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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Qual livro da doutrina espírita recomendar?

O que recomendar a alguém que inicia o estudo do espiritismo ou quer fazer um primeiro contato com a doutrina?

Tatto Savi responde uma pergunta recorrente Qual livro da doutrina espirita recomendar?


Rádio Boa Nova

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

21 de Janeiro - Dia Mundial da Religião

Passou a data e perdi o dia da postagem, mas, vamos lá, bom conteúdo não tem data de postagem!

Independentemente da crença de cada um, todos os anos, no dia 21 de janeiro, comemora-se o Dia Mundial da Religião. A data foi criada com o intuito de promover harmonia, tolerância, o diálogo entre as diversas religiões existentes no mundo, e claro, de ensinar que todos devem amar o próximo sem julgamentos.

Então, para compreender melhor a essência desta data e mostrar como ela é crucial para refletir sobre a importância da tolerância, além de elucidar sobre a prática do respeito, empatia e do perdão para com o semelhante - principalmente em tempos difíceis como a pandemia - separamos alguns livros que convidam o leitor a conhecer melhor a realidade de alguns segmentos religiosos. Dá uma olhada: 

1. As 5 linguagens do perdão

Mesmo nos melhores relacionamentos, todos nós cometemos erros. Fazemos e falamos coisas das quais depois nos arrependemos, magoando a quem mais amamos. Um simples “me desculpe” nem sempre resolve. Em edição atualizada, ‘As cinco linguagens do perdão’ revela novas maneiras de abordar e reconstruir relacionamentos despedaçados, como perdoar e evitar discussões. O leitor descobrirá como pedidos de desculpas eficazes podem tornar seus relacionamentos mais fortes.

2. O Livro das Religiões
Trazendo as respostas de diversas perguntas sobre as religiões, este livro incrível apresenta - em ordem cronológica - desde as crenças primitivas que surgiram na Pré-História até as religiões mais modernas que se espalharam a partir do século XV. Nele, o leitor irá encontrar informações sobre o hinduísmo, budismo, judaísmo, cristianismo, islamismo e muito mais.

3. Ame o seu próximo
Davi Lago, autor de Formigas e Brasil polifônico, relata em ‘Ame o seu próximo’ a iniciativa de cristãos que, inspirados por esse mandamento divino, cumpriram papel civilizatório para a humanidade, como a criação do método Braille e de organizações como Greenpeace, Anistia Internacional, Alcoólicos Anônimos e Cruz Vermelha. Em um momento histórico marcado pela intolerância e pelo desamor, o autor resgata a fundamentação bíblica que nos impulsiona em prol do outro: a ética radical de Jesus.

4. Tesouros escondidos
Verdadeiro convite ao leitor para ser semente de mudança, Tesouros escondidos é mensagem de salvação e motivação da escrita Alvarina Nunes. A autora compartilha, ao longo de 175 páginas, 49 reflexões e mensagens de fé e autoajuda.

5. A gentileza que cativa
Lições para quem deseja testemunhar a fé cristã de maneira realmente impactante: nesta obra, Dallas Willard, autor best-seller e professor de filosofia da Universidade do Sul da Califórnia, convida o leitor para uma reflexão transformadora acerca dos princípios da apologética ao estilo de Jesus Cristo. Conforme aponta, a apologética cristã é um serviço amoroso, um ministério de ajuda, e só de modo amável e respeitoso as pessoas poderão ver, confirmar e sentir-se persuadidas a responder àquilo que o cristão tem a dizer. No livro, Willard também elucida questões como a importância do conhecimento e da razão, o envolvimento de Deus na ciência e na tecnologia e o problema do sofrimento e do mal. Um livro curioso e altamente provocante que não pode faltar na biblioteca do cristão zeloso que deseja fazer a diferença no meio em que está inserido.

6. A Fascinante História de Chico Xavier
Esta obra é o retrato do homem que se tornou mito. Francisco Cândido Xavier foi incompreendido por alguns, mas amado por milhões de pessoas. O maior médium de todos os tempos psicografou mais de 451 livros sobre os mais diferentes assuntos, o que atesta sua capacidade extraordinária, já que, de família humilde, teve oportunidade somente de concluir o curso primário. Considerado um exemplo por espíritas e simpatizantes, poderia ter ficado rico, mas doou tudo o que ganhou em direitos autorais para instituições de auxílio ao próximo.

Site Máxima

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Por que devemos perdoar 70 vezes 7?

O que Jesus quis dizer quando responde a Pedro que devemos perdoar não 7 vezes, mas 70 vezes 7? Não é possível construir nada de bom na sociedade, enquanto não relevarmos os deslizes do próximo, porque ninguém é totalmente mal. Quando perdoamos estamos compactuando com o erro do outro? Acompanhe estas e outras dúvidas com Maria Izilda Netto aqui no Sem Dúvida.


Tv Mundo Maior

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Três dicas para se comunicar melhor

O que Jesus nos ensinou a respeito da comunicação, como prestar atenção na forma de se comunicar com as pessoas e de que forma se comunicar bem com você mesmo.


