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domingo, 21 de março de 2021

20 de Março - Dia da Felicidade

O International Day of Happiness, como é conhecido internacionalmente, tem o objetivo de promover a felicidade e alegria entre os povos do mundo, evitando os conflitos e guerras sociais, étnicas ou qualquer outro tipo de comportamento que ponha em risco a paz e o bem-estar das sociedades.

O Dia Mundial da Felicidade foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), em junho de 2012. Mas, o "pontapé inicial" da iniciativa foi do Butão, um pequeno país asiático, que se orgulha de possuir uma das populações "mais felizes do mundo".

A decisão de criar um dia dedicado à felicidade surgiu durante uma reunião geral das Nações Unidas, sob o tema "Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico", em abril de 2012.

Com aprovação total dos 193 países-membros, a proposta de Butão foi aceita e o Dia Internacional da Felicidade passou a incorporar o calendário oficial da ONU em 20 de março.

Assim, em 2013 o mundo comemorou pela primeira vez o Dia Internacional da Felicidade.

Desde 1972, Butão adota uma postura de "felicidade bruta e absoluta", fazendo com que a "Felicidade Nacional Bruta" seja prioridade acima do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Brilho de um sorriso produz energia positiva

Neste vídeo, Pedro Neves fala sobre a importância do brilho de um sorriso. Este simples ato produz energia positiva para quem sorri e para quem recebe este gesto. Então, lembre-se: o brilho de um sorriso faz bem para todo mundo.


Jundiaí Agora

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Fatores de felicidade

Solicito ao leitor refletir comigo na seguinte frase: “…é um conjunto harmonioso e belo; é uma filosofia que estende as suas investigações sobre todos os conhecimentos humanos; é uma ciência sólida, irresistível, porque se baseia em fatos que denunciam o seu caráter científico; é além de tudo uma luz poderosa que nos ilumina a inteligência, aclara o raciocínio de tal modo que, muitas vezes, nos maravilhamos de sua lógica irrepreensível, de sua harmonia de vistas com o Bem e o Belo, os grandes fatores da verdadeira felicidade.”

Antes de identificarmos o autor e fonte da transcrição, analisemos alguns de seus itens. Comecemos pelo “estende as suas investigações sobre todos os conhecimentos humanos”. Ora, isto abre uma enorme perspectiva para o pensamento humano, de vez que permite abarcar todos (destacamos) os conhecimentos humanos. Aí já encontramos a abertura e a ausência de preconceitos, através de uma investigação filosófica sadia e coerente.

Na sequência, “baseia-se em fatos”. Ora, se é uma ciência que se baseia em fatos isenta-se de especulações, improvisações, teorias pré-concebidas e mesmo interesses parciais; sendo fatos enquadra-se em leis naturais, expulsando o fanatismo e quaisquer tentativas de fatos espetaculosos ou classificados como sobrenaturais. E mais, sendo de “caráter científico”, baseia-se em investigações, observações, pesquisas permanentes.

Sendo “luz que ilumina a inteligência, aclara o raciocínio (…)”, com “lógica irrepreensível”, apresenta indicativo de que apela à razão, ao refletir, ao raciocínio mesmo, para que seja entendido, à luz da lógica e do bom senso, e nunca aceito cegamente.

Finalmente, em “harmonia de vistas com o Bem e o Belo”. Ora, aí está um verdadeiro programa de felicidade, pois se buscarmos o bem e o belo, estaremos embasados na moral e portanto, sem causar prejuízos a terceiros, fiéis à própria consciência, cuja voz é a diretriz que norteia o comportamento humano.

Pois bem, esse “conjunto harmonioso e belo” é a Doutrina Espírita, cujo conhecimento e vivência abre um mundo novo à perspectiva intelectual e moral, porque explica as razões e os porquês humanos. O autor da frase é Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo, que de Matão, batalhou para espalhar essa maravilhosa luz.

E somente conhecendo o Espiritismo, saberemos entender a frase transcrita.

Autor: Orson Peter Carrara, publicado no site Portal do Espírito em 12/11/2019.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A Dependência Emocional | Além da Matéria

A Dependência Emocional foi o tema abordado por Marcos Leão no programa Além da Matéria, transmitido pela Rádio Boa Nova. O Comunicador faz assim, as seguintes perguntas: Em qual circunstância você está vivendo? Sente-se feliz ao lado das pessoas que ama? Consegue fazer escolhas e tomar decisões? Precisa de elogios? Sua felicidade depende de outras pessoas?

Marcos Leão fala, a princípio, sobre as causas da dessa dependência, como por exemplo a insegurança. Mas ele explica que, geralmente um dependente emocional encontra dificuldades no processo de escolhas e possui um medo em não ser amado. 

Já os sintomas são sinais que podem nos auxiliar no processo de reversão dessa a dependência emocional. São padrões de comportamento e atitude, os quais devemos nos questionar e buscar o autoconhecimento a fim de nos modificarmos.

Amai o próximo como a si mesmo

Para amarmos o nosso próximo e praticarmos os ensinamentos de caridade presentes no Evangelho é necessário amarmos a nós mesmos. Isso implica, portanto, em diversos fatores de cunho moral e foro íntimo. 

