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sexta-feira, 5 de março de 2021

Humildade é humilhação?

Será que humildade é humilhação? No vídeo de hoje, Pedro Neves, da União das Sociedades Espíritas explica que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Dê um clique, assista ao vídeo e entenda porque a humildade não é sinônimo de humilhação. Muito pelo contrário!!!



quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Lançamento Feb Editora - O heroísmo da humildade

Nesta obra, Osvaldo Melo apresenta a virtude da humildade como força motriz para deter nossos vícios, iniciando o processo de transformação moral. 

Com estilo literário incomum e surpreendentemente contemporâneo, o autor faz um belo convite para uma boa reflexão, por meio do gênero narrativo de uma novela. 

Narrada no início do século XX, a história continua atual, revelando a complexidade das relações humanas na busca da solução de conflitos.

Autor: Osvaldo Melo
Editora: FEB
Páginas: 142
Tipo: Brochura
Tamanho: 16x23cm
Preço Médio: R$ 30,00

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Todas as mulheres nasceram para ser mães?

Para entrarmos nesse assunto precisamos primeiro falar sobre PLANEJAMENTO REENCARNATÓRIO.

O que é esse planejamento? É o que fazemos quando estamos nos preparando para reencarnar. É nesse planejamento que decidimos se viremos homem ou mulher, se seremos ricos ou pobres, se teremos filhos ou não, escolhemos nossos corpos, e tudo mais que irá nos ajudar a passar pelas provas e expiações necessárias quando estivermos encarnados.

Agora sim vamos falar sobre maternidade. Como cada pessoa faz o seu planejamento, cada pessoa decide que tipo de sentimento ainda precisa exercitar, que tipo de prova precisa passar. Nem todos os espíritos que reencarnam como mulher escolhem passar pela maternidade, por isso é tão comum nos depararmos com mulher que diz: Não tenho vontade de ter filhos.

O que leva essa mulher a escolher não passar pela maternidade? Como o espiritismo não é matemático , não há uma resposta exata. Muitas vezes essa mulher precisa aprender a sentir outro tipo de amor, que não o materno, ou o planejamento reencarnatório dela foi para dedicar-se a outro tipo de trabalho, que não o maternal. Mulher nenhuma é obrigada a sentir vontade de ser mãe.

Precisamos entender que não há uma fórmula para dizer se a mulher é feliz ou não. Casar, e ter filhos, não está no planejamento de todas as mulheres e tá tudo bem!

Cada pessoa está aqui para viver a vida que precisa para sua evolução, com filhos ou não, a reencarnação está muito além de formar ou não uma família. 

Por isso, tenhamos o entendimento de o nosso planejamento reencarnatório não é o mesmo que o do nosso irmão. E respeitemos isso.

Estamos todos juntos caminhando para nossa evolução espiritual.

Lembremos sempre que mais vale uma vida sem filhos mas dedicada ao amor, do que uma com uma família enorme onde a gente não se esforça para amar ninguém.

Texto publicado no perfil do Istagram Uma Jovem Espírita

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Análise de palestras espíritas

Participo de um grupo de estudos do Espiritismo pela internet, grupo, aliás, muito instrutivo. Costumo aprender com os comentários dos estudiosos e, dia desses, vi algo num comentário, que me chamou atenção.

Um componente do grupo pediu a outro participante para analisar determinada palestra espírita que havia sido proferida em sua cidade. Então, após o pedido, a análise foi feita de forma muito tranquila, com argumentos e sem qualquer ofensa à referida palestra ou ao orador.

Mas eis que uma outra participante do grupo, ao se deparar com a análise da palestra, resolve pedir mais caridade.

Fiquei, então, sem entender. A análise, como disse acima, havia sido feita da forma mais respeitável possível, sem ofensas ou adjetivações.

Onde estaria a falta de caridade?

Aquilo me levou a refletir na compreensão que temos da palavra caridade. Será que entendemos, realmente, o que é caridade? Caridade seria calar-se? Caridade seria não realizar críticas? Por qual razão alguém entende uma análise como falta de caridade?

Entender análise como falta de caridade, aliás, é algo bem comum na cultura brasileira, e isto, infelizmente, empobrece o debate e a troca de ideias.

