Mostrando postagens com marcador carinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador carinho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Brilho de um sorriso produz energia positiva

Neste vídeo, Pedro Neves fala sobre a importância do brilho de um sorriso. Este simples ato produz energia positiva para quem sorri e para quem recebe este gesto. Então, lembre-se: o brilho de um sorriso faz bem para todo mundo.


Jundiaí Agora

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Cineasta de 20 anos ganha prêmio por filme poderoso de 1 minuto sobre casamento

Nós podemos não entender as palavras, mas, ao final, a mensagem ficará clara para todos.

Este breve vídeo, chamado Thursday Appointment, ganhou recentemente um prêmio no Luxor African Film Festival, uma organização sem fins lucrativos que incentiva e celebra a produção de filmes.

A produção é do premiado do cineasta iraniano Syed Mohammad Reza Kheradmand, de 20 anos.

O poderoso curta-metragem mostra um casal mais velho recitando um poema de Hafez um para o outro no carro, quando param em um sinal vermelho e veem um casal brigando ruidosamente no carro ao lado, em que filha está triste no banco de trás.

O casal mais velho faz um gesto que diz muito sobre seu próprio casamento e sobre como o amor conjugal pode ajudar a reconciliar e restaurar os outros ao nosso redor.

Infelizmente não achei dublado nem legendado em português, porém, as cenas são auto explicativas, a falta de entendimento da língua não interfere no na compreensão da mensagem final!



Site Aleteia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

segunda-feira, 25 de maio de 2020

O abraço de todo dia

No dicionário, abraço ou amplexo é quando duas ou mais pessoas, geralmente duas, ficam parcial ou completamente entre os braços da outra. É usado, dependendo da cultura local, como forma de demonstração de afeto de uma pessoa para outra. Através dele podemos cumprimentar ou expressar sentimentos.

Em 22 de maio é comemorado internacionalmente o Dia do Abraço.

Há quem diga que o abraço tem poder curativo, pode funcionar como uma terapia para sanar dores do corpo e da alma. Melhora a auto estima, ajuda superar a depressão, libera a ocitocina que neutraliza o estresse.

Tantas coisas boas dentro de um abraço...

Sobretudo abraçar é um ato de afeto e carinho. Os braços se envolvem, os corações pulsam bem pertinho um do outro. Momento mágico onde dois seres humanos trocam o que tem de mais humano em si... o desejo de estar próximo do outro, de sentir e se fazer sentido pelo outro.

Nos dias em que vivemos só podemos abraçar a nós mesmos e sabe que pode ser uma boa experiência?!

Abraçar o que somos, acolher nossos sentimentos, oportunidade para acessar o desconhecido dentro de nós, abrir caminho para que nossa tendência construtiva nos conduza a um ser humano melhor.

Em breve, vamos poder trocar abraços. Abraços longos ou curtos, apertados, alguns até sufocantes, com tapinhas, com pulinhos, girando e dando risada, abraços em duplas, abraços coletivos, abraços do jeito que cada um gosta, sempre cheios de amor e alegria. Renovando amizades, renovando esperanças, renovando a vida.

Neste dia do abraço, sem abraço, podemos substituí-lo pela intenção de um gesto que envolva o mundo todo, com todas as pessoas considerando a possibilidade de um mundo melhor.

E por aqui, neste Dia do Abraço, receba nosso fraterno e virtual abraço!

Elódia – CVV Abolição – SP

terça-feira, 7 de abril de 2020

Os animais têm alma?

Os animais possuem um princípio inteligente, diferente daquele que anima o homem. Mas não pensam, nem possuem o livre arbítrio, apenas instinto. Quando desencarnam (morrem), o princípio espiritual que os animou é reaproveitado em outro animal que vai nascer quase que imediatamente. Os estudos nos dizem que somos todos filhos do mesmo Pai e os animais são, portanto nossos irmãos de jornada planetária. Estão numa escala evolutiva bem inferior e distante de nós numa proporção equivalente a que estamos para o Criador. 


Temos, portanto uma grande obrigação de proporcionar a eles o meio de evoluírem, ajudando-os, já que eles ainda não possuem a inteligência, mas apenas o instinto. Eles não têm a necessidade de permanecerem no plano espiritual por ocasião da morte, podendo retornar até de imediato, pois nada tem a resgatar, mesmo porque não possuem mediunidade. 

