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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Cineasta de 20 anos ganha prêmio por filme poderoso de 1 minuto sobre casamento

Nós podemos não entender as palavras, mas, ao final, a mensagem ficará clara para todos.

Este breve vídeo, chamado Thursday Appointment, ganhou recentemente um prêmio no Luxor African Film Festival, uma organização sem fins lucrativos que incentiva e celebra a produção de filmes.

A produção é do premiado do cineasta iraniano Syed Mohammad Reza Kheradmand, de 20 anos.

O poderoso curta-metragem mostra um casal mais velho recitando um poema de Hafez um para o outro no carro, quando param em um sinal vermelho e veem um casal brigando ruidosamente no carro ao lado, em que filha está triste no banco de trás.

O casal mais velho faz um gesto que diz muito sobre seu próprio casamento e sobre como o amor conjugal pode ajudar a reconciliar e restaurar os outros ao nosso redor.

Infelizmente não achei dublado nem legendado em português, porém, as cenas são auto explicativas, a falta de entendimento da língua não interfere no na compreensão da mensagem final!



Site Aleteia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

segunda-feira, 25 de maio de 2020

O abraço de todo dia

No dicionário, abraço ou amplexo é quando duas ou mais pessoas, geralmente duas, ficam parcial ou completamente entre os braços da outra. É usado, dependendo da cultura local, como forma de demonstração de afeto de uma pessoa para outra. Através dele podemos cumprimentar ou expressar sentimentos.

Em 22 de maio é comemorado internacionalmente o Dia do Abraço.

Há quem diga que o abraço tem poder curativo, pode funcionar como uma terapia para sanar dores do corpo e da alma. Melhora a auto estima, ajuda superar a depressão, libera a ocitocina que neutraliza o estresse.

Tantas coisas boas dentro de um abraço...

Sobretudo abraçar é um ato de afeto e carinho. Os braços se envolvem, os corações pulsam bem pertinho um do outro. Momento mágico onde dois seres humanos trocam o que tem de mais humano em si... o desejo de estar próximo do outro, de sentir e se fazer sentido pelo outro.

Nos dias em que vivemos só podemos abraçar a nós mesmos e sabe que pode ser uma boa experiência?!

Abraçar o que somos, acolher nossos sentimentos, oportunidade para acessar o desconhecido dentro de nós, abrir caminho para que nossa tendência construtiva nos conduza a um ser humano melhor.

Em breve, vamos poder trocar abraços. Abraços longos ou curtos, apertados, alguns até sufocantes, com tapinhas, com pulinhos, girando e dando risada, abraços em duplas, abraços coletivos, abraços do jeito que cada um gosta, sempre cheios de amor e alegria. Renovando amizades, renovando esperanças, renovando a vida.

Neste dia do abraço, sem abraço, podemos substituí-lo pela intenção de um gesto que envolva o mundo todo, com todas as pessoas considerando a possibilidade de um mundo melhor.

E por aqui, neste Dia do Abraço, receba nosso fraterno e virtual abraço!

Elódia – CVV Abolição – SP

sexta-feira, 21 de junho de 2019

A essência do cuidado

Segundo o dicionário de filosofia, cuidado, do latim, significa cura, usado num contexto de relações de amor, amizade, zelo, atenção, solicitude e bom trato. O cuidado é, na verdade, o suporte real da criatividade intelectual, da liberdade, da inteligência, da segurança e uso racional da tecnologia.

Quem cuida? Todos. A mãe, a mulher, o filho, o namorado, o pai, o benzedor, o psicólogo, o pastor, o massagista, a manicure e todos que se querem bem.

O cuidado não deve ser imposto, marcado, determinado com leis, regras ou ordenamentos. O cuidado deve ser vivenciado, sentido, degustado, sutil, meigo, e que faz crescer em todos os sentidos.

Importante então colocar cuidado em tudo: primeiramente em mim, me aceitando e me compreendendo para que possa mudar, caminhar, indiferente de onde estiver, de modo mais humano, participando da construção efetiva do meu ser.

Depois desse mergulho em mim, cabe o auto-questionamento: será que estou pronta para cuidar?

Muitas vezes a correria em nosso cotidiano, nos impede de tomar decisões, de fazer escolhas acertadas às vezes faz com que deixemos a rotina tomar conta de nossa rotina, o corre-corre do dia a dia nos entorpece, ligamos o automático e vamos em frente sem prensar muito sobre para onde, com quem e o que estamos fazendo.

Toda essa reflexão nos chama a atenção para o cuidado na transformação de gente, ser biológico, em pessoa humana mais integrada com o cosmo, com o compromisso do cuidado.

