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sexta-feira, 12 de março de 2021

Disciplina positiva e comunicação não-violenta, você sabe o que é?

Com a pandemia e a necessidade do isolamento e, consequentemente, maior permanência em casa, o contato com nossos familiares mais próximos está mais intensa. Quem tem filhos pequenos deve lembrar que, ainda que momento estressante, a educação ainda está em processo e um dos pontos a darmos atenção é a maneira como a comunicação com os 'pequenos' (e não tão pequenos também) acontece.

Seja um filho, um neto, um sobrinho, um enteado, ou até mesmo um aluno, contribuir para a formação de uma criança não é uma tarefa fácil, muito pelo contrário, é algo no mínimo desafiador. 

Mas, de quais desafios estamos falando? 

Lidar com as birras. Ajudar a entender o que pode e o que não pode. Incentivar a socialização saudável. Saber dosar o uso da internet e outras tecnologias. Ajudar no amadurecimento emocional. Fortalecer a capacidade de expressar sentimentos e emoções.

Esses, são apenas alguns desafios entre tantos outros que chegam até você, assim de surpresa e que não vem acompanhados de nenhum manual de instruções.

Como dizem por aí, educar um filho é como jogar um jogo de vídeo game, quando você supera uma fase, logo vem outra mais difícil!

Agora, brincadeiras à parte temos uma pergunta séria a te fazer…

Como você lida com todos os desafios de educar uma criança?

Disciplina positiva e comunicação não-violenta! Você sabe o que é?

Um conjunto de ferramentas e práticas que ajudará você a lidar com os comportamentos desafiadores da infância e da adolescência.

A comunicação não-violenta também chamada de CNV, trabalha com alguns pilares fundamentais, que são:

Utilizar firmeza e gentiliza juntas
Estar presente
Entender o que há por de trás de cada comportamento.
Utilizar a linguagem positiva
Ensinar sobre os sentimentos
Olhar para si mesmo
Reconhecer sinais físicos

Educar é uma tarefa que exige dedicação, aprendizagem de ambas as partes, uma criança não nasce sabendo gerenciar suas emoções, um cuidador muitas vezes precisa de um norte para saber como ajudá-las a superar esses desafios.

Veja alguns exemplos de situações práticas:







Site Nogueirense com dicas do perfil do Instagram Diálogo Positivo

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Permaneça em casa

A recomendação para toda a Humanidade no enfrentamento ao coronavírus, Covid-19, para dirimir a concentração da pandemia em curto espaço de tempo foi: “permaneça em casa”, saia somente para o essencial.

Permanecer em casa, além de atender as recomendações governamentais e de saúde, possibilitou a oportunidade de reflexão mais profunda e de crescimento espiritual. O isolamento em família proporcionou a cada criatura adentrar no quarto íntimo para analisar-se, para responder a questionamentos: O que farei da vida? Quais valores estou cultivando? Que caminho a Humanidade está trilhando?

A oportunidade de estar em casa possibilitou visitar os recônditos da alma para ouvir a si mesmo nesses momentos em que a Humanidade é convidada a compreender os desígnios de Deus, pensar no próximo, renovar hábitos, ampliar a visão de mundo, abandonar o egoísmo e vivenciar a caridade.

Hoje, a maior parcela da Humanidade busca o perecível – ter cargos, ter posse, ter poder, ter bens –, o imperecível está esquecido e colocado em plano secundário. O permaneça na casa íntima, que o isolamento no lar tem proporcionado, faz despertar, naqueles que estão refletindo mais profundamente, o que é duradouro, perene, imperecível: a fé; a confiança nos desígnios do Pai; a esperança; o pensar no próximo e o exercício do amor.

O convite é para pensar no próximo, é para mudar hábitos; é, em síntese, para aplicar o Mandamento Maior: Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo coração, de toda alma, de todo espírito. Este o primeiro mandamento, há o segundo de mesmo valor: Amar ao próximo como a si mesmo.

Infelizmente, o medo, a dor e o sofrimento estão sendo os caminhos para amar o próximo conforme Ele, Jesus, recomendou há dois mil anos nos dois mandamentos citados.

Não podemos olvidar, jamais, um segundo sequer, que o nosso planeta está sob uma direção segura, amorosa e sábia, que há um governador, Jesus, o Cristo de Deus, aguardando o despertar das consciências para as lições de seu Evangelho, fonte de luminosidades, de esclarecimentos, de orientações, de consolo, de convites à renovação e à regeneração.

Quando findar o “permaneça em casa”, não esqueçamos de “permanecer na casa íntima”, a fim de continuarmos cultivando os valores imperecíveis, agora colocados não mais em plano secundário, mas em plano prioritário.

Sigamos confiantes, permanecendo na casa íntima, a cultivar o amor ao próximo, sempre.

O Reformador Edição de Junho de 2020, Ano 138, nº 2.295.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Como sentir-se amparado em tempos de distanciamento?

Quem imaginava que o mundo estaria nesta situação que estamos hoje? Quando poderíamos pensar que sentiríamos falta das coisas mais simples? Vivemos um tempo de incertezas cuja maior certeza é que estamos vivendo dias em que manter o bem-estar físico e emocional é essencial. 

A pergunta é: como enfrentar o medo e sobreviver a tudo isso? Ninguém tem uma resposta definitiva. Não há uma fórmula para permanecer livre dos pensamentos ruins, mantendo o foco, a produtividade e a positividade. O que temos isolados em casa? Temos saudade. Saudade dos amigos, da família, do convívio social, das viagens e de sentir-se acolhido.   

Em “Colo, por favor”, o autor Fabrício Carpinejar escolhe 40 frases para encabeçar 40 crônicas que falam sobre os efeitos da pandemia e do distanciamento social. Essas reflexões têm o objetivo de oferecer um alento aos leitores. O objetivo é trazer conforto a quem está confinado em casa, muitas vezes com espaço de sobra apenas para a negatividade.

Entre as recomendações do poeta, vencedor do prêmio Jabuti em 2009, estão: “Gargalhe com bobagens, faça mais piadas e memes com aqueles que estão próximos. Regue as plantas e reorganize as roupas no armário, para voltar a vestir as peças que andam esquecidas pela pressa. Cozinhe receitas da vó, para recuperar sabores perdidos. Como não há como ir para o salão, por que não brincar de manicure e cabeleireiro com o pessoal de casa? Não se sentir culpado por se divertir. Especialmente isso. Não sofrer de modo desnecessário é respeitar quem está realmente sofrendo. Não se prender ao “se”, abolir o “se” do vocabulário, não penar por antecipação. Palavras amáveis são fáceis e nos abrigam para sempre. O canto dos pássaros é o nosso despertador interior.”

Site Clube da Felicidade