Todo mal que fizermos aos animais estaremos gerando uma dívida que deverá ser paga em próximas existências, pois é assim a Lei Divina, temos de reparar nossos erros mesmo que seja esse débito contraído em relação aos animais. Infelizmente no homem ainda não despertou um sentimento capaz de atender os animais devidamente, até porque ainda não conseguimos nem dar o devido tratamento ao ser humano. 

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse. O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas! Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. 

Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem, contudo desalinhá-la de sua manta. A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. 

Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo. – Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico. A filhotinha começou então a coçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!” Emocionados, perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu: – Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. 

Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. 

Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar. 

Nilton Cardoso, publicado no Blog Espiritismo na Rede

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Dia dos Namorados

Dia onde o amor se propaga com muita facilidade.

Seria tão bom se todos os dias o amor se tornasse parte maior em nossas palavras, atitudes e pensamentos.

Não é bom amar e ser amado?

Sentir o carinho, o olhar delicado, o cuidado fraterno, caminhar de mãos dadas…

A vivência com o próximo sempre fortalece a troca; e como acreditamos que o bem e o AMOR sempre prevalecem, seria bom pensarmos que…

Se a aflição fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais fé.

Se a guerra fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais paz.

Se o ódio fosse namorado do amor, ele aprenderia a ter mais compaixão.

Se a inveja fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais generosidade.

Se as doenças e aflições fossem namoradas do amor, elas aprenderiam a ter mais caridade.

O mundo precisa de amor, e só! Pois ele transforma.

Experimente! Distribua seu amor através de um olhar, um sorriso, um abraço, uma palavra carinhosa ou até mesmo um pensamento para quem não tem tanto afeto.

Que façamos deste dia, momentos de divisão de amor. E que tal fazer com que este dia se perpetue durante toda semana, o mês, o ano e porque não, pra vida toda?

O que vale a pena é o amor, o carinho, a amizade, a família, a união.

Tudo depende de cada um de nós, aos poucos, contribuiremos com o nosso melhor para o mundo.

Feliz dia dos namorados.

Fonte Aliança Espírita Evangélica

sexta-feira, 7 de junho de 2019

O Amor é Lindo - já pensando no Dia dos Namorados!

Certo dia, passeando pelas redes sociais, deparei-me com um pequeno texto – o qual não constava a autoria – que recomendava a todos os navegantes em busca de felicidade que, na vida, não devemos nunca mendigar estas três coisas: atenção, amor e carinho.

A partir daí, retornei-me do meu abençoado passeio nas redes sociais e passei a conversar com os meus botões sobre a sabedoria do referido texto, pelo que parti para os questionamentos sobre a vida privada e suas neuroses um tanto quanto confusas.

Quantos relacionamentos se frustram justamente por que um permanece esperando a atenção, o amor e o carinho por parte do outro?

Por que muitos de nós nos colocamos na voz passiva dos acontecimentos, nos posicionando pelos desvãos da lamúria e do sofrimento, passando anos a fio colecionando melindres e comprometendo a saúde espiritual e física?

Diante desses questionamentos, seguem as dicas:

1) que possamos inverter o modus operandi, ou seja, não esperemos que o outro nos dê atenção, amor e carinho;

2) cada um tome a iniciativa, faça a sua parte, seja voz ativa, sujeito da ação, dando atenção, amor e carinho sem, jamais, esperar pelo outro, até mesmo reconhecimento;

3) que possamos aplicar a lei divina que nos diz que é dando que se recebe, pelo que é dando atenção que se recebe atenção, é dando amor que se recebe amor, é dando carinho que se recebe carinho;

4) agindo assim fica mais fácil o relacionamento, porque só depende do sujeito da ação, a personagem principal do controle das emoções.


* * *

Agora, depois dessas reflexões, despeço-me dos meus queridos botões e antes de me retornar ao passeio pelas redes sociais, veio-me uma ideia.

Abri a janela e vi desfilando na passarela um casal de namorados trocando atenção, amor e carinho.

E sobre o telhado de um dos vizinhos, da mesma forma, encontrava-se um casal de pombos em plena carícia.

E olhando para o alto, pássaros, em acrobacia, interagindo-se e formando no azul do céu um só coração.

