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segunda-feira, 15 de março de 2021

O poder da gratidão

Quanto mais você agradece, mais motivos tem para agradecer. Esse não é apenas um dito popular. É uma afirmação baseada, literalmente, no poder da gratidão.

Sim, a gratidão tem o poder de sintonizar os acontecimentos da mesma faixa vibratória. Quando você eleva a sua frequência energética ao agradecer por algo, você se sintoniza com outros acontecimentos da mesma elevada frequência e acaba por atrair mais luz para a sua vida. Simples assim.

Há quem pense ser bobagem a Lei da Atração. Geralmente, essas pessoas não se dão conta de que ela funciona tanto para a polaridade positiva quanto para a polaridade negativa. Quando reclamamos de algo, sintonizamo-nos na frequência dos problemas e podemos atrair mais problemas para a nossa vida.

É aquela velha história de “acordar com o pé esquerdo” e começar a reclamar disso e daquilo. Quando você menos se dá conta, seu dia passa a ser uma sucessão de problemas.

Faça da gratidão um estilo de vida. Familiarize-se com essa prática. Seja grato, eleve sua frequência energética e se conecte às pessoas e às situações que lhe trarão cada vez mais motivos para ser grato.

Valorize e honre tudo o que a vida já lhe trouxe, tudo o que o Universo já lhe deu. Agradeça e peça mais.

Site Eu Sem Fronteiras

terça-feira, 30 de junho de 2020

A importância de vibrar energias positivas para alcançar o equilíbrio emocional

Em quantos momentos você já se sentiu paralisado por medo? Medo de morrer. Medo da perda material. Medo de não conseguir se reintegrar após esse período de pandemia. Medo de mudar de rumo. O medo é energia e assim como a raiva, insegurança e desmotivação, possui baixa frequência que atrai outras emoções e situações semelhantes.

Durante esse período de pandemia, em que muitas pessoas estão alimentando esse nível de sentimentos, a energia do planeta passa a vibrar nesta frequência baixa, fazendo com que seja ainda mais difícil enfrentar esse momento.

O processo para mudar essa frequência de sentimentos negativos envolve autoconhecimento. Quanto mais você se conhece, mais entende a origem do que sente! Passa a reconhecer os gatilhos dessas emoções, ou seja, quais situações fazem essa tempestade vir à tona e como controlá-las, transformá-las e levá-las a um padrão vibracional mais alto, como sentimentos de amor, confiança, coragem.

O equilíbrio emocional depende de um esforço individual de autoconhecimento e autoaceitação. Precisamos conhecer quais são os gatilhos para os sentimentos negativos, entender se o que nos amedronta tem o tamanho real que criamos ou nosso medo é que aumentou o monstro que nos apavora, pois muitas vezes criamos ou aumentamos uma situação e passamos a enxergar apenas o lado negativo das coisas.

Substituir o medo por pensamentos positivos é o primeiro passo para a abertura para energias superiores. Assim, a paz, o amor, a coragem e tantas outras emoções positivas voltam a vibrar em nosso ser.

Reiki, meditação, aromaterapia e tantas outras terapias, exercícios físicos, alimentação equilibrada, são grandes auxílios para essa harmonização.

Quanto mais elevarmos nossa frequência vibracional, mais fortes sairemos dessa fase e auxiliaremos na recuperação da humanidade por abrirmos caminho às energias de amor e cura.

Por Michelle Akiyoshi postado no site Portal da Cidade Paranavaí

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Por que nos sentimos mal em determinados ambientes?

Você já esteve em ambientes em que se sentiu mal, constrangido, pouco à vontade?

Ao comentar essas coisas com alguém pode ser que tenham dito que é coisa de sua cabeça, ou, então, má vontade de sua parte para com aquela "turma".

Até pode ser, mas... nem sempre é má vontade de nossa parte.

Ocorre que nossa alma sente, por intermédio da expansão do perispírito, se aquele ambiente ou aquelas pessoas têm fluidos simpáticos aos nossos.

O corpo engana, os gestos podem ser perfeitamente traçados e planejados para agradarmos os outros, mas o mesmo não ocorre com os fluidos que não podem ser manipulados por algo que não seja o pensamento.

Os fluidos não se corrompem com as aparências e os sorrisos falsos, eis por que podemos sentir uma estranha sensação de mal querer mesmo ver todos nos tratando de forma simpática.

Nossos fluidos, pois, conforme ensina Kardec, interpenetram-se com os de outros Espíritos e sentimos bem ou mal-estar, a depender dos Espíritos encarnados ou desencarnados que estejam ao nosso redor.

Eis a razão pela qual buscamos, até de forma inconsciente, estar ao lado de pessoas que possuem valores semelhantes aos nossos.

