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sexta-feira, 12 de março de 2021

Disciplina positiva e comunicação não-violenta, você sabe o que é?

Com a pandemia e a necessidade do isolamento e, consequentemente, maior permanência em casa, o contato com nossos familiares mais próximos está mais intensa. Quem tem filhos pequenos deve lembrar que, ainda que momento estressante, a educação ainda está em processo e um dos pontos a darmos atenção é a maneira como a comunicação com os 'pequenos' (e não tão pequenos também) acontece.

Seja um filho, um neto, um sobrinho, um enteado, ou até mesmo um aluno, contribuir para a formação de uma criança não é uma tarefa fácil, muito pelo contrário, é algo no mínimo desafiador. 

Mas, de quais desafios estamos falando? 

Lidar com as birras. Ajudar a entender o que pode e o que não pode. Incentivar a socialização saudável. Saber dosar o uso da internet e outras tecnologias. Ajudar no amadurecimento emocional. Fortalecer a capacidade de expressar sentimentos e emoções.

Esses, são apenas alguns desafios entre tantos outros que chegam até você, assim de surpresa e que não vem acompanhados de nenhum manual de instruções.

Como dizem por aí, educar um filho é como jogar um jogo de vídeo game, quando você supera uma fase, logo vem outra mais difícil!

Agora, brincadeiras à parte temos uma pergunta séria a te fazer…

Como você lida com todos os desafios de educar uma criança?

Disciplina positiva e comunicação não-violenta! Você sabe o que é?

Um conjunto de ferramentas e práticas que ajudará você a lidar com os comportamentos desafiadores da infância e da adolescência.

A comunicação não-violenta também chamada de CNV, trabalha com alguns pilares fundamentais, que são:

Utilizar firmeza e gentiliza juntas
Estar presente
Entender o que há por de trás de cada comportamento.
Utilizar a linguagem positiva
Ensinar sobre os sentimentos
Olhar para si mesmo
Reconhecer sinais físicos

Educar é uma tarefa que exige dedicação, aprendizagem de ambas as partes, uma criança não nasce sabendo gerenciar suas emoções, um cuidador muitas vezes precisa de um norte para saber como ajudá-las a superar esses desafios.

Veja alguns exemplos de situações práticas:







Site Nogueirense com dicas do perfil do Instagram Diálogo Positivo

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Vamos pensar também sobre valores? Lições ilustradas sobre convivência e ética com a Turma da Mônica


Vamos pensar também sobre valores? propõe aos jovens leitores novas reflexões sobre filosofia, ética e convivência. As 35 lições presentes no livro reve­lam a diversidade de pensamentos e assuntos que são comuns a todos nós, como a memória, o afeto e o aprendizado.


O livro ainda apresenta ideias de pensadores de diferentes épocas como ferramenta para aguçar nossa maneira de pensar e aumentar nosso repertório.

A parceria entre Mario Sergio Cortella e Mauricio de Sousa teve início em 2017, com o lançamento do primeiro título da coleção Vamos pensar um pouco? e, em 2018, com a publicação do segundo livro Vamos pensar + pouco?


Cortez Editora


Autor: Mauricio de Sousa e Mario Ser­gio Cortella
Número de páginas: 80
Áreas: Infantojuvenil e Filosofia
Preço: R$ 36


SINOPSE: Neste livro, Mauricio e Cortella tratam de temas como ética, convivên­cia, formação e justiça. E falam também de outros assuntos relevantes na nossa trajetória, tais como aprendizados, artes, afetos e memórias.

A reunião de talentos de Cortella e Mau­ricio traz à tona diversos personagens e ideias bacanas neste livro. E aí? Vamos continuar pensando?

Wendele Nascimento

sexta-feira, 26 de junho de 2020

A triste geração que se estressa e se frustra por tudo

Este é um texto que anda 'rodando' na internet tendo como autor apontado Augusto Cury. Vale a pena ler, refletir e começar a educar nossas crianças e adolescentes.

'Andam de carro, Uber, táxi… Não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas. Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade.

Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida.

Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude.

Consideram-se vítima dos pais. Julgam.

Juízes duros! Impiedosos! Condenam.

Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado.

Compaixão duvidosa.

Amorosidade mínima.

“Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio…

Geração estragada. Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro.

Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador. Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor… a dor de ter que crescer sem fazer por onde… merecer.'

domingo, 15 de março de 2020

15 de Março - Dia da Escola

A escola é o local que, comumente, as pessoas costumam frequentar para aprender a ler, escrever e se aprofundar nas principais áreas do conhecimento que são oferecidas no ensino básico. O ambiente escolar também é responsável por promover a socialização, já que é um momento em que as crianças e adolescentes têm a oportunidade de se relacionar com pessoas de diferentes culturas, hábitos, crenças e etnias

A importância de se ter essa data no calendário nacional é que ela permite relembrar o papel que a escola tem no desenvolvimento de todos os indivíduos. Além disso, nessa data, as escolas têm a oportunidade de realizar atividades educativas conjuntas e promover uma aproximação da comunidade.

Uma boa formação escolar é fundamental para que as pessoas possam alcançar um futuro mais sólido, seja em questões sociais, seja também profissionais, já que a base, além do ambiente familiar, começa na escola. Por isso, aprender como ela é essencial para a construção da trajetória de cada ser humano é um passo valioso durante essa formação.

Brasil Escola

sexta-feira, 13 de março de 2020

Escrever à mão é um direito da criança


Educar não é ensinar respostas, educar é ensinar a pensar. 
Rubem Alves


No mundo contemporâneo, tomado pela pressa e a tecnologia, a caligrafia parece obsoleta. Há, por isso, uma tendência ao desprezo da escrita à mão, embora a neurociência afirme que aprender a escrever à mão é uma habilidade fundamental ao ser humano. Diversos estudos apontam, por exemplo, uma relação estreita entre boa caligrafia e bom desempenho acadêmico.

Mas, em casa, na escola, estimulamos realmente as crianças para escreverem e com habitualidade?

A ideia de que a caligrafia é apenas uma habilidade motora está equivocada. Neurocientistas defendem atualmente que o processo cognitivo de ler está conectado com o processo motor de formar letras e, por isso, para as crianças pequenas digitar palavras não gera a mesma ativação do cérebro que aprender a escrever à mão...

Crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de fôrma, depois alguns anos de aprendizado e prática de letra cursiva. Ou seja, letra de fôrma primeiro para a leitura, depois a cursiva para a ortografia e a composição. Portanto, a digitação só faz sentido a partir do quinto ano do ensino fundamental.

É preciso tomar cuidar para que a atração do mundo digital não prive a criança  de experiências significativas com o lápis e o caderno e que terão impacto real no seu desenvolvimento.

Dominar a caligrafia é uma maneira assertiva de se apropriar da escrita  e do pensamento; mais tarde, da condição de intérprete de si mesmo e do mundo.

Notinhas

Escrever à mão gera vários benefícios: ajuda na memorização dos conteúdos para uma pessoa poder elaborá-los melhor e/ou para reformulá-los; incentiva a criatividade; ajuda a ortografia, pois é mais fácil cometer erros e, com eles, aprender e melhorar; otimiza a aprendizagem, porque o corpo e a mente elaboram conceitos mentais que facilitam a compreensão; estimula a capacidade cognitiva do cérebro. Quando escrevemos, obrigamos o cérebro a reduzir a velocidade de suas funções, de modo que a mão possa escrever fisicamente o conceito em um papel. O cérebro ativa as funções relacionadas com a revisão e reorganização dos pensamentos; auxilia a autorregulação das emoções, impelindo a pessoa a colocar em prática a paciência, administrando melhor a raiva e as chateações. Por estas e outras razões, é fundamental fomentar a caligrafia nas escolas e em casa, a fim de estimular nas crianças o desenvolvimento de habilidades importantes para o viver e o conviver.

Site de O Consolador, por Eugênia Pickina

terça-feira, 10 de março de 2020

Pra descontrair: 10 de Março - Dia do Telefone

O Dia do Telefone é comemorado anualmente em 10 de março.