TV Mundo Maior

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

A Alquimia do Espírito

Jesus trouxe-nos seus ensinamentos por parábolas, numa clara demonstração de que é necessário contextualizar as situações e entender as entrelinhas contidas nas mensagens para que sejamos capazes de entender e enxergar a verdade. Suas lições são para sempre porque, além de trazerem novos entendimentos a cada estudo, enfocam situações alegóricas e hipotéticas do cotidiano.

Mais ainda, por seus atos e atitudes, portanto, pelo exemplo, Jesus demonstrou que a lição divina é possível de ser aplicada e vivenciada pelo homem. Muito embora isso passe despercebido para muitos, essa talvez seja a grande mensagem subliminar contida no ministério de Jesus, que veio renovar a lei mosaica dando-lhe vida.

Quando maliciosamente indagado sobre qual era maior preceito da lei disse Jesus: “O maior mandamento é este: amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” e continuou: “o segundo é semelhante a este: amarás o teu próximo como a ti mesmo” tendo concluído: “Nestes dois mandamentos estão contidos toda a lei e os profetas.” (Mateus 22,34-41 e Marcos 12, 28-34).

Essa lição, se entendida e praticada, trará a mudança do eu para o nós, ou seja, você e eu, porque causará a grande fusão que o homem deve fazer reconhecendo o seu semelhante como o teu próximo e que nele está refletida a imagem de Deus. Allan Kardec, o codificador do espiritismo, escreveu que “amar ao próximo como a si mesmo é fazer aos outros como quereríamos que nos fizessem” constituindo-se na “expressão mais completa da caridade, porque ela resume todos os deveres para com o próximo” e “não se pode ter , neste caso, guia mais seguro, do que tomando como medida do que se deve fazer aos outros, o que deseja para si mesmo.” (in O Evangelho Segundo o Espiritismo .Introdução: Notícias Históricas, item III). A lição é simples de ser entendida, mas difícil de ser praticada. Isso porque o homem ainda é movido pelo orgulho, pelo egoísmo, pela vaidade, enquanto vícios que o afastam de Deus.

Daí a necessidade da busca constante e persistente da reforma íntima, do conhece-te a si mesmo, que pode ser comparada ao fato de tirarmos uma roupa usada, suja e puída pelo tempo para vestirmos outra nova.

Essa postura, quando praticada, resulta numa verdadeira alquimia em nosso espírito porque faz com que, paulatinamente, nos transformemos em seres melhores e que trilham no caminho da solidariedade, da fraternidade, da paz interior e universal, traduzindo, assim, em atos a atitudes a essência divina que é o Amor.

Postado no site Capiyal News, por Paulo Eduardo de Barros Fonseca - Vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas de Santa Casa de São Paulo.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

A gratidão não é agradecimento, gratidão se expressa com ações

Ser grato não é agradecimento e retribuição. A gratidão se multiplica pelas ações que se expressam ao fazer algo de bom ao semelhante. Jesus ensinou a gratidão ao sentenciar que os homens deveriam fazer uns aos outros o que gostariam que lhes fosse feito. O amor engrandece. A humanidade coleciona muitos nomes de indivíduos gratos, com Francisco de Assis, que com sua simplicidade e generosidade, foi extremamente grato a vida, a natureza.

Os Espíritos nobres ao fazerem o bem o fazem em gratidão a Deus, que lhes permite agir no bem, sendo bons com todos. A gratidão imprime no ser um sentimento extraordinariamente forte que se torna impossível manter-se apático, à margem dos acontecimentos. A gratidão, além do bem-estar que produz, faz com que o indivíduo passe a perceber o seu próximo com o sentimento do amor. Quando alguém te faz um bem, agradeça e faça, então, o bem a outrem. A gratidão é generosa.

A gratidão na Doutrina Espírita está em seus ensinamentos, nas orientações, nos esclarecimentos, pois que os nobres Espíritos legaram à Humanidade esse riquíssimo conteúdo em gratidão a Deus. Jesus pronunciou a palavra AMOR, o Espiritismo, por sua vez, destacou a REENCARNAÇÃO. Servir e amar, eis dois fundamentos libertadores do ser humano. Declamando o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo Franco encerrou a rica conferência recebendo fortíssimos aplausos, e porque todos se encontrassem vivamente tocados por emoções superiores e exteriorizando em seus rostos a gratidão, demoraram-se a sair do ambiente luarizado pelas bênçãos esparzidas.

Fonte: Site Mensagem Espírita

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Jesus e a Inteligência Emocional

Afirma Daniel Goleman em seu livro “Inteligência Emocional” que os grandes mestres espirituais como Jesus e Buda “tocaram o coração dos seus discípulos falando na linguagem da emoção, ensinando por parábolas, fábulas e contos”. Segundo o escritor estes mestres espirituais falam no “vernáculo do coração”, o que do ponto de vista racional tem pouco sentido.

Goleman explica ainda que segundo Freud, em seu “conceito primário” de pensamento, essa lógica da mente emocional é a “lógica da religião e da poesia, da psicose e das crianças, do sonho e do mito”. Isto engloba também as metáforas e imagens como as artes, romances, filmes, novelas, música, teatro, ópera, etc., pois tocam de forma direta a mente emocional.

Isto nos leva a entender por que as expressões religiosas e artísticas agradam tanto: é que a imensa maioria das pessoas é dominada pela emoção. Também explica o motivo dessa preferência das multidões a essas crenças novas, rotuladas de evangélicas, que manipulam as emoções como fator de atração e direcionamento de seus adeptos.