É preciso cuidar de si e do seu amor por si mesmo. Para perdoarmos o próximo, devemos nos perdoar, para auxiliarmos a caminhada evolutiva do próximo, é preciso compreender os nossos próprios caminhos. 

Depender emocionalmente de outra pessoa é abdicar da capacidade própria de enfrentar a vida e se amar. Sendo assim, como poderia uma grande embarcação sobreviver a uma tempestade com apenas uma vela, ou apenas uma pessoa na tripulação. 

Devemos possuir várias coisas em nossa vida que nos motive a caminhar pelas tempestades. Assim como um grandioso castelo, devemos possuir várias torres que o protegem e o sustentam. Isso faz com que nenhuma seja sobrecarregada, ou então, com que você não dependa exclusivamente apenas de uma torre. 

Ame-se para amar ao próximo. E compreenda que a dependência emocional existe e ela faz mal principalmente para o dependente.

Fonte site da TV Mundo Maior

domingo, 14 de julho de 2019

Dias melhores

Procuramos dias melhores. Que as coisas aconteçam sempre positivamente com um final feliz para todos que nos cerca, principalmente para aqueles que amamos. Para tanto, tem uma gama de pessoas que procuram nos locais religiosos, templos, igrejas, capelas a harmonia almejada, outros procuram ajuda indo consultar-se com pessoas que se propõem trazer soluções rápidas e até mágicas. Tem aquelas que vão a ambiente de relaxamento corporal para ali conseguir alívio para as tensões, enquanto que outros vão para retiros espirituais e até isolam-se do mundo por muito tempo em meditação profunda.

Tudo isso são medidas que realmente mexem com o psíquico e de fato podem trazer alguma melhora, pois acima de tudo está nossa mente que tem o poder de fazer com que a matéria orgânica que é nosso corpo, produza substâncias que vão proporcionar uma melhora, desencadeando bem estar geral.

Nossa mente está mergulhada nas ondas hertzianas e quando emitimos pensamentos bons, salutares, vibramos numa frequência onde encontra-se esse tipo de energia e, é nesse ambiente invisível que também estão envoltos os Benfeitores Espirituais de maior elevação. São esses Espíritos amigos que quando permitimos em razão de nossa conduta, entrarem em contato conosco intuindo, ajudando-nos na feitura de melhores dias e na solução de nossos problemas.

Jesus nas suas exemplificações dizia que “pedi e obtereis, busca e acharás”. Devemos fazer tudo que é possível para nossa melhoria e se empreendermos toda força possível para fazer merecer o que almejamos, realmente haverá mudanças.

Mas devemos também considerar que nem tudo que buscarmos ou pedirmos nos será concedido efetivamente, pois que Deus só permite que algo aconteça da maneira que realmente queremos quando merecemos ou se esse algo possibilitará nosso crescimento espiritual. Não raro, o que pedimos não é bom para nós ali adiante e como somos ainda imperfeitos perante o Criador, sempre desejamos que as coisas se processem da maneira mais cômoda, e geralmente esta não é a visão que Ele tem para conosco.

Certo é que ao emitirmos bons pensamentos e termos uma vida comprometida com o comportamento mais correto possível, nos preocuparmos com o próximo e sempre vivenciar a fé que demonstramos nas casas de orações, vamos canalizar energias necessárias que vão melhorar a saúde do nosso corpo físico e harmonizar nosso corpo astral, ocasionando agrado a Deus. A cada existência vamos compreendendo tudo isso e colocando em prática o que possibilita a evolução.

O Evangelho de Jesus não é um ensinamento que vamos absorver em uma única existência planetária. Vão se passar várias vidas e o Espírito que somos vai por muito tempo se deparar com esta maravilha de ensinamento, e aos poucos através da prática no bem, vamos ficando cada vez melhores. Mas se olharmos para nosso passado veremos que já progredimos muito moralmente e que hoje somos melhores. Já desenvolvemos a capacidade de não só traçarmos diretrizes para nossos filhos, mas sim de darmos a eles o exemplo das boas práticas. A modificação do comportamento moral é algo difícil de trabalhar, mas é algo que devemos perseguir e avançar. Quanto mais nos elevarmos nos ensinamentos espirituais, menos nos incomodarão as imperfeições materiais da Terra.

Fonte: Portal do Espírita

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Dia dos Namorados

Dia onde o amor se propaga com muita facilidade.

Seria tão bom se todos os dias o amor se tornasse parte maior em nossas palavras, atitudes e pensamentos.

Não é bom amar e ser amado?

Sentir o carinho, o olhar delicado, o cuidado fraterno, caminhar de mãos dadas…

A vivência com o próximo sempre fortalece a troca; e como acreditamos que o bem e o AMOR sempre prevalecem, seria bom pensarmos que…

Se a aflição fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais fé.

Se a guerra fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais paz.

Se o ódio fosse namorado do amor, ele aprenderia a ter mais compaixão.

Se a inveja fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais generosidade.

Se as doenças e aflições fossem namoradas do amor, elas aprenderiam a ter mais caridade.

O mundo precisa de amor, e só! Pois ele transforma.