É que nossa alma anseia a calmaria e busca ficar longe dos embates, principalmente os embates psíquicos, internos, que ocorrem longe da vista de todos.

Em nossa relação com as pessoas, ou com os Espíritos, há muito mais do que atração dos corpos, há, sobretudo, uma busca da alma, da essência que existe em nós, por fluidos que se combinem com os nossos.

Nosso ser almeja a felicidade mesmo que relativa, e impossível é ser feliz num ambiente de constante intriga, malquerer, inveja, portanto, de fluidos que não se combinam.

Não é sem razão que os Espíritos informam ser uma das maiores felicidades da Terra estar ao lado de almas amigas, que têm valores muito próximos aos que temos.

Entretanto, vale salientar que, conforme crescemos, levaremos em nós somente o amor e a simpatia, de tal modo que teremos poucas antipatias e muitas afeições.

Mas isto é fruto de um intenso labor do Espírito por conquistar a capacidade de amor incondicional.

Um dia chegaremos lá e teremos apenas afetos, amores, pessoas pelas quais simpatizamos, pois pouco importará o fluido que emana do outro, porquanto o fundamental será o fluido que nós emanamos, e este será, tão somente, salpicado de amor e bem-querer.

Wellington Balbo para o site Espiritismo na Rede

terça-feira, 28 de maio de 2019

Será que o estresse está afetando a sua personalidade?

O estresse também muda nossa personalidade. Você, que antes era tão otimista, confiante, que respondia a todos com um sorriso e não parou de colocar ilusões no seu horizonte, agora você se percebe de uma forma muito diferente. 

Tudo te incomoda, você não tem paciência, você está sempre de mau humor, você se tornou mais cínico e não há dia em que você possa se livrar dessa apatia…

Esse sentimento soa familiar? É uma realidade de muitos, é um estado que, sem dúvida, afeta completamente a nossa qualidade de vida. 

Agora, o mais impressionante de tudo é que, nesses casos, a pessoa está plenamente consciente de sua própria mudança. Sua maneira de reagir ao ambiente cria uma alta dissonância. “Eu não me reconheço. Por que eu ajo assim?” Frequentemente perguntam.

Como apontou o psicoterapeuta Carl Rogers, o simples fato de estar ciente desse desconforto e saber que não somos bons com o que fazemos e com o que nos acontece, já é um bom passo em si mesmo. 

É quando temos a oportunidade de abordar o problema de maneira clara e corajosa. A única coisa que precisamos é usar os recursos adequados. 

O estresse também muda nossa personalidade, como isso acontece?

O estresse também muda nossa personalidade e o faz de várias maneiras. Alguém que costumava se definir não faz muito por motivação, dedicação e gentileza, ele pode transformar depois de meses em alguém irritável. 

Algo assim pode ser visto não apenas em nós mesmos, mas também nesse colega de trabalho, naquele amigo ou parceiro que não mais parece gostar de nossa companhia. 

Eles se tornam relutantes, respondem mal, ficam frustrados facilmente e sempre vêem problemas onde antes só havia soluções. 

Por que isso acontece? O que acontece dentro de nós, na mente ou no cérebro, para que possamos mudar dessa maneira?

O estresse nos deixa pessimistas

Não muito tempo atrás especialistas pensaram que a personalidade, torna-se um fator estável em uma dimensão não facilmente de mudar ao longo do tempo. No entanto, estudos como o realizado na Universidade da Califórnia pelo Dr. Grant Shields, nos mostram algo muito marcante.

Nossa personalidade flutua e sofre mudanças. Isso acontece especialmente em face de eventos adversos ou experiências que aprendemos e que nos fazem ver o mundo de outra maneira. Algo assim é algo positivo porque nos permite crescer e progredir como seres humanos.

Agora, por outro lado, há também aquelas experiências menos encorajadoras em que o estresse crônico e o longo período de tempo mantido, geram várias mudanças mais do que evidentes em nós.

O estresse crônico muda nossa personalidade porque nos torna pessimistas. O estado de desamparo e esgotamento psicológico é tão profundo que destila emoções tão adversas quanto o pessimismo, a negatividade e a angústia que inunda tudo.

O estresse muda nossos circuitos neurais

O estresse ativa uma rede cerebral composta pelo hipotálamo, pela glândula pituitária e pelo córtex adrenal.

Tudo isso provoca a liberação de vários compostos muito semelhantes à cortisona, como os glicocorticoides. O mais conhecido e aquele que tem o maior impacto no cérebro e no nosso corpo é o cortisol. 

Desta forma, se o estresse também muda nossa personalidade, é basicamente devido ao efeito desse hormônio. 

