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domingo, 21 de março de 2021

20 de Março - Dia da Felicidade

O International Day of Happiness, como é conhecido internacionalmente, tem o objetivo de promover a felicidade e alegria entre os povos do mundo, evitando os conflitos e guerras sociais, étnicas ou qualquer outro tipo de comportamento que ponha em risco a paz e o bem-estar das sociedades.

O Dia Mundial da Felicidade foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), em junho de 2012. Mas, o "pontapé inicial" da iniciativa foi do Butão, um pequeno país asiático, que se orgulha de possuir uma das populações "mais felizes do mundo".

A decisão de criar um dia dedicado à felicidade surgiu durante uma reunião geral das Nações Unidas, sob o tema "Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico", em abril de 2012.

Com aprovação total dos 193 países-membros, a proposta de Butão foi aceita e o Dia Internacional da Felicidade passou a incorporar o calendário oficial da ONU em 20 de março.

Assim, em 2013 o mundo comemorou pela primeira vez o Dia Internacional da Felicidade.

Desde 1972, Butão adota uma postura de "felicidade bruta e absoluta", fazendo com que a "Felicidade Nacional Bruta" seja prioridade acima do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

14 de Fevereiro - Dia Internacional do Amor

O Dia Internacional do Amor encontra-se no calendário no dia 14 de fevereiro, o famoso Dia de São Valentim. Porém, no Brasil o Dia do Amor comemora-se a 25 de abril.

Mais do que as palavras, neste dia importam as ações: demonstre o quanto gosta de uma pessoa com gestos atenciosos.

Amor é paz, sensação de segurança, apoio, aconchego… É companheirismo! E não estamos falando apenas de relação de casal, qualquer relacionamento que envolva amor!

Celebremos sempre, com alegria, com gratidão.

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Sorrir: a melhor escolha para a saúde mental, física e espiritual

Alegria que contagia. O sorriso é uma resposta consciente e poderosa para viver melhor, tem poder curativo, além de atrair e seduzir tudo ao seu redor

“Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso”, sabedoria de Martin Luther King que deve ser acolhida por todos ao longo de 2021, ano que começa dando a cada um a oportunidade de renovar a esperança, a fé, os sonhos e resgatar o sorriso, que para muitos foi em menor dose em 2020. Os desafios vão se apresentar, a pandemia permanece presente, mas nada como um sorriso, riso ou gargalhada para enfrentar o que vier pela frente.

O filósofo e sociólogo alemão Helmuth Plessner deu ao sorriso uma posição especial ao pensar sobre as expressões faciais do ser humano. Além de apontar a “diversidade de tons afetivos”, ele foi definitivo ao dizer que o sorriso é a “expressão facial do espírito”. Confiante de que o sorriso contagia, o Bem Viver faz um convite e propõe aos leitores aceitar o compromisso de sorrir mais em 2021. Interpretado como uma manifestação universal de alegria entre os seres humanos, sorrir é curativo. Sorria para si, para o mundo, de você, consigo e com o outro. Sorrir é de graça, leva ao estado de graça e está disponível para todos se esbaldarem dos benefícios, sem contraindicações. Comece agora, em janeiro.

Para a terapeuta Isabela Capelão o sorriso é uma demonstração de afeto e de empatia e tem o poder de provocar sorrisos nas outras pessoas. “Sorrimos quando vemos alguém sorrir ou rir porque os 'neurônios-espelho' são ativados no cérebro, isto é, são neurônios especiais que disparam um estímulo e refletem ou imitam as ações que estamos observando. Estão relacionados a comportamentos empáticos. Melhor ainda saber que, mesmo de máscara, é possível sorrir tanto com os olhos quanto com diversas máscaras de proteção divertidas que circulam por aí, contribuindo com a cultura do sorriso”, diz.

Conforme Isabela Capelão, Slavutzky ressalta que o humor é coisa séria, a quinta essência da sabedoria. “Complemento com Viktor Frankl, neuropsiquiatra austríaco que sobreviveu aos horrores dos campos de concentração, que escreveu: 'O humor foi uma arma na luta pela autopreservação'.”

Inúmeros estudos mostram a importância desses recursos na saúde física e mental. Eles são recursos terapêuticos importantes para a felicidade, qualidade de vida e longevidade. Além disso, influenciam as pessoas e o meio social. Estimulam o sistema imunológico, aumentam a disposição, diminuem as dores e protegem contra os efeitos negativos do estresse. “A habilidade de rir, a coragem de sorrir, a tendência ao otimismo e a capacidade de irradiar o bom humor precisam fazer parte da vida das pessoas”, afirma.

E para quem pensa que sorrir e rir num momento como este, de pandemia e tantas perdas, é tarefa impossível, ela propõe: “Inspire-se na frase de Charles Chaplin: 'É saudável rir das coisas mais sinistras da vida. O riso é um tônico, um alívio, uma pausa que permite atenuar a dor'”.

Trechos da postagem feita pelo site Estado de Minas e 17 de janeiro de 2021

segunda-feira, 25 de maio de 2020

O abraço de todo dia

No dicionário, abraço ou amplexo é quando duas ou mais pessoas, geralmente duas, ficam parcial ou completamente entre os braços da outra. É usado, dependendo da cultura local, como forma de demonstração de afeto de uma pessoa para outra. Através dele podemos cumprimentar ou expressar sentimentos.

Em 22 de maio é comemorado internacionalmente o Dia do Abraço.

Há quem diga que o abraço tem poder curativo, pode funcionar como uma terapia para sanar dores do corpo e da alma. Melhora a auto estima, ajuda superar a depressão, libera a ocitocina que neutraliza o estresse.

Tantas coisas boas dentro de um abraço...

