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quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Vamos falar sobre o Evangelho no Lar?

A Doutrina Espírita nos ensina sobre um grande recurso para buscar a paz, o equilíbrio e a proteção familiar que é o culto do "Evangelho no Lar".

Como fazê-lo?

1- Escolher um dia e uma hora na semana para realizá-lo, com o compromisso de participação dos familiares.

2- Preparar o ambiente de forma que fique confortável e sereno a todos, com uma musica tranquila (se possível), e colocar uma jarra com água para ser fluidificada.

3- Escolher um livro de mensagens para iniciar com uma breve reflexão, seguida de uma prece pedindo o amparo da espiritualidade superiora.

4 - Abrir o Evangelho Segundo o Espiritismo pedindo inspiração aos Espíritos protetores para que a mensagem recebida seja esclarecedora e consoladora, conforme o momento vivido pela família. Abrir espaço para que os familiares possam falar de que forma aquela mensagem chega a seus corações.

5- Finalizar com uma prece agradecendo ao amparo recebido, rogando auxilio e proteção à família, amigos e à toda humanidade. Em seguida, beber a água fluidificada.

Prontos para iniciar o ano com essa prática como hábito?

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Artigo: O valor que a vida tem

A maior riqueza que a vida proporciona ao ser humano é a feliz vivência do bom humor, descortinando o tesouro do bem-estar íntimo.

A boa regra é vencer os problemas, com a técnica saudável de uma postura motivadora, como se fossem desafios: degraus oportunos à evolução constante.

Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, ensina: A tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão […], uma possibilidade de nos conhecer melhor, de saber o que queremos, do que gostamos.

Quando a questão – em setembro que se tornou amarelo – convida a humanidade à reflexão sobre o suicídio, é indispensável considerar que o fenômeno psicológico, de qualquer natureza, é essencialmente transitório.

Todos os que tiverem a cogitação infeliz do autocídio devem reflexionar sobre o despertamento à valorização da vida. Somente vivendo é possível buscar o néctar da paz íntima dessas conquistas.

Não permitir que esses pensamentos sombrios povoem o campo mental, buscando o diálogo com alguém com o qual tenha confiança.

Dialogar, abrir o coração, buscar a feliz e salutar convivência, não se refugiar no íntimo. Reeducar-se mentalmente, não dando guarida emocional às insinuações negativas: eis a tônica do bom viver.

Existem alguns sinais doentios.

Cuidado com a mágoa que enlouquece a razão e produz fixações perturbadoras, como a monoideia, que é ferramental de mentes trevosas.

Lembrar também que o Código Internacional de Doenças (CID 10), no item F 44.3, desde 1998 traz o diagnóstico da interferência espiritual obsessora. É a própria ciência oficial reconhecendo que esses assédios são reais e se reage a essa realidade com diagnóstico médico.

Mau humor é outra realidade comportamental que pode dar causa à obsessão espiritual, pois o pensamento e a imaginação atraem o que lhe for semelhante.

A distimia traz prejuízos à convivência diária e incapacita o ser, que se aliena em pensamentos perturbadores.

A ação preventiva e acauteladora deve ser a tônica indispensável ao debate desse tema. Os males psíquicos têm cura, quando observados e curados em tempo hábil.

Feliz a orientação de Meimei, por intermédio de Chico Xavier, que nos trouxe essa pérola para que a conquistemos diuturnamente: “Alegria é o cântico das horas com que Deus nos afaga a passagem pelo mundo”.

No contexto da prevenção, o Posto do CVV (Centro de Valorização da Vida), de Araçatuba, está a caminho da reativação. Se você estiver sensível a esta causa e quiser participar, deixe mensagem na página Movimento Amor à Vida (Facebook).

Por Luiz Carlos Barros, dirigente espírita em Fernandópolis e Jales, publicado no site Folha da Região

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Estudo que diz que a fé pode reduzir em 11% a depressão entre adolescentes


Resultados sugerem que adolescentes com menos estrutura familiar e escolar experimentam ainda mais benefícios ao praticarem a religiosidade.