Experimente! Distribua seu amor através de um olhar, um sorriso, um abraço, uma palavra carinhosa ou até mesmo um pensamento para quem não tem tanto afeto.

Que façamos deste dia, momentos de divisão de amor. E que tal fazer com que este dia se perpetue durante toda semana, o mês, o ano e porque não, pra vida toda?

O que vale a pena é o amor, o carinho, a amizade, a família, a união.

Tudo depende de cada um de nós, aos poucos, contribuiremos com o nosso melhor para o mundo.

Feliz dia dos namorados.

Fonte Aliança Espírita Evangélica

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Falta amar

Um vídeo circulou pelas redes sociais. Mostrava algo bastante singelo e valioso: filhos adolescentes, jovens, ligando para seus pais para dizer simplesmente: Eu te amo.

Eram ligações de celular, inesperadas, a qualquer hora do dia. O pai ou a mãe atendiam, ouviam um Olá e logo depois: Pai, mãe, eu queria dizer que te amo. Só liguei para dizer isso.

As reações foram belíssimas. Pais dizendo: Puxa, como é bom ouvir isso. Eu também te amo, meu filho.

E do lado de cá, de quem estava fazendo as chamadas, da mesma forma: lágrimas de emoção de jovens que, raramente, ou nunca haviam proferido tais palavras.

Como se o simples contato com essas palavras mágicas, quando verdadeiramente sentidas, já provocasse neles algum tipo de transformação.

Muitos podem dizer que o amor está subentendido, está nos gestos, na companhia diária, não exige provas. E que talvez não precise ser declarado.

Muitos temem ser pieguismo expressar-se dessa forma. Será?

Banalizamos o Eu te amo, é certo, recitando-o da boca para fora muitas vezes, automaticamente.

As paixões avassaladoras e efêmeras se apropriaram dele, tornando-o menor, pois da mesma forma que o amor nasce, voraz, também morre, triste, pouco tempo depois em relações vazias.

O Eu te amo dos altares enfeitados, das grandes festas, não sobrevive às primeiras intempéries de muitos casamentos.

Esse amor das infinitas canções, das belas obras, mas também das puramente sentimentalistas, que nada acrescentam para a verdadeira arte.

Curioso. O Eu te amo foi dito tantas vezes que parece ter enfraquecido pelo mundo afora, praticamente caindo no esquecimento.

* * *

Não falta amor nos poemas, nas músicas, nas bocas. Falta, sim, amar.

Não falta amor nos lares, nas famílias: falta amar.

Não falta amor nos pensamentos, nas ideias: falta amar.

Não falta amor nas potências de nossa alma. Falta, sim, o movimento do amar.

E muitas vezes, a expressão pura e simples desse amor já é grande parte desse amar.

Quando verdadeiramente sentimos dentro de nós essa afeição profunda, esse querer bem, essa consciência do quão importante é aquela pessoa, nada mais natural do que dizer, do que extravasar.

Bom para quem diz, pois se encharca de suas vibrações benfazejas e revigorantes.

Bom para quem ouve, pois recebe muito mais que palavras. Recebe o conforto, o aconchego e a gratidão que tal declaração guarda em si.

Ouvir um Eu te amo de verdade, é como ser levado pelas mãos a um passeio, uma viagem para um mundo melhor, de menos preocupações e sofrimentos, um refrigério para a alma em luta na Terra.

Voltamos renovados, dispostos a seguir adiante e mais, voltamos conhecendo o amor um pouco melhor.

Ainda sabemos pouco do amor em sua profundidade. Estamos dando os primeiros passos depois de deixar o primitivismo necessário.

Falta amar para encontrá-lo e permanecer nele por mais tempo.

Falta amar para podermos declará-lo sem medo de pieguismos empobrecedores.

Falta apenas amar, nada mais.

Fonte: Redação do Momento Espírita. Em 15.5.2019.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Vivência da felicidade

Vivência da felicidade

Você está feliz hoje? Você é uma pessoa feliz?

São duas questões bem distintas, que merecem nossa atenção.

Normalmente, a felicidade é considerada como falta de sofrimento, ausência de problemas e de preocupações.

O conceito, no entanto, é raso, destituído de legitimidade, porque se pode experimentar bem-estar, felicidade, portanto, em situações de dor, assim como diante de problemas e desafios.

Parece um pouco difícil de se aceitar, de início, pois esse entendimento de felicidade como ausência de problemas, de incômodos, ainda está arraigado em nossa alma.

A felicidade é um estado emocional, no qual as questões externas, mesmo quando negativas, não conseguem modificar o sentimento de harmonia.

Da mesma forma, acontecimentos e circunstâncias perturbadoras são incapazes de alterar-lhe a magnitude, porque podem ser administradas e conduzidas a resultados edificantes.

Sempre se considera a infelicidade como a má sorte, a debilidade orgânica, a presença de enfermidade, os problemas financeiros e emocionais, a solidão e a insegurança, deixando transparecer que a felicidade seria o oposto.

Caso as ocorrências não sejam benéficas, propiciando prazer e poder, isso, de maneira alguma pode ser considerado como desgraça ou desar, dependendo, naturalmente, da maneira como sejam encaradas.