A comunicação por telefone foi uma das invenções mais importantes para o século XX, fazendo com que o mundo se tornasse muito mais “pequeno” e acessível para todas as pessoas.

O Dia do Telefone é uma homenagem a data em que a invenção foi patenteada pelo seu desenvolvedor Alexander Graham Bell (1847 – 1922), em 10 de março de 1876.

Neste dia, Graham Bell fez a primeira transmissão oficial de uma comunicação via telefone. De acordo com a história, a primeira frase a ser dita através do aparelho teria sido: “Sr. Watson, venha aqui. Quero ver você”.

No entanto, Graham Bell não teria conseguido desenvolver esta tecnologia sem a contribuição crucial do italiano Antonio Meucci, responsável pela criação do telégrafo e do princípio que daria origem ao telefone.

Em 2002, os Estados Unidos reconheceu Meucci como o inventor oficial do telefone.

No Brasil, o primeiro aparelho telefônico teria pertencido ao imperador D. Pedro II, que em 1877 tinha uma linha que ia do seu palácio (em São Cristóvão, no Rio de Janeiro) até o centro da cidade.

Calendarr

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Repensando a educação

Educação de filhos é algo um tanto complexo. Isso porque não existe um manual sem falhas que estabeleça a forma precisa de educá-los.

Exatamente porque cada ser humano é único e, assim, o que alguns sugerem em tantos livros pode ser válido para uns. Não para todos.

Por isso, pais e educadores se servem de várias orientações, de Rousseau, Pestalozzi, Piaget aos mais atuais pedagogos.

Existem pais, no entanto, que resolvem se abster de qualquer orientação que catalogam como moderna e dizem que irão educar seus filhos exatamente como foram educados.

Se deu certo para com eles, há de dar certo para seus filhos. A respeito dessa atitude, importante considerar que cada um tem os pais que precisa para seu próprio crescimento.

Nós tivemos os pais que precisávamos. Nossos filhos nos têm. Somos os pais que eles necessitam para a sua condução na vida e crescimento individual.

Dessa forma, o que foi válido para nós, em tempos passados, pode não ter o mesmo peso, a mesma validade para os pequenos de hoje.

Cada criança é um Espírito imortal, que traz sua própria bagagem de conhecimento, de conquistas. Assim, as necessidades dos nossos filhos poderão não ser exatamente as que foram as nossas.

As carências que tivemos poderão não ser as mesmas das crianças de hoje. Da mesma maneira, as virtudes ou os vícios que eles trazem, podem ser totalmente diferentes dos apresentados por nós.

Uma outra forma equivocada de pensar é de que deveremos dar aos nossos filhos tudo aquilo que não tivemos. Convenhamos que não tivemos tantas coisas e elas não nos fizeram realmente falta.

A prova é que nos encontramos hoje no mundo, tendo crescido, formado a própria família, nos realizado profissionalmente. Ou seja, encontramos nosso caminho.

Alguns mais felizes, mais prósperos. Outros, tendo atravessado penúrias, dificuldades mas que nos garantiram enfibratura moral e nobreza de caráter.

O que devemos exaltar em nossos antepassados é exatamente isto: a firmeza de conduta que demonstraram, a sua lucidez de vistas, a noção de limites, a honestidade.

Enfim, valores imperecíveis que devemos repassar aos nossos filhos. Valores de todos os tempos: a honra, a verdade, o trabalho, o servir ao próximo.

No restante, não podemos esquecer que os tempos mudaram, a tecnologia avançou, o mundo está diferente.

Perigos que hoje se fazem presentes, para os pequenos, não existiam nessa dimensão, em nosso tempo.

Divertimentos, brincadeiras – algumas persistem, mas ainda assim, com modificações.

Pensemos nisso e exerçamos nosso sagrado papel de orientadores dessas almas que Deus nos confia para que as auxiliemos a crescer para Ele.

A se transformarem, no mundo, em homens de bem, cidadãos que fazem a diferença onde se encontrem.

