terça-feira, 26 de março de 2019

Materialismo e o desequilíbrio espiritual

As necessidades humanas ainda são baseadas no material, porém é importante fazermos uma autoavaliação sobre os valores que damos às coisas.

O excesso do uso da matéria provoca um desequilíbrio com a parte espiritual gerando uma fuga no tangível. Compras compulsivas, gula, acumuladores de lixo; alguns exemplos do extremo do materialismo como causador de doenças mentais graves que podem gerar demais consequências.

Temos que buscar a fé e o amor e colocá-las em convivência com o uso moderado da matéria. O apego é um grande inimigo do equilíbrio e da harmonia desses usos. Às vezes objetos de parentes desencarnados, ou presentes que nunca foram usados e ainda sim por ter um “afeto” estão ocupando espaço físico, e de modo figurado energético, em sua vida.  

Aprenda a doar. Limpe seu guarda-roupas, esvazie prateleiras, compartilhe seus objetos. Inicie agora uma limpeza espiritual começando pelo desapego e emancipação com a utilização das coisas materiais. Não permita que elas tenham valores iguais ou maiores do que sua fé, o amor, sua família. Mude!

Os recursos do nosso planeta são esgotáveis, não se esqueça que ele é nossa morada e temos que cuidar e proteger, pois nós mesmo que seremos atingidos pelas consequências do excesso. A revolta da natureza é um grito de alerta, isso porque o excesso de consumo cria cada vez mais exploração.

Lembre-se de reciclar e doar. Seu espíritos ficará mais leve com o desprendimento do físico. Cuide do seu espiritual e limpe as energias em sua volta e cuida daqueles que são importantes em sua vida, elas são as verdadeiras riquezas.

Fonte TV Mundo Maior

Quais aberturas damos para o mal agir em nossa vida?

Partindo da certeza de que toda atitude é suscetível de ser imitada, compreendamos que o contágio da violência, em muitos casos, pode ser evitado, se não lhe oferecermos determinados pontos de ligação.

Os pontos de ligação a que nos referimos são de caracteres diversos, tais quais sejam:

– Gritos inúteis.

– Brincadeiras de mau gosto.

– Reclamações agressivas.

– Ideias de ódio.

– Intolerância em casa.

– Descortesias na rua.

– Gestos de vingança.

– Comentários infelizes.

– Respostas deprimentes.

– Perguntas sem necessidade.

– Críticas.

– Palavrões.

– Ironias.

– Azedume.

– Cólera.

– Impaciência.

Observamos que a energia elétrica, quase sempre, se aplica através de tomadas, e convençamo-nos de que a força mental funciona, também assim.

Chico Xavier & Emmanuel. Livro: Paz. Lição nº 15. Página 68 postado no site Chico de Minas Xavier.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Afetos e emoções

A restauração de nossos afetos e das nossas emoções só se tornarão possível quando nos abrirmos ao amor divino e ao amor humano.

Muitos de nós precisamos conquistar cura e equilíbrio em nossos afetos, visto que somos seres profundamente relacionais e, justamente por isso, colecionamos feridas que nasceram dos relacionamentos que experienciamos na vida. Nascemos e vivemos em um contexto profundamente relacional, pois, desde a mais tenra idade, encontramo-nos ligados a outras pessoas na família, na escola e, posteriormente, no trabalho.

Ninguém nasce para viver sozinho. Todos precisam de amigos, de relações calorosas e afetuosas, de uma família etc. É natural do ser humano o desejo de estar emocionalmente conectado e, quando essa necessidade não é satisfeita ou quando é vivida de maneira desequilibrada, acontece um intenso sofrimento psicológico/emocional que acaba nos marcando com profundas feridas.

Aqui, mais uma vez ressalto, com clareza e objetividade, que a causa de nossas feridas afetivo/emocionais estará sempre ligada à experiência do amor, a sua ausência ou a sua incorreta expressão e vivência. Afirmo, mais uma vez, que apenas o amor poderá curar as feridas por ele ocasionadas. Não, obviamente, a experiência de “qualquer amor”, mas de um amor que seja verdadeiro e que realmente nos devolva à vida.