Sobretudo abraçar é um ato de afeto e carinho. Os braços se envolvem, os corações pulsam bem pertinho um do outro. Momento mágico onde dois seres humanos trocam o que tem de mais humano em si... o desejo de estar próximo do outro, de sentir e se fazer sentido pelo outro.

Nos dias em que vivemos só podemos abraçar a nós mesmos e sabe que pode ser uma boa experiência?!

Abraçar o que somos, acolher nossos sentimentos, oportunidade para acessar o desconhecido dentro de nós, abrir caminho para que nossa tendência construtiva nos conduza a um ser humano melhor.

Em breve, vamos poder trocar abraços. Abraços longos ou curtos, apertados, alguns até sufocantes, com tapinhas, com pulinhos, girando e dando risada, abraços em duplas, abraços coletivos, abraços do jeito que cada um gosta, sempre cheios de amor e alegria. Renovando amizades, renovando esperanças, renovando a vida.

Neste dia do abraço, sem abraço, podemos substituí-lo pela intenção de um gesto que envolva o mundo todo, com todas as pessoas considerando a possibilidade de um mundo melhor.

E por aqui, neste Dia do Abraço, receba nosso fraterno e virtual abraço!

Elódia – CVV Abolição – SP

quarta-feira, 18 de março de 2020

Hábitos diários para cultivar a alegria

No filme “Divertida Mente”, dirigido por Pete Docter e lançado em 2015, a Alegria é a personagem que traz toda a vivacidade para a rotina da protagonista, Riley. Raiva, Tristeza, Nojo e Medo também estão presentes no enredo como emoções que habitam o cérebro da menina, mas a positividade e o otimismo ficam por conta da criatura brilhante de cabelos azuis e vestido verde.

Embora essa seja uma possível representação visual e personificada de como a Alegria poderia ser, existem outras características que são essenciais a esse estado de ser. O ânimo para desenvolver diferentes tarefas: a certeza de que é possível superar as dificuldades, a capacidade de rir e de gargalhar em situações engraçadas e até a busca por alívio durante um momento de estresse são possíveis para uma pessoa que se preenche de alegria.

Reconhecer os benefícios que a alegria traz para a vida de uma pessoa não é a parte difícil. O problema começa quando os problemas do cotidiano afastam qualquer tipo de sentimento positivo que poderíamos ter ao enfrentar cada situação desafiadora. Será que existe uma forma de obter alegria permanente na rotina, mesmo com tantas obrigações a cumprir?

Em “Divertida Mente”, uma das lições principais é a de que a Alegria não trabalha sozinha. A Tristeza, por exemplo, eventualmente aparecerá nos momentos difíceis e complicados ou quando algo ruim acontecer. A Raiva nos ajuda a identificar tudo aquilo de que não gostamos e que nos incomoda. O Medo pode nos proteger de situações perigosas e nos ajuda a avaliar diferentes maneiras de lidar com um problema. E o Nojo, por pior que pareça, também nos auxilia a driblar alimentos, lugares ou pessoas desagradáveis.

A questão é que nenhuma pessoa é capaz de ser somente alegre ou de se sentir alegre o tempo todo. Não seria nem mesmo saudável se alguém se mantivesse feliz e despreocupado diante de acontecimentos ruins ou estressantes. Por outro lado, a falta da alegria no nosso cotidiano pode ser responsável por momentos duradouros de tristeza, de desilusão, de medo, de ansiedade, de raiva e de pessimismo.

Dessa forma, é importante que a alegria seja sempre almejada, mas com a consciência de que nem sempre poderemos mantê-la por tanto tempo. A alegria deve fazer parte da sua vida, mas os outros sentimentos, quando aparecerem, devem ser respeitados e compreendidos.

Se você ainda não sabe o que poderia fazer para ativar a sua alegria, siga os hábitos diários que preparamos. Comece praticando estes exercícios em uma segunda-feira e sinta como a sua semana será completamente diferente!

1) Viva o agora

Pensar sobre problemas passados ou futuros pode impedir uma pessoa de aproveitar o presente. Muitas vezes temos a sensação de que tudo vai mal porque nos vemos presos(as) a situações que já passaram ou que ainda nem aconteceram. Experimente manter o seu foco no agora, no que você está vivendo, nas pessoas que te cercam e no que está te fazendo feliz.

2) Lide melhor com a imperfeição

A busca pela perfeição é cansativa e, na verdade, impossível. Todas as pessoas estão sujeitas a errar e a serem imperfeitas. A desilusão e a decepção com as nossas falhas ou com os erros de outra pessoa podem ser persistentes, mas é importante lembrar que cada defeito é uma oportunidade para crescer e mudar. Enxergue suas falhas como uma chance de aprender.

3) Dialogue para vencer conflitos

Tentar vencer os conflitos com raiva nunca será o melhor caminho. Deixe para discutir sobre o que passou quando você tiver analisado a situação e tiver argumentos racionais para se expressar. Tendo a compreensão e o respeito como princípios, a alegria chegará na sua vida com mais frequência e com mais facilidade, mesmo na hora de resolver os mais difíceis conflitos.

4) Pratique o autocuidado

Uma pessoa que tenta fazer todos os outros felizes pode ser muito bem-sucedida, mas não necessariamente será feliz consigo mesma. É por isso que o autocuidado é essencial na hora de cultivar a alegria na sua vida. Esteja com os exames de saúde em dia, saiba quais são as coisas que você gosta de fazer e dedique um tempo para si sempre que for possível.

5) Conecte-se com quem te faz bem

Cercar-se de pessoas que nos fazem bem pode ser um desafio em determinados ambientes. Mesmo assim você deve tentar manter contato com quem te ama e com quem te valoriza, mesmo que seja por mensagens de texto. Reforce sua proximidade com aquelas pessoas que são capazes de tornar o seu dia mais alegre, que te ouvem e que te respeitam acima de tudo, até mesmo nos momentos mais difíceis.