Estamos mais exaustos, não podemos focar a atenção, temos falhas de memória e também experimentamos o que é conhecido como “hipersensibilidade ao meio ambiente”. 

Qualquer estímulo é vivido intensamente. É por isso que falta paciência, que aumentamos as pequenas coisas e que qualquer circunstância nos ultrapassa.

O que podemos fazer para reduzir o impacto do estresse?


Estresse e ansiedade fazem parte de nossas vidas. O propósito não é, portanto, fazê-los desaparecer, mas colocar em um ponto intermediário onde possam ser manipulados, onde tenham controle total sobre essas realidades psicológicas. 

Assim, e caso o nosso estresse seja crônico, é altamente recomendável ir a profissionais especializados. 

Vejamos, no entanto, algumas chaves básicas e simples nas quais deveríamos pensar em gerar mudanças.


  • Definir prioridades. Tanto quanto possível, é aconselhável simplificar e organizar o nosso dia a dia. 
  • Práticas como o pensamento positivo são muito eficazes na redução do estresse.
  • Há uma regra muito elementar que devemos usar no dia-a-dia: começar uma coisa de cada vez e terminá-la. É proibido pensar e fazer atividades diferentes ao mesmo tempo.
  • Defina objetivos positivos ao longo dos nossos dias: inscreva-se num curso, faça um passeio…
  • Cuide do diálogo interno. Essa conversa com nós mesmos deve ser sempre a nosso favor, deve ser gentil e hábil, por sua vez, para detectar pensamentos negativos e incapacitantes.
  • É altamente recomendável poder contar com pessoas importantes.

Para concluir, dado que o estresse também muda nossa personalidade, vamos manter esse fato em mente para aplicar estratégias apropriadas. 

Não permitimos que essas condições nos transformem em alguém que não somos, em uma pessoa em quem não nos reconhecemos.

Fonte: site Significado dos Sonhos

domingo, 26 de maio de 2019

Influências espirituais nas redes sociais

Você com certeza já se deparou com situações inusitadas nas redes sociais. Tantas discussões por assuntos fúteis ou até mesmo assuntos relevantes que fazem com que duas pessoas discordantes entre numa grande luta (no sentido quase literal) pelo predomínio de suas ideias.

Este texto tem caráter muito pessoal em alguns pontos e espero que isso não lhes deixem desinteressados, mas também buscarei através do que estudei sobre doutrina elucidar algumas POSSIBILIDADES de influencias espirituais através das redes sociais e mídias sociais em geral. Buscando manter-me no foco do artigo, as redes sociais, primeiramente notamos que o uso amplo das redes sociais por uma porcentagem muito grande de pessoas possibilita um novo campo de atuação espiritual de importante influência. Espíritos não necessitam de algo exatamente físico para exercer sua influência visto que utilizam-se de vibrações para manipular e coagir seres encarnados e desencarnados.

Os chamados obsessores podem então utilizar um espírito encarnado que de posse de um perfil no Facebook por exemplo, através das sugestões por canais de afinidades vibratórias. Em outras palavras: espíritos que se simpatizam com o ódio às ideias contrárias irão se juntar a pessoas que possuírem tendências para atitudes semelhantes, lhes dando combustível mental para manter essa energia negativa.

Vemos que muitas vezes um post cheio de ódio e intolerância atrai odiadores e intolerantes, assim como um pensamento odioso ou intolerante atrai espíritos dessa estirpe que aproveitando da abertura mental criada por esses pensamentos no ser encarnado, influenciam e manipulam pensamentos de forma a criar uma tensão social através de redes sociais, gerando um clima de instabilidade emocional nas pessoas. Isso parece uma teoria da conspiração não é? mas em relatos de livros espíritas diversos como os da série de André Luiz, psicografados por Chico Xavier, mostra-se que as legiões malignas de espíritos contrários as leis de ordem e de progresso do planeta buscam de forma incessante o desequilíbrio e a agitação em favor de seus planos perversos de dominação e poder.

Muito sabemos segundo o livro dos espíritos dobre a maledicência e como ela pode nos afetar espiritualmente. Acumulando débitos e mudando o psiquismo de nossa volta, alimentando espíritos obsessores e nos tornando cada vez mais SUSCETÍVEIS às suas ideias e manipulações, ficando cada vez mais absortos em pensamentos sombrios e até mesmo perdendo a razão em nossa cegueira.

Quem nunca presenciou briga entre grandes amigos ou familiares em redes sociais por divergência de ideias e intolerância às diferenças?