Para um autêntico processo de cura, faz-se necessário, inicialmente, abrir-se inteiramente à experiência do amor de Deus, que é infinito e incondicional, acolhe-nos como somos e nos abarca em nossas afetivas necessidades. Por consequência, abrir-se à experiência do amor humano, visto que todos temos a necessidade de amar e sermos amados para alcançarmos a cura e o equilíbrio interior.

Postado no perfil do Instagram @amigos_de_luz

Vivência da felicidade

Vivência da felicidade

Você está feliz hoje? Você é uma pessoa feliz?

São duas questões bem distintas, que merecem nossa atenção.

Normalmente, a felicidade é considerada como falta de sofrimento, ausência de problemas e de preocupações.

O conceito, no entanto, é raso, destituído de legitimidade, porque se pode experimentar bem-estar, felicidade, portanto, em situações de dor, assim como diante de problemas e desafios.

Parece um pouco difícil de se aceitar, de início, pois esse entendimento de felicidade como ausência de problemas, de incômodos, ainda está arraigado em nossa alma.

A felicidade é um estado emocional, no qual as questões externas, mesmo quando negativas, não conseguem modificar o sentimento de harmonia.

Da mesma forma, acontecimentos e circunstâncias perturbadoras são incapazes de alterar-lhe a magnitude, porque podem ser administradas e conduzidas a resultados edificantes.

Sempre se considera a infelicidade como a má sorte, a debilidade orgânica, a presença de enfermidade, os problemas financeiros e emocionais, a solidão e a insegurança, deixando transparecer que a felicidade seria o oposto.

Caso as ocorrências não sejam benéficas, propiciando prazer e poder, isso, de maneira alguma pode ser considerado como desgraça ou desar, dependendo, naturalmente, da maneira como sejam encaradas.

Invariavelmente, a situação deplorável de hoje, se bem administrada, transforma-se em dádiva de engrandecimento interior e de compreensão dos acontecimentos existenciais, mais tarde, favorecendo a conquista da felicidade.

Lembremos, por exemplo, dos ascetas, mártires e idealistas.

Quanto mais enfrentam dificuldades melhor sentem-se, agradecendo à vida as aflições que os elevam, que os ajudam a concretizar os objetivos que abraçam e os santificam.

No entanto, para o indivíduo comum, as sensações bem atendidas, o conforto, a conquista de valores amoedados, o experimentar de prazeres contínuos são fenômenos que se convertem em expressões de felicidade...

A postura dos mártires tem a ver com emoções superiores da alma. A outra, diz respeito às sensações dos sentidos físicos de efêmera duração.

Em geral, o sofrimento apresenta-se em todos os setores humanos como desdita ou infortúnio.

Considerando-se, porém, que é inevitável, que sempre se apresentará, devido ao atual momento evolutivo do planeta, faz-se necessário mudar a perspectiva de encará-lo.

Um recurso precioso é a constatação da sua transitoriedade, em face da maneira como deve ser encarado, dando-lhe qualidades positivas de aperfeiçoamento moral, de metodologia que leva à autorreflexão. Ao aprimoramento interior.

A felicidade, desse modo, não é a falta de sofrimento...

Pode-se ser feliz, embora com algum sofrimento, que não descaracteriza o bem-estar e a alegria de viver, propiciadores do estado pleno.

Redação do Momento Espírita com base no cap. 19 do livro Atitudes renovadas, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 8.9.2012. Postado em 25/03 no site Portal Nacional de Seguros

domingo, 24 de março de 2019

FEB lança documentos para Estudo do Espiritismo e Obra Básica

A Federação Espírita Brasileira (FEB) lançou duas apostilas para auxiliar grupos e Instituições Espíritas na consulta, pesquisa e estudo de temas doutrinários.

São as apostilas: Orientação para a Área de Estudo do Espiritismo e Introdução ao Estudo do Espiritismo e estudo da Obra Básica. Ambas trazem orientações para facilitar a integração das pessoas nos estudos e nas atividades das Casas Espíritas.

Para ajudar os interessados, a Área de Estudo do Espiritismo (AEE) da União Espírita Mineira (UEM) e COFEMG – Conselho Federativo Espírita de Minas Gerais oferecerá, em parceria com os Conselhos Regionais Espíritas (CRE), cursos e treinamentos sobre o assunto, visando à formação de facilitadores para os novos programas de estudo do Espiritismo.

Os documentos foram elaborados entre 2016 e 2018 pelas AEE das Federativas Espíritas estaduais sob a coordenação da Área pela FEB e Conselho Federativo Nacional (CFN).