Invariavelmente, a situação deplorável de hoje, se bem administrada, transforma-se em dádiva de engrandecimento interior e de compreensão dos acontecimentos existenciais, mais tarde, favorecendo a conquista da felicidade.

Lembremos, por exemplo, dos ascetas, mártires e idealistas.

Quanto mais enfrentam dificuldades melhor sentem-se, agradecendo à vida as aflições que os elevam, que os ajudam a concretizar os objetivos que abraçam e os santificam.

No entanto, para o indivíduo comum, as sensações bem atendidas, o conforto, a conquista de valores amoedados, o experimentar de prazeres contínuos são fenômenos que se convertem em expressões de felicidade...

A postura dos mártires tem a ver com emoções superiores da alma. A outra, diz respeito às sensações dos sentidos físicos de efêmera duração.

Em geral, o sofrimento apresenta-se em todos os setores humanos como desdita ou infortúnio.

Considerando-se, porém, que é inevitável, que sempre se apresentará, devido ao atual momento evolutivo do planeta, faz-se necessário mudar a perspectiva de encará-lo.

Um recurso precioso é a constatação da sua transitoriedade, em face da maneira como deve ser encarado, dando-lhe qualidades positivas de aperfeiçoamento moral, de metodologia que leva à autorreflexão. Ao aprimoramento interior.

A felicidade, desse modo, não é a falta de sofrimento...

Pode-se ser feliz, embora com algum sofrimento, que não descaracteriza o bem-estar e a alegria de viver, propiciadores do estado pleno.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 19 do livro Atitudes renovadas, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 8.9.2012. Postado em 25/03 no site Portal Nacional de Seguros

sexta-feira, 22 de março de 2019

Celebrado em 193 países, o Dia Mundial da Felicidade comemorado dia 20 de março

Mas o que de fato esta data representa? Criado pelo filantropo, ativista, estadista e proeminente assessor especial da ONU, Jayme Illien, o dia foi escolhido para inspirar, mobilizar e promover o movimento global da felicidade e bem-estar da sociedade.

Tão difícil quanto definir o que é felicidade, é saber como atingir a idealização social que temos do que é ser feliz. A definição do termo pelo especialista em psicologia positiva e professor da aula mais concorrida de Harvard, Tal Bem Shahar, diz que a felicidade é, na verdade, a combinação de bem-estar físico, espiritual, intelectual, relacional e emocional. O equilíbrio entre esses aspectos é que irá definir se estamos caminhando em direção aos nossos objetivos.

Bem-estar físico: começamos a pensar em fatores como: qualidade do sono, hábitos alimentares, exercícios físicos. Esse tipo de cuidado básico que o corpo humano necessita para estar em harmonia, muitas vezes são deixados de lado no estilo de vida que vivemos hoje, com multitarefas e inúmeros afazeres que parecem nunca estarem concluídos. É necessário dar a atenção necessária ao bem-estar físico, pois ele será um dos grandes responsáveis pela nossa capacidade de concluir as nossas metas nos demais campos de ação.

Bem-estar intelectual: é também muito importante refletir a respeito do nosso bem-estar intelectual. Analisar se de fato estamos buscando conhecimento em áreas que gostaríamos de ter ou que já temos domínio, mesmo que não estejam necessariamente ligadas a um objetivo profissional. Sentir que o aprofundamento em algum tema está nos trazendo uma construção de sabedoria e conhecimento impacta diretamente na realização de felicidade.

Bem-estar relacional e emocional: no aspecto relacional e emocional, é preciso refletir em como estão os relacionamentos, se o nosso círculo de amizades tem sido algo construtivo e importante, se são pessoas confiáveis e que existe um sentimento verdadeiro mútuo. Um ambiente seguro, onde se possa ser quem realmente é, sem a necessidade de performar um papel que não é seu. Avaliar se você está dedicando um tempo de qualidade para essas pessoas que são significativas na sua vida, estando presente de verdade e se importando com eles da forma correta. Como, por exemplo, desfrutar de uma boa companhia em um jantar agradável sem concentrar os pensamentos em alguma conta para pagar, uma situação estressante do dia ou em mensagens no celular.

Bem-estar espiritual: o bem-estar espiritual é uma avaliação sobre a sua real presença nas atividades que você se propôs a realizar. Estar focado no presente nem sempre é uma tarefa fácil, mas a concentração em desfrutar e aproveitar o momento fará toda a diferença na sua percepção do presente e afetará positivamente suas realizações para o futuro.

É preciso ter um olhar cuidadoso para as sensações do nosso corpo, a forma como você está se sentindo, a vitalidade que você tem tido para realizar as tarefas e demais sintomas que possam surgir e afetar seus objetivos. A partir daí, é possível construir boas metas pessoas e profissionais, focando na direção certa para você quer caminhar neste ano de 2019. Entenda qual é o seu grande objetivo a longo prazo e quais são as pequenas realizações que vão te fazer atingir ele. Traçar metas semestrais, mensais, semanais e diárias que te auxiliem a construir uma possibilidade factível de chegar onde você almeja.