O estudo Religion and Depression in Adolescence (Religião e Depressão entre os Adolescentes), dos pesquisadoras Jane Cooley Fruehwirth (Universidade da Carolina do Norte), Sriya Iyer (Universidade de Cambridge) e Anwen Zhang (London School of Economics and Political Science), afirma que a religiosidade pode reduzir em cerca de 11% a incidência da depressão nessa faixa etária.
Publicado em 2017, o estudo observa a relação entre fé e saúde mental e analisa como a fé pode ajudar a lidar com a depressão num grupo em que ela tem aumentado preocupantemente: só nos Estados Unidos, 13% dos adolescentes declararam ter tido algum episódio de depressão grave nos 12 meses anteriores.

Para sustentar a tese de que a religiosidade está associada a uma melhora da saúde mental, os pesquisadores mensuraram a prática religiosa com dados como a frequência de oração e participação em cultos e a importância atribuída pelos adolescentes à religião. Em seguida, eles estudaram até que ponto a saúde mental dos adolescentes tinha relação com a regularidade da frequência à igreja.

Os dados analisados vieram de uma pesquisa nacional longitudinal sobre saúde de adolescentes e adultos, com detalhadas perguntas sobre religiosidade e depressão. O estudo concluiu que, entre os adolescentes, um forte crescimento na religiosidade leva a uma queda de 11% nos riscos de depressão, bem como a uma notável diminuição de fatores estressantes. O estudo também sugere que os adolescentes com menos estrutura familiar e escolar experimentam ainda mais benefícios ao praticarem a religiosidade.

Jane Cooley destaca:

“O mais surpreendente foi que estes efeitos foram mais fortes, quase dois terços maiores, nos indivíduos que apresentavam os sintomas mais severos de depressão”.
Fonte: Aleteia 

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Como pagar o mal com o bem?

Você certamente já se deparou com alguma situação que te deixou intolerante, ou então, com casos em que quis pagar com o mal.  

Sabemos que não é fácil ter o domínio de nossas emoções quando alguém está tentando tirar o nosso autocontrole. Entretanto, em momentos como esses temos que cultivar a tolerância, já que por meio dela, é possível fazer com que o amor e o bem prevaleça. Afinal, o mal não leva a lugar nenhum.

Por que é tão difícil controlar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos?

Podemos citar três importantes pontos, são eles:


  • Momento evolutivo, ou seja, somos seres em evolução e cada “degrau” apresenta as dificuldades que lhe são próprias;
  • Vivemos em um mundo de provas e expiações, e de acordo com a doutrina espírita, os sofrimentos são necessários para evoluirmos cada vez mais;
  • Por último, acabamos sofrendo influências daqueles que nos rodeiam e também da espiritualidade

Entretanto, apesar dos pontos citados acima, a doutrina espírita nos ensina que devemos amar a todos, principalmente aqueles que nos fazem mal.

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos a seguinte passagem:

“Amarás ao teu próximo e aborrecerás ao teu inimigo. Mas eu vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei bem ao que vos odeiam, e orai pelos que vos perseguem e caluniam, para serdes filhos de vosso Pai, que está nos céus, o qual faz nascer o seu o seu sol sobre bons e maus, e vir chuva sobre justos e injustos. Porque, se não amardes senão aos que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também assim? E se saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis nisso de especial? Não fazem também assim os gentios? – Eu vos digo que, se a vossa justiça não for maior e mais perfeita que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus.” (Mateus, V: 20, 43-47).

Diante disso: Como pagar o mal com o bem?

Primeiramente, saiba que há inúmeras vantagens de praticar o bem, entre elas, está o fato de que praticássemos somente o bem, o mal não existiria.

Porém, como somos seres em evolução, o egoísmo ainda está presente, fora em que inúmeras situações queremos tirar vantagens do próximo. E ainda, a felicidade do outro não comove, isso é uma grave falha que deve ser mudada aos poucos. Por isso, quando alguém te tirar do sério, lhe ofender:


  • Não responda, respire e faça uma prece. Peça aos amigos espirituais para que os mentores espirituais se comuniquem entre eles para harmonizar o ambiente
  • Não deixe se envolver com a negatividade do próximo. Você possui o livre-arbítrio, ou seja, você controla os seus pensamentos, qual caminho deseja seguir, etc. 
  • Lembre-se que a vida é feita de escolhas! Escolhe sempre o caminho do bem, do positivo.