6) Agradeça pelo que você tem

Quando não somos capazes de reconhecer todas as coisas boas que temos e fazemos, tendemos a focar no lado ruim de tudo. Pensamos que o trabalho é exaustivo, que os estudos estão muito puxados, que a casa precisa de reformas, que os amigos estão distantes… Em vez disso, podemos agradecer por termos um trabalho, por podermos estudar, por termos uma casa e um grupo de amigos. Essa simples atitude já vai trazer uma sensação de alegria!

7) Adote uma postura realista

Incorporar a alegria na sua rotina não deve contar com adotar uma postura otimista o tempo todo. Quando pensamos que tudo sempre dará certo, independentemente do que fizermos, podemos nos decepcionar quando algo dá errado ou ter dificuldade para lidar com possíveis inadequações em um projeto. Pense de forma realista para que você seja capaz de se sentir feliz com a vitória e de aprender com a derrota.

Site Eu Sem Fronteiras

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Características das pessoas felizes


1
PRÁTICA ASSÍDUA DA GRATIDÃO


Levantar-se de manhã e sorrir diante do espelho para começar bem o dia pode parecer ingênuo para algumas pessoas. No entanto, é, sem dúvida, a principal característica das pessoas felizes: elas apreciam o que têm e são gratas por tudo o que lhes acontece. Não se trata de se alegrar por seus fracassos, mas de se concentrar no que é bom e bonito em sua vida.

2
CURIOSIDADE E ENTUSIASMO

Sem um toque de curiosidade, seria complicado – ou mesmo impossível -descobrir novas oportunidades, conhecer novas pessoas ou visitar novos lugares. A curiosidade tem a virtude particular de nos tornar humildes diante da multiplicidade de possibilidades que a vida nos oferece. Isso nos permite ouvir os outros e entender seu ponto de vista. Isso facilita o primeiro passo na construção de relacionamentos íntimos com os outros. A curiosidade é importante, porque a arte de se cercar de amigos e cultivar relacionamentos com os outros é precisamente um dos primeiros ingredientes da felicidade.

3
RELACIONAMENTOS PROFUNDOS

Construir relacionamentos duradouros com amigos, familiares e outros entes queridos sem esperar obter algo deles é um dos pilares da vida das pessoas felizes. É uma receita que funciona tão bem que se torna um círculo virtuoso: quem se considera feliz geralmente comunica sua alegria de viver àqueles que o rodeiam. Isso é a melhor defesa contra a tristeza. Na realidade, nem sempre nos sentimos prontos para sermos felizes. Muitos consideram que sua felicidade depende do comportamento dos outros. No entanto, a felicidade está dentro de nós: tudo depende de como exercitamos nossa liberdade e fazemos nossas escolhas. Felicidade é assumir a responsabilidade pelo que acontece conosco e, mesmo diante das dificuldades, cultivar profunda alegria e confiança na vida todos os dias. Isso pode ser aprendido: nenhum destino nos obriga a ser tristes ou infelizes. Essas são boas notícias.

4
PERSEVERAR NA ESPERANÇA

Os contratempos fazem parte da vida, mas as pessoas otimistas, aquelas que sabem cultivar a esperança em todas as circunstâncias, não param quando falham. Eles analisam suas falhas para aprender lições e ensinamentos construtivos. Isso requer um certo rigor em saber como rejeitar rapidamente a tentação de ruminar continuamente, e preferir memórias reconfortantes! A esperança nos dá força e fé para crescer, e nos permite melhorar e aprender a alcançar coisas cada vez mais belas em nossa vida.

5
APRECIAR AS MARAVILHAS DA VIDA

Quando confrontados com paisagens de tirar o fôlego ou obras de arte excepcionais, as pessoas felizes sabem como se maravilhar. Também é o caso das coisas mais comuns da vida: uma flor, um objeto ou o admirável funcionamento do corpo humano. Essa abertura mental é a chave para a felicidade delas. Graças a isso, elas não hesitam em experimentar e experimentar novas idéias. Elas exercitam sua criatividade e encontram soluções para os problemas, mesmo que isso signifique sair da trilha batida … Pense fora da caixa!

6
CONFIAR

As pessoas felizes escolhem acreditar nos outros e na vida, como uma criança que confia totalmente em seus pais. Cultivar essa atitude significa tentar amar a vida como ela é, com seus altos e baixos, suas alegrias e tristezas. Buscar essa profunda reconciliação com a vida vale a pena. É como apostar na confiança em outras pessoas, na vida e em Deus. É como ter confiança em seus filhos, porque você acredita e espera que eles tenham sucesso ou tenha fé em Deus, o que significa confiar nEle no caminho que Ele escolhe para nós.

Site Aleteia

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Você sabe por que é importante pensar positivo?

Pensar de forma positiva está muito ligado à nossa capacidade de resolver problemas e situações adversas. Pensar positivo nos ajuda a seguir em frente ao invés de ficar procurando “culpados” por algo que tenha dado errado - é focar na solução ao invés do problema.

É se responsabilizar por nossas próprias atitudes. E também é escolher como reagir às situações difíceis que ocorrem na nossa vida!

O pensamento positivo pode ser praticado em todos os momentos da nossa vida, e tem relação direta com o nosso bem-estar emocional, além da nossa saúde mental.

Os pensamentos no geral são muito poderosos, sejam positivos ou negativos, e é você, que vai sentir os efeitos deles!

Você já ouviu a frase: “você atrai aquilo que transmite”? Pois é. Se você só fala coisas pessimistas  e não é grato pela sua vida, adivinhe: mais coisas ruins virão até você. E o contrário é certo também: quanto mais pensamentos positivos você transmitir e vibrar, mais coisas boas irá atrair!

