música Tempo, do grupo Pato Fu. Estes dias de isolamento social  e com trabalhos feitos em casa, acaba nos forçando a rever o conceito de uso e aproveitamento do tempo.

Há vinte dias, antes de 25 de fevereiro de 2020, provavelmente se fossemos convidados para alguma atividade menos prazerosa, poderíamos dizer, como uma desculpa elegante, que os tempos estão corridos, não conseguirei estar lá em tempo. Os dias se passaram, a pandemia chegou e se estabeleceu uma nova rotina: ficarmos em casa, sem gastar nosso tempo com trânsito, compras, atividades físicas… Vemos parte do tempo sobrando e podendo ser gasto com atividades que num período tão curto, antes talvez não pudéssemos  praticar.

Podemos agora dar tempo à saúde, à casa, à família, aos pets, à natureza, à leitura, à musica, e muitas outras atividades simples de convivência um pouco esquecidas pela usual correria. Criamos o hábito e a sensação de que momentos livres precisam ser ocupados com alguma atividade. Um conceito de que precisamos ser úteis, eficientes. Muitos cultivam a necessidade de ocupar sempre o tempo com tarefas habituais ou novas descobertas, o que pode passar  a impressão de dias cada vez mais curtos para tantas atividades.

Reuniões infindáveis, chefes, clientes e colegas de trabalho que não têm o mesmo ritmo e objetivo e, por vezes,  provocam discussões que podem tomar horas preciosas na vida de alguns. É muito comum quem vive essa situação pensar que está  perdendo tempo. Por outro lado, quando se está  imerso em atividades que dão prazer, costuma-se achar que o tempo passou muito rápido. Quem nunca pensou na expressão popular “o que é bom dura pouco” e acabou por concordar com ela quando acabou o fim de semana, aquela viajem maravilhosa, o encontro com as pessoas que gostamos, o prato elaborado que adoramos saborear.

Como então balancear o tempo, como deixá-lo correr macio e usá-lo em nosso favor? Cada um de nós vai ter a sua resposta, muitos especialistas sugerem que o segredo  não envolve  coisas grandiosas e, sim, a auto permissão de olhar para o nosso dia com mais leveza e menos cobranças. Observar e preservar  momentos de alegria. Lançar um olhar novo para a rotina, buscando ver detalhes ou novidades naquilo que nos cerca.

Quando fazemos isto forçamos nosso cérebro a deixar sua zona de conforto e isso, por si só, já muda a percepção do tempo e permite refletir sobre o que realmente é importante. Permitir-se se dar tempo para conhecer pessoas, lugares, tomar caminhos diferentes ao voltar para casa, agir de maneira espontânea, envolver-se em atividades ajuda no auto conhecimento. Em tempos de confinamento, a criatividade precisa ser ainda maior.

Todos esses pequenos detalhes, aparentemente até bobos, podem nos dar o poder de mudar a forma de sentir e agir diante do passar das horas. Por isto é comum os que chamam o tempo de amigo, mano velho, pois ele permite o olhar da autenticidade, pois tem a capacidade de mostrar o que não significa tanto quanto pensávamos,  e nos dizer o que, de fato, é precioso.

Adriana – CVV

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Primeiro seminário do LEAE aborda Medo, Pânico, Fobias e suas curas

Como espíritos em evolução, sabemos que o autoconhecimento, autorreflexão e reforma íntima são elementos importantíssimos, se não essenciais, para esta trajetória. Entender nossos comportamentos, medos, é uma forma de autoconhecimento. 

Problema recorrente da sociedade moderna, como a famosa síndrome do pânico, tem como uma de suas causas o medo. Quando o medo se torna patológico encontramos os casos das diversas síndromes que ocorrem com frequência, outra forma dele se apresentar é o medo irracional da vida. Em alguns casos acompanhados da depressão e em outros apenas da apatia e irracionalidade de não conseguir sair do mesmo lugar.

Pensando no tamanho da importância deste entendimento, o Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE), casa ativa há mais de 30 anos em Cuiabá, proporcionará um encontro excelente ao fim de março para abordagem deste tema.