Mas, o que é a EMOÇÃO? O dicionário registra: qualquer agitação ou perturbação da mente; sentimento; paixão; qualquer sentimento veemente ou excitado.

Segundo Goleman: “EMOÇÃO se refere a um sentimento e seus pensamentos distintos, estados psicológicos e biológicos, e a uma gama de tendências para agir.”

Não podemos perder de vista as sutilezas em que as emoções se manifestam, para melhor entendimento do assunto e encaminhamento do nosso raciocínio.

Os estudiosos do tema propõem famílias básicas (assim co­mo as cores básicas); mencionaremos algumas:

IRA: fúria, revolta, ressentimento, raiva, exasperação, indignação vexame, animosidade, aborrecimento, irritabilidade, hostilidade e, no extremo, ódio e violência patológicos.

TRISTEZA: sofrimento, mágoa, desânimo, desalento, melancolia, autopiedade, solidão, desamparo, desespero e, quando patológica, severa depressão.

MEDO: ansiedade, apreensão, nervosismo, preocupação, consternação, cautela, escrúpulo, inquietação, pavor, susto, terror e, como psicopatologia, fobia e pânico.

PRAZER: felicidade, alegria, alívio, contentamento, deleite, diversão, orgulho, prazer sensual, emoção, arrebatamento, gratificação, satisfação, bom humor, euforia, êxtase e, no extremo, mania.

AMOR: aceitação, amizade, confiança, afinidade, dedicação, adoração, paixão, ágape (caridade).

E as virtudes e vícios que vão desde a fé, compaixão, esperança, coragem, altruísmo, perdão, equanimidade até dúvida, preguiça, tédio, etc. Há um debate científico sobre como classificar as emoções, já que podem ser igualmente um estado de espírito, temperamento ou se transformarem em distúrbios emocionais como depressão, angústia, ansiedade, fobias, etc.

Depreende-se, portanto, que em várias circunstâncias de nossa vida as emoções prevalecem e nos dominam. Quantas vezes nos surpreendemos diante de nossas alternâncias de estado de espírito, pois podemos ser muito racionais num momento e irracionais no seguinte quando o calor da emoção passa a comandar nossas atitudes.

É exatamente nos estados extremos das emoções que as pessoas cometem ações das quais se arrependem amargamente no minuto seguinte, quando a mente racional começa a reagir. É este o caminho dos crimes passionais, quando se diz que houve “privação dos sentidos”.

Portanto, emoções são sentimentos a se expressarem em impulsos e numa vasta gama de intensidade, gerando idéias, condutas, ações e reações. Quando burilados, equilibrados e bem conduzidos transformam-se em sentimentos elevados, sublimados, tomando-se, aí sim — virtudes.

O livro de Daniel Goleman traz-nos preciosas contribuições que devem ser analisadas à luz da Doutrina Espirita. Observemos, em princípio, o que consideramos a contribuição fundamental de sua obra: a distinção entre inteligência emocional e racional, em que “linguagem” a primeira se manifesta e todas as conseqüências que daí advêm. Mas, iremos analisar, especificamente, o discurso de Jesus, sob esta ótica.

Segundo o autor e conforme mencionamos linhas atrás, Jesus utilizou-se do “vernáculo do coração”, falava, portanto, a linguagem da emoção, e acrescentamos: do sentimento sublimado — por isto se diz que Ele trouxe a Lei de Amor.

Todavia, para a mentalidade racional que impera no Ocidente, nas elites intelectuais, sobretudo, essa mensagem passou a ser vista como sinônimo de psicose, infantilidade, poesia e utopia. Por outro lado, os principais fatores que geraram esse tipo de leitura foram as distorções, as interpolações e mutilações que o Evangelho sofreu e que o transformaram nesse cristianismo dos tempos atuais, muito distante da verdadeira Boa-Nova.

É exatamente no momento crucial em que a Europa, liderada pela França, entroniza a “deusa Razão”, zombando dos valores espirituais cultivados pela religião dominante, que a Terceira Revelação chega à Terra. O Espiritismo veio fazer uma leitura do Evangelho através da razão. Tendo em suas bases a moral cristã em sua pureza primitiva, interpretada, todavia, na linha do raciocínio a fim de que o seu aspecto emocional passe agora pela mente racional e possa ser aceita, assimilada pela mentalidade que prevalece em nossa época.

Cremos que a resistência na aceitação da Doutrina Espírita por parte dos países europeus (e mesmo norte-americanos), deve-se ao fato de não terem conseguido ainda assimilar essa nova mentalidade, pois destacam, de forma predominante, os valores intelectuais, a linha racional, não admitindo a prevalência da emoção ou a sua equiparação com a razão.

A Doutrina Espírita vem colocar o Evangelho do Cristo na linguagem da razão, com explicações racionais, filosóficas e científicas, mas, vejamos bem, sem abandonar, sem deixar de lado o aspecto emocional que é colocado na sua expressão mais alta, tal como o pretendeu Jesus, ou seja o sentimento sublimado, demonstrando assim que o SENTIMENTO E A RAZÃO podem e devem caminhar pela mesma via, pois constituem as duas asas de libertação definitiva do ser humano: O AMOR E A SABEDORIA.