No começo pode parecer difícil, impossível, pagar o mal com o bem. Porém, pouco a pouco; com um passo de cada vez, essa tarefa se tornará cada vez mais fácil. E chegará o dia em que todos nós vamos estar na mesma sintonia.

Para finalizar,

“Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. […] Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem” (Romanos, capítulo 12, versículos 17 a 21).

Fonte Rádio Boa Nova

quarta-feira, 15 de maio de 2019

A visão do espiritismo sobre as vibrações negativas

Quem é que nunca se sentiu carregado de vibrações negativas? Tem dia que nos sentimos afundados em um mar de pessimismo e pensamentos negativos. 

As vibrações negativas – muito ditas com o termo em inglês bad vibes – está diretamente ligada ao Espiritismo e também à Lei da Atração. Segundo essa lei, tudo o que nós emitimos para o Universo e para as outras pessoas irá, em algum momento, voltar para nós.

Quando nós entramos em uma onda de más vibrações, pensamentos negativos e pessimismo, damos abertura energética para que espíritos obsessores atuem em nosso corpo espiritual. Eles aproveitam desse momento de fraqueza para sugar a nossa energia e nos afundar em pensamentos mórbidos.

Allan Kardec mencionou em um dos seus livros sobre a proximidade dos seres encarnados (nós) com o mundo espiritual. Ele diz que vivemos “acotovelando” os espíritos, para mostrar o quanto eles estão próximos de nós.  Existem uma infinidade de espíritos que mesmo depois da morte continuam por aqui, vagando sem rumo, muitos nem sabem que já desencarnaram. O problema é que muitos deles são espíritos sofredores, que não evoluíram o bastante ou que se compactuaram em fazer o mal, tornando-se ferozes assediadores.

O Espiritismo explica que a nossa mente é como uma antena e ela atrai para nós o mesmo tipo de vibrações que emitimos. Quando nós fazemos o bem, temos pensamentos iluminados, desejamos o melhor ao próximo, atraímos espíritos de luz. São espíritos que alcançaram um certo nível de evolução e que irão lhe acompanhar, te protegendo e atraindo energias positivas para você.

Entretanto, se você se rende às más vibrações e prefere ficar pensando negativo, achando que tudo vai dar errado, fazendo o mal, enganando os outros, falando mal do próximo, emite uma vibração baixa, que atrai espíritos com energia igualmente negativas, num ciclo sem fim.

É claro que todo mundo passa por momentos bad vibe de vez em quando, é algo natural do ser humano, mas o cuidado necessário é para não se render a ele e deixar-se afundar nesse mar de sentimentos negativos. Por isso, o conselho Orai e vigiai é muito válido. 

Isso não tem a ver necessariamente com religiosidade. É uma atitude que todos nós, independente de ter ou não uma religião, devemos ter. Orar é uma conversa sincera com o seu Deus (ou entidade divina que você acredita). Basta falar com Ser superior que nos governa e ele irá nos ouvir. Desde que esse seu Deus seja amor, ele irá ouvi-lo de coração aberto e atrair para você o que você emana para o Universo.

A oração nos faz perceber que não estamos sós. Temos alguém ali, Todo-Poderoso, que zela por nós, e que está atento a tudo que fazemos, que nos deu livre-arbítrio para que nós façamos nossas próprias escolhas (e soframos as consequências delas). Assim, ficamos mais atentos aos nossos pensamentos, ações e intenções.  E assim, quando entramos num momento de vibrações negativas saibamos como sair dele.

Claro que cada um tem um método para melhorar sua faixa vibratória, seus padrões de pensamentos. Todos, claro são válidos. Aqui vão algumas dicas:

1- Ouvir músicas que te animem

2- Estar em contato com a natureza

3- Leia livros e textos que tragam bem-estar

4- Meditar é preciso

5- Converse com amigos

6- Tenha fé

No que quer que for, acredite, a vida é muito mais do que o que vivemos aqui na Terra e ter fé nos ajuda em todos os momentos da vida.

Site We Mystic com modificações da Equipe do LEAE.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Qual a diferença entre egoísmo e autoamor?