Dia 29 de março, um domingo, o seminário Compreensão Espiritual do Medo, das Fobias e do Pânico - A busca da plenitude e da segurança existencial, será ministrado na própria sede da Casa, no Parque Cuiabá, por Saulo Gouveia, vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (Feemt). O evento inicia às 08h30 e vai até às 15hrs, com uma hora de intervalo para o almoço.

No dia seguinte, dia 30, segunda-feira, Saulo dará continuidade ao tema ministrando uma palestra pública no LEAE, às 19h45.

Projeto Espiritizar

A Feemt, dentro do Projeto Espiritizar, disponibilizou um material interessante acerca do tema que Saulo colocará em exposição, até mesmo pela importância do assunto.



Veja trechos do material da Feemt:

"Na atualidade, cada vez mais as pessoas estão se tornando acuadas pelo medo patológico. Com o tecnicismo, o materialismo e o hedonismo sendo cultuados à exaustão há uma perda do sentido existencial e os medos estão se tornando cada vez mais abstratos e ampliados.


Por exemplo, a pessoa hedonista tem medo de perder o objeto do seu prazer e termina por entrar em um estado de profunda ansiedade a ponto de tornar a vida, paradoxalmente, desprazerosa, devido ao medo de perder o prazer.

Têm‐se medo de tudo, uma verdadeira polifobia vem tomando conta da Humanidade, pois o ser humano perdeu o endereço de si mesmo. Isso é evidenciado no grande consumo de drogas lícitas e ilícitas para tentar diminuir o grande sofrimento psíquico, sendo o medo, as fobias, o pânico, uns dos mais recorrentes.

O ser humano sofre por falta de sentido existencial, entrando em busca do poder a qualquer custo, do dinheiro e outros bens materiais, da exacerbação do prazer sensual etc., tentando, com isso, diminuir os seus medos e angústias existenciais, mas paradoxalmente, gerando mais medo, angústia e vazio existencial.

Em virtude disso, cultua‐se cada vez mais o medo de ter medo, as fobias se avolumam e a chamada síndrome do pânico tem se tornado epidêmica em vários países da Terra."

Gostou? Sinta-se convidado ao seminário do dia 29 de março, no LEAE!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Empoderamento – Interpretando a Vida

Hoje se fala muito sobre empoderamento, ou seja, ter poder de sua vida e escolhas. Mas, para o espiritismo, o que é empoderamento? 

Neste programa, Alexandre Caldini comenta qual a melhor forma de alcançar esse poder. Acompanhe agora o Interpretando a Vida.




domingo, 3 de novembro de 2019

O Ciclo das Emoções

As emoções básicas do ser humano devem ser canalizadas de forma saudável

Ter inteligência emocional pode ser considerado a habilidade do século, tanto na vida pessoal quanto profissional. Conhecer as emoções dos outros e as suas próprias pode lhe ajudar a canalizar e controlar seu desempenho em diversas situações.

“Saber como agir, mesmo que com base na emoção, também é algo que deve ser treinado e pode melhorar nosso humor e autoestima”, conta Leandro Cunha, Especialista em inteligência emocional e terapeuta comportamental.

Para entender melhor as emoções, é possível olhar o ciclo básico, constituído das cinco principais: medo, raiva, tristeza, alegria e amor. Hoje em dia, emoções como o medo estão presentes em excesso.

“O medo de errar, de se frustar, ainda é muito presente. A partir do momento em que não se consegue controlar esse medo, e sim o contrário, a raiva aparece”, relata.

A raiva também precisa ser canalizada, usada em situações que podem ser produtivas para você, como na academia, para extravasar a emoção. Caso isso não aconteça e a raiva continue acumulada interiormente, a próxima emoção do ciclo é a tristeza.

“Essa tristeza que vem após a raiva, derivada do medo em excesso, é perigosa. Nesse momento, é a hora de fazer um esforço para interiorizar o reverso disso, a alegria”, explica Leandro.