Dentro disso, tem mais uma colocação da psicologia positiva que podemos acrescentar, que o aspecto profissional é uma das esferas humanas, mas que por diversas vezes podemos acabar depositando toda nossa esperança de ser feliz nisso e acabar nos frustrando constantemente. Claro que a realização material é importante e até linhas espirituais vem afirmando que não existe problema em galgar um caminho de conforto, para que tenha uma vida prazerosa e com condições de realizar os sonhos pessoais.

A necessidade de ser feliz que encaramos constantemente na nossa realidade, faz com que estejamos sempre em busca disso e não se pode deixar que os momentos de tristeza, amargura, raiva e sofrimento nos façam desistir do que buscamos. Compreender essas sensações e aceitá-las, faz com que possamos passar pelas dificuldades mais rápido e estejamos mais preparados para construir um futuro como planejado.

*Gustavo Arns é idealizador do congresso internacional da felicidade e coordenador do curso “GBA da Felicidade: Transformando pessoas e organizações”, promovido pelo ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br)

Sorria sempre, mesmo quando achar que não tem motivos para isso. Sorrir ilumina a alma

Podia falar da importância de sorrir no processo de libertação das endorfinas e dos mecanismos que desencadeia algumas reações fisiológicas, de que acionamos 72 músculos para franzir a testa e apenas 14 para sorrir (no mínimo rejuvenesce) e outras teorias, mas não me interessa muito dissecar algo que é sempre melhor sentir em sua plenitude.

Você já percebeu que a maioria dos sorrisos começa perto de outro sorriso! 

O sorriso é uma das características que nos distingue. Um simples sorriso pode deixar-nos tão felizes... Incutir-nos esperança, ajudar-nos a sonhar e a vencer os obstáculos diários que a vida teima em colocar enviesados em nosso caminho, enfim, um sorriso espontâneo, caloroso, sincero digno da expressão de contentamento, contagia-nos e transporta-nos para outra dimensão... Um sorriso pode ser um salubre remédio contra aqueles dias cinzentos, o sustentáculo da felicidade que queremos alcançar... 

O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe é íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri, e como é dotado de inteligência e vontade pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo quando as coisas não corram tão bem – tudo se resume à harmonia interior. 

Sorrir é no mínimo um ato de respeito e empatia com o próximo, pois através dele reconhecemos o outro como pessoa. Com um sorriso sincero podemos mudar o mundo, colocando o amor, respeito, autoconfiança e esperança no centro da vida humana ao invés do egoísmo ou o interesse pessoal. 

O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry (escritor francês) diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele". 

A atração do sorriso é indiscutível, onde há alguém sorrindo sempre haverá alguém por perto. O sorriso é algo que pluraliza e multiplica as relações. Ao contrário, quando se aproxima de alguém com a expressão facial séria, normalmente os filhos entram para os seus quartos, ou colaboradores não saem de seu ambiente de trabalho e a conversa pára por ali. Desnecessariamente ninguém se aproxima de alguém com a face séria ou que pareça estar aborrecido com algo, se o sorriso atrai, ao contrário pode-se dizer que sua falta repele. 

Mesmo quando a vida está sendo dura; mesmo sendo difícil, é preciso sorrir. 

Vivemos sempre tão ocupados que mal olhamos para as outras pessoas, mesmo aquelas que nos são caras, mesmo as de nossa família; mal olhamos para nós mesmos. A sociedade está organizada de tal modo que, mesmo tendo tempos de lazer, não sabemos aproveitá-lo para entrar em contato conosco. 

Você já observou o quanto as crianças sorriem, em qualquer local ou para qualquer pessoa que se dirigem sempre estão sorriso. Do mesmo modo observe como as pessoas depois de adultas ainda sorriem despretensiosamente para os cães e as crianças, parece que ainda existem resquícios em nossos corações para alimentar este sorriso espontâneo.

O técnico Koide Yoshio, da maratonista japonesa Takahashi Naoko, que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Sidney em 2000, ensinou a maratonista o seguinte: "Nunca faça cara feia, treine sorrindo". 

Sempre que se deparar com algum sofrimento, sorria para ele. Pense que poderia ser pior e agradeça por isso. Caso contrário estará inibindo as suas qualidades e possibilidades de superação. O melhor de você só poderá ser extraído dentro de um estado harmônico criado pelo sorriso, jamais de um modo carrancudo, tenso ou embravecido. 

O Sorriso é a expressão mais bonita que o ser humano tem, nos traz forças e esperanças, é linguagem universal, tem reflexos por toda parte. Aceitar ou não é uma questão de opção, mudar ou não é uma questão de querer, fazer ou não é uma questão de atitude. Sorrir é uma questão de atitude, depende exclusivamente de você. 

Artigo de Roberto Recinella com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

quarta-feira, 20 de março de 2019

A felicidade traz saúde, comprova estudo. E o que é preciso para ser feliz

Os felizes ficam menos doentes. E a condição não está associada a dinheiro, mas a fatores, como ser altruísta, aprender a perdoar e ter religião

A felicidade é um fator fundamental para a manutenção da saúde e prevenção de doenças, revela levantamento inédito realizado pela empresa de pesquisa CVA Solutions. O trabalho mostrou que 67% dos entrevistados que se dizem muito felizes afirmam ter saúde boa ou excelente, independentemente da idade.