Seres interessados no estudo, no trabalho, no pensar um futuro melhor para todos.

Tenhamos a certeza de que não acertaremos o tempo todo, que cometeremos enganos na conduta educacional dos nossos filhos.

Mas guardemos a consciência tranquila de que buscamos lhes ensinar o melhor do bom, do belo, dos valores de um homem integral.

Redação do Momento Espírita, inspirado no seminário
Educação e violência, de Raul Teixeira, de 27.4.2003,
do VI Simpósio Paranaense de Espiritismo.
Em 17.10.2019.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

A importância das pequenas coisas

Quem determinou que as pequenas gentilezas, os pequenos gestos estão fora da moda?

As pequenas coisas normalmente são as grandes coisas que nos fazem bem. Somos mais afetados pelas coisas que estão próximas de nós. Somos afetados pelas atitudes, pelas gentilezas, pelas palavras, pelas pessoas… 

O planeta pode estar passando por uma crise econômica, mas nós só percebemos isso quando aumenta o preço do pão na padaria da esquina, o preço do barril do petróleo no oriente médio… e essa influência é sentida por nós apenas na hora de abastecer o carro. O mundo é grande, é imenso, os problemas são gigantescos, há milhares de pessoas à nossa volta, mas as situações somente são percebidas por nós nos detalhes que nos circundam, na proximidade, no que é ou parece pequeno.

As pequenas coisas nos afetam. O que nos incomoda, afeta, alegra, estimula são os pequeninos detalhes que pontuam o nosso cotidiano. E assim também ocorre nas relações humanas. Elas se avolumam e se intensificam a partir dos pequenos gestos, das pequenas atitudes. Um sorriso, um beijo, um abraço, uma carta, uma flor, um gesto. Quem não se encanta quando vê uma criança falando muito obrigada ou por favor? Quem não fica surpreso de uma forma agradável quando vê alguém pedir desculpas ao outro? Não é especial ouvir pessoas dizendo “eu te amo” com olhar de sinceridade em qualquer data e em qualquer momento?

Quem disse que não é preciso agir assim todos os dias, quem determinou que as pequenas gentilezas, os pequenos gestos estão fora da moda? Como é que o outro vai perceber que somos educados e agradecidos se não o demonstrarmos por esses pequeninos gestos de amor que fazem tanta diferença? 

Caro leitor, os pequenos gestos fazem uma grande diferença na nossa vida. Experimente, faça a experiência e verás quanta coisa poderá mudar na tua vida com as pequenas coisas.

Site Aletéia

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

08 de Setembro - Dia Mundial da Alfabetização

Com o propósito de fomentar a alfabetização nos vários países, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) instituíram esta data em 1967.

O processo da aprendizagem de ler e escrever (alfabetização) está diretamente relacionado com o desenvolvimento de um país, conforme indicam pesquisas na área. Quanto mais pessoas analfabetas, menor é o índice de desenvolvimento.

Por esse motivo, nas últimas décadas vários países têm assumido o compromisso de combater o analfabetismo. Atualmente, a alfabetização atinge cerca de 85% da população mundial, de acordo com dados da ONU.

No entanto, estima-se que ainda existem quase 800 milhões de adultos no mundo que não sabem ler, escrever ou contar, e aproximadamente 250 milhões de crianças consideradas analfabetas funcionais (não conseguem interpretar os textos).

O objetivo não é apenas alfabetizar, mas fazer com que os jovens e adultos saibam interpretar um texto criticamente e que desenvolvam prazer com a leitura.

Abaixo a lista de países com as maiores taxas de analfabetismo no mundo:

Sudão do Sul: 73%
Afeganistão: 71.9%
Burkina Faso: 71.3%
Níger: 71.3%
Mali: 66.6%
Chade: 64.4%
Somália: 62.2%
Etiópia: 61%
Guineia: 59%
Benin: 57.6%
Serra Leoa: 56.7%
Haiti: 51.3%
Senegal: 50.3%
Wallis e Futuna: 50%
Gâmbia: 48.9%

No Brasil, as taxas de analfabetismo têm diminuído nos últimos anos, mas ainda estão longe de serem ideais, conforme mostram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Educação (Pnad Educação), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na faixa entre 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo passou de 7,2% (2016) para 6,8% (2018). Já no que diz respeito às pessoas com 60 anos ou mais, a taxa caiu de 20,4% para 18,6%. Segundo o levantamento, o analfabetismo no Brasil está diretamente ligado à idade. Isso quer dizer que quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos.