Trabalhar a alegria é trabalhar sua criança interior. “A criança é aquela que já viveu mais momentos de alegria, precisamos resgatá-la. Fazer com que ela caminhe com o adulto é o que traz alegria e, em seguida, a última emoção do ciclo”, comenta.

Ao estar cercado daqueles que sentem o amor e ter interação com essas pessoas, você se encaixa em um círculo estável e emocionalmente seguro.

“Todos passamos por esse ciclo várias vezes durante a vida, é imprescindível voltarmos sempre ao amor, para manter nossa saúde. Entender e saber como agir dentro do ciclo aumenta a autoestima e autoconfiança, reduz conflitos de relacionamento e melhora o seu autocontrole, para que as emoções fluam tranquilamente”, finaliza o especialista.

Leandro Cunha (treinador em Inteligência emocional e Espiritual e presidente da FBIE - Fundação Brasileira de inteligência emocional) 

Por Verônica Pacheco para o site SEGS.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

A Felicidade: uma busca ou um despertar?

A busca da felicidade tornou-se uma expressão de incentivo muito popularizada nos dias atuais, principalmente nas palestras e nos livros e artigos de autoajuda.

Dentre tantos exemplos, podemos empregar o verbo “buscar” nas seguintes formas, conforme nossos dicionários:

a) esforçar-se, excessivamente, para encontrar algo ou alguém;

b) conseguir ou conquistar;

c) empenhar-se em conseguir algo com esforço próprio;

d) buscar forças de dentro de si mesmo para vencer os desafios.

No primeiro momento, a expressão “buscar a felicidade” nos dá o entendimento de que a felicidade pode estar ao nosso lado ou em algum lugar distante, podendo a mesma ser representada por um objetivo a ser alcançado ou por um objeto a ser adquirido, ou por uma pessoa a ser conquistada ou por uma situação a ser vivenciada.

É muito comum ouvirmos expressões exclamativas do tipo:

– Quando eu conseguir o emprego dos meus sonhos, eu serei feliz!

– Quando eu conseguir o meu primeiro carro, eu serei feliz!

– Quando eu conseguir me casar, eu serei feliz!

– Quando eu conseguir a minha casa própria, eu serei feliz!

Logo, a felicidade, ainda, é algo que se busca sob a condição da realização de algum evento futuro e incerto, e que depende de um incentivo ou de um motivo para a sua realização.

E, dessa forma, seguimos a caminhada pela vida, buscando a felicidade no mundo exterior ao da nossa consciência, isto é, através das conquistas das coisas materiais, das pessoas e da realização de um sonho.

No segundo momento, ouvimos mais e mais depoimentos daqueles que, após terem conquistado as coisas materiais, as pessoas e realizado os seus sonhos, conforme planejado na busca da felicidade, ainda não se deram por satisfeitas e continuam infelizes, reclamando e planejando novas conquistas no âmbito do mundo exterior ao da consciência.

Então, caro leitor, convém, neste momento, trazermos a este nosso artigo a célebre inscrição, divulgada à humanidade pelos ensinamentos do filósofo Sócrates:

– Conhece-te a ti mesmo!

E-ainda: trazemos aqui o ensinamento do Mestre Jesus Cristo, quando Ele respondeu a Pilatos: “- O meu reino não é deste mundo”. (João, 18:36)

Com essa resposta o Mestre confirma e dá sustentáculo à passagem bíblica em Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo”.

Pois, vejamos bem: Jesus responde aos fariseus que “o reino de Deus não virá com aparências exteriores. Nem se dirão: – Ei -lo ali, ei-lo acolá! Porque o reino de Deus está dentro de cada um de nós”. (Lucas 17: 20 e 21)

E-mais: Não podemos nos esquecer da questão 621 de O Livro dos Espíritos, quando o Espírito de Verdade responde ao codificador, Allan Kardec, que “a lei de Deus está escrita na consciência”.

***

Todos nós nascemos (= reencarnamos) para nos tornarmos Espíritos melhores, mais aperfeiçoados, mais felizes. Ou seja: todos nós vivemos e convivemos em busca da felicidade.

