quarta-feira, 26 de junho de 2013

Analfabetismo Funcional no Espiritismo

Pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro, em parceria com a ONG Ação Educativa, divulgou o Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional de 2012. Os dados revelam que 38% dos alunos de instituições de ensino superior no Brasil são analfabetos funcionais.

A expressão toma o substantivo “analfabeto” como aquele indivíduo que não sabe ler e escrever. Associando-se o adjetivo “funcional”, constrói-se o entendimento de que o “analfabeto funcional” é a pessoa que consegue ler e escrever, porém não é capaz de compreender o que lê e escreve.

A melhor das religiões



Para Victor Hugo, a tolerância é a melhor das religiões.
 
“Nunca quis mudar a religião de alguém porque, positivamente, não acredito que a religião A seja melhor que a religião B. Nas origens de toda religião cristã está o pensamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quem segue o Evangelho...”– afirmava Francisco Cândido Xavier, no balanço do apagar de seus dias na Terra.
 
A fantástica internet nos traz a opinião de Frei Betto sobre Chico. Frei Betto é frade dominicano, teólogo e escritor muitas vezes premiado, militante nos movimentos pastorais e sociais da Igreja Católica, referência da Teologia da Libertação, 56 livros publicados e traduzidos em diversos idiomas, quatro anos preso e torturado pela ditadura militar, no primeiro governo Lula coordenador da Mobilização Social do Programa Fome Zero. Chega-nos dele, via web: “As escrituras registram que Jesus passou a vida fazendo o bem. O mesmo se aplica a Francisco Cândido Xavier, o mais famoso kardecista brasileiro e um dos autores mais lidos do País. Conheci-o nos anos 50, em Minas. Nos meios católicos, contavam-se horrores a seu respeito. Espíritas e protestantes eram “queimados” na fogueira de nossos preconceitos até que o papa João XXIII, nos anos 60, abriu as portas da Igreja Católica ao ecumenismo. Chico Xavier é cristão na fé e na prática. Famoso, fugiu à ribalta. Poderoso, nunca enriqueceu. Objeto de peregrinações a Uberaba, jamais posou de guru. Quem dera que nós, católicos, em vez de nos inquietar com os mortos que escrevem pela mão de Chico, seguíssemos, com os vivos, seu exemplo de bondade e amor”.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Chá com Bolo do LEAE

Bom, como relato pessoal digo que, para aqueles que não participaram do Chá com Bolo do LEAE, ficam apenas as fotos como registro e que nos deixam com um pequeno arrependimento pelo não comparecimento...
 
Vejam como foi a alegria do encontro:
 


Reportagem da Revista IstoÉ sobre Zíbia Gasparetto: uma reflexão

A edição nº 2.272 da Revista IstoÉ tem como título de chamada de capa: “O Império Espírita de Zíbia Gasparetto”. Em que pese o forte apelo para atrair leitores simpatizantes e contraditores do Espiritismo, a chamada induz à associação dos interesses financeiros da referida escritora à exploração comercial da crença espírita.
 
Inicialmente destacando o sucesso mercadológico de Zíbia Gasparetto e o luxo de seu escritório no qual o repórter João Loes foi recebido, a matéria comenta a trajetória da psicógrafa, desde o início de suas experiências mediúnicas até a fundação do rentável negócio editorial mantido por ela e sua família.
 
A reportagem destaca a declaração da escritora de que não segue mais o Espiritismo, pois a mesma optou por trilhar caminhos que seriam incompatíveis com os princípios espíritas.

Boa vontade e simpatia

Um homem adquiriu uma fazenda, e dias depois encontrou-se com um de seus novos vizinhos.
 
O senhor comprou esta propriedade? – Perguntou-lhe o vizinho em tom quase agressivo.
 
Comprei-a sim, meu amigo!

Pois sinto lhe dizer que vai ter sérios aborrecimentos. Com as terras, comprou também uma questão nos tribunais.

