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domingo, 11 de agosto de 2019

Pessoas leais: o valor de ser fiel aos seus princípios

As pessoas leais são, acima de tudo, personalidades honestas. Elas se guiam por um código que está sempre em sintonia com seus valores, mas também com o comprometimento respeitoso com o outro. Nas suas relações, não cabem traições, mentiras ou atitudes interesseiras.

Estamos, sem dúvida, diante de um conceito tão interessante quanto profundo que vai muito além da confiança.

Atualmente, o panorama não é mais o mesmo. No entanto, de alguma forma, continuamos precisando desta proximidade e desta segurança de pessoas significativas para nos sentirmos bem.

Precisamos oferecer ao outro um sentimento de atenção, respeito e comprometimento contínuos, em relações nas quais sabemos que não seremos traídos. Nas quais não há interesses ocultos ou segundas intenções.

Há quem diga que hoje em dia a lealdade é quase um ideal, ou uma característica em risco de extinção. Muito além do que podemos pensar, esta dimensão continua estando presente no coração de muitas pessoas.

Por isso, devemos saber exatamente o que é ser leal, porque em muitas ocasiões, é possível cair em dinâmicas nas quais este princípio acaba sendo deturpado. Vejamos mais detalhes a seguir.

“Irei segui-lo até o último suspiro, com a verdade e a lealdade”.
– William Shakespeare –

Sêneca dizia que a lealdade parte da confiança, mas como já falamos antes, este conceito tem suas raízes em algo mais profundo e complexo ao mesmo tempo. Para começar, as pessoas leais são, acima de tudo, respeitosas com seus próprios princípios. 

É deles que parte o verdadeiro núcleo do comportamento leal: agir sempre com base em valores, sendo fiéis ao que consideram correto.

A lealdade, o compromisso de fazer a coisa certa
Lealdade provém do termo ‘legal’. Há, portanto, um componente de retidão e compromisso por fazer a coisa certa em cada circunstância. O que isso significa, traduzido no âmbito das relações?

Implica, por exemplo, que mesmo se terminarmos uma relação afetiva ou de amizade com alguém, o respeito sempre vai continuar existindo. Não iremos revelar intimidades, não faremos críticas e nem teremos comportamentos que possam machucar os outros de alguma forma.

Muito além da confiança, está a lealdade. Mesmo quando a primeira se perde e não há mais vínculo algum com este alguém, sobrevive o sentido profundo do respeito, uma virtude, sem dúvida, nobre e desejável.

A pessoa leal é sincera, não condescendente, e nos ajuda a crescer
As pessoas leais não são aquelas que fazem uso exclusivo da condescendência. Não são as que dizem ‘sim’ a tudo, as que nunca colocam objeções, as que nos apoiam em tudo que fizermos, em cada decisão e comportamento, por mais questionável que seja.

A lealdade também é sinceridade, e fazer uso de um comprometimento ativo com o nosso bem-estar.

Isso significa que, se em algum momento for necessário que alguém nos impeça de fazer algo, nos alerte a respeito de um problema ou nos ajude a abrir os olhos diante de uma realidade que não vemos, a pessoa leal vai fazer isso.

Afinal, ela é regida por valores firmes, não pelo servilismo ou pela passividade. Assim, quem deseja o melhor para nós nunca hesitará em ser o apoio capaz de dizer as verdades que machucam, capaz de nos mostrar nossos erros, mas também as nossas oportunidades de crescimento.

Para concluir, como podemos ver, o conceito de lealdade tem as suas nuances. Ninguém pode impôr a quem ou a quê devemos ser leais.

Este conceito não é externo; ele tem uma origem interna e está em harmonia com um código de valores baseado no respeito e na integridade que cada um vai construindo ao longo da sua vida.

Assim, as pessoas leais não ficam apenas nas palavras, porque a lealdade é exercitada e aplicada diariamente em qualquer circunstância e situação. Pensemos nisso.

A Mente é Maravilhosa com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Adultério

O Livro dos Espíritos já nos orienta sobre vários assuntos que envolvem o amor. Na questão 701, do LE, ele nos diz que o casamento no olhar de Deus, tem que acontecer através da feição de dois seres que se unem, o amor, carinho, respeito, mas vejam bem, o casamento que ele cita não é a cerimônia em si, é o casamento das almas, já que é isso que importa para o espiritismo, ou seja, válido para qualquer tipo de relação. Aquele que vai contra isso, levado pelo desejo da carne, do subconsciente, pode atrair sérios prejuízos espirituais.

Se soubéssemos nos comportar mentalmente, entender que o outro em relação física é apenas uma carne e que não há necessidade de adoração, desejo, já que é apenas uma pessoa como tantas outras, entenderíamos o quanto é fútil essa relação de desejo carnal quando já existe alguém para suprir seus sentimentos. 

Somos todos humanos e é normal acharmos alguém bonito, mas quando isso já ultrapassa um estado mental de sujeira, com intenções sexuais, atraímos outros espíritos que gostam dessa sensação prazerosa do sexo. Por isso, qualquer pessoa que tenha o pensamento dominado pela ideia do sexo pode atrair espíritos que se tornam difíceis de se livrar e consequentemente, irão te influenciar a fazer com que isso não fica somente na cabeça, mas que ultrapasse para o lado físico, o ato em si.

Ainda somos muito pequenos quando a imensidão do que devemos aprender, mas o espiritismo é tão lindo que nos disponibilizam esses suportes em formas de orientação, para que todos os dias possamos absorver e levar para si. 

Apenas o amor vale a pena, cada um necessita entender suas prioridades. Não utilizem desculpas para explicar um erro cometido. A rotina de um casal se recria, o sexo se renova, os defeitos são moldados, para tudo há uma solução. Os desejos são tão passageiros, mas o amor não, ele cura, fortifica, purifica,  enaltece tua alma e te leva para uma eternidade divina.

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