Para isso, precisamos desenvolver o autoconhecimento, ou seja, fazer uma viagem abordando, em nossa intimidade, os quesitos que necessitam de reformas e as más inclinações a serem domadas, fazendo um mapeamento estrutural e organizacional da nossa casa mental, promovendo melhoria e fortalecimento da consciência para o bem de nós mesmos e da coletividade.

Isso pela razão de que a felicidade verdadeira mora dentro de cada um de nós, onde está instalado o reino de Deus e onde está escrita a lei divina.

Portanto, caro leitor, diante do exposto, a felicidade deve ser buscada no desenvolvimento do autoamor, através da valorização das pequenas coisas da vida que, na verdade, são de grande significação para uma vida saudável, feliz, a exemplo de tocar numa flor, acariciando-a; atravessar um idoso de um lado de uma rua para o outro; ceder o lugar aos mais velhos e aos que têm direitos especiais; dar a devida preferência aos pedestres no trânsito; cumprimentar as pessoas e desejá-las “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite”, mesmo que se tratam de desconhecidos; cuidar de um jardim e sorrir para a vida, para as pessoas e para si mesmo; realizar trabalhos voluntários; etc…

E, assim, seguiremos despertando a felicidade que já mora e já se encontra instalada dentro de cada um de nós, em nossos respectivos “mundinhos” das nossas respectivas intimidades.

Logo, a felicidade deve ser buscada e despertada, através do esforço e da vontade…

Pensemos nisso e muita paz!

Autor: Yé Gonçalves para o site Portal do Espírito

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Educação Emocional

A Educação Emocional é um processo essencial para compreendermos o que estamos sentindo e como estamos lidando com tais sentimentos. Esse caminho de educarmos nossas emoções devem caminhar junto com o autoconhecimento. 

A psicóloga e comunicadora Del Mar Franco fala, a princípio, sobre a importância de entender as emoções desde a infância e como o autoconhecimento nos ajuda nossa criança interior no processo de curar sofrimentos.

As emoções e os sentimentos expressam como estamos naquele atual momento. Não podemos negar que sentimos raiva, medo, tristeza a alegria e o nojo. É preciso, portanto, entender esses sentimentos e buscar uma educação emocional assertiva. 

O autoconhecimento é então, uma das ferramentas, junto de tratamentos psicológicos, que nos auxiliam na busca da compreensão de nossas emoções. Compreende-se também que o que sentimos pode gerar alguns impulsos no organismo físico. 

É preciso, portanto, termos o contato e aceitamos nossas emoções desde a infância. Com isso, há maior possibilidade de lidarmos com elas de uma forma saudável. Assim, quando reprimimos tudo aquilo que sentimos, nossos pensamentos ficam turvos, nossas palavras mal colocadas e nossas ações contrárias ao progresso saudável no nosso íntimo. 

Por isso a Educação emocional torna-se fundamental para lidarmos com dores e sofrimentos que um dia fizeram parte de nossa encarnação, presente ou pregressa. Busca através da psicologia e da espiritualidade o caminho do autoconhecimento e da inteligência emocional.

Áudio da reflexão no site da TV Mundo Maior

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Autoconhecimento

É interessante notar como nos embaralhamos com questões simples, como, por exemplo, identificar algumas de nossas limitações ou falar sobre algumas de nossas virtudes.

Grande parte desta dificuldade é cultural, fruto do aprendemos no contato com a sociedade e acabamos por transferir, sem reflexão, à nossa forma de lidar com o mundo. Temos, portanto, problemas em conhecer limitações e grandes dramas de consciência em reconhecer nossas virtudes.

Conhecer limitações: temos receio de falar de nossas fragilidades porque queremos nos sentir sempre fortes. Aprendemos isto desde tenra idade. “Homem não chora”. “A vida não premia os fracos”. “Vivemos numa selva de pedras”. Encampamos essas ideias e deixamos de praticar o que propõe Santo Agostinho, na questão 919 de O Livro dos Espíritos, referindo-se ao autoconhecimento e a interrogação à própria consciência.