É muito comum percebermos essa relação negativa que ocorre no facebook principalmente, onde as pessoas livremente opinam e nem sempre aceitam opiniões diferentes. Se você notar é muito comum no seu mural uma grande quantidade de notícias ruins, de imagens de intolerância política, religiosa e de ideias. Nosso psiquismo acaba se afetando com essa enorme informação pesada, negativa das redes sociais e muitas vezes nos vemos desanimados ou com raiva ao dar uma lida no facebook, twitter, etc.

Como utilizar as redes sociais de forma a reverter essa tendência de sermos influenciados pela negatividade extremamente exposta na rede?

Uma questão relevante agora que sabemos alguns riscos que envolvem a negatividade largamente compartilhada nas redes sociais seria como podemos nos prevenir dessa armadilha e utilizar de forma digna as redes sociais. Bem como é impossível se fechar para a mídia negativista e para as publicações de cunho negativo tentemos o seguinte: PRÁTICA. Temos que praticar não nos envolvermos em debates fúteis, sem edificação para alma, sem acréscimo de qualquer virtude para nós mesmos. Sei que é difícil ainda mais no nível espiritual que nos encontramos. Tão apegados às nossas paixões somos suscetivamente alvo de armadilhas feitas por nós mesmos, atraindo assim a tão indesejada obsessão.

Essa influência é positiva ou negativa? Ou existiriam na mídia influências de ambos os tipos?

Toda influência só é positiva ou negativa de acordo com o grau de nossa consciência (e de evolução espiritual) . Isso quer dizer que uma coisa pode ser relativamente negativa para uns, mas já outros conseguem tirar bons ensinamentos daquilo que é negativo. Por exemplo uma enfermidade com o câncer é uma coisa negativa, mas se formos analisar como uma expiação, podemos sim tirar proveito da situação com a assimilação de bons ensinamentos. Tudo nesta vida é relativo, pois a nossa consciência é que dá a devida importância as questões. Vejamos os indianos, aprendem com a pobreza da vida simples que levam e muitos países encaram a miséria como um defeito da humanidade. Isso significa que conforme evoluímos descobrimos o que conforme nossa ótica (e aqui entramos na ótica de quem professa a doutrina espírita) e nossa evolução. Nossas ideias são diretamente proporcionais ao quanto de entendimento temos sobre determinado assunto e sobre a ética de modo geral.

O que podemos concluir disso tudo?

Bem, não muito, visto que muitas coisas vão depender de um pouco da sensibilidade pessoal, mas o que podemos dizer e isso pautados nos ensinamentos do espiritismo é para termo o bom senso sempre buscando analisar sobre todos os ângulos algum determinado assunto, dando nossa opinião quando a mesma for construtiva e elucidativa e evitando-se falar quando for desnecessário ou for motivo para atrito mesmo que somente de um dos lados.

É importante criarmos mentalmente um processo de paz. E isso as vezes nos requer a prática do silêncio e da resignação. Entender que cada um encontra-se num determinado nível de evolução e respeitar isso. Não menosprezar e evitar atrito com os irmãos de luta corpórea. Com isso estaremos ganhando a tão almejada paz interior e exterior, construindo em volta de nós uma aura de serenidade e paz. Divulgando assim uma das virtudes de Jesus que era a de evitar os debates inúteis e criando em si mesmo um exemplo a ser seguido.

Outra boa dica é já que não queremos tantas coisas ruins sendo devidamente noticiadas, sermos nós mesmos a fonte de boas notícias, de boas ações, compartilharmos o amor. Seja através de textos ou mensagens de paz e otimismo, seja com palavras amigas e conselhos amorosos. Sejamos nós a mudança que tanto queremos no mundo e assim, estaremos divulgando o bem e o amor, como nosso mestre Jesus nos ensinou. Muita paz!

Fonte: Espiritismo da Alma

quarta-feira, 15 de maio de 2019

A visão do espiritismo sobre as vibrações negativas

Quem é que nunca se sentiu carregado de vibrações negativas? Tem dia que nos sentimos afundados em um mar de pessimismo e pensamentos negativos. 

As vibrações negativas – muito ditas com o termo em inglês bad vibes – está diretamente ligada ao Espiritismo e também à Lei da Atração. Segundo essa lei, tudo o que nós emitimos para o Universo e para as outras pessoas irá, em algum momento, voltar para nós.

Quando nós entramos em uma onda de más vibrações, pensamentos negativos e pessimismo, damos abertura energética para que espíritos obsessores atuem em nosso corpo espiritual. Eles aproveitam desse momento de fraqueza para sugar a nossa energia e nos afundar em pensamentos mórbidos.