Sabe aquele momento que você quer dizer não, mas acaba dizendo sim só para não magoar o outro? Ou aquele em que você queria estar sozinho, mas se disser isso vai ofender alguém?
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Estes e mais tantos outros momentos em que fazemos ao contrário daquilo que verdadeiramente queremos só porque “o outro” pode não gostar, não aceitar e não entender. Todas estas contrariedades se manifestam em infelicidades e desequilíbrios que só causam sofrimento.⠀
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Por isso, entender a diferença entre egoísmo e autoamor, fará com que você entenda melhor as suas relações interpessoais.⠀
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Egoísmo é toda e qualquer ação que se faz para alimentar uma falsa identidade de superioridade, querendo passar por cima de qualquer pessoa ou situação apenas para satisfazer a necessidade de ser melhor e ser atendido.
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Autoamor é respeitar o que se sente e seguir suas necessidades com verdade mútua e reciprocidade de respeito, sem prejudicar a ninguém em uma competição desnecessária.⠀
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Apesar de a definição parecer simples, vivemos envolvidos em “mentiras inocentes” que mascaram as nossas reais necessidades. Já não conseguimos sentir, distinguir, compreender o que se sente e o que se faz por estarmos ligados em um piloto automático competitivo.

Texto retirado do perfil no Instagram @jardim_consciente

segunda-feira, 25 de março de 2019

Afetos e emoções

A restauração de nossos afetos e das nossas emoções só se tornarão possível quando nos abrirmos ao amor divino e ao amor humano.

Muitos de nós precisamos conquistar cura e equilíbrio em nossos afetos, visto que somos seres profundamente relacionais e, justamente por isso, colecionamos feridas que nasceram dos relacionamentos que experienciamos na vida. Nascemos e vivemos em um contexto profundamente relacional, pois, desde a mais tenra idade, encontramo-nos ligados a outras pessoas na família, na escola e, posteriormente, no trabalho.

Ninguém nasce para viver sozinho. Todos precisam de amigos, de relações calorosas e afetuosas, de uma família etc. É natural do ser humano o desejo de estar emocionalmente conectado e, quando essa necessidade não é satisfeita ou quando é vivida de maneira desequilibrada, acontece um intenso sofrimento psicológico/emocional que acaba nos marcando com profundas feridas.

Aqui, mais uma vez ressalto, com clareza e objetividade, que a causa de nossas feridas afetivo/emocionais estará sempre ligada à experiência do amor, a sua ausência ou a sua incorreta expressão e vivência. Afirmo, mais uma vez, que apenas o amor poderá curar as feridas por ele ocasionadas. Não, obviamente, a experiência de “qualquer amor”, mas de um amor que seja verdadeiro e que realmente nos devolva à vida.

Para um autêntico processo de cura, faz-se necessário, inicialmente, abrir-se inteiramente à experiência do amor de Deus, que é infinito e incondicional, acolhe-nos como somos e nos abarca em nossas afetivas necessidades. Por consequência, abrir-se à experiência do amor humano, visto que todos temos a necessidade de amar e sermos amados para alcançarmos a cura e o equilíbrio interior.

Postado no perfil do Instagram @amigos_de_luz

sexta-feira, 22 de março de 2019

Celebrado em 193 países, o Dia Mundial da Felicidade comemorado dia 20 de março

Mas o que de fato esta data representa? Criado pelo filantropo, ativista, estadista e proeminente assessor especial da ONU, Jayme Illien, o dia foi escolhido para inspirar, mobilizar e promover o movimento global da felicidade e bem-estar da sociedade.

Tão difícil quanto definir o que é felicidade, é saber como atingir a idealização social que temos do que é ser feliz. A definição do termo pelo especialista em psicologia positiva e professor da aula mais concorrida de Harvard, Tal Bem Shahar, diz que a felicidade é, na verdade, a combinação de bem-estar físico, espiritual, intelectual, relacional e emocional. O equilíbrio entre esses aspectos é que irá definir se estamos caminhando em direção aos nossos objetivos.

Bem-estar físico: começamos a pensar em fatores como: qualidade do sono, hábitos alimentares, exercícios físicos. Esse tipo de cuidado básico que o corpo humano necessita para estar em harmonia, muitas vezes são deixados de lado no estilo de vida que vivemos hoje, com multitarefas e inúmeros afazeres que parecem nunca estarem concluídos. É necessário dar a atenção necessária ao bem-estar físico, pois ele será um dos grandes responsáveis pela nossa capacidade de concluir as nossas metas nos demais campos de ação.