A questão 627 de “O Livro dos Espíritos” traz-nos primorosa síntese das finalidades do Espiritismo e, a certa altura da resposta transmitida pelos Espíritos Superiores afirma: “O ensino dos Espíritos tem que ser claro e sem equívocos, para que ninguém possa pretextar ignorância e para que todos o possam julgar e apreciar com a razão. Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou. Daí a necessidade de que a ninguém seja possível interpretar a lei de Deus ao sabor de suas paixões, nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e de caridade.”

Suely Caldas Schubert, postado no Blog Espiritismo na Rede

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Ofensa, Como Lidar ?

Interessante notar que somos testados a todo o momento em nossas atitudes, comportamento, maneira de pensar, estado de ânimo e em muitos outros sentimentos. Esse teste faz parte da vida, pois viemos ao mundo para em comunidade apararmos arestas, e é comum sofrermos alguma ofensa em nosso íntimo por questões das mais diversas. Basta que nos contrariem não tendo as mesmas ideias que passamos a nos fechar e ver na outra pessoa alguém que estaria contra nós. Isso é muito comum nas questões que envolvem espaço, poder, vitrine, e os que mais se ofendem são os orgulhosos.

Vemos muitas pessoas que não sabem o que se passa dentro de seu próprio lar, mas preocupa-se com a vida alheia tentando incutir suas ideias e costumes, sendo que jamais será digna de crédulo, pois se sua própria vida é desalinhada, como seguir seus parâmetros?

Mas o correto quando sofremos uma ofensa, é tentar respirar fundo e refletir, se pudermos, de como Jesus agiria em tal situação, já que o Mestre é que nos forneceu as diretrizes para nossa vida através do Evangelho. Se conseguirmos ter a serenidade no momento da ofensa, certamente conseguiremos passar sem deixar que aquela energia viciada contida nas palavras ou gesto que nos são desferidos, nos atinja psiquicamente e repercuta no corpo físico.

Tem pessoas que nem precisam ouvir ou ver uma fisionomia sisuda de determinada pessoa. Basta ser receptiva e sentirá como que sendo atingida por dardo magnético a lhe alcançar, tendo como sintoma dores musculares, dor de cabeça, mal estar, enjoo, tonteira, taquicardia ou apenas aflição.

Sabemos o que as palavras contêm, mas não sabemos o que contém nos pensamentos de cada um que se dirige a nós ou até mesmo nos abraça, ou aperta a mão traiçoeiramente. O gesto muitas vezes não vale tanto como o pensamento alheio que se acerca de nós, já que isto é energia. Uma prova de que pensamento é energia pura, é o porquê das orações serem atendidas.

Muitas das pessoas que nos ofendem estão adoentadas, vivem em direto confronto consigo mesmas, são gente perdida sem rumo e que não acharam ainda a razão pelas quais vieram a Terra. Vão passar esta reencarnação sem somarem nada na sua evolução espiritual e certamente são sofredoras, por isso destilam veneno, e se conseguirmos com a serenidade anular essa emissão energética equivocada, certamente sentir-nos-emos maiores perante as questões complexas de nosso Planeta, e cada vez mais nos fortificaremos.

A gente tem a teoria de que não devemos levar desaforo para casa, mas toda vez que revidamos, estamos deixando que o desaforo que nada mais é do que energia viciada nos envolva e acabamos levando sim para casa essa emanação, e dividindo com familiares causando problemas em casa, que é o objetivo do ofensor. Calar é a melhor defesa.

Possamos procurar o equilíbrio e harmonia diante da ofensa e certamente sentiremos menos dor. Ignore: o veneno só nos atinge se o ingerirmos. A vida se encarrega do ofensor. Jesus nos proteja a todos.

Autor: Nilton Cardoso publicado no site Portal do Espírito

domingo, 14 de julho de 2019

Dias melhores

Procuramos dias melhores. Que as coisas aconteçam sempre positivamente com um final feliz para todos que nos cerca, principalmente para aqueles que amamos. Para tanto, tem uma gama de pessoas que procuram nos locais religiosos, templos, igrejas, capelas a harmonia almejada, outros procuram ajuda indo consultar-se com pessoas que se propõem trazer soluções rápidas e até mágicas. Tem aquelas que vão a ambiente de relaxamento corporal para ali conseguir alívio para as tensões, enquanto que outros vão para retiros espirituais e até isolam-se do mundo por muito tempo em meditação profunda.

Tudo isso são medidas que realmente mexem com o psíquico e de fato podem trazer alguma melhora, pois acima de tudo está nossa mente que tem o poder de fazer com que a matéria orgânica que é nosso corpo, produza substâncias que vão proporcionar uma melhora, desencadeando bem estar geral.

Nossa mente está mergulhada nas ondas hertzianas e quando emitimos pensamentos bons, salutares, vibramos numa frequência onde encontra-se esse tipo de energia e, é nesse ambiente invisível que também estão envoltos os Benfeitores Espirituais de maior elevação. São esses Espíritos amigos que quando permitimos em razão de nossa conduta, entrarem em contato conosco intuindo, ajudando-nos na feitura de melhores dias e na solução de nossos problemas.