Allan Kardec mencionou em um dos seus livros sobre a proximidade dos seres encarnados (nós) com o mundo espiritual. Ele diz que vivemos “acotovelando” os espíritos, para mostrar o quanto eles estão próximos de nós.  Existem uma infinidade de espíritos que mesmo depois da morte continuam por aqui, vagando sem rumo, muitos nem sabem que já desencarnaram. O problema é que muitos deles são espíritos sofredores, que não evoluíram o bastante ou que se compactuaram em fazer o mal, tornando-se ferozes assediadores.

O Espiritismo explica que a nossa mente é como uma antena e ela atrai para nós o mesmo tipo de vibrações que emitimos. Quando nós fazemos o bem, temos pensamentos iluminados, desejamos o melhor ao próximo, atraímos espíritos de luz. São espíritos que alcançaram um certo nível de evolução e que irão lhe acompanhar, te protegendo e atraindo energias positivas para você.

Entretanto, se você se rende às más vibrações e prefere ficar pensando negativo, achando que tudo vai dar errado, fazendo o mal, enganando os outros, falando mal do próximo, emite uma vibração baixa, que atrai espíritos com energia igualmente negativas, num ciclo sem fim.

É claro que todo mundo passa por momentos bad vibe de vez em quando, é algo natural do ser humano, mas o cuidado necessário é para não se render a ele e deixar-se afundar nesse mar de sentimentos negativos. Por isso, o conselho Orai e vigiai é muito válido. 

Isso não tem a ver necessariamente com religiosidade. É uma atitude que todos nós, independente de ter ou não uma religião, devemos ter. Orar é uma conversa sincera com o seu Deus (ou entidade divina que você acredita). Basta falar com Ser superior que nos governa e ele irá nos ouvir. Desde que esse seu Deus seja amor, ele irá ouvi-lo de coração aberto e atrair para você o que você emana para o Universo.

A oração nos faz perceber que não estamos sós. Temos alguém ali, Todo-Poderoso, que zela por nós, e que está atento a tudo que fazemos, que nos deu livre-arbítrio para que nós façamos nossas próprias escolhas (e soframos as consequências delas). Assim, ficamos mais atentos aos nossos pensamentos, ações e intenções.  E assim, quando entramos num momento de vibrações negativas saibamos como sair dele.

Claro que cada um tem um método para melhorar sua faixa vibratória, seus padrões de pensamentos. Todos, claro são válidos. Aqui vão algumas dicas:

1- Ouvir músicas que te animem

2- Estar em contato com a natureza

3- Leia livros e textos que tragam bem-estar

4- Meditar é preciso

5- Converse com amigos

6- Tenha fé

No que quer que for, acredite, a vida é muito mais do que o que vivemos aqui na Terra e ter fé nos ajuda em todos os momentos da vida.

Site We Mystic com modificações da Equipe do LEAE.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Reflexões sobre a casa espírita

A casa espírita é um local abençoado que serve de escola, hospital e pronto-socorro espiritual no plano terrestre. As casas espíritas que atuam de forma séria e seguem os preceitos de cristãos representam reduto da espiritualidade amiga no intuito de ajudar os encarnados.

A casa espírita é cercada por forte proteção magnética e por Espíritos protetores que permitem a entrada somente de Espíritos que possam aproveitar o ambiente para sua elevação. Desta forma, mesmo os Espíritos que acompanham alguns irmãos encarnados são barrados por não possuírem condições de aproveitar o ambiente. Ainda neste sentido, o ambiente espiritual dentro de uma casa espírita é purificado e preparado por incansáveis irmãos espirituais que eliminam formas-pensamento perniciosas e vibriões de energias negativas. Portanto, o ambiente de harmonia criado é propício para abrir canais de comunicação com a espiritualidade e possibilitar a transferência de energias salutares do plano espiritual e dos médiuns para os irmãos encarnados.

Esse ambiente privilegiado em termos de harmonia e equilíbrio energético, bem como protegido de certas influências espirituais negativas, deve ser plenamente aproveitado pelos frequentadores encarnados para reflexões, amadurecimento de pensamentos positivos, busca de ânimo para prosseguir na jornada terrena, bem como recebimento de boas energias para equilíbrio da saúde do corpo físico.

Esse local apresenta condições propícias para que os Espíritos protetores atuem de forma mais ativa para aconselhar e influenciar positivamente os pensamentos dos encarnados. Para tanto, utilizam a transmissão de pensamento e também reforçam os elementos expostos nas palestras públicas; assim, a sintonia em pensamentos positivos, o ato de orar e a atitude de gratidão facilitam a atuação desses abnegados irmãos.