Felicidade, saúde e prevenção

De acordo com a pesquisa, entre os participantes que se afirmaram felizes, 40% tem Índice de Massa Corpórea (IMC) normal e 51% praticam atividade físicas pelo menos três vezes por semana. A felicidade também está associada à prevenção: 64% dessas pessoas visitam algum médico regularmente e 14,4% participam dos programas de prevenção. Mais dados importantes: 73% dos entrevistados “felizes” não têm doenças crônicas – apenas 7,8% são hipertensos -, e esperam viver até os 91 anos, bem mais do que a expectativa média de vida do brasileiro, que é de 75,8 anos.

Os resultados também apontam que os indivíduos mais felizes são do sexo masculino (31,5%), sendo também os que apresentam mais saúde e bem estar (41,7%). Entre as pessoas acima dos 56 anos, saúde e felicidade estão conectadas: 50,5% e 36,6%, respectivamente. Já entre os jovens, a saúde é mais predominante (42,1%) do que a satisfação com a vida (30,9%).

O que traz felicidade?

Uma pesquisa realizada em 2016,  pela própria CVA Solutions  mostrou que a felicidade está associada a uma série de fatores, como o estabelecimento de objetivos de vida (assim como atingi-los), praticar atividades físicas, ser altruísta, ter atitudes mentais positivas, como aprender a perdoar o próximo e ser otimista, por exemplo; assim como ter uma religião. “Existe uma série de atitudes e comportamentos, da maneira como se encara a vida que trazem mais felicidade. Ao observar essas pessoas percebemos que elas, de fato, têm mais saúde e menos doenças crônicas”, comentou Cimatti.

Já a psicanalista Adriana Cruz Pollara, de São Paulo, diz que a felicidade pode influenciar na saúde física, mas apenas uma mente saudável pode vivenciar este sentimento. “As duas estão muito ligadas. A saúde mental é muito importante para que as pessoas mantenham hábitos saudáveis e pratiquem atividades físicas. Ela também é importante para enfrentar os desafios diários. A felicidade em si é um conjunto desses fatores”, disse.

Alcançando a felicidade

Segundo o The Independent, um estudo publicado no ano passado aponta que pessoas que vivem em áreas metropolitanas têm maior probabilidade de levar uma vida mais feliz e ativa se comparado aos que moram em regiões suburbanas. A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Hong Kong, avaliou a saúde de 419.562 indivíduos de 22 cidades britânicas.

Jeanette afirma ainda que a pessoa que mora em grandes centros urbanos tende a ser mais feliz. Isso porque ela tem maior oferta de ocupações diárias e se sente mais útil. Muito tempo ocioso pode trazer sensação de inutilidade.

Publicado no site da Veja, por Letícia Passos

segunda-feira, 4 de março de 2019

Insight

... sobre ser feliz.

O homem está incessantemente em busca da felicidade que lhe escapa sem cessar, porque a felicidade sem mescla não existe na Terra. Entretanto, malgrado as vicissitudes que formam o cortejo inevitável desta vida, poderia pelo menos gozar de uma felicidade relativa, mas ele a procura nas coisas perecíveis e sujeitas às mesmas vicissitudes, quer dizer, nos prazeres materiais, ao invés de procurar nos prazeres da alma, que são um antegozo dos prazeres celestes imperecíveis, em lugar de procurar a paz do coração, única felicidade deste mundo , é ávido de tudo aquilo que pode agitá-lo e perturbá-lo; e, coisa singular, parece criar propositadamente tormentos que não cabe senão a ele evitar. - Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.V, lição Os tormentos voluntários.

O desenvolvimento das qualidades inerentes ao ser humano tem o poder de eliminar a maioria das aflições inconscientemente voluntárias.

Estas derivam em grande parte da desaceitação da vida misturada à intolerância, arrogância, vaidade e a todo tipo de desajuste que em primeira e última instância constituem as querelas pelas quais perdemos a existência no desgaste das melhores energias na inquietação vazia ladra de nossa paz.

Veja. Epicteto, o filósofo estoico, não perde um minuto sequer com repreensão por repreensão. O que defende, e a todo tempo é o exercício, a askésis. O importante no caminho da vida é o uso do que “aparece” (phantasiai).

Uno verbo, trabalhar constantemente na leira de si próprio a fim de não se deixar levar pelo poder de arrastamento “do que parece ou aparece” (tanto faz um ou outro), uma vez que tem a capacidade de nos convencer facilmente de que nossa felicidade seja oriunda do que acontece e não do uso que fazemos daquilo que nos acontece.

A questão do voluntário e do involuntário é de grande importância aqui…

Aquilo que nos acontece, as ocorrências, as eventualidades são da ordem do involuntário.

Já a prohaíresis (livre arbítrio) constitui-se em instrumento que nos dá acesso a tudo o que está “sobre nós” (eph’emin). O tipo de encaminhamento é mais sério do que se imagina.