Bem-estar intelectual: é também muito importante refletir a respeito do nosso bem-estar intelectual. Analisar se de fato estamos buscando conhecimento em áreas que gostaríamos de ter ou que já temos domínio, mesmo que não estejam necessariamente ligadas a um objetivo profissional. Sentir que o aprofundamento em algum tema está nos trazendo uma construção de sabedoria e conhecimento impacta diretamente na realização de felicidade.

Bem-estar relacional e emocional: no aspecto relacional e emocional, é preciso refletir em como estão os relacionamentos, se o nosso círculo de amizades tem sido algo construtivo e importante, se são pessoas confiáveis e que existe um sentimento verdadeiro mútuo. Um ambiente seguro, onde se possa ser quem realmente é, sem a necessidade de performar um papel que não é seu. Avaliar se você está dedicando um tempo de qualidade para essas pessoas que são significativas na sua vida, estando presente de verdade e se importando com eles da forma correta. Como, por exemplo, desfrutar de uma boa companhia em um jantar agradável sem concentrar os pensamentos em alguma conta para pagar, uma situação estressante do dia ou em mensagens no celular.

Bem-estar espiritual: o bem-estar espiritual é uma avaliação sobre a sua real presença nas atividades que você se propôs a realizar. Estar focado no presente nem sempre é uma tarefa fácil, mas a concentração em desfrutar e aproveitar o momento fará toda a diferença na sua percepção do presente e afetará positivamente suas realizações para o futuro.

É preciso ter um olhar cuidadoso para as sensações do nosso corpo, a forma como você está se sentindo, a vitalidade que você tem tido para realizar as tarefas e demais sintomas que possam surgir e afetar seus objetivos. A partir daí, é possível construir boas metas pessoas e profissionais, focando na direção certa para você quer caminhar neste ano de 2019. Entenda qual é o seu grande objetivo a longo prazo e quais são as pequenas realizações que vão te fazer atingir ele. Traçar metas semestrais, mensais, semanais e diárias que te auxiliem a construir uma possibilidade factível de chegar onde você almeja.

Dentro disso, tem mais uma colocação da psicologia positiva que podemos acrescentar, que o aspecto profissional é uma das esferas humanas, mas que por diversas vezes podemos acabar depositando toda nossa esperança de ser feliz nisso e acabar nos frustrando constantemente. Claro que a realização material é importante e até linhas espirituais vem afirmando que não existe problema em galgar um caminho de conforto, para que tenha uma vida prazerosa e com condições de realizar os sonhos pessoais.

A necessidade de ser feliz que encaramos constantemente na nossa realidade, faz com que estejamos sempre em busca disso e não se pode deixar que os momentos de tristeza, amargura, raiva e sofrimento nos façam desistir do que buscamos. Compreender essas sensações e aceitá-las, faz com que possamos passar pelas dificuldades mais rápido e estejamos mais preparados para construir um futuro como planejado.

*Gustavo Arns é idealizador do congresso internacional da felicidade e coordenador do curso “GBA da Felicidade: Transformando pessoas e organizações”, promovido pelo ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br)

