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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

14 de Fevereiro - Dia Internacional do Amor

O Dia Internacional do Amor encontra-se no calendário no dia 14 de fevereiro, o famoso Dia de São Valentim. Porém, no Brasil o Dia do Amor comemora-se a 25 de abril.

Mais do que as palavras, neste dia importam as ações: demonstre o quanto gosta de uma pessoa com gestos atenciosos.

Amor é paz, sensação de segurança, apoio, aconchego… É companheirismo! E não estamos falando apenas de relação de casal, qualquer relacionamento que envolva amor!

Celebremos sempre, com alegria, com gratidão.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Cineasta de 20 anos ganha prêmio por filme poderoso de 1 minuto sobre casamento

Nós podemos não entender as palavras, mas, ao final, a mensagem ficará clara para todos.

Este breve vídeo, chamado Thursday Appointment, ganhou recentemente um prêmio no Luxor African Film Festival, uma organização sem fins lucrativos que incentiva e celebra a produção de filmes.

A produção é do premiado do cineasta iraniano Syed Mohammad Reza Kheradmand, de 20 anos.

O poderoso curta-metragem mostra um casal mais velho recitando um poema de Hafez um para o outro no carro, quando param em um sinal vermelho e veem um casal brigando ruidosamente no carro ao lado, em que filha está triste no banco de trás.

O casal mais velho faz um gesto que diz muito sobre seu próprio casamento e sobre como o amor conjugal pode ajudar a reconciliar e restaurar os outros ao nosso redor.

Infelizmente não achei dublado nem legendado em português, porém, as cenas são auto explicativas, a falta de entendimento da língua não interfere no na compreensão da mensagem final!



Site Aleteia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

14 de Fevereiro - Dia Internacional do Amor

O Dia do Amor celebra-se a 14 de fevereiro, sendo este um dos dias mais romântico do ano.

Uma das historias contadas para explicar tal data remete-se à São Valentim:

A história contada de São Valentim remete ao tempo antes de Cristo. Dizem que na Roma antiga, o imperador Claudius II, havia proibido o casamento pois sua intenção era formar um grande e poderoso exercito, porém, para ele, os homens com famílias não tinham o mesmo desempenho dos solteiros na guerra.

No entanto, havia um bispo romano, chamado valentin, que contrariou a ordem do imperador e continuou a celebrar em segredo os casamentos. Infelizmente, quando o imperador descobriu, Valentin foi imediatamente preso e condenado a morte.

Enquanto vivia seus últimos dias de vida na prisão, conta a história, que Valentim se apaixonou por uma jovem cega que era filha de um dos carcereiros.

O romance durou pouco, porém antes de ser enforcado, no dia 14 de fevereiro, Valentim teria escrito uma carta para a sua amada e assinalou “from your valentine”.

O choque de perder seu amor foi tão grande que devolveu a visão da moça, e a partir dali, os apaixonados se inspiravam no bispo e celebravam a sua história dando sentido ao dia dos namorados.

Fotos para inspirar:









Calendarr e Blog Waufen

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Pequenos conflitos diários do relacionamento que nos machucam

Oito da noite numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos.

O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.

Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.

Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.

Percebendo que, além de atrasados, poderão ficar mal- humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe que estava errado.

Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.

Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.

E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro  ser feliz.

Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais teríamos estragado a noite.

Certamente uma sábia decisão.

Muitas vezes nós perdemos oportunidades de viver momentos felizes só porque queremos provar que estamos com a razão. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.

De maneira alguma defendemos a omissão ou o não uso da razão, mas tão somente o uso da razão com sensibilidade.

Quantas amizades já destruímos por causa de uma obstinação em defender um ponto de vista?

Quanta energia já gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?

Quanto tempo perdido na elaboração de argumentos para convencer alguém de que temos razão em algum ponto?

Será que vale a pena essa maneira de ser?

Será que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?

Não seria mais sábio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas questões irrelevantes?