É importante salientar que neste mundo de provas e expiações as casas espíritas têm objetivo de fornecer amparo, conforto e fortalecimento de ânimo para que os encarnados continuem na jornada terrena no rumo evolutivo traçado antes da encarnação. Especificamente no momento de transmissão de energias, propiciada pelo passe magnético, as melhores energias são direcionadas para cada encarnado, de acordo com a fé, o merecimento e os propósitos da encarnação. Mas não se pode negar que a Providência Divina está constantemente avaliando o proceder de cada encarnado para poder ajudar da melhor maneira possível, sempre lembrando que a atuação da misericórdia divina é belíssima na vida de todos e qualquer bem realizado conta de forma positiva no balanço da justiça divina. 

Em resumo, estar na casa espírita é um privilégio que deve ser aproveitado, tendo uma atitude de gratidão pelo ambiente e pelo esforço dos irmãos desencarnados que muito se dedicam pela manutenção das boas condições energéticas do local. A atitude de prece colabora para o equilíbrio da casa, facilitando a atuação dos Espíritos protetores e a transmissão de energias salutares que atuam no perispírito e podem refletir-se no corpo físico.

Devemos ter em mente que todos têm um fardo para carregar e na casa espírita encontra-se o bom ânimo para seguir na jornada com fé, paciência e resignação, no intuito de alcançar a evolução prevista para esta encarnação.

Artigo de por Fábio Durand publicado no site O Consolador

terça-feira, 26 de março de 2019

Quais aberturas damos para o mal agir em nossa vida?

Partindo da certeza de que toda atitude é suscetível de ser imitada, compreendamos que o contágio da violência, em muitos casos, pode ser evitado, se não lhe oferecermos determinados pontos de ligação.

Os pontos de ligação a que nos referimos são de caracteres diversos, tais quais sejam:

– Gritos inúteis.

– Brincadeiras de mau gosto.

– Reclamações agressivas.

– Ideias de ódio.

– Intolerância em casa.

– Descortesias na rua.

– Gestos de vingança.

– Comentários infelizes.

– Respostas deprimentes.

– Perguntas sem necessidade.

– Críticas.

– Palavrões.

– Ironias.

– Azedume.

– Cólera.

– Impaciência.

Observamos que a energia elétrica, quase sempre, se aplica através de tomadas, e convençamo-nos de que a força mental funciona, também assim.

Chico Xavier & Emmanuel. Livro: Paz. Lição nº 15. Página 68 postado no site Chico de Minas Xavier.

quarta-feira, 13 de março de 2019

3 perguntas que te ajudarão a manter o equilíbrio emocional

Se você tem pensamentos negativos, faça estas perguntas muito simples

O ritmo frenético da vida pode dificultar o contato com nossas necessidades mais profundas e nosso verdadeiro sentimento.

Quando paramos e fazemos silêncio, começa o turbilhão de pensamentos e emoções que inundam o nosso ser. Os questionamentos, a ansiedade e os pensamentos auto-destrutivos podem mostrar sua força. E isso pode estimular condutas evasivas que tentam apenas eliminar o sofrimento a curto prazo.

Pare e reflita

Talvez você esteja cansado de buscar soluções para o que lhe ocorre. Mas já parou para pensar no que realmente está acontecendo e no que você sente?

Com frequência, permanecemos num nível de pensamento pouco prático e objetivo. São os chamados pensamento irracionais: “estou mal”, “nada tem sentido”, “ninguém me entende”, “tudo está ruim”… Esses pensamentos não levam a nada, e costumam estar intoxicados pela interpretação que fazemos dos fatos segundo nossos medos, sentimentos de culpa, ressentimentos, complexos de inferioridade e baixa auto-estima.

Esquecemo-nos de que somos um unidade de corpo, sentimentos, espírito e uma cabeça pensando constantemente. Temos a capacidade de decidir, de sentir e agir de maneira harmônica, dando coerência ao que acontece conosco, gerenciando a emoção que surge diante dos fatos e reagindo de maneira adaptava e sadia.


Para alcançar o equilíbrio, proponho a você 3 perguntas que facilitarão com que você se conecte com o que sente, com o que pensa e com o que precisa:

O que sinto?
Escolha uma situação que provoque em você emoções exageradas e escreva o que você sente: raiva, medo, tristeza, nojo, impotência, inveja, angústia, insegurança, culpa.

O que penso?
Esta situação gera em você pensamentos desestabilizadores porque estes pensamento estão baseados em uma interpretação subjetiva dos fatos. Faça uma lista baseando-se em três áreas: o que penso de mim mesmo; o que penso do outro; o que penso da situação.

Preciso do quê?
Conecte-se com seus pensamentos mais profundos. Necessidade de afeto, descanso, silêncio, comunicação, compreensão, escuta, limites, organização.