Jesus nas suas exemplificações dizia que “pedi e obtereis, busca e acharás”. Devemos fazer tudo que é possível para nossa melhoria e se empreendermos toda força possível para fazer merecer o que almejamos, realmente haverá mudanças.

Mas devemos também considerar que nem tudo que buscarmos ou pedirmos nos será concedido efetivamente, pois que Deus só permite que algo aconteça da maneira que realmente queremos quando merecemos ou se esse algo possibilitará nosso crescimento espiritual. Não raro, o que pedimos não é bom para nós ali adiante e como somos ainda imperfeitos perante o Criador, sempre desejamos que as coisas se processem da maneira mais cômoda, e geralmente esta não é a visão que Ele tem para conosco.

Certo é que ao emitirmos bons pensamentos e termos uma vida comprometida com o comportamento mais correto possível, nos preocuparmos com o próximo e sempre vivenciar a fé que demonstramos nas casas de orações, vamos canalizar energias necessárias que vão melhorar a saúde do nosso corpo físico e harmonizar nosso corpo astral, ocasionando agrado a Deus. A cada existência vamos compreendendo tudo isso e colocando em prática o que possibilita a evolução.

O Evangelho de Jesus não é um ensinamento que vamos absorver em uma única existência planetária. Vão se passar várias vidas e o Espírito que somos vai por muito tempo se deparar com esta maravilha de ensinamento, e aos poucos através da prática no bem, vamos ficando cada vez melhores. Mas se olharmos para nosso passado veremos que já progredimos muito moralmente e que hoje somos melhores. Já desenvolvemos a capacidade de não só traçarmos diretrizes para nossos filhos, mas sim de darmos a eles o exemplo das boas práticas. A modificação do comportamento moral é algo difícil de trabalhar, mas é algo que devemos perseguir e avançar. Quanto mais nos elevarmos nos ensinamentos espirituais, menos nos incomodarão as imperfeições materiais da Terra.

Fonte: Portal do Espírita

terça-feira, 28 de maio de 2019

Permita-se não julgar


“Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja”.

O não julgamento tem sido uma lição passada por quase todos os grandes mestres que passaram pela Terra e podemos dizer que é uma premissa básica da espiritualidade. A frase acima, no caso, é do grande espiritualista Chico Xavier, que contribuiu muito para a evolução da consciência brasileira e também mundial.

O pensar exige que façamos algum julgamento sobre as coisas, no sentido de analisar e questionar. Sem um certo nível de generalização e avaliação é impossível conceituar o que quer que seja. Isso posto, é importante ressaltar a diferença entre pensar e questionar do julgamento negativo que fazemos sobre as pessoas e suas decisões e atitudes.

O julgamento não saudável é aquele que aponta o dedo, que critica de maneira destrutiva e sem empatia ou compaixão. Ele se baseia em noções parciais sobre a realidade do mundo e do outro, assumindo como verdade a nossa própria experiência. Assim, o não julgamento é uma das atitudes mais espirituais que podemos ter, que nos traz qualidade de vida, tranquilidade emocional e crescimento. O não julgamento é uma dupla oportunidade de aprendizado: exercitamos nosso amor e empatia e podemos receber ensinamentos através dos enganos daqueles que nos rodeiam.

Não devemos perder tempo apontando o dedo para os outros e sim aproveitar cada oportunidade para nos avaliar. Também é preciso considerar que, quando perdoamos alguém, também estamos perdoando a nós mesmos. Nos libertamos da dor, das emoções tóxicas e dos sentimentos negativos que o ressentimento e a mágoa plantam em nossa alma e nos tornamos mais livres e próximos da sabedoria e amor divino.

A RELATIVIDADE DO ATO DE JULGAR

Podemos com toda a certeza afirmar que todo julgamento que somos capazes de fazer é parcial, mesmo quando são análises que visam a evolução e não a crítica e destruição do outro. Para nós, não é difícil olhar um psicopata e pensar “eu jamais faria isso” ou “como é possível que ele tenha cometido esse ato tão terrível?”, entretanto, será que conseguimos ter a capacidade de identificar em nós mesmos o que fazemos e que em termos espirituais pode ser completamente contra os preceitos divinos?

Essa ideia é simples de compreender. Será que se Buda estivesse nos olhando gritar com nossos filhos também não se chocaria? Será que se Jesus nos observasse de fato, não ficaria admirado a cada vez que viramos as costas à pobreza e fechamos a janela do carro na cara de uma criança faminta? Gandhi se entristeceria com o simples ato de mantermos presos em gaiolas pássaros que foram feitos para a liberdade? Ou quando arrancamos uma flor de seu jardim, só porque a achamos muito bonita e queremos um pouco daquela beleza para nós?

A parcialidade do julgamento está diretamente ligada ao nível de evolução da consciência que temos. Somos tão embrutecidos que matamos mesmo sabendo que é totalmente inaceitável, apesar de termos esse valor em nosso horizonte. E com certeza cometemos atos que nem sequer nos damos conta e que ferem os princípios espirituais, tanto quanto tirar a vida de outra pessoa.

Sempre julgamos com base em nós mesmos e de acordo com nossa consciência e, saber disso, deveria ser o motivo principal para adotarmos o não julgamento em nossas vidas e a aceitação de tudo aquilo que se apresenta para nós com amor, compreensão, compaixão e empatia.