É evidente que há momentos em que devemos defender nossa posição, e seria bom que o fizéssemos sem nos perturbar, sem sair do sério.

Mas o que geralmente acontece é que levamos as discussões, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.

É importante considerar que para divergir não precisa dissentir.

Podemos discordar de alguém e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse alguém.

Pense nisso quando se apresentar uma situação em que você tenha que fazer essa opção e se questione, antes de agir:

Será que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?

Será que o momento certo para expor minha opinião é agora?

Será este o momento de impor minhas razões?

Talvez se prestássemos mais atenção em nossas palavras e nos porquês de nossas discussões frequentes, perceberíamos que, na maioria das vezes, poderíamos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter razão.

Considere que as energias gastas em discussões infrutíferas podem lhe fazer falta na manutenção da saúde física e mental, e busque usá-las de maneira útil e inteligente.

Afinal, todos os seus esforços devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.

E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter razão, ou ser feliz?

Fonte site Chico Xavier de Minas

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Almas afins

A questão da busca pela pessoa que vamos compartilhar na nossa vida neste Planeta é bem mais complexa do que imaginamos. Uns dizem: “onde estará a minha alma gêmea”, outros “quero encontrar a minha cara metade” e outros dizem que nasceram para ser sozinhos, pois os relacionamentos não dão certo, não passando da fase dos encontros ou do namoro.
De fato em muitos casos existem sim as “almas afins” que se assemelham a imãs que se atraem por uma compulsão inexplicável para quem não entende.

A particularidade dos relacionamentos se inicia normalmente antes mesmo do nascimento, isto é, quando estamos lá no plano espiritual, na fase que preparamos junto com os benfeitores algumas ocorrências aqui na Terra, utilizando para tal do livre arbítrio.

Entre os planejamentos está incluído quem vamos encontrar para compartilhar a vida a dois. Mas também pode acontecer de que em nossa programação se faça necessário passarmos por aqui sozinhos.

Como esta vida que estamos vivenciando tem relação com vidas passadas, somos compelidos a que nos aproximemos de várias pessoas, cujos relacionamentos podem ou não dar certo, cujos motivos são os mais diversos, isso porque talvez numa outra existência tenhamos infringido a Lei Divina e como resgate, tenhamos que viver sem parceria.

Mas por outro lado, temos aqueles relacionamentos que são delineados por circunstâncias que nem imaginamos. Não importando à distância, o lugar, a cidade que possa estar a alma afim, os benfeitores espirituais providenciarão para que haja o reencontro. As pessoas que devam se encontrar serão compelidas a se cruzarem e certamente se reconhecerão, pois que é o espirito que ama e não o corpo.

É lógico que o corpo material tem uma participação na atração dessas almas, pois que o desejo é necessário para que ecloda a paixão, o desejo de ficar junto, mas este desejo dará logo ali lugar a um amor sublime, pois que o espirito tomará as rédeas do relacionamento, ficando a paixão e a atração física como sentimento secundário.

Às vezes podem acontecer relacionamentos temporários, semelhante aos que acontecem na adolescência, pois nesta ocasião o espirito está em uma busca muito acirrada para encontrar a outra pessoa, e em razão da falta de esclarecimento sobre o amor, pode deixar-se levar por uma paixão momentânea, mas logo que reconhece não ser a parceria pretendida, o sentimento se esvai e a busca continuará.

Mas apesar de ser um determinismo o encontro com a alma afim, podemos utilizando o livre arbítrio não querer conviver com a pessoa que estaria em nosso planejamento, mas isso não será obstáculo para que sigamos outro caminho e certamente poderá este outro relacionamento dar certo.

Certa ocasião uma mulher perguntou ao Chico se a pessoa que ela estava convivendo era a certa. Chico com o humor e a sabedoria que lhe era peculiar disse: “olha minha amiga se não for a certa, muito errada não é”.