Lembre-se que captamos influências do plano espiritual, é sempre importante mantermos nossa vibração num patamar elevado, mantermos as energias sempre positivas, além claro, de nos mantermos em oração e vigia. Tudo junto nos ajuda a equilibrar nossos sentimentos e emoções, alinhar nossas atitudes com pensamentos 'do bem'.

Estas são perguntas simples, que mudarão sua maneira de enfocar o problema. Tente um caminho diferente e assuma o controle de sua vida. A mudança começa por você.

Fonte: Site Aletéia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Carnaval (Humor e Espiritismo)

Um casal de espíritas discute se podem ou não brincar Carnaval.

Apesar do ambiente poder nos influenciar, o responsável pela qualidade do seu padrão vibratório é sempre você mesmo, nunca algo externo como uma festa, um grupo, ou mesmo o Carnaval.




Carnaval, Espiritismo e livre arbítrio

O Espírita pode ir em bloquinhos de carnaval? Essa é uma dúvida que fica na mente de todos nós que seguimos essa doutrina. Sabemos que o espiritismo não nos proíbe de nada e que temos nosso livre arbítrio, bastando ter consciência das consequências de todos os nossos atos. Com isso, podemos sim, frequentar bloquinhos, mas existe algo que temos que ter em mente, Chico Xavier nos esclarece com um exemplo:

Quando ele estava encarnado, tinha alguns amigos, que sempre lhe chamava para ir pescar, super comum querermos que nosso amigo vá com a gente realizar algo que gostamos. Mas Chico, não gostava de pescar, e sempre arrumava uma desculpa para não ir pescar com seus amigos.

Até que certo dia, Emmanuel, falou para Chico ir, somente para conhecer e agradar os amigos. Chico então foi pescar com seus amigos. Ao chegar lá, todos conseguiam pegar peixes, menos Chico, começaram então a ficar desconfiados, porque será que Chico não consegue pegar nenhum peixe? Foi ai então que Chico disse que a ele que tirou o anzol da vara, porque não queria pegar nenhum peixe, estava ali apenas para acompanhar, ele achava injustiça com os peixes então simplesmente não pescou.

O que podemos tirar dessa história? Podemos sim, ir para bloquinhos de carnaval, mas não somos obrigados a realizar tudo que nossos amigos fazem. Chico não pescou nenhum peixe, faça isso você também, não pegue para você nenhuma energia negativa, não tome atitudes que irão te prejudicar espiritualmente e desacelerar o seu processo evolutivo.

Lembramos também do exemplo de Jesus Cristo, sempre que ele chegava a algum lugar, dizia: “Que a paz de Deus se faça presente.” Fale essas palavras em pensamento, se cuide, para que mal nenhum te aconteça.

Por Haila Vicente postado no site da TV Mundo Maior

sexta-feira, 1 de março de 2019

Vícios ocultos

Sempre relacionamos a imagem de que o vício no álcool,  no cigarro, no sexo desregrado entre outros que também nocivos à saúde, são convidados e anfitriões para obsessão.
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Espíritos sofredores, presos ao vício na matéria buscam sentir através de emanações fluídicas, as sensações impressas no encarnado, que acaba se tornando "vítima" do que conhecemos por vampiros espirituais.
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Onde existe a possibilidade de encontrar o objeto de seus desejos materiais, estes espíritos se fixam para compartilhar das emanações fluídicas do ambiente.
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Mas, isso acontece também através da simbiose de ideais dos que se ligam pela mesma frequência de pensamentos.
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Portanto, aquele que se compraz na desgraça alheia também convida irmãos sofredores para seus banquetes espirituais de explorar as dores humanas com desdém e sarcasmo.
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Aquele que ignora a indulgência e faz questão de explorar e divulgar o erro alheio também o faz procurando indiretamente confrades mesquinhos que se interessam pela mesma temática.
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Vangloriar-se perante o próximo humilde, clama a presença de espíritos estacionados na escala evolutiva que desde épocas remotas reinavam grandes dinastias e ainda hoje não compreenderam o verdadeiro valor é o mais humilde.
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Nem todos os vícios estão classificados como tais, assim como as formas de atrair companhias nocivas ao nosso redor.
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Evite consórcios simbióticos com energias que não irão te auxiliar e que você não conseguirá auxiliar também.

Fonte perfil do Instagram Fraternidade e Esperança

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Espiritualidade é disciplina na faculdade de Medicina em universidade no RJ

Universidades, psiquiatras e especialistas analisam influência de sentimentos nas manifestações de doenças e apontam o perdão como meio de cura

O ditado “Errar é humano, e perdoar é divino” sempre transitou pela religiosidade. Perdão e consciência vêm ganhando, entretanto, espaço nos meios acadêmico e científico, que analisam os benefícios à saúde alcançados por quem cultiva bons sentimentos e deixa para trás rancor, mágoa e raiva. Uma prova dessa mudança é a disciplina optativa Medicina e Espiritualidade, que caminha para o quarto semestre na faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense.