Por exemplo, quando o Fénelon nos aconselha a buscar a paz do coração ao invés de simples coisas, não está a defender que devemos nos ater ao que está debaixo de nossa aba, que está em nosso campo de pertença, “sobre nós”? Pois, depende de nós ser menos vingativo, intolerante, egoísta, autoritário, arrogante, negativo, pessimista, inconstante, agressivo, etc. E se está “sobre nós” o ser menos também está o ser mais…

O cenário em que podemos trabalhar é o nosso mundo interior, em todas aquelas limitações que possuímos e precisam ser transpostas pela lenta transformação da labuta incessante no amanho de nosso campo interior.

E na medida em que formos saneando nosso íntimo das moléstias da alma – chamemos assim -, iremos aprendendo a extirpar os tormentos, dores e aflições que criamos voluntariamente para nós próprios.

Ser mais ou ser menos depende de nós.


Antonio Carlos Tarquínio no site da Rádio Boa Nova

A arte (e ciência) da verdadeira felicidade

Todo mundo quer ser feliz, mas ajuda saber o que isso realmente significa

Você sabia que comer chocolate, morangos e até mesmo espinafre pode fazer você se sentir feliz? Da mesma forma, o simples ato de sorrir pode elevar seu humor.

Todo mundo quer ser feliz. Aristóteles diz que a felicidade é a única coisa que escolhemos para nosso próprio bem. Mas nós sabemos mesmo o que realmente é felicidade?

O que a ciência diz sobre felicidade

Existem circuitos no cérebro que processam nossas emoções (na amígdala, no hipocampo e no tronco cerebral). Pesquisas indicam que exercícios, dormir bem e boa nutrição podem afetar a liberação de endorfinas, estimulando a sensação de felicidade.

A ciência pode nos dizer o que está acontecendo em nossos corpos quando nos sentimos felizes e até mesmo quais alimentos e suplementos podem “elevar nosso humor”. Mas estar se sentindo bem ou feliz é o mesmo que ser feliz? E quanto ao sofrimento? Que tipo de vida produzirá felicidade duradoura? Você já pensou nisso claramente? E a pergunta final: existe um roteiro a seguir em nossa busca pela felicidade?

Nossa busca pela felicidade

Padre Robert Spitzer escreveu um livro inteiro sobre felicidade,  Finding True Happiness: Satisfying Our Restless Hearts. Além disso, seu recém-lançado site Credible Catholic contém um módulo sobre Felicidade. 

Em ambos os recursos, Padre Spitzer argumenta que a felicidade autêntica é muito mais rica e mais satisfatória do que o uso moderno do termo parece implicar. Ele também fornece um roteiro prático para uma vida mais feliz e aponta o caminho certo para a felicidade eterna.

Os 4 níveis de felicidade em poucas palavras

O roteiro do Padre Spitzer é baseado em seus Quatro Níveis de Felicidade. Seus quatro níveis são na verdade uma síntese dos ensinamentos sobre a felicidade de Platão, Aristóteles, Agostinho, Aquino e outros.

O primeiro nível de felicidade é o prazer e é baseado em causas externas, materiais, que nos chegam através dos nossos sentidos (comer uma refeição deliciosa, dirigir um bom carro etc.).

O segundo nível de felicidade é a felicidade comparativa do ego, e é mais complexo, pois brota da nossa autoconsciência – da nossa consciência – e pode envolver nossas faculdades superiores (como dominar uma habilidade), mas também pode criar um sentido de competição ou comparação (Quem é mais bonito? Mais talentoso? Mais esperto? Melhor em esportes?).

O terceiro nível de felicidade é a felicidade contributiva, tem sua origem na empatia e em nossa consciência, que nos ajudam a reconhecer a dignidade e o valor do “outro” e, muitas vezes, exigem o envolvimento total de nossos corações, mentes e engenhosidade de “fazer a diferença”.

O mais alto – o quarto nível – é a felicidade transcendente, flui do nosso desejo pelo sagrado, assim como nossos desejos de verdade incondicional, amor, justiça-bondade, beleza e ser.

4 perguntas a serem feitas para alavancar sua jornada para a felicidade

Uma vez que você aprende a reconhecer os quatro tipos de felicidade, você pode dar uma olhada em si mesmo e, após alguma reflexão silenciosa, responder às seguintes perguntas. Lembre-se de que não há respostas “certas” e pode levar algum tempo para obter a clareza necessária antes de prosseguir. Além disso, lembre-se, todos os quatro níveis são importantes: é uma questão de mantê-los em equilíbrio e na prioridade certa.

Que tipo de propósito estou procurando?

Você está focado no sucesso? Em ser admirado? Em uma lista de realizações? Você costuma perguntar: “Quem está se saindo melhor que eu? As minhas fraquezas são óbvias?”, ou você pergunta: “Como posso fazer uma diferença positiva na vida dos outros?”.

O que estou procurando nos outros?

Você procura as boas novas ou as más notícias nos outros? Para procurar as boas novas, concentre-se em qualquer característica positiva (pequenos atos de bondade, as coisas boas que eles estão tentando realizar etc.), não importa quão pequenos sejam. Isso pode ajudá-lo a crescer em empatia e apreço pelos outros.

O que estou procurando em mim mesmo?