Autor: Nilton Cardoso publicado no site Portal do Espírito

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Dia dos Namorados

Dia onde o amor se propaga com muita facilidade.

Seria tão bom se todos os dias o amor se tornasse parte maior em nossas palavras, atitudes e pensamentos.

Não é bom amar e ser amado?

Sentir o carinho, o olhar delicado, o cuidado fraterno, caminhar de mãos dadas…

A vivência com o próximo sempre fortalece a troca; e como acreditamos que o bem e o AMOR sempre prevalecem, seria bom pensarmos que…

Se a aflição fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais fé.

Se a guerra fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais paz.

Se o ódio fosse namorado do amor, ele aprenderia a ter mais compaixão.

Se a inveja fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais generosidade.

Se as doenças e aflições fossem namoradas do amor, elas aprenderiam a ter mais caridade.

O mundo precisa de amor, e só! Pois ele transforma.

Experimente! Distribua seu amor através de um olhar, um sorriso, um abraço, uma palavra carinhosa ou até mesmo um pensamento para quem não tem tanto afeto.

Que façamos deste dia, momentos de divisão de amor. E que tal fazer com que este dia se perpetue durante toda semana, o mês, o ano e porque não, pra vida toda?

O que vale a pena é o amor, o carinho, a amizade, a família, a união.

Tudo depende de cada um de nós, aos poucos, contribuiremos com o nosso melhor para o mundo.

Feliz dia dos namorados.

Fonte Aliança Espírita Evangélica

sexta-feira, 7 de junho de 2019

O Amor é Lindo - já pensando no Dia dos Namorados!

Certo dia, passeando pelas redes sociais, deparei-me com um pequeno texto – o qual não constava a autoria – que recomendava a todos os navegantes em busca de felicidade que, na vida, não devemos nunca mendigar estas três coisas: atenção, amor e carinho.

A partir daí, retornei-me do meu abençoado passeio nas redes sociais e passei a conversar com os meus botões sobre a sabedoria do referido texto, pelo que parti para os questionamentos sobre a vida privada e suas neuroses um tanto quanto confusas.

Quantos relacionamentos se frustram justamente por que um permanece esperando a atenção, o amor e o carinho por parte do outro?

Por que muitos de nós nos colocamos na voz passiva dos acontecimentos, nos posicionando pelos desvãos da lamúria e do sofrimento, passando anos a fio colecionando melindres e comprometendo a saúde espiritual e física?

Diante desses questionamentos, seguem as dicas:

1) que possamos inverter o modus operandi, ou seja, não esperemos que o outro nos dê atenção, amor e carinho;

2) cada um tome a iniciativa, faça a sua parte, seja voz ativa, sujeito da ação, dando atenção, amor e carinho sem, jamais, esperar pelo outro, até mesmo reconhecimento;

3) que possamos aplicar a lei divina que nos diz que é dando que se recebe, pelo que é dando atenção que se recebe atenção, é dando amor que se recebe amor, é dando carinho que se recebe carinho;

4) agindo assim fica mais fácil o relacionamento, porque só depende do sujeito da ação, a personagem principal do controle das emoções.


* * *

Agora, depois dessas reflexões, despeço-me dos meus queridos botões e antes de me retornar ao passeio pelas redes sociais, veio-me uma ideia.

Abri a janela e vi desfilando na passarela um casal de namorados trocando atenção, amor e carinho.

E sobre o telhado de um dos vizinhos, da mesma forma, encontrava-se um casal de pombos em plena carícia.

E olhando para o alto, pássaros, em acrobacia, interagindo-se e formando no azul do céu um só coração.

Voltei aos meus botões, recordando o amigo Dadá Maravilha com a sua famosa frase:

O amor é lindo!!!

Autor: Yé Gonçalves para o site Portal do Espírito

domingo, 7 de abril de 2019

Ciência comprova: abraços diários podem curar o mau humor

Você já ganhou um abraço hoje? Não? Então corre para a pessoa amada ou alguém mais próximo e dê um abraço bem apertado nessa pessoa! Por quê? Simples: a Ciência diz que abraçar faz muito bem. 