Os mestres da cadeira trabalham com a ideia de medicina integrativa seguindo conceitos da Carta de Ottawa, que conclamou, em 1986, organizações sociais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) a esforços para um novo padrão de saúde pública. O documento defende que saúde não é apenas a ausência de doença, mas uma condição decorrente do bem-estar físico, psicológico, familiar, social e espiritual, como explica o coordenador da disciplina, José Genilson Ribeiro.

- Na Europa e nos Estados Unidos, cerca de 80% das faculdades já têm essa cadeira no currículo. No Brasil, ainda estamos devagar — diz Ribeiro, urologista e professor da UFF responsável pela implementação da disciplina em 2017. — Em aula, trabalhamos os sentimentos. Acreditamos que a doença começa na alma, se instala no corpo físico, e que é preciso tratar o paciente de maneira integral. Não basta tratar o efeito da doença, mas os aspectos totais. Muitas pessoas têm mágoas e não conseguem perdoar. Isso as deixa presas em suas dores, o que dificulta a melhora física.

Lecionada por um grupo de profissionais atuantes nas áreas de psicologia, medicina e arteterapia, a disciplina Medicina e Espiritualidade vai além das salas de aulas. No Núcleo de Estudos em Saúde, Medicina e Espiritualidade (Nesme) da UFF, pacientes são atendidos gratuitamente por professores e estudantes.

Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), alunos criaram a Liga Acadêmica de Medicina e Espiritualidade (Liame), em 2014, para dar espaço a pesquisas e debates sobre o tema. Abrangendo a necessidade de “cuidar de quem cuida”, um grupo de apoio aos estudantes da Liame recebe alunos de Medicina para que eles também expressem suas emoções e tenham melhores condições de lidar com elas.

- Criamos a Liame com base no aumento do interesse acadêmico-científico pelo tema de saúde e espiritualidade. Em 1998, foi proposta pela OMS a inclusão da dimensão espiritual do ser à sua definição de saúde, convidando-nos a repensar o paradigma científico frente ao diálogo com o sentido espiritual da vida — contextualiza Carlos Roberto Figueiredo, estudante da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj e fundador da Liame.

Perdoar faz bem à saúde

Para a psiquiatra Carmita Abdo, diretora da Associação Médica Brasileira (AMB) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), uma comprovação do que é defendido pela disciplina de Medicina e Espiritualidade e pela Liame está nos efeitos, negativos ou positivos, das substâncias produzidas pelo corpo humano após a experiência de sensações boas ou ruins.

- As emoções levam a modificações de substâncias no organismo. Quando liberamos ocitocina e endorfina, elas nos levam à melhora na imunidade e a sensações de bem-estar. O contrário ocorre com sensações negativas, que liberam substâncias que baixam a imunidade. Com o perdão não é diferente. Quando perdoamos alguém temos a sensação de alívio, de gratificação, o que é revertido em ocitocina — explica.

O conscienciólogo — profissional que estuda a consciência humana — Mário Oliveira é membro da Associação Internacional de Parapsiquismo Interassistencial (Assip), com sede em Foz do Iguaçu, que tem em uma de suas frentes a compreensão da importância do perdão para o processo de cura das doenças.

- Mantemos um curso para conscientizar sobre a importância de perdoar. Acreditamos que a falta de perdão tem criado problemas de saúde, seja câncer, depressão, alergias ou dores, todos associados às mágoas guardadas. Com o tempo, esses sentimentos tendem a se manifestar de alguma forma, de maneira comportamental ou física. É difícil fazer essa ponte, e por isso criamos um seminário dedicado à prática do perdão. Com exercícios e palestras, os participantes são estimulados a perdoar — explica Oliveira, que tratá o seminário ao Rio, no Flamengo, nos dias 4 e 5 de agosto.

Em Niterói o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), em Icaraí, realizará um curso com a temática do perdão no dia 19 de agosto. Alessandra Nascimento, coordenadora do IIPC no Estado do Rio, acrescenta:

- Estudamos a ciência que tem como base a relação da consciência com o corpo físico e suas energias, e acreditamos que a energia tem interação muito grande na saúde. Seu desequilíbrio pode causar doenças. Quem tem dificuldade de perdoar tem muito apego, o que atrai energias de baixo padrão, podendo adoecer o corpo.

Fonte: Site Correio Espírita