quinta-feira, 21 de março de 2019

10 Dicas para você manter o equilíbrio

1 Escute seu corpo – Há dias em que ele pede mais horas de sono, noutros menos. Algumas vezes ele mostra que é preciso desacelerar, parar tudo e ter algum momento de descanso. E o principal: respeito-o.
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2 Evite o isolamento – A solidão adoece. Ter amigos deixa a vida mais leve. A correria não é desculpa.
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3 Tenha consciência que você só colhe o que planta. Se plantar coisas boas a colheita vai ser prazerosa. Tenha fé que tudo o que acontece, mesmo as difíceis, são para nos fazer mais fortes e para o nosso bem se soubermos aproveitar.
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4 Aprenda a delegar – Sabe aquela visão de que só vai ficar bem feito se você fizer? Ledo engano. Descubra formas de distribuir melhor as tarefas e, assim, se concentrar no que é prioridade.
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5 Estabeleça prioridades e planeje sua vida – Algumas pessoas não gostam de planejar seu tempo, no curto ou longo prazo, preferem deixar a vida levar e seguir o fluxo. Acontece que nem sempre o fluxo direciona pro melhor destino.
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6 Cuide do seu corpo – Torne a prática de exercícios uma rotina. O corpo precisa estar em movimento para não parar.
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7 Imponha limites – É preciso recusar alguns compromissos, tarefas, convites e atividades para mandar a vida no prumo. Dizer sim a tudo pode ser uma grande enrascada. Por isso, muitas vezes um NÃO pode ser libertador.
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8 Durma bem – Boas horas de sono ajudam a nos recompor para um dia mais produtivo.
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9 Tenha bom humor – Ser uma pessoa alegre e positiva afasta muitos males e ajuda a ver a vida sob um ponto de vista mais harmônico. Tenha alegria e bom humor sempre, independente da circunstância!
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10 Tenha gratidão – Somos seres espirituais em corpos físicos temporários. Seja sempre grato por essa oportunidade de aprendizado

Fonte perfil do Instagram @aquelejovemespirita

quarta-feira, 13 de março de 2019

Saúde e equilíbrio

Para garantir saúde e equilíbrio, prometa a você mesmo:

1 - Colocar-se sob os desígnios de Deus, cada dia, através da oração, e sustentar a consciência tranquila, preservando-se contra ideias de culpa.

2 - Dar o melhor de si mesmo no que esteja fazendo.

3 - Manter coração e mente, atitude e palavra, atos e modos na inspiração constante do bem.

4 - Servir desinteressadamente aos semelhantes, quanto esteja ao alcance de suas forças.

5 - Regozijar-se com a felicidade do próximo.

6 - Esquecer conversações e opiniões de caráter negativo que haja lido ou escutado.

7 - Acrescentar pelo menos um pouco mais de alegria e esperança em toda pessoa com quem estiver em contato.

8 - Admirar as qualidades nobres daqueles com quem conviva, estimulando-os a desenvolvê-las.

9 - Olvidar motivos de queixa, sejam quais sejam.

10 - Viver trabalhando e estudando, agindo e construindo, de tal modo, no próprio burilamento e na própria corrigenda, que não se veja capaz de encontrar as falhas prováveis e os erros possíveis dos outros.

Do livro Passos da Vida, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier, publicado na Revista O Consolador

3 perguntas que te ajudarão a manter o equilíbrio emocional

Se você tem pensamentos negativos, faça estas perguntas muito simples

O ritmo frenético da vida pode dificultar o contato com nossas necessidades mais profundas e nosso verdadeiro sentimento.

Quando paramos e fazemos silêncio, começa o turbilhão de pensamentos e emoções que inundam o nosso ser. Os questionamentos, a ansiedade e os pensamentos auto-destrutivos podem mostrar sua força. E isso pode estimular condutas evasivas que tentam apenas eliminar o sofrimento a curto prazo.

Pare e reflita

Talvez você esteja cansado de buscar soluções para o que lhe ocorre. Mas já parou para pensar no que realmente está acontecendo e no que você sente?

Com frequência, permanecemos num nível de pensamento pouco prático e objetivo. São os chamados pensamento irracionais: “estou mal”, “nada tem sentido”, “ninguém me entende”, “tudo está ruim”… Esses pensamentos não levam a nada, e costumam estar intoxicados pela interpretação que fazemos dos fatos segundo nossos medos, sentimentos de culpa, ressentimentos, complexos de inferioridade e baixa auto-estima.

Esquecemo-nos de que somos um unidade de corpo, sentimentos, espírito e uma cabeça pensando constantemente. Temos a capacidade de decidir, de sentir e agir de maneira harmônica, dando coerência ao que acontece conosco, gerenciando a emoção que surge diante dos fatos e reagindo de maneira adaptava e sadia.


Para alcançar o equilíbrio, proponho a você 3 perguntas que facilitarão com que você se conecte com o que sente, com o que pensa e com o que precisa:

O que sinto?
Escolha uma situação que provoque em você emoções exageradas e escreva o que você sente: raiva, medo, tristeza, nojo, impotência, inveja, angústia, insegurança, culpa.