Um estudo da Universidade Carnegie Mellon descobriu que os abraços nos protegem dos efeitos do mau humor e, depois de uma discussão, esse gesto de carinho pode melhorar a relação. 

Participaram da pesquisa 404 homens e mulheres entre 21 e 55 anos – todos com boa saúde. Apenas 25% dos indivíduos eram casados. 

Os participantes foram entrevistados todas as noites, durante duas semanas. Eles responderam a perguntas sobre suas interações com os outros durante o dia. Descreveram suas atividades sociais, conflitos, resoluções e, claro, abraços.

Os voluntários também foram questionados sobre alterações de humor ao longo do dia. Pesquisas anteriores mostravam os benefícios do abraços, mas estavam focadas apenas nas relações amorosas. Este novo trabalho analisou o poder do abraço em vários círculos sociais. 

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que receberam um abraço no mesmo dia em que viveram um conflito de relacionamento mostraram uma menor queda das emoções positivas, além de menor aumento das negativas em comparação com os indivíduos que não foram abraçados. 

Então ser abraçado em algum momento do dia parece evitar que o bom humor desapareça. Isso ajuda também a superar o ressentimento. 

“A pesquisa está em fase inicial. Ainda temos dúvidas sobre quando, como e para quem os abraços são mais úteis. No entanto, nosso estudo sugere que abraços consensuais podem ser bons para demonstrar apoio a alguém que esteja em uma relação duradoura”, diz Michael Murphy, um dos autores do estudo. 

“[O abraço] pode ser um método simples e eficaz de oferecer apoio a homens e mulheres que estejam sofrendo em suas relações interpessoais”, conclui o autor.







Fonte site Aleteia

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Eu te amo

O que é o amor? Os poetas o definem em versos, os compositores tecem canções.

Os filósofos têm sua própria definição. Também as pessoas comuns, cada qual à sua maneira.

Nenhum de nós ama de forma idêntica ao outro porque o amor vem da intimidade da criatura e cada um de nós é um ser único na face da Terra.

Exatamente porque o Criador não se repete e, ainda, porque cada um de nós edifica a própria personalidade, a partir das suas experiências, das suas vivências.

Contudo, em se falando de amor, algo muito importante é sabermos que somos amados por alguém: um pai, um filho, um esposo, um amigo.

Por isso mesmo esperamos, em algum momento, ouvir as palavras: Eu te amo.

Nem sempre nos damos conta disso, acreditando que a outra pessoa sabe que a amamos.

Pode até saber, mas precisa dessas palavras poderosas, que alimentam a chama do sentimento: Eu te amo.

Lembramos daquele homem que internou a esposa em uma clínica. Joana estava em estágio final de um câncer dilacerador.

Nos primeiros dias, ele ficava no quarto, assistindo aos programas de que ela gostava.

Joana era uma romântica. Gostava de novelas, de histórias e filmes com sabor de romance, de finais felizes.

Certo dia, confidenciou à enfermeira que faria qualquer coisa para que o marido lhe dissesse Eu te amo.

Sei que ele me ama – falou - mas nunca foi do seu feitio mandar cartões ou fazer declarações de amor.

Depois de algum tempo, Joana passou a ficar menos tempo acordada, por conta das altas doses de medicamento que lhe ministravam.

Então, o marido passeava pelo jardim da clínica, ia à lanchonete, triste, amargurado.

Numa dessas vezes, a enfermeira se aproximou.

Ele agarrava, com força, a xícara de café, com suas mãos calosas de carpinteiro. Notava-se-lhe a angústia que lhe tomava a alma.

A moça então lhe falou de como as mulheres precisam de romance em suas vidas, como gostam de receber cartões, cartas de amor, ouvir declarações.

Minha mulher sabe que a amo, foi a resposta imediata.