Educação como prioridade

A alfabetização de crianças e adultos pode mudar significativamente os rumos de um país, já que, quanto maior o acesso do indivíduo a tudo que a leitura oferece, seja por via cultural, seja de lazer ou até mesmo pela própria educação, maiores são as chances de conquistar melhores oportunidades no mercado de trabalho e, consequentemente, melhores ganhos salariais, o que proporcionará melhor qualidade de vida e acesso a novos caminhos.

Ainda temos um grande desafio, que é alfabetizar e disseminar o conhecimento de forma prioritária, já que com isso é possível diminuir injustiças sociais, mudando positivamente e de maneira decisiva a vida das pessoas.

Dominar a modalidade escrita de uma língua é a chave para abrir a cabeça e libertar homens e mulheres do desconhecimento e da desinformação. É o que permitirá serem sujeitos críticos, com liberdade para escrever (literalmente) suas próprias histórias. Por meio do conhecimento, podemos ter mais esperança de que é possível acabar com as desigualdades sociais. 

Fonte: Calendarr e Mundo Educação

domingo, 11 de agosto de 2019

11 de Agosto - Dia do Estudante

A data celebra um direito básico dos cidadãos, uma fase da vida onde estamos voltados por buscar o conhecimento, através do estudo constante sobre os temas que nos rodeiam.

Uma boa educação e um bom ensino escolar ajudam a formar uma sociedade sólida e com senso crítico apurado para solucionar crises, além de formar profissionais qualificados.

Tudo começou em 11 de agosto de 1827, quando o Imperador D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ensino superior do país, nas áreas de ciências jurídicas e ciências sociais, nas cidades de São Paulo e Olinda. Antes, quem quisesse fazer um curso de nível superior tinha que ir para a Europa.

O Dia do Estudante de Direito, no entanto, é comemorado em 19 de maio no Brasil, por ser o mesmo dia de Santo Ivo, o padroeiro dos advogados.

Na comemoração dos 100 anos do curso de Direito, em 1927, o advogado Celso Gand Ley, um dos participantes da celebração, propôs que o dia 11 de agosto ficasse registrado como o Dia Nacional do Estudante.

Esta data também possui outro significado bastante importante para a classe, pois em 11 de agosto de 1937 nascia a União Nacional de Estudantes - UNE, que protege os direitos e deveres de todos os alunos do país.

Fonte: site Calendarr

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Infância e adolescência é foco da mais recente obra do selo AME Brasil Editora

Como inserir um olhar espírita para as principais dúvidas pertinentes a esta fase da vida norteou a realização deste manual

A chegada de mais um espírito para a educação em um lar é um fator de preocupação e dúvidas para muitos familiares incumbidos dessa tarefa.

Como educar seguindo as orientações espíritas?

Não existem regras ou fórmulas, apenas sugestões de quem estuda o assunto e passou pelos mesmos desafios.

Um grupo de pediatras e psicólogos espíritas reuniu neste manual seus saberes vivenciados, traduzidos em dicas e orientações práticas, acompanhadas de reflexões profundas pautadas na Doutrina Espírita.

Assim nasceu a obra Infância & Adolescência - Manual para pais e Evangelizadores, 
cuja organizadora é a pediatra Ana Paula Vecchi, da Associação Médico-Espírita de Goiânia e membro atuante do Departamento de Família da AME-Brasil. 

Ela nos fala na entrevista abaixo sobre o conteúdo e o objetivo do Manual.

Como surgiu a ideia de escrever este manual? Quem faz parte da equipe de elaboração?