Tenho um desafio para você: comece a se observar. Você geralmente fala mais coisas positivas sobre sua vida e a vida dos outros, ou você constantemente reclama das coisas que estão dando errado? Como você enxerga sua vida? E como você encara seus problemas e desafios? 

Fonte Blog Clube da Felicidade

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Fatores de felicidade

Solicito ao leitor refletir comigo na seguinte frase: “…é um conjunto harmonioso e belo; é uma filosofia que estende as suas investigações sobre todos os conhecimentos humanos; é uma ciência sólida, irresistível, porque se baseia em fatos que denunciam o seu caráter científico; é além de tudo uma luz poderosa que nos ilumina a inteligência, aclara o raciocínio de tal modo que, muitas vezes, nos maravilhamos de sua lógica irrepreensível, de sua harmonia de vistas com o Bem e o Belo, os grandes fatores da verdadeira felicidade.”

Antes de identificarmos o autor e fonte da transcrição, analisemos alguns de seus itens. Comecemos pelo “estende as suas investigações sobre todos os conhecimentos humanos”. Ora, isto abre uma enorme perspectiva para o pensamento humano, de vez que permite abarcar todos (destacamos) os conhecimentos humanos. Aí já encontramos a abertura e a ausência de preconceitos, através de uma investigação filosófica sadia e coerente.

Na sequência, “baseia-se em fatos”. Ora, se é uma ciência que se baseia em fatos isenta-se de especulações, improvisações, teorias pré-concebidas e mesmo interesses parciais; sendo fatos enquadra-se em leis naturais, expulsando o fanatismo e quaisquer tentativas de fatos espetaculosos ou classificados como sobrenaturais. E mais, sendo de “caráter científico”, baseia-se em investigações, observações, pesquisas permanentes.

Sendo “luz que ilumina a inteligência, aclara o raciocínio (…)”, com “lógica irrepreensível”, apresenta indicativo de que apela à razão, ao refletir, ao raciocínio mesmo, para que seja entendido, à luz da lógica e do bom senso, e nunca aceito cegamente.

Finalmente, em “harmonia de vistas com o Bem e o Belo”. Ora, aí está um verdadeiro programa de felicidade, pois se buscarmos o bem e o belo, estaremos embasados na moral e portanto, sem causar prejuízos a terceiros, fiéis à própria consciência, cuja voz é a diretriz que norteia o comportamento humano.

Pois bem, esse “conjunto harmonioso e belo” é a Doutrina Espírita, cujo conhecimento e vivência abre um mundo novo à perspectiva intelectual e moral, porque explica as razões e os porquês humanos. O autor da frase é Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo, que de Matão, batalhou para espalhar essa maravilhosa luz.

E somente conhecendo o Espiritismo, saberemos entender a frase transcrita.

Autor: Orson Peter Carrara, publicado no site Portal do Espírito em 12/11/2019.

O poder do sorriso

O sorriso é uma das formas mais comuns de se avaliar se uma pessoa está bem, contente com os acontecimentos e com a vida. Sorrimos por inúmeros motivos: por encontrar alguém querido, quando vemos algo engraçado, quando uma coisa boa acontece, quando vamos registrar algum momento em uma foto e, alguns, até por nervoso. São muitas as motivações.

Estudos comportamentais apontam que, desde o advento da fotografia, mais de 80% dos registros nos quais há pessoas, elas estão sorrindo ou se esforçando para saírem bem nas imagens. Sim, é a nossa tendência natural. Querer estar bem na foto é mais do que uma expressão. Em geral, se faz esforço para isso. Quando não se consegue naturalmente, já é até possível contar com a ajudinha de aplicativos em pontos que vão muito além do sorriso. O ajuste no nariz que não gostamos, uma arrumadinha na barriga, o sumiço das manchas e rugas que envelhecem, corrigir o dente um pouquinho torto… enfim maquiar algo para parecermos melhores. Eternizar um momento em uma foto com nossa versão melhorada.

Se para alguns o sorriso vem fácil, espontaneamente, para outros pode ser mais difícil de ser expresso naturalmente. Quem não está bem consigo mesmo, por vários motivos – descontentamento com a aparência, alguns aspectos da vida, saúde, trabalho, relacionamentos, entre tantos outros exemplos – pode ter dificuldades para que a alegria venha a tona e se transforme num sorriso largo.

A espontaneidade do sorriso é difícil de ser forçada, não é uma tarefa fácil fingir um sorriso ou mesmo retribuir quando por dentro não estamos bem. Pode ser dolorido, triste e cansativo demais sorrir a força para se sentir aceito, para se sentir parte, para agradar com quem convivemos. Se não é natural, se não é consequência de bons momentos, de lembranças significativas e situações especiais, pode representar enorme gasto de energia.

Não há receita de como sorrir, assim como não há receita de felicidade que sirva para todos. Cada um tem seu tempero especial para tornar a vida mais leve, colorida e saborosa. Conseguir sorrir e ganhar um sorriso sincero de alguém é um desafio prazeroso e de valor incalculável que pode transformar o dia de alguém e pode ter um poder terapêutico para muitos de nós.

Adriana – CVV Araraquara

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Felicidade: onde eu compro uma?

A primeira pergunta da quarta parte do O livro dos espíritos fala sobre a felicidade. Kardec pergunta se podemos desfrutar de felicidade completa na Terra. A resposta é categórica: a felicidade completa não dá. Mas na resposta também é dito que depende de nós sermos tão felizes quanto se pode ser na Terra. Opa! Então está nas nossas mãos sermos, ao menos um pouco, felizes! Já é alguma coisa. Mas…como fazê-lo?

Felicidade e alegria

Vale começarmos pensando na diferença entre felicidade e alegria. Confundimos os dois conceitos. Alegria é algo efêmero. Gostosinho, necessário, mas que não dura. Já a felicidade é algo mais duradouro e mais profundo: um estado de espírito.