Sim, reforçou a enfermeira, mas precisa ouvir isso.

Dois dias depois, Joana partiu.

Na mesa de cabeceira estava um grande cartão de Dia dos Namorados que o marido lhe dera. Estava escrito: Para minha esposa maravilhosa... Eu te amo!

Quando a enfermeira entrou no quarto, entre lágrimas, ele lhe disse:

Tenho que lhe contar. Quero que saiba como me sinto bem em ter dito a ela.

Esta manhã falei o quanto a amava. Disse-lhe como era maravilhoso estar casado com ela. Devia ter visto o sorriso dela!

*   *   *

Alguns poderão pensar que são supérfluas as palavras, que os atos valem mais.

Naturalmente, demonstrações de afeto são marcantes. Também as declarações de amor. O som da voz do amor é inesquecível.

Pensemos nisso. E não detenhamos a vontade de dizer uma, duas, muitas vezes, à pessoa que está ao nosso lado, o quanto ela é importante para nós, o quanto a amamos.

Como sua presença nos faz bem. Pode ser a esposa, a filha, um dos pais, um amigo. Um amor.

Não deixemos de nos assegurar que eles saibam que os amamos.

Façamos isso, agora, enquanto podem nos ouvir, sorrir e ficar felizes, imensamente felizes.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Palavras do coração, do livro Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Heather McNamara, ed. Sextante. Em 3.4.2019.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Casamento e divórcio

Poderíamos receber algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio no Plano Físico, examinados espiritualmente?

– Nas esferas elevadas, as almas superiores identificam motivo de honra no serviço de amparo aos companheiros menos evolvidos que estagiam nos planos inferiores.

Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados, objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem encontrar a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal.

Isso porque, comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dívida que contraímos com a energia sexual, aplicada de maneira infeliz ante os princípios de causa e efeito. Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundárias, o cônjuge liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, freqüentemente se coloca a serviço da companheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita a compreensão e o amor puro.

Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais elevado da escala de afinidades eletivas. Se os viúvos e as viúvas das núpcias efetuadas em grau menor de afinidade demonstram sadia condição de entendimento, são habitualmente conduzidos, depois da morte, ao convívio do casal restituído à comunhão, desfrutando posição análoga à dos filhos queridos junto dos pais terrenos, que por eles se submetem aos mais eloquentes e multifários testemunhos de carinho e sacrifício pessoal para que atendam, dignamente, à articulação dos próprios destinos.

Contudo, se a desesperação do ciúme ou a nuvem do despeito enceguecem esse ou aquele membro da equipe fraterna, os cônjuges reassociados no plano superior, amparam-lhe a reencarnação, à maneira de benfeitores ocultos, interpretando-lhes a rebelião por sintoma enfermiço, sem lhes retirar o apoio amigo, até que se reajustem no tempo.

Ninguém veja nisso inovação ou desrespeito ao sentimento alheio, porquanto o lar terrestre enobrecido, se analisado sem preconceitos, permanece estruturado nessas mesmas bases essenciais, de vez que os pais humanos recebem, muitas vezes, no instituto doméstico, por filhos e filhas, aqueles mesmos laços do passado, com os quais atendem ao resgate de antigas contas, purificando emoções, renovando impulsos, partilhando compromissos ou aprimorando relações afetivas de alma para alma.

É nessa condição que em muitas circunstâncias surgem nas entidades renascentes, sem que o véu da reencarnação lhes esconda de todo a memória, as psiconeuroses e fixações infanto-juvenis, cuja importância na conduta sexual da personalidade é exagerada em excesso pelos sexólogos e psicanalistas da atualidade, carentes de mais amplo contacto com as realidades do Espírito e da reencarnação, que lhes permitiriam ministrar aos seus pacientes mais efetivo socorro de ordem moral.

Quanto ao divórcio, segundo os nossos conhecimentos no Plano Espiritual, somos de parecer não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem na Terra uniões conjugais legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum.

Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a que foram chamados, costumam desertar dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre simplesmente atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores.

E com isso exercem viciosa tirania sobre o sistema psíquico do companheiro ou da companheira mutilados ou doentes, necessitados ou ignorantes, após explorar-lhes o mundo emotivo, quando não se internam pelas aventuras do homicídio ou do suicídio espetaculares, com a fuga voluntária de obrigações preciosas.

É imperioso, assim, que a sociedade humana estabeleça regulamentos severos a benefício dos nossos irmãos contumazes na infidelidade aos compromissos assumidos consigo próprios, a benefício deles, para que se não agreguem a maior desgoverno, e a benefício de si mesma, a fim de que não regresse à promiscuidade aviltante das tabas obscuras, em que o princípio e a dignidade da família ainda são plenamente desconhecidos.

– Poderíamos receber algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio no Plano Físico, examinados espiritualmente?

– Nas esferas elevadas, as almas superiores identificam motivo de honra no serviço de amparo aos companheiros menos evolvidos que estagiam nos planos inferiores.

Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados, objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem encontrar a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal.

Isso porque, comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dívida que contraímos com a energia sexual, aplicada de maneira infeliz ante os princípios de causa e efeito. Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundárias, o cônjuge liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, freqüentemente se coloca a serviço da companheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita a compreensão e o amor puro.

Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais elevado da escala de afinidades eletivas. Se os viúvos e as viúvas das núpcias efetuadas em grau menor de afinidade demonstram sadia condição de entendimento, são habitualmente conduzidos, depois da morte, ao convívio do casal restituído à comunhão, desfrutando posição análoga à dos filhos queridos junto dos pais terrenos, que por eles se submetem aos mais eloquentes e multifários testemunhos de carinho e sacrifício pessoal para que atendam, dignamente, à articulação dos próprios destinos.

Contudo, se a desesperação do ciúme ou a nuvem do despeito enceguecem esse ou aquele membro da equipe fraterna, os cônjuges reassociados no plano superior, amparam-lhe a reencarnação, à maneira de benfeitores ocultos, interpretando-lhes a rebelião por sintoma enfermiço, sem lhes retirar o apoio amigo, até que se reajustem no tempo.

Ninguém veja nisso inovação ou desrespeito ao sentimento alheio, porquanto o lar terrestre enobrecido, se analisado sem preconceitos, permanece estruturado nessas mesmas bases essenciais, de vez que os pais humanos recebem, muitas vezes, no instituto doméstico, por filhos e filhas, aqueles mesmos laços do passado, com os quais atendem ao resgate de antigas contas, purificando emoções, renovando impulsos, partilhando compromissos ou aprimorando relações afetivas de alma para alma.

É nessa condição que em muitas circunstâncias surgem nas entidades renascentes, sem que o véu da reencarnação lhes esconda de todo a memória, as psiconeuroses e fixações infanto-juvenis, cuja importância na conduta sexual da personalidade é exagerada em excesso pelos sexólogos e psicanalistas da atualidade, carentes de mais amplo contacto com as realidades do Espírito e da reencarnação, que lhes permitiriam ministrar aos seus pacientes mais efetivo socorro de ordem moral.

Quanto ao divórcio, segundo os nossos conhecimentos no Plano Espiritual, somos de parecer não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem na Terra uniões conjugais legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum.

Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a que foram chamados, costumam desertar dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre simplesmente atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores.

E com isso exercem viciosa tirania sobre o sistema psíquico do companheiro ou da companheira mutilados ou doentes, necessitados ou ignorantes, após explorar-lhes o mundo emotivo, quando não se internam pelas aventuras do homicídio ou do suicídio espetaculares, com a fuga voluntária de obrigações preciosas.

