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quinta-feira, 3 de março de 2011

Para refletir

Francisco de Assis e o jumentinho

Certo dia, Francisco de Assis estava a meditar, quando apareceu Frei Leão, um de seus mais próximos companheiros. Ele dizia que tinha um problema e desejava o auxílio do amigo para a solução. Disse ele:

- Francisco, eu conheço uma pessoa que tem um jumentinho. Ele é muito frágil, magro, doente. Apesar disso, seu dono não o alimenta bem e exige muito dele.

- Ele monta no animal e exige ser carregado? - Perguntou Francisco.

- Sim, Francisco. O pobre animal mal se aguenta em pé e o dono lhe exige isso e muito mais. Não tem piedade para com ele. Diga-me, que devo dizer a esse homem?

Francisco era conhecido por amar os animais. Então, respondeu a Frei Leão:

- Que maldade! Pois traga-me esse homem e eu falarei com ele. Dir-lhe-ei como se deve tratar os animais.

Frei leão docemente, esclareceu:

- Francisco, é você o dono do jumentinho. Seu corpo é o jumentinho que o leva a todo lugar e não está sendo bem tratado.

Humildemente, respondeu Francisco:

- Verdade, Frei Leão? Eu faço isso com meu corpo? Trato-o tão mal assim?

E, ante a afirmação do companheiro, Francisco ali mesmo se ajoelhou e orou:

- Meu doce jumentinho, me perdoe. Nem percebi que estava a tratar tão mal a você, de quem dependo para realizar minha obra. Perdoe-me. Terei mais cuidado, daqui em diante.

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OBSERVAÇÃO: A narrativa nos faz perguntar: Estamos tratando bem nosso corpo?

Tem sido adequada a alimentação? Temos lhe permitido o repouso devido e temos atendido às suas dores?

Pensemos nisso: nosso doce jumentinho é nosso instrumento de trabalho na Terra. Amemo-lo. Atendamo-lo.
*Redação do Momento Espírita

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