A ajuda que prestamos ao outro, acolhendo-o, nos faz humanos, como quem nos procura. Precisamos acolher nossos defeitos e limitações para poder aceitar o outro. Reconhecendo nossas dores, vazios e falhas, poderemos reconhecer também a humanidade do outro e daí surge a empatia, o carinho e a responsabilidade com aqueles que nos rodeiam.

Artigo escrito por Anízia publicado no site da CVV (Belo Horizonte - MG)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Você já se sentiu acolhido?

Acolhimento pode ser descrito como a maneira de receber ou de ser recebido; como recepção, consideração. Estas são apenas algumas das várias definições que encontramos nos dicionários. Mas o que de fato significa acolher?

O acolhimento acontece espontaneamente em nosso posicionamento, no comportamento pessoal frente às relações. Trata-se de uma postura que expressa uma crença a respeito do valor e dos direitos do ser humano.

O acolhimento acontece, entra em ação, na forma que me coloco presente para uma outra pessoa. Se acredito no valor e no potencial, irei naturalmente adotar uma postura de respeito frente a elas. Esta atitude será comunicada pela atenção que dedico ou pelas posturas mentais e corporais diante dos outros.

A maioria de nós, em algum momento da vida, já se sentiu ignorado, desvalorizado ou desconsiderado por alguém ou por um grupo. Por outro lado, podemos nos lembrar também de como nos sentimos quando fomos respeitados e valorizados, seja recebendo atenção, sendo ouvido ou percebendo na pessoa uma postura física que nos comunicasse que havia uma consideração pelos nossos pensamentos e ações.

A consideração é companheira do acolhimento, ela ajuda a sentirmos, a percebermos a valorização que alguém nos dedica, mesmo que não dita.

Outra atitude companheira de quem acolhe é a empatia. A atitude empática é aquela que demonstra nosso desejo de compreender o outro: suas dores, seus sentimentos e o significado daquilo que está passando, como está se sentindo, compreendendo todo o contexto.

Faz parte da empatia também um cuidado para reconhecer o outro naquilo em que ele é diferente. Pois damos sentidos diferentes para aquilo que vivemos. Assim, a empatia se mostra no olhar, na postura corporal e na comunicação diante daquilo que o outro nos mostra.

Este conjunto de coisas – consideração, atenção e empatia – pode facilitar a comunicação entre pessoas, grupos e relações que temos, duradouras ou não. A prática e o exercício dessas atitudes são a base do acolhimento.

Acolher de forma sincera é trazer o outro para perto de nós. Receber o diferente com consideração, com atenção, lembrando que, apesar das diferenças, carregamos algo em comum que nos une: a nossa humanidade.

Adriana – CVV Araraquara – SP

terça-feira, 12 de março de 2019

A Solidão dos Avós: Um curta-metragem emocionante que está fazendo o mundo refletir

Os avós são figuras muito importantes em nossas vidas. Na maioria das famílias, eles são um pilar que mantém todos unidos, mesmo nos momentos mais difíceis da vida. No entanto, não podemos negar um fato: mesmo nas famílias mais presentes, existe a solidão da terceira idade.

Os idosos, principalmente quando moram sozinhos, podem se sentir deixados de lado, porque todos estão ocupados demais com as próprias vidas e podem acabar negligenciando o relacionamento com eles. Eles nem sempre conversam sobre sua solidão, porque não querem “cobrar” os filhos e netos, mas no fundo seus corações desejam por mais companhia, alguém para conversar, contar suas histórias, falar sobre a vida.

Estar sozinho é bom, mas se a solidão é constante, pode acarretar problemas emocionais. A solidão na terceira idade sempre existiu, mas é mais falada atualmente devido ao modo de vida que levamos, que acaba nos aproximando da tecnologia, enquanto nos afasta das pessoas.

É preciso conscientizar as pessoas sobre esse tema, mostrar que os idosos também se sentem solitários, abandonados e, por mais que não falem, precisam de companhia, amor, carinho, cuidado e interesse.

Essas pessoas que dedicaram tanto tempo de suas vidas fazendo de tudo por nós, merecem também receber o melhor de nós.

Mostramos abaixo um curta realizado pela profissional de animação Laura Stewart, que mostrou de uma maneira muito sutil a maneira como milhares de idosos se sentem.

O vídeo conta a história de um senhor que mora sozinho, até se deparar com uma nova companhia, que apenas complica a sua vida. Vendo que não tem outra opção, ele tem uma atitude amigável para com ela, o que acaba por acarretar um resultado que nos faz refletir muito sobre o sofrimento vivido por essas pessoas, e até onde elas iriam para ter alguém do lado.

Confira abaixo:



Site O Segredo