Quando digo que alguém que fez uma análise respeitosa e com bons argumentos faltou com a caridade, gero um clima de constrangimento que tende a trazer o silêncio ou o confronto e não o debate sadio.

A fuga de uma análise, seja de mensagens mediúnicas, livros, textos e palestras é a técnica utilizada por Espíritos que fascinam: a ideia deles é privar os indivíduos do senso crítico, transformando em inimigos e desafetos todos aqueles que oferecem um ponto discordante ou de melhoria em suas opiniões.

Penso que mudar o foco de como se vê a questão é fundamental para o crescimento. Ao enxergar quem faz análise como alguém que me dá, gratuitamente, um feedback, um retorno sobre o meu trabalho, automaticamente, elimino a ideia de faltar caridade, de modo que poderei aproveitar todos os seus apontamentos sobre minha explanação, mensagem, livro, texto ou coisas do gênero, logo, crescer com sua análise.

Mas para isto é preciso humildade; para bem receber uma análise é necessário sair da redoma da infalibilidade para conectar-se com sua dimensão humana, pois os humanos erram.

E nós, infelizmente, parece que estamos ainda imaturos para admitir que erramos.

Eis um tema para pensarmos com carinho.

Artigo de por Wellington Balbo publicado no site de O Consolador

terça-feira, 2 de abril de 2019

A Lei do Perdão

Todas as religiões e caminhos espirituais que conhecemos falam em perdão. Mas será que sabemos, de fato, perdoar?

Perdoar requer atitude de sobriedade e aceitação; o perdão deve brotar da consciência de si e dos limites de cada um. O exercício do perdão deve ser, primeiramente, praticado através do auto perdão, que muitas vezes é o mais difícil.

Perdoar nossos erros do passado, nossas falhas e faltas, aceitar nossos limites, nossa ignorância, nossa condição de aprendizes, é fundamental para encontrarmos um pouco de paz interior.

O orgulho e a arrogância devem ser deixados de lado e nosso coração e consciência devem se abrir ao auto perdão. A culpa é um sentimento que devemos reavaliar; que tal trocarmos a palavra culpa pela palavra responsabilidade? Não somos culpados enquanto inconscientes, mas responsáveis por cada atitude, cada palavra, cada comportamento. Assumindo a responsabilidade por cada movimento que fazemos, assumimos a consequência de todo ato praticado por nós. Assumindo a responsabilidade e a consequência, amadurecemos como seres humanos que somos e continuamos a percorrer o caminho do crescimento e evolução. Dessa forma, os erros são compreendidos e o perdão acontece naturalmente. Assumir responsabilidades por nós e nossas vidas, redimensionar nossos erros e faltas, procurar corrigi-los e, fundamentalmente, descer da cruz que nos foi imposta, é fundamental para nosso crescimento.

É natural, dentro das leis deste planeta, que passemos por graves problemas, perdemos o chão firme que sempre caminhamos com segurança, a razão, a consciência e nos vemos repetindo padrões antigos.

É preciso aprender a perdoar a nós mesmos, à nossa ancestralidade, nossa origem, nossos limites e quando fazemos isso, passamos a nos aceitar mais plenamente, aceitar nossa ancestralidade e origem, além dos nossos limites humanos.

Precisamos deixar de lado os conceitos, os rituais e toda manifestação externa da prática do perdão. Como disse, perdoar deve ser um ato de consciência e por isso deve brotar da experiência interna, de um processo de interiorização. Deve-se deixar de lado as raivas, a revolta e abraçar a entrega e a aceitação. 

Quando conseguimos alcançar esse lugar em nós, experimentamos a expansão, sentimos nossos corações se aquecerem e a sensação é de libertação. Há, certamente, uma tendência a repetirmos padrões que estão muito cristalizados pelo tempo e pela repetição, portanto, deve-se manter a consciência alerta e nunca desistir. É como um duro nó que precisa ser desatado, com amor e paciência.

Perdoar é um exercício de humildade, é preciso acreditar que existe algo maior e mais poderoso do que nós. 

Somos arremessados a um estado de bênção divina que nos permite continuar nossa jornada na direção de uma nova vida. Mas só conseguimos nos banhar nessas águas, quando aprendemos, a partir da consciência de nossos limites e faltas a praticar a lei do perdão. 

Fonte site Terra, com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.