Voltei aos meus botões, recordando o amigo Dadá Maravilha com a sua famosa frase:

O amor é lindo!!!

Autor: Yé Gonçalves para o site Portal do Espírito

quarta-feira, 22 de maio de 2019

22 de Maio - Dia do Abraço

O Dia do Abraço é comemorado anualmente em 22 de maio.

O abraço é uma demonstração de carinho, afeto ou amizade que está presente em todas as culturas. Normalmente, o abraço pressupõe alguma intimidade, mas algumas culturas são mais "abraçadeiras" do que outras.

Nesta data é normal comemorar dando muitos abraços, como acontece com as pessoas que oferecem os “Free Hugs” ou Abraços Grátis! Afinal de contas, a melhor maneira de desejar para alguém um feliz Dia do Abraço é dando um abraço!

Esta data teria surgido a partir da iniciativa do australiano Juan Mann que criou a campanha Free Hugs Campaign, em 2004, com o simples objetivo de distribuir abraços "gratuitos" pelas ruas de Sydney.

O PODER DO ABRAÇO

Todos nós sabemos o que é abraçar ou o ato de abraçar, mas podemos defini-lo de algumas formas. No seu primeiro sentido seria o ato de envolver com os braços, mas também pode ser o acolhimento com os braços como forma de saudação, carinho ou conforto. Ou seja, o abraço é um excelente meio de comunicação entre as pessoas que não precisa ser expressado através de palavras. Mas, além de todas essas definições teóricas, você alguma vez já pensou nas implicações de um abraço? Como sentimos os abraços e qual é o impacto que eles têm sobre nós?

Muitos de nós, se voltarmos às situações do nosso passado, encontraremos muitas situações importantes em que um abraço foi suficiente para nos consolar, uma resposta para algo que precisávamos, e até mesmo um presente dos nossos entes queridos.

Abraçar é uma forma maravilhosa de dar amor aos que nos rodeiam, aquecem a alma dos que os recebem. Tudo funcionaria melhor se abraçássemos mais, porque apesar de abraçar ser um ato cotidiano, desconhecemos os benefícios que um abraço proporciona.

Existem muitos tipos de abraços, alguns mais positivos, outros mais negativos, cada um tem uma intenção, estabelecendo uma linguagem simbólica entre a pessoa que dá e a que recebe. Mas o importante não é só receber abraços, mas também dar e pedir se for necessário.

É impossível listar todos os benefícios de um abraço, uma vez que teríamos que parar em cada situação específica, observar o contexto, a motivação, as pessoas envolvidas e a história de cada um, mas podemos citar alguns benefícios gerais que os abraços positivos nos trazem.

Diminui o estresse.
Sentimento de segurança e proteção.
Melhora a autoestima.
Transmite energia e coragem.
Melhora os relacionamentos interpessoais.
Proporciona um sentimento de tranquilidade.

No entanto, é melhor que você comprove tudo isso por si mesmo quando abraçar alguém, porque não há dois abraços iguais, por mais que desejemos.

“Existe um traje que se molda a todos os corpos… um abraço.”
(Texto no site A Mente é Maravilhosa)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Você já se sentiu acolhido?

Acolhimento pode ser descrito como a maneira de receber ou de ser recebido; como recepção, consideração. Estas são apenas algumas das várias definições que encontramos nos dicionários. Mas o que de fato significa acolher?

O acolhimento acontece espontaneamente em nosso posicionamento, no comportamento pessoal frente às relações. Trata-se de uma postura que expressa uma crença a respeito do valor e dos direitos do ser humano.

O acolhimento acontece, entra em ação, na forma que me coloco presente para uma outra pessoa. Se acredito no valor e no potencial, irei naturalmente adotar uma postura de respeito frente a elas. Esta atitude será comunicada pela atenção que dedico ou pelas posturas mentais e corporais diante dos outros.

A maioria de nós, em algum momento da vida, já se sentiu ignorado, desvalorizado ou desconsiderado por alguém ou por um grupo. Por outro lado, podemos nos lembrar também de como nos sentimos quando fomos respeitados e valorizados, seja recebendo atenção, sendo ouvido ou percebendo na pessoa uma postura física que nos comunicasse que havia uma consideração pelos nossos pensamentos e ações.