A maneira como julgamos os outros é frequentemente a maneira como nos julgamos. Você valoriza amizade, empatia, honestidade, humildade e compaixão? Procure as boas novas em si mesmo, depois reforce a pessoa que deseja ser usando a visualização: imagine-se sendo virtuoso, generoso, determinado e assim por diante. Você pode adotar um dos santos – ou o próprio Jesus – como seu modelo.

Que tipo de liberdade estou procurando?

Nossa visão da liberdade molda as escolhas que fazemos, por isso é importante entender a diferença entre “liberdade de” (liberdade de restrições) e “liberdade para” (liberdade para perseguir o potencial de cada um). “Liberdade para” abre o espaço para sacrificar os níveis mais baixos de felicidade por algo maior.

Deixe a jornada começar

Com nova sabedoria e discernimento, você pode ser motivado por um novo senso de identidade, propósito e espírito. Você pode fazer a diferença na vida de sua família, comunidades, local de trabalho e no mundo.

Através de nossa fé cristã, conhecemos e reconhecemos o caminho para o tipo de felicidade que é a mais duradoura, satisfatória e profunda “vida eterna” – o único tipo que pode satisfazer nossos corações inquietos.

“As pessoas são feitas para a felicidade. Então, com razão, você tem sede de felicidade. Cristo tem a resposta para esse seu desejo. Mas ele pede para você confiar nele”. – São João Paulo II
Por Maggie Ciskanik, publicado no site Aleteia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Livros indicados na revista O Consolador - últimos lançamentos

A Bênção da Gratidão

De Richard Simonetti
Editora: FEB
Páginas: 208
Preço Médio: R$ 35


A bênção da gratidão recorda-nos que agradecer é uma oportunidade. Poucos ainda aproveitamos essa dádiva que Deus nos oferece: a de agradecer sempre. Quem agradece vive bem e feliz! Quem reclama dificulta a própria caminhada. Por meio de crônicas, Richard Simonetti comenta, à luz do Evangelho de Jesus e dos ensinos do Espiritismo, as bênçãos divinas que recebemos todos os dias. 

O autor destaca, com sua peculiar didática e jeito fácil de escrever, que a gratidão deve estar presente no dia a dia de nossas existências. Isso nos faz bem e beneficia os que conosco convivem por gerar alegria de viver.

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Conheça o Espiritismo
De Richard Simonetti
Editora: FEB
Páginas: 181
Edição: 5ª edição
Preço Médio: R$ 35

Você já se perguntou de onde viemos? Para onde vamos depois da morte? Qual o objetivo de nossa existência? E qual a razão da dor e do sofrimento?

Essas e outras questões podem ser encontradas neste livro e as respostas são o primeiro passo para o conhecimento do Espiritismo, uma religião que toca todas as áreas do conhecimento e do comportamento humano. Com linguagem acessível e didática, Richard Simonetti desenvolve a explicação sobre o que é o Espiritismo e fala aos leitores as noções básicas dessa religião cristã. Ao iniciar essa caminhada, você se dará a oportunidade de conhecer princípios que irão ajudá-lo a alcançar a paz consciente tão necessária para enfrentar os desafios da vida.

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A Prece
De Allan Kardec
Editora: FEB
Organizador: Evandro Noleto Bezerra
Tradutor: Guillon Ribeiro
Páginas: 166
Impressão: 1ª
Preço Médio: R$ 26



Além de trazer uma coletânea de belas preces, este livro reúne o conteúdo dos capítulos XXV ao XXVIII de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, analisando e detalhando a prece em seus diversos aspectos: qualidade, eficácia, ação e inteligibilidade, bem como a felicidade, a paz de espírito e a serenidade que a oração proporciona às criaturas que buscam contato com o Criador. Além disso, com A prece, a FEB resgata mensagens ditadas por Kardec em 1888 e 1889, na Sociedade Espírita Fraternidade, no Rio de Janeiro, endereçadas aos espíritas do Brasil. São mensagens permeadas de sensibilidade, sabedoria e orientação, em especial ao leitor espírita, que perceberá nessas palavras uma carinhosa advertência, a de que devemos testemunhar e espelhar a Doutrina Espírita nos nossos pensamentos, na nossa fala, nos nossos gestos mais acanhados. 


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O Espiritismo de A a Z
De Geraldo Campetti Sobrinho
Editora: FEB
Edição: 5ª
Páginas: 679
Impressão: 1ª
Preço Médio: R$ 70

Ao leitor interessado em acessar rapidamente informações de livros espíritas e aos estudiosos da Terceira Revelação, a FEB Editora publica a 5a edição de O espiritismo de A a Z. Revisto, ampliado e em nova diagramação visual, este Glossário de conteúdo seletivo indexa conceitos doutrinários de 353 livros publicados pela FEB, reúne mais de 2.100 vocábulos e, aproximadamente, 10.000 conceitos e definições, compilados da literatura mediúnica e de obras não mediúnicas de diversos autores. As fontes registradas entre parênteses, após cada definição ou conceito, indicam as obras consultadas e das quais foram extraídas as informações. O leitor ainda encontrará, no final do volume, as Referências e o Índice dos vocábulos para facilitar o acesso ao conteúdo da publicação.