A sociedade, em algumas situações, prega a competição predatória e o individualismo, então vamos neste embalo e consideramos os outros nossos concorrentes, por isso não falamos de nossas fragilidades, dores e dificuldades. Preferimos guardar a sete chaves e esconder nossos receios e limitações até de nós mesmos. Ou seja, bloqueio o autoconhecimento e, por consequência ignoro os pontos em que devo direcionar minhas energias para melhorar como ser humano. E isso ocorre porque não nos estudamos, conseqüentemente, não nos conhecemos. Transitamos de mãos dadas com nossas limitações por não sabermos identificá-las.

Conhecer virtudes: e por outro lado fomos ensinados a cultivar uma humildade de fachada, uma humildade apática, em que é “PECADO” conhecer virtudes que possuímos. Temos medo de que o outro nos ache arrogante, por isso, não raro, desvalorizamo-nos. Aliás, a cultura da desvalorização prejudica a estima do indivíduo e abarrota consultórios de terapeutas, psicólogos e psiquiatras. Isso para não falar que fomenta a tresloucada ideia do suicídio, porquanto o suicida geralmente é aquele que não reconhece seus valores, seus talentos e habilidades, julga-se um peso para o mundo, afunda-se em seus dilemas, e então, vê no suicídio a porta para salvação. Isso também ocorre porque não nos estudamos, e, portanto, não nos conhecemos.

É necessário romper os cadeados do preconceito para que possamos nos estudar com eficácia. Saber em que nível de evolução moral e intelectual estamos, o que já conquistamos e o que falta conquistar. Quais são nossas imperfeições morais, quais são nossas maiores dificuldades e como fazer para superar estas fragilidades. São questões que podemos propor a nós mesmos, a fim de que identifiquemos o estágio evolutivo no qual nos encontramos.

Importante lembrar: reconhecer fragilidades não é sinal de inferioridade, ao contrário, alguém para reconhecer uma limitação e falar naturalmente dela é alguém já amadurecido para tanto. A mesma regra vale para a questão que envolve o conhecimento de nossas habilidades e virtudes. Reconhecer em nós alguma virtude, ou algo que sabemos fazer bem feito, não quer dizer falta de humildade ou arrogância. A prepotência não está em sabermos de nosso valor, mas, sim, se usamos esses valores conquistados para subjugar, humilhar e desdenhar do outro. Desde que não nos infectemos pelo vírus da auto suficiência e não nos consideremos superiores a ninguém, não há porque deixarmos de reconhecer nossas habilidades.

Será o estudo sobre nós mesmos e a reflexão em torno de nossas limitações e virtudes que nos estenderão o tapete vermelho para o auto conhecimento, proporcionado-nos um caminhar mais sereno pelos palcos da existência, conforme ensina Santo Agostinho e já o fazia Sócrates, antes ainda do surgimento do Espiritismo.

Interessante sugestão para trabalharmos o autoconhecimento é utilizarmos o semelhante no feedback de nossas limitações. Claro que é preciso estar em franco processo de amadurecimento para tratar deste tema, mas é sempre uma ferramente importante e opinião do outro a nosso respeito, e pode despertar em nós a vontade em ser alguém melhor.

Costumava pedir aos meus filhos, após o estudo do Evangelho, que escrevessem três pontos em mim que os incomodavam. Informava que não haveria retaliação, ou seja, os presentes de final de ano estariam garantidos. A sinceridade, então, rolava solta e pude, ao longo do tempo em que fizemos este exercício, descobrir coisas bem “interessantes” a meu respeito. Confesso que alguns pontos não foram fáceis de admitir, mas colocaram-me face a face com o que eu precisava modificar para que a convivência fosse cada vez mais harmônica.

A consciência de que somos Espíritos imortais, todavia ainda não estamos prontos, mas nos “aprontando” a cada reencarnação é um dos fatores que faz com que possamos focar mais nos desenvolvimento de nossas potencialidades intelectuais e morais.