É imperioso, assim, que a sociedade humana estabeleça regulamentos severos a benefício dos nossos irmãos contumazes na infidelidade aos compromissos assumidos consigo próprios, a benefício deles, para que se não agreguem a maior desgoverno, e a benefício de si mesma, a fim de que não regresse à promiscuidade aviltante das tabas obscuras, em que o princípio e a dignidade da família ainda são plenamente desconhecidos.

Entretanto, é imprescindível que o sentimento de humanidade interfira nos casos especiais, em que o divórcio é o mal menor que possa surgir entre os grandes males pendentes sobre a fronte do casal, sabendo-se porém, que os devedores de hoje voltarão amanhã ao acerto das próprias contas.

XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. FEB. Capítulo 8. Publicado no site Chico de Minas Xavier

Relacionamentos expiatórios e dolorosos

Quando duas pessoas se encontram nos caminhos da Vida e sentem, de forma imediata e automática, uma conexão/atração mútua e irresistível, pode tratar-se de uma situação de um relacionamento cármico entre os dois, que já vem de outras vidas.

O que muitas vezes chamamos de encontro entre “Almas", pode ser nada mais, nada menos, do que um encontro EXPIATÓRIO. Para compreensão do leitor expiação é uma pena imposta ao malfeitor que comete um crime.

A expiação, contudo, representa uma contenção temporária da liberdade individual, necessária à reeducação do Espírito que, melhor utilizando o livre arbítrio, reajusta-se às determinações das leis divinas.

Talvez, por isso é que muitos relacionamentos que, inicialmente pareciam ter tudo para dar certo, acabam de forma dramática e muitas vezes trágica.

Mas porque será que isto acontece? E o que são encontros EXPIATÓRIOS?

Antes de mais, é importante perceber que os relacionamentos que desenvolvemos durante a nossa Vida são cármicos, na sua maioria, e surgem sempre como um aprendizado para ambas as partes. E todos aqueles com quem nos relacionamos são um espelho daquilo que somos por dentro.

A principal característica de um relacionamento cármico baseia-se no facto de que ambos parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de si, tais como culpa, medo, dependência, ciúmes, raiva etc, trazidas de outras vidas e que precisam de ser resolvidas na vida atual. E a oportunidade de resolver dá-se exatamente pelo “reencontro” entre as duas almas.

Por causa da “carga” emocional não resolvida, estes dois seres sentem-se atraídos um pelo outro na vida atual e o reencontro entre estas duas almas é então, a oportunidade de resolverem o que ficou pendente e libertarem-se, para uma vivência mais plena e feliz.
Então o que acontece quando duas pessoas assim se encontram?

Dois seres com questões por resolver, quando se encontram sentem uma compulsão, quase que uma emergência em estar mais perto um do outro. Entretanto, depois de algum tempo, por força das questões mal resolvidas, começam a repetir os padrões emocionais dos seus antigos papéis.

E o que isto significa? Significa que muitas vezes, estes dois seres acabam por repetir um comportamento ou uma situação que o seu subconsciente reconhece de uma vida anterior, em que estas pessoas podem ter sido amantes, pai e filho, patrão e funcionário, ou algum outro tipo de relacionamento.

E pode ser que, nessa vida anterior, um dos dois tenha aberto uma ferida emocional no outro, através infidelidade, abuso de poder, manipulação, agressão, etc, tendo provocado cicatrizes profundas e trauma emocional.

E na vida atual, através da Lei de Atração e de Afinidade, estes dois seres reencontram-se, para se curarem.

Aqui, o convite espiritual para estas almas é que cada uma, após aprender o que deve aprender, deixe a outra ir e torne-se uma “entidade em si mesma”, livre e independente.

Relacionamentos EXPIATÓRIOS quase nunca são duradouros e caso o sejam, raramente são estáveis e felizes, sendo muito mais destrutivos do que curadores.

Com muita frequência, o propósito básico do encontro é que ambos os seres consigam mudar o padrão emocional que causou sofrimento e então, deixar o outro ir, mais leve e solto.