Ficamos alegres ao encontrar um amigo, ao sermos promovidos, ao ganhar um dinheiro inesperado e ao comprar uma roupa bacana. A alegria tem sua função: ela é como um pico de glicose a nos energizar. Alegres, seguimos mais confiantes. A alegria nos reabastece de boníssimo ânimo. Mas como a glicose, depois de um tempo, parece que consumimos a alegria e ela se esvai. E voltamos a ficar aborrecidos e enfastiados, em busca de nova pico de alegria para que possamos seguir adiante. Parece que nos viciamos em alegria!

A felicidade é algo menos eufórico que a alegria. Ela não é de picos, de altos e baixos. A felicidade é algo mais constante e sereno, mais equilibrado e longevo. É algo que se demora para se conquistar, mas que uma vez conosco, se mantém estável. A felicidade talvez seja um modo de enxergar o mundo, as pessoas, os desafios, os problemas e as belezas da vida. Uma pessoa feliz também tem suas alegrias, mas ela é menos dependente de picos de alegria. Ela tampouco sofre com os vales, as chamadas depressões. A pessoa feliz compreende melhor o mundo que a cerca e por isso encara tudo com maior naturalidade e sem paixões. Felicidade tem a ver com compreensão. Quanto melhor compreendermos tudo, menos nos iludiremos e menos sofreremos, pois nada será inesperado ou destituído de lógica. Quando compreendemos, aceitamos e trabalhamos o fato; e desse modo não sofremos, mas ao contrário, nos animamos por conseguirmos dar bom encaminhamento ao assunto.

O sucesso traz a felicidade. Ou seria o inverso?

Outra confusão que fazemos é na dupla sucesso e felicidade. Certa vez li sobre uma pesquisa de uma universidade californiana que respondia a seguinte pergunta: o sucesso traz a felicidade ou a felicidade traz o sucesso? A descoberta é surpreendente pois contraintuitiva: a felicidade vem antes e facilita o sucesso.

Muitos de nós achamos que precisamos ser famosos e ter muito sucesso na vida – na vida afetiva, no trabalho, na saúde, nas finanças – para só então, sermos felizes. A pesquisa provou o contrário: as pessoas que alcançavam o sucesso eram as que já eram as mais felizes antes do sucesso. Em outras palavras: quem gosta mais de si (autoestima, não arrogância), quem ama os demais, quem se interessa pela vida, quem está melhor com seu corpo e com seu papel na sociedade, quem se dedica a ser uma pessoa melhor a cada dia; essa pessoa tem equilíbrio e tranquilidade que são requisitos para atingir o sucesso em qualquer campo de nossas vidas. Então que tal focar na felicidade genuína e generosa invés de buscar o sucesso a qualquer custo? Albert Einstein, sábio, dizia: “Não tentes ser bem-sucedido, tenta antes, ser um homem de valor”.

Dinheiro e felicidade

E dinheiro: traz felicidade? Dinheiro é importante, mas ele sozinho não garante a felicidade. Quantos ricos você conhece que são infelizes? O rico pode comprar o que quer, e isso o alegra. Mas isso é insuficiente para mantê-lo feliz e logo depois ele cai novamente na falta de algo, no vazio. Então, o caminho para a felicidade é ser pobre, desfazer-se de todos os bens, certo? Não. A pobreza também não garante a felicidade. O que importa aqui é compreender que a felicidade não se compra, mas se constrói. Com o dinheiro é possível comprar conforto e alegrias, mas as alegrias não sustentam a felicidade. Um sapato novo, uma bolsa linda, um carro do ano, tudo isso nos alegra, mas não nos tira dos problemas, não nos resgata da angústia e da depressão. Dinheiro sozinho não nos traz felicidade e paz.

Problemas e felicidade

O que atrapalha a nossa felicidade então são os problemas! É tanto problema, tanta coisa complicada para resolver, que é impossível ser feliz. Bom, nesse caso, a solução está fácil: basta acabar com nossos problemas e seremos felizes, certo?

Ilusão. Nossos problemas nunca acabarão. Somos espíritos ainda muito novos, com muito a experimentar, aprender e progredir. Ainda teremos muitos problemas pela frente. Eles, os problemas, creia, são nossos amigos! Entendamos os problemas como desafios, provas. Estamos criando musculatura moral e intelectual ao trabalharmos nossos problemas. Cada problema resolvido é um aprendizado adquirido. É exatamente por isso que encarnamos, na Terra: para que encaremos situações desafiadoras e, usando nossa inteligência, nos desenvolvamos como espíritos, em sabedoria e moral. Assim compreendendo, os problemas deixam de ser uma barreira à nossa felicidade e se apresentam como são: um atalho à conquista da felicidade.

Infeliz por querer ser feliz

Uma pergunta: será que a busca frenética por felicidade não nos causa infelicidade?

Queremos todos ser felizes. Mas queremos ser felizes agora, neste momento, imediatamente e não depois. E não queremos ser apenas felizes, mas queremos ser muito, muito felizes. E não apenas agora e muito, mas queremos ser felizes o tempo todo. É possível isso? O espiritismo na pergunta 920 de O livro dos espíritos diz que não.

Vivemos num mundo de provas e expiações. Somos espíritos ainda pouco sábios que cometem injustiças e toda sorte de erros a todo momento. Num ambiente desses, com colegas iguais a nós – gente ainda barra pesada – é impossível ser feliz o tempo todo. Então esqueça o hedonismo.

Ser tão feliz quanto se pode ser

Mas, e aquela estória de ser tão feliz quanto se pode ser na Terra?