Autoconhecimento, portanto, trata-se da chave para o crescimento em direção a Deus e a paz de consciência.

Autor: Wellington Balbo para o site Portal do Espírito

terça-feira, 14 de maio de 2019

Sua capacidade de recuperação está dentro de você

Todo processo de recuperação leva tempo e nos obriga a transitar por caminhos tão obscuros quanto desafiadores. No entanto, dentro de nós há uma força imensa, um impulso guiado pela resiliência que somos obrigados a despertar.

Quando a vida nos deixa em pedaços ou quando a mente nos leva à deriva inexplicável da angústia, só nos resta uma opção: a reconstrução. Ao mesmo tempo, é necessário recordar que em cada um de nós reside uma grande capacidade de recuperação. No nosso interior, há uma matéria indispensável para unir cada pedacinho fragmentado da nossa autoestima. Está no nosso coração o farol que nos levará de volta ao equilíbrio.

Quando fazemos referência ao conceito de “recuperação” como tal, cabem diversas observações. No entanto, no momento em que nos referimos à saúde mental e emocional, parece que o tema se torna um pouco mais complicado. Vamos analisar um exemplo. Quando alguém quebra um braço, passa por uma gripe ou está convalescente após uma intervenção cirúrgica, ninguém tem problemas em dizer algo como “força, você vai ficar bem logo, vai se recuperar”.

No entanto, o que acontece quando o que temos à nossa frente é uma depressão ou um transtorno de ansiedade? Se consultarmos o dicionário, o termo recuperação é definido como “o ato ou processo de recuperar a saúde depois de uma doença ou uma lesão”. Então, o que acontece com quem não está enfrentando uma doença viral ou infecciosa ou, ainda, se recuperando de um osso quebrado?

Muito além do que podemos pensar, poucos desafios são tão complicados quanto aquele enfrentado por todas as pessoas que lidam com algum problema de saúde mental. Suas feridas não podem ser vistas a olho nu. Essas pessoas não usam muletas e raramente pedem afastamento do trabalho.

E mais, por vezes nem sequer chega-se a iniciar esse processo de cura porque as pessoas não se atrevem a pedir ajuda ou não têm consciência de que esse mal-estar esconde, na verdade, um transtorno psicológico. Dessa forma, assim como mostra um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 50% da população que tem problemas emocionais e mentais nunca recebe tratamento.

 “Se você acha que as mudanças acabaram, na verdade foi você que colocou um muro em sua vida”.
-Benjamin Franklin-

Sua capacidade de recuperação está dentro de você: a conexão com o Eu

Sua capacidade de recuperação está dentro de você, mas talvez você ainda não a tenha encontrado. Porque a vida, por vezes, machuca muito e nos deixa encurralados sem mais recursos do que o próprio medo. É nesses momentos que mais precisamos da ajuda de um especialista por uma razão: para entender o que acontece conosco e saber quais estratégias podem ser úteis para sairmos de uma encruzilhada.

A primeira coisa que devemos entender de qualquer processo de recuperação é que o retorno à superfície passa por introduzir mudanças, por interromper a inércia. Somos obrigados a ir além desses limites nos quais estão contidos a comodidade e muitas das relações de apego, essas que nos levam a retroalimentar círculos viciosos de sofrimento, ansiedade e infelicidade.

D. W. Winnicott, famoso psiquiatra e psicanalista britânico, costumava afirmar que o caminho para a cura mental passa por reclamar a própria dignidade humana a fim de se reconectar com o verdadeiro eu. Por vezes, nós nos deixamos levar por dinâmicas internas pouco adequadas, configurando, de algum modo, um “falso eu”.