Como assim? Não compreendo!

Vou explicar. Existe uma cerca, construída pelo proprietário anterior, fora da linha divisória. Não concordo com a posição dessa cerca. Desejo defender os meus direitos, e assim irei fazer!

Estresse: o mal que contamina

Seu aparecimento pode provocar uma rede que tende a enlaçar os que se aproximam do estressado
 
O assunto estresse está sempre em evidência por todos os segmentos da mídia. É um tema também comum nas queixas das pessoas no cotidiano, nas reuniões sociais e nos consultórios médicos, quando comentam sobre os seus modos de vida no lar, no trabalho e no meio social.
 
Podemos dizer que o estresse se trata de uma condição de ansiedade provocada por acontecimentos marcantes, alguma coisa difícil de suportar e que causa reações emocionais e físicas que levam ao desencadeamento de pensamentos ruins e estados infelizes da alma. Muitos entendem o estresse como um estado permanente de susto.

Vivendo o presente da melhor forma possível

Sempre podemos encontrar motivos para nos sentirmos descontentes, se quisermos. Podemos, também, encontrar argumentos para nos considerarmos afortunados por estarmos vivos. Tudo depende da maneira como cada um vê a existência.
 
 
O Cavalo Descontente:
“Era uma vez um cavalo que, em pleno inverno, desejava o regresso da primavera. De fato, ainda que agora descansasse tranquilamente no estábulo, via-se obrigado a comer palha seca.
– Ah, como sinto saudades de comer a erva fresca que nasce na primavera! – dizia o pobre animal.
A primavera chegou e o cavalo teve sua erva fresca, mas começou a trabalhar bastante porque era época da colheita.

O valor do perdão na atualidade

Estamos vivendo momentos difíceis na inter-relação social em que o ser humano ainda carrega consigo ódios e desejos de vingança em seu coração. Isso vem acontecendo na atualidade devido à falta de amor ao próximo e a si mesmo. Por isso, a falta de compreensão em relação ao outro é um fator preponderante nesse processo, pois sabemos que o ser humano tem também seus limites e suas dificuldades evolutivas por pertencer ainda a um mundo de provas e expiações.
 
Na realidade significa que ainda somos crianças espirituais e que temos que evoluir muito para a compreensão desse processo, visto que precisamos desenvolver mais a nossa amorosidade cristã para o entendimento dessas dificuldades evolutivas.

Cientistas e mediunidade

A partir de 1857, Allan Kardec, em Paris, “matou a morte” ao apresentar “O Livro dos Espíritos” a 18 de Abril de 1857. Seguiram-se entre outros “O Livro dos Médiuns” onde se encontra a parte experimental do Espiritismo. Em 2012 cientistas vêm confirmar as teses espíritas.
 
“As experiências espirituais são muito diversificadas e incluem processos cognitivos, emocionais, de percepção e de comportamento. Dependendo do tipo de experiência, nós vemos diferentes maneiras no modo como o cérebro responde”, explica Andrew Newberg, diretor do Centro de Medicina Integrativa, sediado na Universidade Thomas Jefferson, da Filadélfia.

Zibia na IstoÉ: uma declaração infeliz

No início deste mês, em sua edição n. 2272, datada de 3 de junho, a revista IstoÉ voltou a focalizar um tema relacionado com a mediunidade e, por tabela, com o Espiritismo.
 
Devem-se a essa revista matérias importantes relacionadas com o mesmo assunto, a que já nos reportamos neste espaço em mais de uma ocasião. Diferentemente de outras publicações brasileiras, IstoÉ não tem manifestado, a respeito da doutrina espírita, o preconceito que é compartilhado em geral pela chamada grande imprensa.

Ocorre que desta vez a revista contrariou um princípio caro ao jornalismo que recomenda sempre, quando alguém se refere a uma pessoa, que se ouça a outra parte.