O que penso?
Esta situação gera em você pensamentos desestabilizadores porque estes pensamento estão baseados em uma interpretação subjetiva dos fatos. Faça uma lista baseando-se em três áreas: o que penso de mim mesmo; o que penso do outro; o que penso da situação.

Preciso do quê?
Conecte-se com seus pensamentos mais profundos. Necessidade de afeto, descanso, silêncio, comunicação, compreensão, escuta, limites, organização.

Lembre-se que captamos influências do plano espiritual, é sempre importante mantermos nossa vibração num patamar elevado, mantermos as energias sempre positivas, além claro, de nos mantermos em oração e vigia. Tudo junto nos ajuda a equilibrar nossos sentimentos e emoções, alinhar nossas atitudes com pensamentos 'do bem'.

Estas são perguntas simples, que mudarão sua maneira de enfocar o problema. Tente um caminho diferente e assuma o controle de sua vida. A mudança começa por você.

Fonte: Site Aletéia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Mudanças, diferenças e conflitos

Ainda não foi encontrada uma fórmula para evitar que duas ou mais pessoas atuem juntas, em torno de um objetivo, e não apresentem opiniões divergentes.

Tomando um exemplo que nos toca de perto, imaginemos a vida de um casal. Seria possível um deles afirmar: “Em nossa vida conjugal nunca tivemos uma briga ou um desentendimento”! Talvez isso seja inimaginável para a maioria e, se fosse possível, será que a relação estaria saudável? A música de Dolores Duran, “Fim de caso”, nos diz: “…mas, de repente, fomos ficando cada dia mais sozinhos, embora juntos cada qual tem seu caminho e já não temos nem coragem de brigar…”

Pensemos, então, o convívio entre pessoas numa organização. Se não houver a disposição de propor novas ideias, de discutir pontos de vista divergentes, de ouvir atentamente e de tentar entender pensamentos opostos, será que poderia haver o desenvolvimento contínuo, necessário à sobrevivência e ao progresso?

Por outro lado, isso pode nos trazer algumas dificuldades, nem sempre fáceis de superar. Quando surgem posições diferentes diante de determinados pontos, colocando pessoas ou grupos em lados opostos, podemos estar diante de um conflito. E isso acontece em qualquer tipo de organização.

Nos dicionários, vamos encontrar a palavra conflito com significados de beligerância. Porém, essa conotação difere do conceito adotado pela moderna administração. Ela nos aponta para opiniões e pensamentos divergentes, como oportunidade de mudança e inovação.

Destacamos dois tipos de conflito: o disfuncional e o funcional. O primeiro, normalmente, é fruto de desentendimentos de caráter pessoal e não organizacional, merecendo atenção diferente do que estamos tratando aqui. A nossa proposta enfoca o conflito funcional, como elemento propulsor de mudanças.

Se defendêssemos a ausência ou a eliminação do conflito, estaríamos prejudicando ou mesmo impedindo o desenvolvimento,  pois, quando administrado convenientemente, ele pode ser gerador de novas ideias e novas práticas, desde que saibamos agir de forma madura, objetivando a melhor solução para os impasses.

É comum nos colocarmos em posição defensiva quando nos vemos contrariados em nossas opiniões. A partir daí, nos inclinamos a raciocinar em termos de “perdedores” e “ganhadores”, diante do confronto de ideias. Essa atitude, nada construtiva, é denominada “perde-ganha”, isso porque tendemos a encarar a não aceitação do nosso pensamento como uma perda pessoal e, consequentemente, como um ganho para “o outro lado”.

A atitude construtiva nos tira dessa posição e nos leva para o desejo de que prevaleça o que for melhor. Teríamos, então, uma postura de “ganha-ganha”, na qual o resultado das diferenças seria uma contribuição para o desenvolvimento.

Algumas vezes, duas alternativas aparentemente inconciliáveis podem se transformar em uma terceira mais adequada às circunstâncias. Para isso, normalmente, basta uma atitude de equilíbrio e maturidade, capaz de colocar o geral acima do particular, o “nós” em lugar do “eu”.

Que venham os conflitos, mas que venha junto a nossa compreensão do papel deles e de como devemos nos posicionar.

Escrito por Costa - Recife – PE publicado no site da CVV