OLHAR PARA SI MESMO E A PROJEÇÃO QUE FAZEMOS NO OUTRO

O julgamento tem como objeto alguém, mas cada vez que apontamos o dedo para alguém há mais três dedos apontados para nós. Quando acusamos o outro ou algo no outro nos incomoda a ponto de fazermos criticas destrutivas, é porque esse “algo” encontrou um eco em nós, ou seja, a crítica revela as nossas dores. A psicanálise freudiana também sugere a mesma ideia, sintetizada na frase de Freud: “O homem é escravo do que fala e dono do que cala. Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo”. Um outro exemplo que encontramos na psicanálise é a homofobia, que seria segundo essa abordagem teórica um choque entre dois homossexuais: aquele que aceita sua orientação sexual e aquele que a rejeita.

Quando julgamos de forma ferrenha ao outro, estamos não só expondo nossa alma, nosso valores e dores, como exercitando o egoísmo e mesquinhez. O exercício da empatia seria, talvez, o movimento contrário mais próximo do não julgamento, onde a compaixão faz com que a reflexão sobre a situação do outro possa ser possível. Será que, naquela mesma situação, não agiríamos nós mesmos daquela mesma maneira? Se, ao invés de julgar, tentássemos entender qual parte de nós se incomoda e porque, sem dúvida teríamos relações mais saudáveis.

Importante também é compreender que não somos os nosso erros, assim como o outro também não se resume aos enganos que comete. Sendo a Terra uma escola, almas em diferentes estágios evolutivos vivenciam experiências aqui e não há distinção de valor entre elas. O momento da jornada no qual nos encontramos não encerra em si nossa luz divina e, sem os erros, jamais teríamos oportunidades de crescimento e evolução.

Texto do site WeMystic com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Energia do abraço. Prove desta vibração positiva agora!

Abraçar é abrir-se.  Depois de um gol, antes da corrida, no momento de dor, na vertigem da descida, a um passo da saudade, no calor de um encontro. Abraços são braços desarmados. Gente que abraça também se abraça junto. Acabe a timidez de uma vez. Quem tão pouco ou nada abraça, faça a sua estréia. 

Abrace sem explicação, motivo ou cerimônia. Mas abrace para deixar ser livre e não aprisionar. A Energia de um abraço é uma conexão de humanidade. Estamos mais distantes do que estávamos antes. Necessitaremos estar por perto. Ainda mais longe, estaremos impedidos de nos reconhecer.

Vivemos com os braços atarefados, muito ocupados.  Carregamos entrega de compras quando temos simples abraços para oferecer.  Faça um teste. Diga, ainda hoje, quando surpreender alguém, “como é bom abraçar você”. Não espere. Amanha é outro dia de presente. Quem você adiou abraçar pode estar ausente. Abrace com Amor. De  braços bem abertos como um Cristo Redentor. Energia do abraço. Prove desta vibração.







Fonte: Blog MeioNorte.com

Os Santos e o Espiritismo

O Espiritismo não possui o hábito de devoção a Santos, conforme costume da Igreja Católica, mas compreendemos, de acordo com o ensinamento dos Espíritos, que os chamados Santos, foram pessoas que realizaram grandioso trabalho em prol do próximo, sendo espíritos elevados e que, agora, desencarnados, continuam a realizar grandiosos trabalhos em prol de todos nós, trabalhando por meio de falanges de luz. Podemos considerar os Santos como Espíritos Elevados.

A representação desses espíritos por imagens, vem também da Igreja católica. Os santos por serem espíritos esclarecidos, bondosos, que deram testemunho de que são acima da matéria, não ficam presos a representações nem a imagens.

Vamos lembrar que nenhum objeto tem força por si só. O que tem força é o seu pensamento. E se você acreditar que aquela imagem irá te ajudar irá registrar em sua mente que aquilo irá te salvar. Sendo assim, a cura, a bênção e o milagre virão, mas não pela imagem, e sim pela sua força mental.

Uma pessoa ao olhar para a imagem de Jesus, ela toma um respeito pela imagem e pelo nome dele. Quando ela entra em um lugar que tenha a imagem de um santo, ela vai se policiar para não xingar, não falar coisas indevidas, não dispersar o assunto, não pensar em coisas que não são vinculadas a fé.

Assim como Emmanuel mentor de Chico usava roupas romanas, porque se sentia bem; o espírito de um Papa pode usar roupas sacerdotais, assim como Joanna de Ângelis se plasma como freira.

Vamos lembrar que, Chico Xavier em sua Humildade, tinha imagens de santos. Não que ele as cultuava e adorava mas ele respeitava e gostava muito. Inclusive tinha muita fé em Nossa Senhora da Aparecida e Nossa Senhora da Abadia (padroeira da cidade de Uberaba-MG).

Dr. Bezerra de Menezes, o médico dos pobres, dizia que tudo o que ele fazia era em nome de Nossa Senhora.

A Doutrina Espírita não usa imagens, mas não condena aqueles que usam. Um bom espírita não condena, apenas auxilia quando solicitado.