Bem, na verdade, a ideia é da Dra. Marlene Nobre, mérito exclusivo dela. Ela tinha um projeto para a AME Brasil com várias frentes de trabalho através de seus departamentos e um deles era a família. Ela apresentou o projeto no MEDNESP 2013 e uma das tarefas deste departamento, particularmente do núcleo da infância, era escrever a “cartilha da infância”. Eu fui tomada por um encantamento e imediatamente me ofereci para desenvolvê-la. Ora, como pediatra e espírita, coordenava naquela época o departamento de família do centro que frequento e desenvolvia um projeto com gestantes carentes e trabalhadoras espíritas, além da “sala de pais” com discussão semanal sobre as dificuldades e maravilhas do educar um filho, mas também do conviver em família. Então a cartilha era um sonho meu também. Corajosamente me levantei e assumi a tarefa; só depois me dei conta da ousadia.

Quais os temas abordados e como foram escolhidos?

Os temas são muito interessantes e abordam desde a vida intrauterina até o final da adolescência. Procuramos enfocar as principais dúvidas e questionamentos de pais atendidos nos consultórios, mas também daqueles que frequentavam a “sala de pais” da casa espírita. Por exemplo: quando tirar a fralda? O bebê dentro do útero pode sentir alguma coisa? O que pensar das dores recorrentes? Como lidar com a criança especial? Qual a minha missão enquanto pais?

O interessante é que os temas me vieram de forma rápida e intuitiva durante o voo de volta daquele MEDNESP 2013 e anotei-os em uma folha e então fomos atrás dos pediatras das AMEs. Entrei em contato com todos e para a nossa alegria contamos com a colaboração irrestrita dos colegas Adriana Kátia Oliveira Lima, Alexandre Serafim, Denise Barcelos Alves, José Fernando de Souza, Márcia Léon, Miriam Leal, Norma Noriko Yamamura Honda. E nos envolvemos tanto que de cartilha virou um livro.

Quando finalmente surgiu a liberação da AME Brasil para a edição, vimos que precisávamos abordar a automutilação e o suicídio na infância e adolescência e convidamos os amigos Arismar Leon e Wesley Assis, ambos com experiência no tema. Pronto, nossa “cartilha” estava completa!

Qual o desafio de inserir o olhar médico-espírita nestes assuntos abordados nesta obra?

Um desafio natural e fascinante de entender a criança e o adolescente como Espíritos imortais, que trazem suas histórias, seus temperamentos e que pais e educadores devem estar atentos para melhor orientá-los. O profissional da área da saúde, médico, psicólogo, fisioterapeuta ou enfermeiro, deve atender as necessidades deste Espírito de forma integral, não vendo somente o corpo, mas vendo a criança no seu contexto familiar, social e espiritual e apoiar os pais amorosamente nessa gratificante tarefa.

Quando e onde será o lançamento?

Infância & Adolescência - Manual para pais e Evangelizadores será lançado no MEDNESP2019, nos dias 20 a 22 de junho, em Teresina, Piauí.

Entrevista publicada no site de O Consolador, por Giovana Campos, Ano 13 - N° 622 - 9 de Junho de 2019.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Texto que anda circulando pela rede... ótima reflexão!

Há uma tragédia silenciosa em nossas casas

Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas:

As estatísticas:

• 1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental;
• um aumento de 43% no TDAH foi observado;
• um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
• um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos
materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:

• pais emocionalmente disponíveis;
• limites claramente definidos;
• responsabilidades;
• nutrição equilibrada e sono adequado;
• movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
• jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas  e espaços para o tédio.

Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:

• pais digitalmente distraídos;
• pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem quem estabeleça as regras;
• um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por obtê-lo;
• sono inadequado e nutrição desequilibrada;
• um estilo de vida sedentário;
• estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.

O que fazer?

Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível!

Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:

• Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.
• Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.
• Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.
• Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.
• Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.
• Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.
• Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade (dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.)
• Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.
• Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente contra qualquer  frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.
• Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria  (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar. 
• Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
• Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.
• Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.
• Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers.Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.
• Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.
• Estar emocionalmente disponível para se conectar com as crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.
• Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.
• Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.
• Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.
• Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

 E compartilhe se você percebeu a importância desse texto!