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Fonte site da União Espírita Mineira

sexta-feira, 22 de março de 2019

Um sorriso não custa nada, mas o seu valor é infinito!


Celebrado em 193 países, o Dia Mundial da Felicidade comemorado dia 20 de março

Mas o que de fato esta data representa? Criado pelo filantropo, ativista, estadista e proeminente assessor especial da ONU, Jayme Illien, o dia foi escolhido para inspirar, mobilizar e promover o movimento global da felicidade e bem-estar da sociedade.

Tão difícil quanto definir o que é felicidade, é saber como atingir a idealização social que temos do que é ser feliz. A definição do termo pelo especialista em psicologia positiva e professor da aula mais concorrida de Harvard, Tal Bem Shahar, diz que a felicidade é, na verdade, a combinação de bem-estar físico, espiritual, intelectual, relacional e emocional. O equilíbrio entre esses aspectos é que irá definir se estamos caminhando em direção aos nossos objetivos.

Bem-estar físico: começamos a pensar em fatores como: qualidade do sono, hábitos alimentares, exercícios físicos. Esse tipo de cuidado básico que o corpo humano necessita para estar em harmonia, muitas vezes são deixados de lado no estilo de vida que vivemos hoje, com multitarefas e inúmeros afazeres que parecem nunca estarem concluídos. É necessário dar a atenção necessária ao bem-estar físico, pois ele será um dos grandes responsáveis pela nossa capacidade de concluir as nossas metas nos demais campos de ação.

Bem-estar intelectual: é também muito importante refletir a respeito do nosso bem-estar intelectual. Analisar se de fato estamos buscando conhecimento em áreas que gostaríamos de ter ou que já temos domínio, mesmo que não estejam necessariamente ligadas a um objetivo profissional. Sentir que o aprofundamento em algum tema está nos trazendo uma construção de sabedoria e conhecimento impacta diretamente na realização de felicidade.

Bem-estar relacional e emocional: no aspecto relacional e emocional, é preciso refletir em como estão os relacionamentos, se o nosso círculo de amizades tem sido algo construtivo e importante, se são pessoas confiáveis e que existe um sentimento verdadeiro mútuo. Um ambiente seguro, onde se possa ser quem realmente é, sem a necessidade de performar um papel que não é seu. Avaliar se você está dedicando um tempo de qualidade para essas pessoas que são significativas na sua vida, estando presente de verdade e se importando com eles da forma correta. Como, por exemplo, desfrutar de uma boa companhia em um jantar agradável sem concentrar os pensamentos em alguma conta para pagar, uma situação estressante do dia ou em mensagens no celular.

Bem-estar espiritual: o bem-estar espiritual é uma avaliação sobre a sua real presença nas atividades que você se propôs a realizar. Estar focado no presente nem sempre é uma tarefa fácil, mas a concentração em desfrutar e aproveitar o momento fará toda a diferença na sua percepção do presente e afetará positivamente suas realizações para o futuro.

É preciso ter um olhar cuidadoso para as sensações do nosso corpo, a forma como você está se sentindo, a vitalidade que você tem tido para realizar as tarefas e demais sintomas que possam surgir e afetar seus objetivos. A partir daí, é possível construir boas metas pessoas e profissionais, focando na direção certa para você quer caminhar neste ano de 2019. Entenda qual é o seu grande objetivo a longo prazo e quais são as pequenas realizações que vão te fazer atingir ele. Traçar metas semestrais, mensais, semanais e diárias que te auxiliem a construir uma possibilidade factível de chegar onde você almeja.

Dentro disso, tem mais uma colocação da psicologia positiva que podemos acrescentar, que o aspecto profissional é uma das esferas humanas, mas que por diversas vezes podemos acabar depositando toda nossa esperança de ser feliz nisso e acabar nos frustrando constantemente. Claro que a realização material é importante e até linhas espirituais vem afirmando que não existe problema em galgar um caminho de conforto, para que tenha uma vida prazerosa e com condições de realizar os sonhos pessoais.

A necessidade de ser feliz que encaramos constantemente na nossa realidade, faz com que estejamos sempre em busca disso e não se pode deixar que os momentos de tristeza, amargura, raiva e sofrimento nos façam desistir do que buscamos. Compreender essas sensações e aceitá-las, faz com que possamos passar pelas dificuldades mais rápido e estejamos mais preparados para construir um futuro como planejado.