A consideração é companheira do acolhimento, ela ajuda a sentirmos, a percebermos a valorização que alguém nos dedica, mesmo que não dita.

Outra atitude companheira de quem acolhe é a empatia. A atitude empática é aquela que demonstra nosso desejo de compreender o outro: suas dores, seus sentimentos e o significado daquilo que está passando, como está se sentindo, compreendendo todo o contexto.

Faz parte da empatia também um cuidado para reconhecer o outro naquilo em que ele é diferente. Pois damos sentidos diferentes para aquilo que vivemos. Assim, a empatia se mostra no olhar, na postura corporal e na comunicação diante daquilo que o outro nos mostra.

Este conjunto de coisas – consideração, atenção e empatia – pode facilitar a comunicação entre pessoas, grupos e relações que temos, duradouras ou não. A prática e o exercício dessas atitudes são a base do acolhimento.

Acolher de forma sincera é trazer o outro para perto de nós. Receber o diferente com consideração, com atenção, lembrando que, apesar das diferenças, carregamos algo em comum que nos une: a nossa humanidade.

Adriana – CVV Araraquara – SP

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Falta amar

Um vídeo circulou pelas redes sociais. Mostrava algo bastante singelo e valioso: filhos adolescentes, jovens, ligando para seus pais para dizer simplesmente: Eu te amo.

Eram ligações de celular, inesperadas, a qualquer hora do dia. O pai ou a mãe atendiam, ouviam um Olá e logo depois: Pai, mãe, eu queria dizer que te amo. Só liguei para dizer isso.

As reações foram belíssimas. Pais dizendo: Puxa, como é bom ouvir isso. Eu também te amo, meu filho.

E do lado de cá, de quem estava fazendo as chamadas, da mesma forma: lágrimas de emoção de jovens que, raramente, ou nunca haviam proferido tais palavras.

Como se o simples contato com essas palavras mágicas, quando verdadeiramente sentidas, já provocasse neles algum tipo de transformação.

Muitos podem dizer que o amor está subentendido, está nos gestos, na companhia diária, não exige provas. E que talvez não precise ser declarado.

Muitos temem ser pieguismo expressar-se dessa forma. Será?

Banalizamos o Eu te amo, é certo, recitando-o da boca para fora muitas vezes, automaticamente.

As paixões avassaladoras e efêmeras se apropriaram dele, tornando-o menor, pois da mesma forma que o amor nasce, voraz, também morre, triste, pouco tempo depois em relações vazias.

O Eu te amo dos altares enfeitados, das grandes festas, não sobrevive às primeiras intempéries de muitos casamentos.

Esse amor das infinitas canções, das belas obras, mas também das puramente sentimentalistas, que nada acrescentam para a verdadeira arte.

Curioso. O Eu te amo foi dito tantas vezes que parece ter enfraquecido pelo mundo afora, praticamente caindo no esquecimento.

* * *

Não falta amor nos poemas, nas músicas, nas bocas. Falta, sim, amar.

Não falta amor nos lares, nas famílias: falta amar.

Não falta amor nos pensamentos, nas ideias: falta amar.

Não falta amor nas potências de nossa alma. Falta, sim, o movimento do amar.

E muitas vezes, a expressão pura e simples desse amor já é grande parte desse amar.

Quando verdadeiramente sentimos dentro de nós essa afeição profunda, esse querer bem, essa consciência do quão importante é aquela pessoa, nada mais natural do que dizer, do que extravasar.

Bom para quem diz, pois se encharca de suas vibrações benfazejas e revigorantes.

Bom para quem ouve, pois recebe muito mais que palavras. Recebe o conforto, o aconchego e a gratidão que tal declaração guarda em si.

Ouvir um Eu te amo de verdade, é como ser levado pelas mãos a um passeio, uma viagem para um mundo melhor, de menos preocupações e sofrimentos, um refrigério para a alma em luta na Terra.

Voltamos renovados, dispostos a seguir adiante e mais, voltamos conhecendo o amor um pouco melhor.

Ainda sabemos pouco do amor em sua profundidade. Estamos dando os primeiros passos depois de deixar o primitivismo necessário.

Falta amar para encontrá-lo e permanecer nele por mais tempo.

Falta amar para podermos declará-lo sem medo de pieguismos empobrecedores.

Falta apenas amar, nada mais.