A resposta à pergunta 920 diz que depende de nós amenizarmos os males para sermos tão felizes quanto se pode ser na Terra. Opa! Ai está a dica preciosa: amenizarmos os males! E que males são esses? Os conhecemos todos. Eles são nossos companheiros de longa data, nós os alimentamos a todo momento, estão conosco há várias encarnações. São a vaidade, o egoísmo, o orgulho, a soberba, a inveja, o ciúme, a ganância, a parcialidade, o sectarismo, o elitismo… todos filhos do ego avantajado.

Então, se quisermos a felicidade, a chave é nosso progresso moral e intelectual. O segredo é nos livrarmos desses espinhos todos que nos causam tanto desgosto e nos afastam da felicidade viável já aqui, na Terra. A boa notícia é que isso, afastarmos de nosso dia a dia esses nossos defeitos, está ao nosso alcance. Só depende de nós. Depende de nosso compromisso conosco, de nosso autoconhecimento, de nossa honestidade para conosco, enfim, da reforma íntima, tão conhecida dos espíritas. A quantas anda a sua?

A felicidade nas nossas mãos

Trabalhemos nossa felicidade. Construamos nossa felicidade.

Cuidemos de nossos pensamentos, que são o terreno onde nossa felicidade florescerá. Usemos da gentileza que o melhor adubo para a felicidade. Busquemos compreender o próximo, aquele que pensa diferente de nós, pois ele é a nossa sabatina para a conquista de nossa felicidade. Não reforcemos comportamentos que nos afastam da felicidade e causam tanto sofrimento a nós e a tantos. Evitemos dar força ao ódio, ao separatismo, à crueldade, à tortura e à xenofobia. Promovamos a paz e não o armamento e as disputas. Combatamos em nós qualquer preconceito, seja de etnia, de classe, de geografia, de origem, de orientação sexual ou de crença. Nós, espiritas inclusive, não somos os únicos bacanas. Deus não elegeu um modelo único de humano. Todos, os diferentes de nós inclusive, são espíritos criados por Deus.

Lembremos do exemplo de Jesus que a todos acolhia. Jesus, aquele que apenas tinha palavras e atos de compreensão e amor para os doentes do corpo e da alma. Lembremos desse bom exemplo, desse espírito superior, que sempre acolheu com amor a todos.

Nossa felicidade é a felicidade do outro

Talvez a chave para a felicidade possível enquanto estamos encarnados na Terra esteja expressa na belíssima definição que o espiritismo nos oferece do que seria o homem de bem. Em determinado trecho diz: “Ele encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos”.

Troque a palavra satisfação pela palavra felicidade e veja se não faz todo sentido.

Como não ser feliz levando o alívio ao próximo? Essa é a felicidade possível na Terra! E ela não é pouca. Ela é a felicidade real pois de essência divina. É profunda. Fala à alma do ser. Encanta e acalma. Aproxima. Fornece esperança e paz. É serena e contínua. Essa felicidade, a possível na Terra, não se vende em lojas. Tampouco é conquistada com o sucesso. Mas ela está logo ali, ao nosso lado, em nosso relacionamento, em nossa família, em nosso trabalho e com todos os que nos cercam.

Sejamos felizes, fazendo outros felizes.

Alexandre Caldini Neto, em Correio News, republicado no site da Rádio Boa Nova

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Felicidade Possível

Dizem que é impossível ser feliz na Terra. Muitas experiências dolorosas são vivenciadas sem que pareçam nada ter a ver com a vontade do ser humano, de modo que o sonho da felicidade se esvai como areia por entre os dedos. Nesse passo não é difícil encontrar quem esmoreça, quem desista ou perca a fé, além daqueles que tomam pela força o que a vida não lhes deu, na intenção de obterem uma falsa e efêmera “felicidade”.

Ainda que no planeta existam grandes expiações e árduas provas, com alegrias não raramente passageiras, não se deve esmorecer na busca por uma vivência feliz. Sob a luz da ótica espírita as dificuldades pelas quais passa a humanidade podem ser compreendidas através dos esclarecimentos das leis de causa e efeito e de reencarnação, que fazem despontar a justiça e a educação do espírito, pois experiências difíceis tiram os indivíduos de sua zona de conforto e os fazem progredir.

Muitas dificuldades são colheitas semeadas pelo próprio homem – ou seja, são consequências de suas decisões e ações – e como há em muitos seres humanos, ainda, fortes condutas egoísticas e orgulhosas que os estimulam a agir equivocadamente, é mais previsível e comum ser infeliz.

Sejamos razoáveis, o problema está na esperança de encontrá-la apenas na saúde perfeita, na beleza irretocável, nos bens materiais, no amor correspondido, na satisfação dos desejos, quando ela está na consciência tranquila e na noite dormida com a alma em paz.

A felicidade é um estado de espírito que se pode conquistar, fruto de um processo que depende exclusivamente de cada um. Para encontrá-la em futuro não tão distante bastaria evitar condutas de consequências negativas, optando sempre pela ação positiva de pensar, falar e agir pelo melhor.

A temática é especialmente relevante no começo de cada ano, pois o ser humano adora simbologias que lhe deem “motivos” para seguir adiante. Por isso, na época mágica da contagem do tempo no ano novo, muitos dizem a si mesmos que farão o que poderiam ter feito a qualquer momento do ano anterior.

Devemos buscar a felicidade que é possível ter, mas não precisamos esperar o ano novo para isso, tampouco a encontraremos apenas na satisfação das nossas diversas ambições materiais. A verdade é que ninguém será feliz sem a alma em paz e para isso é imperioso trabalhar no Bem.

Por VANIA MUGNATO DE VASCONCELOS para o site Portal do Espírito, em 16/03/2018

domingo, 26 de maio de 2019

7 pontos que afetam a sua Frequência Vibracional

1ª – Os seus pensamentos. Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, isso tudo vai voltar para você, por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos.