Fonte: Perfil do Instagram Letra Espírita (@letraespirita) e site do MAP – “Movimento de Amor ao Próximo” .

terça-feira, 2 de abril de 2019

A Lei do Perdão

Todas as religiões e caminhos espirituais que conhecemos falam em perdão. Mas será que sabemos, de fato, perdoar?

Perdoar requer atitude de sobriedade e aceitação; o perdão deve brotar da consciência de si e dos limites de cada um. O exercício do perdão deve ser, primeiramente, praticado através do auto perdão, que muitas vezes é o mais difícil.

Perdoar nossos erros do passado, nossas falhas e faltas, aceitar nossos limites, nossa ignorância, nossa condição de aprendizes, é fundamental para encontrarmos um pouco de paz interior.

O orgulho e a arrogância devem ser deixados de lado e nosso coração e consciência devem se abrir ao auto perdão. A culpa é um sentimento que devemos reavaliar; que tal trocarmos a palavra culpa pela palavra responsabilidade? Não somos culpados enquanto inconscientes, mas responsáveis por cada atitude, cada palavra, cada comportamento. Assumindo a responsabilidade por cada movimento que fazemos, assumimos a consequência de todo ato praticado por nós. Assumindo a responsabilidade e a consequência, amadurecemos como seres humanos que somos e continuamos a percorrer o caminho do crescimento e evolução. Dessa forma, os erros são compreendidos e o perdão acontece naturalmente. Assumir responsabilidades por nós e nossas vidas, redimensionar nossos erros e faltas, procurar corrigi-los e, fundamentalmente, descer da cruz que nos foi imposta, é fundamental para nosso crescimento.

É natural, dentro das leis deste planeta, que passemos por graves problemas, perdemos o chão firme que sempre caminhamos com segurança, a razão, a consciência e nos vemos repetindo padrões antigos.

É preciso aprender a perdoar a nós mesmos, à nossa ancestralidade, nossa origem, nossos limites e quando fazemos isso, passamos a nos aceitar mais plenamente, aceitar nossa ancestralidade e origem, além dos nossos limites humanos.

Precisamos deixar de lado os conceitos, os rituais e toda manifestação externa da prática do perdão. Como disse, perdoar deve ser um ato de consciência e por isso deve brotar da experiência interna, de um processo de interiorização. Deve-se deixar de lado as raivas, a revolta e abraçar a entrega e a aceitação. 

Quando conseguimos alcançar esse lugar em nós, experimentamos a expansão, sentimos nossos corações se aquecerem e a sensação é de libertação. Há, certamente, uma tendência a repetirmos padrões que estão muito cristalizados pelo tempo e pela repetição, portanto, deve-se manter a consciência alerta e nunca desistir. É como um duro nó que precisa ser desatado, com amor e paciência.

Perdoar é um exercício de humildade, é preciso acreditar que existe algo maior e mais poderoso do que nós. 

Somos arremessados a um estado de bênção divina que nos permite continuar nossa jornada na direção de uma nova vida. Mas só conseguimos nos banhar nessas águas, quando aprendemos, a partir da consciência de nossos limites e faltas a praticar a lei do perdão. 

Fonte site Terra, com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Palestrante convidado do LEAE abordará sobre a Reconciliação, em abril

Como já é sabido, o Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE) costuma trazer palestrantes convidados para as exposições de segunda-feira, dia determinado para as palestras da Casa.

Ora deixando os convidados à vontade em relação aos temas, ora sugerindo assuntos de acordo com as obras básicas, a variedade do que nos é exposto é incrível.

Tão incrível e atemporal é o conteúdo escolhido para ser exposto por Thiago de Freitas Toledo, palestrante convidado para o dia 08 de abril: "Reconciliação - A Arte de Desenvolver a Compaixão".

A ideia é partir da proposta de Jesus para que nos conciliemos depressa com nossos adversários (Mateus, 5:25-26). Thiago nos adianta que 'à luz do conhecimento espírita, verificaremos quais são esses adversários, internos e externos, e como, de forma prática e aplicável, operarmos essa conciliação'.

O jovem palestrante expõe que como instrumentos de trabalho para a realização da tarefa de reconciliação, podemos seguir as orientações do Espírito Joanna de Ângelis, pela mediunidade de Divaldo Franco, presentes em trechos de mensagens das obras Filho de Deus e Momentos de Harmonia. "Seremos convidados, dessa forma, a um olhar sensível para com as experiências pelas quais temos passado, de modo que encontremos nos variados desafios cotidianos a oportunidade de que necessitamos para produzir paz e saúde interior", ressalta.

Com grandes expectativas sobre o encontro do dia 08 de abril, Thiago lembra ainda que esta é uma oportunidade singela, mas de graves proporções. 'Acredito que será um encontro de fraternidade e valorosas reflexões aos corações conflituados como os que ainda trazemos.  Espero conseguir trazer ao público aquilo que, todos nós, necessitamos ouvir, uma vez que ainda estamos em evolução'.

Sobre o palestrante

Thiago de Freitas Toledo, 23 anos, estudante de Comunicação Social - habilitação em Publicidade e Propaganda, chegou ao movimento espírita pelas vias do programa reencarnatório. 

Nascido em família espírita, participou ao longo de toda a infância e juventude das atividades de evangelização no Centro Espírita Cuiabá (localizado no Centro da Cidade) e de teatro no Grupo Espírita de Arte Cristã Juventude Ativa. 