Fonte: Redação do Momento Espírita. Em 15.5.2019.

Adultério

O Livro dos Espíritos já nos orienta sobre vários assuntos que envolvem o amor. Na questão 701, do LE, ele nos diz que o casamento no olhar de Deus, tem que acontecer através da feição de dois seres que se unem, o amor, carinho, respeito, mas vejam bem, o casamento que ele cita não é a cerimônia em si, é o casamento das almas, já que é isso que importa para o espiritismo, ou seja, válido para qualquer tipo de relação. Aquele que vai contra isso, levado pelo desejo da carne, do subconsciente, pode atrair sérios prejuízos espirituais.

Se soubéssemos nos comportar mentalmente, entender que o outro em relação física é apenas uma carne e que não há necessidade de adoração, desejo, já que é apenas uma pessoa como tantas outras, entenderíamos o quanto é fútil essa relação de desejo carnal quando já existe alguém para suprir seus sentimentos. 

Somos todos humanos e é normal acharmos alguém bonito, mas quando isso já ultrapassa um estado mental de sujeira, com intenções sexuais, atraímos outros espíritos que gostam dessa sensação prazerosa do sexo. Por isso, qualquer pessoa que tenha o pensamento dominado pela ideia do sexo pode atrair espíritos que se tornam difíceis de se livrar e consequentemente, irão te influenciar a fazer com que isso não fica somente na cabeça, mas que ultrapasse para o lado físico, o ato em si.

Ainda somos muito pequenos quando a imensidão do que devemos aprender, mas o espiritismo é tão lindo que nos disponibilizam esses suportes em formas de orientação, para que todos os dias possamos absorver e levar para si. 

Apenas o amor vale a pena, cada um necessita entender suas prioridades. Não utilizem desculpas para explicar um erro cometido. A rotina de um casal se recria, o sexo se renova, os defeitos são moldados, para tudo há uma solução. Os desejos são tão passageiros, mas o amor não, ele cura, fortifica, purifica,  enaltece tua alma e te leva para uma eternidade divina.

Perfil no Instagram Aquele Jovem Espírita

terça-feira, 7 de maio de 2019

Ainda e sempre a gentileza

Ainda e sempre a gentileza

A Terra, em sua transição de um mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração, apresenta, todos os dias, grandes tragédias.

São aquelas provocadas pela natureza em fúria, que se traduzem em terremotos, ciclones, furacões, chuvas intensas.

São aqueloutras, provocadas pelo ser humano, em sua forma ainda familiarizada com a maldade e que produzem muitas lágrimas.

Também tragédias provocadas pelo ceticismo e pelo fanatismo que crescem desequilibrando mentes e corações, afastando pessoas queridas...

Por isso, em meio à indiferença que gera frieza, amargura e até revolta, tentemos cultivar o que é básico, essencial, primordial mesmo para uma vida mais leve e feliz: a gentileza!

Encontremos espaço e tempo para cultivá-la em nossas relações, exercitando-a em atitudes simples e possíveis.

Poderão parecer sem maior importância. No entanto, são preciosos momentos que podemos ofertar de nós, sem esforço algum.

Por exemplo, um olhar compreensivo ante o equívoco de alguém. Um abraço festivo. Um sorriso de contentamento.

A gentileza de permitir a pessoa atravessar a rua, enquanto aguardamos com nosso carro.

No ceder um lugar no transporte público. Pode ser a um idoso, uma senhora grávida, alguém com uma criança ao colo ou com muitas compras.

Na gratidão a um garçom, um frentista, um caixa de banco ou supermercado.

Pensemos em quantas horas eles devem permanecer em seus postos, atendendo e atendendo. Como se sentirão gratificados pela gentileza do nosso Muito obrigado.

Exercitemos a gentileza também no pedido de desculpas sincero. Afinal, quem não comete erros e faltas neste mundo?

No respeito a uma fila que já existia antes da nossa chegada, mesmo que estejamos com pressa pelo compromisso de logo mais.

Na paciência com alguém lento ou apressado.

Na mensagem otimista que compartilhamos sem excessos e neuroses.

Na ligação apenas para saber como o outro tem passado. Numa informação que damos, detendo o passo, atenciosos.

Numa qualidade que reconhecemos em alguém e com prazer verbalizamos para a própria pessoa.