Essa ideia se relaciona, por sua vez, com a tese do psicólogo humanista Carl Rogers. De acordo com o que nos apresentava em seus livros e suas abordagens, nós somos obrigados a “nos atualizar” constantemente. Em sua linha de pensamento, Rogers nos recomenda deixar de lado crenças e estados prejudiciais ou desgastantes para despertar todo o potencial do nosso ser. Esse ser que habita em nosso interior em forma de semente, esperando ser cuidada para germinar…

Pontos-chave no processo de recuperação

Todo caminho que leva à recuperação precisa de um apoio adequado. Nós temos consciência de que é essencial contar com assistência especializada e profissional. Sabemos também que sempre é recomendável ter ao nosso lado pessoas capazes de nos entender, incentivar e proporcionar afeto e compreensão. Devem ficar de lado, portanto, aqueles que julgam ou que prejudicam voluntariamente com suas palavras.

Ao mesmo tempo, é necessário esclarecer um aspecto crucial. Além desse meio especializado e facilitador, o processo de recuperação depende apenas de nós mesmos. São nossos a coragem, o esforço, o ato de reunir (ou não) forças naqueles dias em que só desejamos o silêncio e a penumbra de um quarto escuro.


Vamos analisar, portanto, quais são os pontos-chave em qualquer caminho em direção à recuperação.



  • Encontrar a esperança e um motivo. As pessoas se comprometem com o processo terapêutico porque, de alguma maneira, esperam sair dele melhores do que entraram.
  • Entender o que está acontecendo conosco. Como primeiro passo, antes de iniciar qualquer tipo de intervenção, seria sábio dedicar nossos recursos a entender o que estamos enfrentando (depressão, ansiedade, falta de habilidades sociais, etc.). Sem o conhecimento do nosso “inimigo”, é complicado colocar em prática uma intervenção inteligente.
  • Elaborar um plano. Todo processo de recuperação demanda um plano que vamos traçar com convicção, embora sempre tenha uma certa margem para a adaptação.
  • Reconectar-se com a vida de outra maneira. Uma base de hábitos saudáveis sempre será uma ajuda de inestimável valor frente a qualquer dificuldade. A automatização nos permite liberar recursos que podemos dedicar exatamente a encarar essas dificuldades. Falamos de iniciar outras práticas, conhecer pessoas novas, deixar de lado as velhas rotinas.
  • Reafirmar a cada dia a nossa melhor versão. À medida que formos nos sentindo melhor, será mais fácil valorizar nossas habilidades. Vamos descobrindo quão grande a nossa força pode chegar a ser.

Para concluir, falta destacar um aspecto. Esse trajeto, essa viagem à recuperação leva algum tempo. Vamos passar por recaídas e retrocessos. No entanto, cada passo que dermos para trás servirá, muitas vezes, para pegar impulso. Porque a recuperação é, acima de tudo, uma viagem de grandes aprendizagens e autoconhecimento.

Site A Mente é Maravilhosa

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Qual a diferença entre egoísmo e autoamor?

Sabe aquele momento que você quer dizer não, mas acaba dizendo sim só para não magoar o outro? Ou aquele em que você queria estar sozinho, mas se disser isso vai ofender alguém?
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Estes e mais tantos outros momentos em que fazemos ao contrário daquilo que verdadeiramente queremos só porque “o outro” pode não gostar, não aceitar e não entender. Todas estas contrariedades se manifestam em infelicidades e desequilíbrios que só causam sofrimento.⠀
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Por isso, entender a diferença entre egoísmo e autoamor, fará com que você entenda melhor as suas relações interpessoais.⠀
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Egoísmo é toda e qualquer ação que se faz para alimentar uma falsa identidade de superioridade, querendo passar por cima de qualquer pessoa ou situação apenas para satisfazer a necessidade de ser melhor e ser atendido.
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Autoamor é respeitar o que se sente e seguir suas necessidades com verdade mútua e reciprocidade de respeito, sem prejudicar a ninguém em uma competição desnecessária.⠀
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Apesar de a definição parecer simples, vivemos envolvidos em “mentiras inocentes” que mascaram as nossas reais necessidades. Já não conseguimos sentir, distinguir, compreender o que se sente e o que se faz por estarmos ligados em um piloto automático competitivo.