2ª – As suas companhias. As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas 'reclamonas' e fofoqueiras, tome cuidado, pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor

3ª – Músicas. As músicas são poderosíssimas, se você só escuta músicas que falam de morte, traição, tristeza, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das músicas que você escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência vibracional. E lembre-se você atrai para sua vida exatamente aquilo que você vibra.

4ª – Coisas que você assiste. Quando você assiste muitos programas que abordem desgraças, mortes, traições, seu cérebro aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência elevada.

5ª – O Ambiente em que você fica. Seja na sua casa ou seu trabalho, se você passa grande parte do tempo num ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência. Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muito mais. Cuide do que você já tem.

6ª – O que você fala. Para você manter a sua frequência elevada é fundamental que você elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a responsabilidade pela sua vida.

7 - Gratidão. Já agradeceu hoje?

Fonte: perfil do Instagram Espiritualidades

terça-feira, 7 de maio de 2019

Ainda e sempre a gentileza

Ainda e sempre a gentileza

A Terra, em sua transição de um mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração, apresenta, todos os dias, grandes tragédias.

São aquelas provocadas pela natureza em fúria, que se traduzem em terremotos, ciclones, furacões, chuvas intensas.

São aqueloutras, provocadas pelo ser humano, em sua forma ainda familiarizada com a maldade e que produzem muitas lágrimas.

Também tragédias provocadas pelo ceticismo e pelo fanatismo que crescem desequilibrando mentes e corações, afastando pessoas queridas...

Por isso, em meio à indiferença que gera frieza, amargura e até revolta, tentemos cultivar o que é básico, essencial, primordial mesmo para uma vida mais leve e feliz: a gentileza!

Encontremos espaço e tempo para cultivá-la em nossas relações, exercitando-a em atitudes simples e possíveis.

Poderão parecer sem maior importância. No entanto, são preciosos momentos que podemos ofertar de nós, sem esforço algum.

Por exemplo, um olhar compreensivo ante o equívoco de alguém. Um abraço festivo. Um sorriso de contentamento.

A gentileza de permitir a pessoa atravessar a rua, enquanto aguardamos com nosso carro.

No ceder um lugar no transporte público. Pode ser a um idoso, uma senhora grávida, alguém com uma criança ao colo ou com muitas compras.

Na gratidão a um garçom, um frentista, um caixa de banco ou supermercado.

Pensemos em quantas horas eles devem permanecer em seus postos, atendendo e atendendo. Como se sentirão gratificados pela gentileza do nosso Muito obrigado.

Exercitemos a gentileza também no pedido de desculpas sincero. Afinal, quem não comete erros e faltas neste mundo?

No respeito a uma fila que já existia antes da nossa chegada, mesmo que estejamos com pressa pelo compromisso de logo mais.

Na paciência com alguém lento ou apressado.

Na mensagem otimista que compartilhamos sem excessos e neuroses.

Na ligação apenas para saber como o outro tem passado. Numa informação que damos, detendo o passo, atenciosos.

Numa qualidade que reconhecemos em alguém e com prazer verbalizamos para a própria pessoa.

Numa lágrima que discretamente enxugamos no rosto alheio. Num enxoval que silenciosamente providenciamos.

Numa planta que sem alarde regamos.

Numa alegria que dividimos.

Num café que oferecemos.

Numa oração por quem precisa.

No pão que podemos providenciar a quem tem fome.

No respeito a quem pensa e vive de um jeito diferente do nosso.

Na gratidão a quem nos beneficia.

No relevar a falta de um amigo.

No cuidado com um animal.

Tudo isso está ao nosso alcance fazer sem prejuízo para os nossos compromissos, investimentos, compras, viagens, tratamentos e redes sociais.

Basta que tenhamos vontade e julguemos importante o cultivo desse cuidado.

Não esperemos por governos, autoridades, líderes religiosos, guias, anjos, todos importantes em seus respectivos papéis entre nós.

Façamos antes a nossa parte e encontraremos a alegria e a paz que tanto desejamos, que não vêm por atacado. Elas chegam como a chuva fina, mansa e discreta, no grande varejo da nossa existência.

Redação do Momento Espírita, com base no texto Gentileza, de Cezar Braga Said. Em 7.5.2019.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Vivência da felicidade

Vivência da felicidade

Você está feliz hoje? Você é uma pessoa feliz?

São duas questões bem distintas, que merecem nossa atenção.

Normalmente, a felicidade é considerada como falta de sofrimento, ausência de problemas e de preocupações.

O conceito, no entanto, é raso, destituído de legitimidade, porque se pode experimentar bem-estar, felicidade, portanto, em situações de dor, assim como diante de problemas e desafios.

Parece um pouco difícil de se aceitar, de início, pois esse entendimento de felicidade como ausência de problemas, de incômodos, ainda está arraigado em nossa alma.

A felicidade é um estado emocional, no qual as questões externas, mesmo quando negativas, não conseguem modificar o sentimento de harmonia.

Da mesma forma, acontecimentos e circunstâncias perturbadoras são incapazes de alterar-lhe a magnitude, porque podem ser administradas e conduzidas a resultados edificantes.

Sempre se considera a infelicidade como a má sorte, a debilidade orgânica, a presença de enfermidade, os problemas financeiros e emocionais, a solidão e a insegurança, deixando transparecer que a felicidade seria o oposto.

Caso as ocorrências não sejam benéficas, propiciando prazer e poder, isso, de maneira alguma pode ser considerado como desgraça ou desar, dependendo, naturalmente, da maneira como sejam encaradas.

Invariavelmente, a situação deplorável de hoje, se bem administrada, transforma-se em dádiva de engrandecimento interior e de compreensão dos acontecimentos existenciais, mais tarde, favorecendo a conquista da felicidade.

Lembremos, por exemplo, dos ascetas, mártires e idealistas.