Numa lágrima que discretamente enxugamos no rosto alheio. Num enxoval que silenciosamente providenciamos.

Numa planta que sem alarde regamos.

Numa alegria que dividimos.

Num café que oferecemos.

Numa oração por quem precisa.

No pão que podemos providenciar a quem tem fome.

No respeito a quem pensa e vive de um jeito diferente do nosso.

Na gratidão a quem nos beneficia.

No relevar a falta de um amigo.

No cuidado com um animal.

Tudo isso está ao nosso alcance fazer sem prejuízo para os nossos compromissos, investimentos, compras, viagens, tratamentos e redes sociais.

Basta que tenhamos vontade e julguemos importante o cultivo desse cuidado.

Não esperemos por governos, autoridades, líderes religiosos, guias, anjos, todos importantes em seus respectivos papéis entre nós.

Façamos antes a nossa parte e encontraremos a alegria e a paz que tanto desejamos, que não vêm por atacado. Elas chegam como a chuva fina, mansa e discreta, no grande varejo da nossa existência.

Redação do Momento Espírita, com base no texto Gentileza, de Cezar Braga Said. Em 7.5.2019.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Energia do abraço. Prove desta vibração positiva agora!

Abraçar é abrir-se.  Depois de um gol, antes da corrida, no momento de dor, na vertigem da descida, a um passo da saudade, no calor de um encontro. Abraços são braços desarmados. Gente que abraça também se abraça junto. Acabe a timidez de uma vez. Quem tão pouco ou nada abraça, faça a sua estréia. 

Abrace sem explicação, motivo ou cerimônia. Mas abrace para deixar ser livre e não aprisionar. A Energia de um abraço é uma conexão de humanidade. Estamos mais distantes do que estávamos antes. Necessitaremos estar por perto. Ainda mais longe, estaremos impedidos de nos reconhecer.

Vivemos com os braços atarefados, muito ocupados.  Carregamos entrega de compras quando temos simples abraços para oferecer.  Faça um teste. Diga, ainda hoje, quando surpreender alguém, “como é bom abraçar você”. Não espere. Amanha é outro dia de presente. Quem você adiou abraçar pode estar ausente. Abrace com Amor. De  braços bem abertos como um Cristo Redentor. Energia do abraço. Prove desta vibração.







Fonte: Blog MeioNorte.com

domingo, 7 de abril de 2019

Ciência comprova: abraços diários podem curar o mau humor

Você já ganhou um abraço hoje? Não? Então corre para a pessoa amada ou alguém mais próximo e dê um abraço bem apertado nessa pessoa! Por quê? Simples: a Ciência diz que abraçar faz muito bem. 

Um estudo da Universidade Carnegie Mellon descobriu que os abraços nos protegem dos efeitos do mau humor e, depois de uma discussão, esse gesto de carinho pode melhorar a relação. 

Participaram da pesquisa 404 homens e mulheres entre 21 e 55 anos – todos com boa saúde. Apenas 25% dos indivíduos eram casados. 

Os participantes foram entrevistados todas as noites, durante duas semanas. Eles responderam a perguntas sobre suas interações com os outros durante o dia. Descreveram suas atividades sociais, conflitos, resoluções e, claro, abraços.

Os voluntários também foram questionados sobre alterações de humor ao longo do dia. Pesquisas anteriores mostravam os benefícios do abraços, mas estavam focadas apenas nas relações amorosas. Este novo trabalho analisou o poder do abraço em vários círculos sociais. 

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que receberam um abraço no mesmo dia em que viveram um conflito de relacionamento mostraram uma menor queda das emoções positivas, além de menor aumento das negativas em comparação com os indivíduos que não foram abraçados. 

Então ser abraçado em algum momento do dia parece evitar que o bom humor desapareça. Isso ajuda também a superar o ressentimento. 

“A pesquisa está em fase inicial. Ainda temos dúvidas sobre quando, como e para quem os abraços são mais úteis. No entanto, nosso estudo sugere que abraços consensuais podem ser bons para demonstrar apoio a alguém que esteja em uma relação duradoura”, diz Michael Murphy, um dos autores do estudo. 

“[O abraço] pode ser um método simples e eficaz de oferecer apoio a homens e mulheres que estejam sofrendo em suas relações interpessoais”, conclui o autor.







Fonte site Aleteia