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terça-feira, 29 de outubro de 2019

Novembro é um mês de comemoração no LEAE

Notaram que na publicação/postagem da escala de palestras do mês de Novembro todas elas trazem temas voltados aos trabalhadores da Casa Espírita? Isso porque Novembro é o mês de fundação do Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE) e a casa, cuidadosa e carinhosamente, providenciou segundas-feiras cheias de reflexões especiais.

Com auxílio de ministrantes de outras Casas Espíritas, as mensagens de cada palestras trazem reflexões acerca da nossa responsabilidade com nossa doutrina, trabalhos voltados à divulgação do espiritismo e da prática do nosso aprendizado na Casa Espírita pelos ensinamentos de Jesus.

Na primeira segunda-feira do mês o tema da conversa é "Brasil como o coração do Mundo". O Espírito Humberto de Campos, no seu livro psicografado por Chico Xavier e que tem como título estas palavras: "Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho", nos afirma que Jesus transportou a árvore do Evangelho, da Palestina para o Brasil. Conversaremos sobre esse chamado, fomos preparadas para isso. Não viemos de um povo orgulhoso, prepotente, elitizado. Somos o resultado da união de três raças sofridas. Isso pode ter auxiliado na disseminação dos ensinamentos de Cristo. Porque nada ensina mais a amar e a perdoar, do que a dor e o sofrimento. Também porque, só nascendo dessa simplicidade é que o povo brasileiro poderia ser o que é: sentimental, solidário, amigo, como nenhum outro no mundo.

Na próxima segunda, dia 11 de novembro, o título da palestra é "Dádiva de viver a Transição Planetária". O que pode ser amedrontador para alguns se faz libertador para outros, os conhecedores da real transformação e nosso papel nessa reforma.

Dia 18 a conversa é "Como dizer sim ao convite de Cristo e ao seu Apostolado". Quer chamado maior que esse à reforma íntima, à prática da caridade e amor ao próximo, que o convite de Jesus? Maior exemplo que tivemos, seu legado nos atenta à evolução pelo caminho do amor.

E, fechando o mês, dia 25, é "A importância da Casa Espírita para o indivíduo e a sociedade". Levando em conta que as Casas Espíritas são como uma escola de formação espiritual e moral, que deve ser, elas também desempenham papel relevante na divulgação do Espiritismo e no atendimento a todos os que nele buscam orientação e amparo. Na vida, estamos sempre aprendendo e nunca deixaremos de aprender. Como escola de almas, a casa espírita é roteiro que esclarece nossas mentes para as realidades espirituais, por meio dos estudos individuais e em grupo. 

Aproveitemos este mês de comemorações, aceitemos o convite que nos foi feito. A oportunidade da reencarnação, de aprendermos e de passarmos os ensinamentos como divulgadores e praticantes do espiritismo. 

Fundação do Lar Espírita Aprendizes do Evangelho: 28 de novembro de 1989.



Inspirações sites O Consolador, FEB e Grupo da Fraternidade Leopoldo Machado. Escrito pela Equipe de Comunicação do LEAE.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Energia do abraço. Prove desta vibração positiva agora!

Abraçar é abrir-se.  Depois de um gol, antes da corrida, no momento de dor, na vertigem da descida, a um passo da saudade, no calor de um encontro. Abraços são braços desarmados. Gente que abraça também se abraça junto. Acabe a timidez de uma vez. Quem tão pouco ou nada abraça, faça a sua estréia. 

Abrace sem explicação, motivo ou cerimônia. Mas abrace para deixar ser livre e não aprisionar. A Energia de um abraço é uma conexão de humanidade. Estamos mais distantes do que estávamos antes. Necessitaremos estar por perto. Ainda mais longe, estaremos impedidos de nos reconhecer.

Vivemos com os braços atarefados, muito ocupados.  Carregamos entrega de compras quando temos simples abraços para oferecer.  Faça um teste. Diga, ainda hoje, quando surpreender alguém, “como é bom abraçar você”. Não espere. Amanha é outro dia de presente. Quem você adiou abraçar pode estar ausente. Abrace com Amor. De  braços bem abertos como um Cristo Redentor. Energia do abraço. Prove desta vibração.







Fonte: Blog MeioNorte.com

segunda-feira, 4 de março de 2019

A arte (e ciência) da verdadeira felicidade

Todo mundo quer ser feliz, mas ajuda saber o que isso realmente significa

Você sabia que comer chocolate, morangos e até mesmo espinafre pode fazer você se sentir feliz? Da mesma forma, o simples ato de sorrir pode elevar seu humor.