Quanto mais enfrentam dificuldades melhor sentem-se, agradecendo à vida as aflições que os elevam, que os ajudam a concretizar os objetivos que abraçam e os santificam.

No entanto, para o indivíduo comum, as sensações bem atendidas, o conforto, a conquista de valores amoedados, o experimentar de prazeres contínuos são fenômenos que se convertem em expressões de felicidade...

A postura dos mártires tem a ver com emoções superiores da alma. A outra, diz respeito às sensações dos sentidos físicos de efêmera duração.

Em geral, o sofrimento apresenta-se em todos os setores humanos como desdita ou infortúnio.

Considerando-se, porém, que é inevitável, que sempre se apresentará, devido ao atual momento evolutivo do planeta, faz-se necessário mudar a perspectiva de encará-lo.

Um recurso precioso é a constatação da sua transitoriedade, em face da maneira como deve ser encarado, dando-lhe qualidades positivas de aperfeiçoamento moral, de metodologia que leva à autorreflexão. Ao aprimoramento interior.

A felicidade, desse modo, não é a falta de sofrimento...

Pode-se ser feliz, embora com algum sofrimento, que não descaracteriza o bem-estar e a alegria de viver, propiciadores do estado pleno.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 19 do livro Atitudes renovadas, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 8.9.2012. Postado em 25/03 no site Portal Nacional de Seguros

sexta-feira, 22 de março de 2019

Celebrado em 193 países, o Dia Mundial da Felicidade comemorado dia 20 de março

Mas o que de fato esta data representa? Criado pelo filantropo, ativista, estadista e proeminente assessor especial da ONU, Jayme Illien, o dia foi escolhido para inspirar, mobilizar e promover o movimento global da felicidade e bem-estar da sociedade.

Tão difícil quanto definir o que é felicidade, é saber como atingir a idealização social que temos do que é ser feliz. A definição do termo pelo especialista em psicologia positiva e professor da aula mais concorrida de Harvard, Tal Bem Shahar, diz que a felicidade é, na verdade, a combinação de bem-estar físico, espiritual, intelectual, relacional e emocional. O equilíbrio entre esses aspectos é que irá definir se estamos caminhando em direção aos nossos objetivos.

Bem-estar físico: começamos a pensar em fatores como: qualidade do sono, hábitos alimentares, exercícios físicos. Esse tipo de cuidado básico que o corpo humano necessita para estar em harmonia, muitas vezes são deixados de lado no estilo de vida que vivemos hoje, com multitarefas e inúmeros afazeres que parecem nunca estarem concluídos. É necessário dar a atenção necessária ao bem-estar físico, pois ele será um dos grandes responsáveis pela nossa capacidade de concluir as nossas metas nos demais campos de ação.

Bem-estar intelectual: é também muito importante refletir a respeito do nosso bem-estar intelectual. Analisar se de fato estamos buscando conhecimento em áreas que gostaríamos de ter ou que já temos domínio, mesmo que não estejam necessariamente ligadas a um objetivo profissional. Sentir que o aprofundamento em algum tema está nos trazendo uma construção de sabedoria e conhecimento impacta diretamente na realização de felicidade.

Bem-estar relacional e emocional: no aspecto relacional e emocional, é preciso refletir em como estão os relacionamentos, se o nosso círculo de amizades tem sido algo construtivo e importante, se são pessoas confiáveis e que existe um sentimento verdadeiro mútuo. Um ambiente seguro, onde se possa ser quem realmente é, sem a necessidade de performar um papel que não é seu. Avaliar se você está dedicando um tempo de qualidade para essas pessoas que são significativas na sua vida, estando presente de verdade e se importando com eles da forma correta. Como, por exemplo, desfrutar de uma boa companhia em um jantar agradável sem concentrar os pensamentos em alguma conta para pagar, uma situação estressante do dia ou em mensagens no celular.

Bem-estar espiritual: o bem-estar espiritual é uma avaliação sobre a sua real presença nas atividades que você se propôs a realizar. Estar focado no presente nem sempre é uma tarefa fácil, mas a concentração em desfrutar e aproveitar o momento fará toda a diferença na sua percepção do presente e afetará positivamente suas realizações para o futuro.

É preciso ter um olhar cuidadoso para as sensações do nosso corpo, a forma como você está se sentindo, a vitalidade que você tem tido para realizar as tarefas e demais sintomas que possam surgir e afetar seus objetivos. A partir daí, é possível construir boas metas pessoas e profissionais, focando na direção certa para você quer caminhar neste ano de 2019. Entenda qual é o seu grande objetivo a longo prazo e quais são as pequenas realizações que vão te fazer atingir ele. Traçar metas semestrais, mensais, semanais e diárias que te auxiliem a construir uma possibilidade factível de chegar onde você almeja.

Dentro disso, tem mais uma colocação da psicologia positiva que podemos acrescentar, que o aspecto profissional é uma das esferas humanas, mas que por diversas vezes podemos acabar depositando toda nossa esperança de ser feliz nisso e acabar nos frustrando constantemente. Claro que a realização material é importante e até linhas espirituais vem afirmando que não existe problema em galgar um caminho de conforto, para que tenha uma vida prazerosa e com condições de realizar os sonhos pessoais.

A necessidade de ser feliz que encaramos constantemente na nossa realidade, faz com que estejamos sempre em busca disso e não se pode deixar que os momentos de tristeza, amargura, raiva e sofrimento nos façam desistir do que buscamos. Compreender essas sensações e aceitá-las, faz com que possamos passar pelas dificuldades mais rápido e estejamos mais preparados para construir um futuro como planejado.

*Gustavo Arns é idealizador do congresso internacional da felicidade e coordenador do curso “GBA da Felicidade: Transformando pessoas e organizações”, promovido pelo ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br)