Fonte: CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA LTDA. Por Luis Rojas Marcos - Médico Psiquiatra. Membro das Escolas Associadas da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. 

quarta-feira, 13 de março de 2019

Filhos problemáticos - como o Espiritismo entende isso?

Como devem ser encarados os filhos problemáticos? Precisamos considerar, primeiramente, que cada filho que nasce é uma alma que já viveu diversas outras vidas e está reencarnando na Terra para continuar o seu progresso. Só o corpo é novo, criado graças à contribuição biológica dos pais; ele é simples instrumento do qual se vale o espírito para manifestar-se na matéria, como o mergulhador usa o escafandro para descer às profundezas dos mares.

Ao nascer, o Espírito perde temporariamente a lembrança do passado, para que os fatos e relacionamentos já vividos, em especial os dolorosos, não atrapalhem o objetivo a que ele se propõe na vida atual. Não obstante, traz consigo, mais ou menos afloradas, tendências e inclinações, as quais são indicadores da sua maior ou menor condição evolutiva, e a análise das mesmas pode contribuir para o crescimento pessoal.

Essas tendências, muitas vezes, já se manifestam desde a tenra idade e identificam caracteres dóceis ou rebeldes, egoístas ou generosos, malvados ou bondosos. Os pais zelosos devem observar atentamente as atitudes dos filhos. Aos que são bons é preciso proporcionar todos os recursos ao desenvolvimento de suas capacidades, sem o protecionismo ou a exaltação do ego que os possam perder. Aos revoltados, de outro lado, é necessário oferecer também a disciplina e a energia equilibradas pelo amor, a fim de que se corrijam, conquistando virtudes.

Por essa razão, certas peraltices da infância nem sempre são “coisas de criança”, passageiras, a serem aceitas com risos e incentivos. Podem ser a manifestação da personalidade deturpada da alma, a requisitar dos pais acompanhamento e medidas saneadoras, sugerindo-se diálogos francos e esclarecedores, restrição de benefícios pessoais, como forma de conscientização do erro, e encaminhamentos psicológicos ou psiquiátricos. Imprescindível, igualmente, que a criança seja levada a crer em Deus e nas suas leis, comungando com Ele pela religião e pelo pensamento.

Crescendo sem a efetiva presença e orientação dos pais, a criança-problema transforma-se, via de regra, em um jovem mais problemático ainda. A adolescência é a fase em que o espírito se assenhoreia por completo do corpo, manifestando-se tal como é no seu íntimo. As más inclinações ficam acentuadas e, agora com maior liberdade de ação, o jovem dá vazão aos seus desejos e pretensões, criando situações que fogem ao controle dos pais, que já não podem mais com a sua “criança”.

Desrespeito aos pais, inclusive com o uso de palavrões, total indisciplina dentro do lar, especialmente quanto ao cumprimento de horários, uso e abuso de cigarros, bebidas alcoólicas e até mesmo de drogas, desinteresse pelo estudo e pelo trabalho e iniciação precoce no sexo são os desvios de conduta mais comuns da juventude moderna.

Necessário, ante a adolescência conturbada, que os pais redobrem a paciência, participem mais intensamente da vida dos filhos, conversem com eles com sinceridade e firmeza, procurando demonstrar nas palavras e atitudes o amor que lhes devotam. Em não conseguindo sucesso, outro remédio não há senão o de orar por eles, deixando que aprendam com a vida, conquanto isso possa ferir de morte o coração.

Possível perceber, pois, que o bom encaminhamento dos filhos depende de um esforço contínuo dos pais desde a primeira infância, moldando-lhes a alma. Lembremos, porém, que o exemplo tem mais força que as palavras, razão pela qual é necessário que sejamos nós os primeiros a fazer aquilo que queremos que os nossos filhos façam.

Donizete Pinheiro é divulgador do espiritismo. Artigo publicado no site Comércio do Jahu