*Gustavo Arns é idealizador do congresso internacional da felicidade e coordenador do curso “GBA da Felicidade: Transformando pessoas e organizações”, promovido pelo ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br)

O valor da honestidade

A honestidade tornou-se um requisito desejado e desejável em todas as áreas vitais.

À primeira vista, o conceito de honestidade parece bastante simples. Tudo o que você precisa fazer é dizer a verdade e agir com retidão em todas as situações. Então, por que pessoas sinceras justificam a distorção da verdade em certas situações?

Existem inúmeras situações que muito rapidamente testarão nossa determinação de ser completamente honestos.

Podemos nos recordar da nossa infância quando queríamos evitar ser punidos. O medo leva as crianças a mentir em um esforço para evitar consequências que sejam consideradas negativas. Desta forma, a mentira é apresentada como menos dolorosa do que a honestidade, pelo menos aparentemente.

“Justificativas” da falta de honestidade

Além de evitar as consequências de nossas ações, existem mais razões pelas quais supostamente “valeria a pena” não ser inteiramente honesto:

Não prejudicar os sentimentos de alguém ou seu orgulho.
Evitar que outros pensem mal de nós.
Medo de que alguém possa roubar nosso reconhecimento.
Pensar que estamos protegendo alguém.
Proteger nosso ego ao evitar o constrangimento.
Evitar que nossa imagem ou reputação seja comprometida.
Quando não gostamos de alguém, mas não queremos que as pessoas saibam.

À primeira vista, você pode pensar que estes seriam motivos perfeitamente legítimos para desviar um pouco a verdade. Afinal, não é para o bem maior?

Pois bem, adotar este tipo de raciocínio distorcido é o mesmo que dizer que o fim sempre justifica os meios. Em outras palavras, é bom fazer algo ruim, desde que você obtenha os resultados desejados.

Ser honesto exige coragem e tato

Ser honesto exige coragem porque nos torna vulneráveis ​​e exige que sejamos responsáveis. Para evitar ferir os sentimentos dos outros com nossa honestidade, o tato também é necessário.

É claro que ser verdadeiramente honesto envolve mais do que dizer a verdade em cada situação, mas, para as pessoas com integridade, é a única opção aceitável.

A honestidade tornou-se um requisito desejado e desejável em todas as áreas vitais.

Permanecer honesto permite, acima de tudo, aumentar a autoconfiança.

Nessa linha fina que separa o que é certo e o que é errado, nossa honestidade pessoal pode nos mostrar o caminho do que realmente é certo.

Ser honesto nem sempre será o curso de ação mais simples ou mais conveniente, mas é o único caminho que lhe dará integridade. Pessoas com integridade sempre reconhecerão e apreciarão sua honestidade e coragem.

Fonte site Aletéia

Sorria sempre, mesmo quando achar que não tem motivos para isso. Sorrir ilumina a alma

Podia falar da importância de sorrir no processo de libertação das endorfinas e dos mecanismos que desencadeia algumas reações fisiológicas, de que acionamos 72 músculos para franzir a testa e apenas 14 para sorrir (no mínimo rejuvenesce) e outras teorias, mas não me interessa muito dissecar algo que é sempre melhor sentir em sua plenitude.

Você já percebeu que a maioria dos sorrisos começa perto de outro sorriso! 

O sorriso é uma das características que nos distingue. Um simples sorriso pode deixar-nos tão felizes... Incutir-nos esperança, ajudar-nos a sonhar e a vencer os obstáculos diários que a vida teima em colocar enviesados em nosso caminho, enfim, um sorriso espontâneo, caloroso, sincero digno da expressão de contentamento, contagia-nos e transporta-nos para outra dimensão... Um sorriso pode ser um salubre remédio contra aqueles dias cinzentos, o sustentáculo da felicidade que queremos alcançar... 

O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe é íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri, e como é dotado de inteligência e vontade pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo quando as coisas não corram tão bem – tudo se resume à harmonia interior. 

Sorrir é no mínimo um ato de respeito e empatia com o próximo, pois através dele reconhecemos o outro como pessoa. Com um sorriso sincero podemos mudar o mundo, colocando o amor, respeito, autoconfiança e esperança no centro da vida humana ao invés do egoísmo ou o interesse pessoal. 