Texto retirado do perfil no Instagram @jardim_consciente

quarta-feira, 13 de março de 2019

Saúde e equilíbrio

Para garantir saúde e equilíbrio, prometa a você mesmo:

1 - Colocar-se sob os desígnios de Deus, cada dia, através da oração, e sustentar a consciência tranquila, preservando-se contra ideias de culpa.

2 - Dar o melhor de si mesmo no que esteja fazendo.

3 - Manter coração e mente, atitude e palavra, atos e modos na inspiração constante do bem.

4 - Servir desinteressadamente aos semelhantes, quanto esteja ao alcance de suas forças.

5 - Regozijar-se com a felicidade do próximo.

6 - Esquecer conversações e opiniões de caráter negativo que haja lido ou escutado.

7 - Acrescentar pelo menos um pouco mais de alegria e esperança em toda pessoa com quem estiver em contato.

8 - Admirar as qualidades nobres daqueles com quem conviva, estimulando-os a desenvolvê-las.

9 - Olvidar motivos de queixa, sejam quais sejam.

10 - Viver trabalhando e estudando, agindo e construindo, de tal modo, no próprio burilamento e na própria corrigenda, que não se veja capaz de encontrar as falhas prováveis e os erros possíveis dos outros.

Do livro Passos da Vida, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier, publicado na Revista O Consolador

3 perguntas que te ajudarão a manter o equilíbrio emocional

Se você tem pensamentos negativos, faça estas perguntas muito simples

O ritmo frenético da vida pode dificultar o contato com nossas necessidades mais profundas e nosso verdadeiro sentimento.

Quando paramos e fazemos silêncio, começa o turbilhão de pensamentos e emoções que inundam o nosso ser. Os questionamentos, a ansiedade e os pensamentos auto-destrutivos podem mostrar sua força. E isso pode estimular condutas evasivas que tentam apenas eliminar o sofrimento a curto prazo.

Pare e reflita

Talvez você esteja cansado de buscar soluções para o que lhe ocorre. Mas já parou para pensar no que realmente está acontecendo e no que você sente?

Com frequência, permanecemos num nível de pensamento pouco prático e objetivo. São os chamados pensamento irracionais: “estou mal”, “nada tem sentido”, “ninguém me entende”, “tudo está ruim”… Esses pensamentos não levam a nada, e costumam estar intoxicados pela interpretação que fazemos dos fatos segundo nossos medos, sentimentos de culpa, ressentimentos, complexos de inferioridade e baixa auto-estima.

Esquecemo-nos de que somos um unidade de corpo, sentimentos, espírito e uma cabeça pensando constantemente. Temos a capacidade de decidir, de sentir e agir de maneira harmônica, dando coerência ao que acontece conosco, gerenciando a emoção que surge diante dos fatos e reagindo de maneira adaptava e sadia.


Para alcançar o equilíbrio, proponho a você 3 perguntas que facilitarão com que você se conecte com o que sente, com o que pensa e com o que precisa:

O que sinto?
Escolha uma situação que provoque em você emoções exageradas e escreva o que você sente: raiva, medo, tristeza, nojo, impotência, inveja, angústia, insegurança, culpa.

O que penso?
Esta situação gera em você pensamentos desestabilizadores porque estes pensamento estão baseados em uma interpretação subjetiva dos fatos. Faça uma lista baseando-se em três áreas: o que penso de mim mesmo; o que penso do outro; o que penso da situação.

Preciso do quê?
Conecte-se com seus pensamentos mais profundos. Necessidade de afeto, descanso, silêncio, comunicação, compreensão, escuta, limites, organização.

Lembre-se que captamos influências do plano espiritual, é sempre importante mantermos nossa vibração num patamar elevado, mantermos as energias sempre positivas, além claro, de nos mantermos em oração e vigia. Tudo junto nos ajuda a equilibrar nossos sentimentos e emoções, alinhar nossas atitudes com pensamentos 'do bem'.

Estas são perguntas simples, que mudarão sua maneira de enfocar o problema. Tente um caminho diferente e assuma o controle de sua vida. A mudança começa por você.

Fonte: Site Aletéia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.