Em 2011 participou da Caravana Federativa da Região Centro, em Cuiabá, onde teve um contato mais direto com o trabalho realizado pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (Feemt) e, logo na sequência, passou a integrar sua equipe de trabalhadores. 

Em 2014, ao participar de outro evento promovido pela mesma instituição é que pode aquilatar o sentido de nos encontrarmos enquanto espíritas na atual existência. Desde então, nosso trabalho tem tido outro significado.

Atualmente integra a Diretoria Executiva da Feemt e trabalha como colaborador no Centro Espírita Joana D'Arc e no Centro Espírita Lar de Amor.

Thiago é a 'carinha' que estampa os vídeos publicados pela Federação Espírita de MT em seu site e YouTube. 

Sobre o convite do LEAE em nos auxiliar com as exposições e divulgação dos ensinamentos da doutrina espírita, o jovem comunicador diz que 'é sempre uma alegria estar com os amigos do Lar Espírita Aprendizes do Evangelho pela importante contribuição que a instituição vem ofertado à humanidade junto aos corações necessitados do Parque Cuiabá. Foi com muita alegria que recebemos o novo convite, tanto pela oportunidade de confraternização, quanto pela possibilidade de refletirmos juntos, em torno da mensagem cristã, que tanto acolhimento nos oferece ao coração.'

Esperamos a presença de todos na sede do LEAE, dia 08 de abril, para apreciarmos a exposição do jovem palestrante. 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A negligência e a omissão como fardos que você tem que carregar

Nos últimos dias estamos sendo defrontados com tragédias de toda ordem, afetando cidades inteiras, grupos de jovens, vitimizando religiosas e iludidos por falsos cristos, crianças e mulheres violentadas em suas próprias casas, mas quantas tragédias anônimas ou 'silenciosas' estão à nossa volta?

É como se o que ocorresse na esfera privada, não fosse parte do nosso cotidiano, de nossa esfera de ação. A negligência e a omissão são as grandes comparsas dos criminosos.

Não se iluda de que não sendo o executor do tiro, da agressão, do roubo, do estupro de uma criança, mas tendo ciência de que isso está acontecendo ou de sua possibilidade, você já não esteja comprometido com o crime. Se a tragédia ainda não chegou em sua casa, não quer dizer que ela não virá, portanto, denuncie, se meta, proteja, acolha, aprenda a ouvir. São crianças, jovens, mulheres e idosos sofrendo atrocidades diariamente, bem debaixo do seu nariz.

Não tenha a ilusão de que cada  crime desses, pressentido ou sabido por você, não lhe respingará. Esse fardo pesará e seguirá você, em sua consciência. Portanto, não se omita, não seja conivente por comodismo ou convenção social. Um grito de socorro, ensurdecedor, ecoa em nossa doentia sociedade, ouça! Há que se ter empatia, respeito e acima de tudo humanidade, chega de desculpas e preconceitos que não te elevam.

Somos todos irmãos seguindo a mesma jornada, almejando o mesmo fim: a paz, a plenitude e a felicidade. Mas é possível ser feliz vendo a desgraça que se abate no seu vizinho, com sua sobrinha ou sobrinho, com aquele idoso maltrapilho pedindo um trocado na porto de algum mercado?! 

"Amais uns aos outros como vos amei e fazeis a eles conforme quiserdes que lhe seja feito", já pronunciou pedagogicamente nosso Mestre.

Texto de Luciana Pereira, Comunicadora Social (por formação), trabalhadora do Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE).

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Ser espírita...

O que é ser espírita? Muitas vezes quando dizemos ser espíritas as pessoas nos perguntam o que é o espiritismo, quais nossas crenças, se acreditamos em Deus ou em Jesus, e por ai vai…

Mas nós sabemos o que é ser espírita? Bem creio que vocês saibam, pois o espiritismo é para cada um algo de importância moral. Allan Kardec afirmou, em O Evangelho segundo o Espiritismo, que o verdadeiro Espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega em domar suas más tendências.

O espiritismo é uma doutrina revolucionária que traz a fé raciocinada, pautada em revelações dos espíritos trazidas através da codificação de Allan Kardec em suas 5 obras básicas. Delas Kardec discorre sobre todos os assuntos cotidianos que enfrentamos e chega até a questões religiosas e científicas complexas, tudo com explicações lógicas e intuitivas trazidas pelos amigos espirituais.

Daí podemos perceber a proposta da doutrina espírita através do pedido de Kardec em suas obras para a auto crítica e a auto-análise de nossos atos, de nossas crenças. Kardec nos convida à elevação da conduta moral do ser, a fim de se progredir na escala evolutiva que é lei primeira do universo.




Ser espírita significa o olhar interior, a localização e a aceitação de nossa condição e a busca pela melhora e evolução de nossas aptidões e defeitos. Entendemos que não existe o “CERTO” ou o “ERRADO” e sim a “AÇÃO” e a “REAÇÃO” , lei de constante aplicação em nossas vidas e causador das nossas sucessivas necessidades de reencarnar e progredir.

Por fim, gostaria de deixar a reflexão para cada um de vocês… Perguntem-se, internamente, para você… o que é ser espírita?



Fonte: Espiritismo da Alma