O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry (escritor francês) diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele". 

A atração do sorriso é indiscutível, onde há alguém sorrindo sempre haverá alguém por perto. O sorriso é algo que pluraliza e multiplica as relações. Ao contrário, quando se aproxima de alguém com a expressão facial séria, normalmente os filhos entram para os seus quartos, ou colaboradores não saem de seu ambiente de trabalho e a conversa pára por ali. Desnecessariamente ninguém se aproxima de alguém com a face séria ou que pareça estar aborrecido com algo, se o sorriso atrai, ao contrário pode-se dizer que sua falta repele. 

Mesmo quando a vida está sendo dura; mesmo sendo difícil, é preciso sorrir. 

Vivemos sempre tão ocupados que mal olhamos para as outras pessoas, mesmo aquelas que nos são caras, mesmo as de nossa família; mal olhamos para nós mesmos. A sociedade está organizada de tal modo que, mesmo tendo tempos de lazer, não sabemos aproveitá-lo para entrar em contato conosco. 

Você já observou o quanto as crianças sorriem, em qualquer local ou para qualquer pessoa que se dirigem sempre estão sorriso. Do mesmo modo observe como as pessoas depois de adultas ainda sorriem despretensiosamente para os cães e as crianças, parece que ainda existem resquícios em nossos corações para alimentar este sorriso espontâneo.

O técnico Koide Yoshio, da maratonista japonesa Takahashi Naoko, que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Sidney em 2000, ensinou a maratonista o seguinte: "Nunca faça cara feia, treine sorrindo". 

Sempre que se deparar com algum sofrimento, sorria para ele. Pense que poderia ser pior e agradeça por isso. Caso contrário estará inibindo as suas qualidades e possibilidades de superação. O melhor de você só poderá ser extraído dentro de um estado harmônico criado pelo sorriso, jamais de um modo carrancudo, tenso ou embravecido. 

O Sorriso é a expressão mais bonita que o ser humano tem, nos traz forças e esperanças, é linguagem universal, tem reflexos por toda parte. Aceitar ou não é uma questão de opção, mudar ou não é uma questão de querer, fazer ou não é uma questão de atitude. Sorrir é uma questão de atitude, depende exclusivamente de você. 

Artigo de Roberto Recinella com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Físico brasileiro Marcelo Gleiser vence prêmio Templeton, o 'Nobel da espiritualidade'

O físico Marcelo Gleiser, de 60 anos, foi anunciado nesta terça-feira, dia 19, o vencedor do prêmio Templeton, honraria que já foi concedida a Madre Teresa de Calcutá (em 1973) e Dalai Lama (em 2012). O prêmio, uma "espécie de Nobel da espiritualidade", como define o vencedor, é entregue a profissionais que tenham feito "uma contribuição excepcional para afirmar a dimensão espiritual da vida, seja por insights, descoberta ou trabalhos práticos", segundo a Fundação Templeton.

Sobre o Templeton, ele explica, não se trata de um prêmio de religião.

— Quando se fala em religião, pensamos em algo institucionalizado, como cristianismo, islamismo e budismo, por exemplo. Espiritualidade é um termo muito mais amplo que tem a ver com a nossa relação com o mistério da existência e que transcende questões como: "Em que Deus você acredita?" ou "Que igreja você frequenta?". Por espiritualidade, entendemos a relação do ser humano com o mistério da existência — disse Gleiser ao GLOBO por telefone, de Hanover.

O físico conta que, na comunidade científica, há "ateus ferrenhos, que acham espiritualidade e religião uma perda de tempo" e também cientistas que são "religiosos ortodoxos, cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, pessoas que acreditam quanto mais entendem a natureza mais entendem a criação divina".

— No meu trabalho como cientista, minha pesquisa é muito mais ligada a questões fundamentais sobre a origem do universo, a origem da vida, do que sobre como criar um microchip melhor para fazer um iPhone funcionar mais rápido, por exemplo. Minhas questões são mais existenciais — explica Gleiser. — O grande ponto é que hoje em dia é possível trabalhar em ciência e em questões que tenham uma natureza filosófica, sobre o significado da vida, da nossa relação com a natureza. É nessa parte que eu me encaixo.

Fonte site O Globo.