Uma das formas de ver se está num relacionamento cármico é analisar a energia do relacionamento. A energia do amor é essencialmente calma, pacífica, reconfortante, alegre e inspiradora. Num relacionamento cármico, a energia geralmente é pesada, dramática, cansativa e muitas vezes trágica.

Num relacionamento EXPIATÓRIO, a tarefa e o desafio exclusivos de cada um é lidar com a sua própria ferida interna e não com as questões do/da companheira. Cada um tem responsabilidade apenas por si mesmo.

Esta é uma das principais armadilhas neste tipo de relacionamentos. Muitas vezes, ficamos tão ligados à criança interior do nosso companheiro, que sentimos que temos que resgatá-lo, deixando a nossa própria criança interna abandonada.

É importante perceber que não somos responsáveis pelo nosso parceiro e ele não é responsável por nós. A solução dos nossos problemas não está nas mãos da outra pessoa.

Identifique se está neste tipo de relacionamento, aprenda as lições necessárias, cresça, evolua e quando for altura de partir, parta, mais leve, maduro e pleno.

Caso ambos parceiros sejam suficientemente maduros e evoluídos emocionalmente, o relacionamento cármico pode sim ser verdadeiramente benéfico e transformador para ambos!

Postado no perfil do Instagram @centralespirita_

sexta-feira, 15 de março de 2019

É impossível ser feliz sozinho

Com muita razão dizia a canção, na época da Bossa Nova, e eternizada na linha do tempo, que "é impossível ser feliz sozinho".

O caro leitor pode encontrar algum autor de autoajuda que esteja dizendo que para você ser feliz só depende de você, pois a felicidade está dentro de você, e cabe somente a você o trabalho de despertá-la para o mundo exterior.

Só que precisamos entender e compreender que ninguém consegue viver sozinho. Em última hipótese, estaremos em nossa própria companhia, tendo a oportunidade da autoconvivência, a fim de resolvermos algumas pendências que ainda temos na consciência, ou seja, em relação a nós mesmos.

Veja bem! Todos nós nascemos em um grupo familiar. Isso não é por acaso. E sim por uma causa. Estamos todos numa nave espacial denominada Terra, correndo os mesmos riscos.

Nascemos e percorremos pela infância, dependendo de cuidados da mãe e do pai, e de todo o grupo familiar, para o nosso sustento e construção do ser na base da educação.

Trabalhamos para produzir algo para alguém.

Se compomos e cantamos, se escrevemos, é necessário que alguém nos ouça e nos leia. Senão, toda a obra nasce em vão. Não atinge o objetivo.

Não haverá aprendizado se não houver o professor para ensinar.

Não praticaremos o amor sem que haja a pessoa a ser amada.

Não faria sentido cuidar de uma flor se ela não pudesse ser ofertada a quem amamos.

De que valeria o brilho do sol e o aconchego do luar, se não tivéssemos com quem compartilhar tanta beleza poética?

Como poderíamos saborear as vivências da saudade, se não houvesse a pessoa querida para ser lembrada?

Que sentido faria o curso das lágrimas e o frescor do alívio? E a leveza do sorriso? E o calor aconchegante do abraço e do beijo?

Logo, depende de cada um de nós a conquista da própria felicidade, através do esforço em despertá-la de dentro de cada um de nós em particular.

Entretanto, possamos entender e compreender que sem amarmos uns aos outros, sem aprendermos a caminhar juntos e a lidar com as diferenças, jamais conseguiremos ser felizes o tanto quanto é possível neste planeta Terra.

Portanto, ainda é necessário conviver e aprender uns com os outros, sentir as vibrações fraternais uns dos outros.

Ainda precisamos de uma palavra de incentivo que nos arranque da cama ou da poltrona, ou de uma rede, para que nos despertemos rumo aos horizontes de felicidades que nos aguardam.

É como dizia na canção: "É impossível ser feliz sozinho".

Artigo de Yé Gonçalves postado no site de O Consolador