Todo mundo quer ser feliz. Aristóteles diz que a felicidade é a única coisa que escolhemos para nosso próprio bem. Mas nós sabemos mesmo o que realmente é felicidade?

O que a ciência diz sobre felicidade

Existem circuitos no cérebro que processam nossas emoções (na amígdala, no hipocampo e no tronco cerebral). Pesquisas indicam que exercícios, dormir bem e boa nutrição podem afetar a liberação de endorfinas, estimulando a sensação de felicidade.

A ciência pode nos dizer o que está acontecendo em nossos corpos quando nos sentimos felizes e até mesmo quais alimentos e suplementos podem “elevar nosso humor”. Mas estar se sentindo bem ou feliz é o mesmo que ser feliz? E quanto ao sofrimento? Que tipo de vida produzirá felicidade duradoura? Você já pensou nisso claramente? E a pergunta final: existe um roteiro a seguir em nossa busca pela felicidade?

Nossa busca pela felicidade

Padre Robert Spitzer escreveu um livro inteiro sobre felicidade,  Finding True Happiness: Satisfying Our Restless Hearts. Além disso, seu recém-lançado site Credible Catholic contém um módulo sobre Felicidade. 

Em ambos os recursos, Padre Spitzer argumenta que a felicidade autêntica é muito mais rica e mais satisfatória do que o uso moderno do termo parece implicar. Ele também fornece um roteiro prático para uma vida mais feliz e aponta o caminho certo para a felicidade eterna.

Os 4 níveis de felicidade em poucas palavras

O roteiro do Padre Spitzer é baseado em seus Quatro Níveis de Felicidade. Seus quatro níveis são na verdade uma síntese dos ensinamentos sobre a felicidade de Platão, Aristóteles, Agostinho, Aquino e outros.

O primeiro nível de felicidade é o prazer e é baseado em causas externas, materiais, que nos chegam através dos nossos sentidos (comer uma refeição deliciosa, dirigir um bom carro etc.).

O segundo nível de felicidade é a felicidade comparativa do ego, e é mais complexo, pois brota da nossa autoconsciência – da nossa consciência – e pode envolver nossas faculdades superiores (como dominar uma habilidade), mas também pode criar um sentido de competição ou comparação (Quem é mais bonito? Mais talentoso? Mais esperto? Melhor em esportes?).

O terceiro nível de felicidade é a felicidade contributiva, tem sua origem na empatia e em nossa consciência, que nos ajudam a reconhecer a dignidade e o valor do “outro” e, muitas vezes, exigem o envolvimento total de nossos corações, mentes e engenhosidade de “fazer a diferença”.

O mais alto – o quarto nível – é a felicidade transcendente, flui do nosso desejo pelo sagrado, assim como nossos desejos de verdade incondicional, amor, justiça-bondade, beleza e ser.

4 perguntas a serem feitas para alavancar sua jornada para a felicidade

Uma vez que você aprende a reconhecer os quatro tipos de felicidade, você pode dar uma olhada em si mesmo e, após alguma reflexão silenciosa, responder às seguintes perguntas. Lembre-se de que não há respostas “certas” e pode levar algum tempo para obter a clareza necessária antes de prosseguir. Além disso, lembre-se, todos os quatro níveis são importantes: é uma questão de mantê-los em equilíbrio e na prioridade certa.

Que tipo de propósito estou procurando?

Você está focado no sucesso? Em ser admirado? Em uma lista de realizações? Você costuma perguntar: “Quem está se saindo melhor que eu? As minhas fraquezas são óbvias?”, ou você pergunta: “Como posso fazer uma diferença positiva na vida dos outros?”.

O que estou procurando nos outros?

Você procura as boas novas ou as más notícias nos outros? Para procurar as boas novas, concentre-se em qualquer característica positiva (pequenos atos de bondade, as coisas boas que eles estão tentando realizar etc.), não importa quão pequenos sejam. Isso pode ajudá-lo a crescer em empatia e apreço pelos outros.

O que estou procurando em mim mesmo?

A maneira como julgamos os outros é frequentemente a maneira como nos julgamos. Você valoriza amizade, empatia, honestidade, humildade e compaixão? Procure as boas novas em si mesmo, depois reforce a pessoa que deseja ser usando a visualização: imagine-se sendo virtuoso, generoso, determinado e assim por diante. Você pode adotar um dos santos – ou o próprio Jesus – como seu modelo.

Que tipo de liberdade estou procurando?

Nossa visão da liberdade molda as escolhas que fazemos, por isso é importante entender a diferença entre “liberdade de” (liberdade de restrições) e “liberdade para” (liberdade para perseguir o potencial de cada um). “Liberdade para” abre o espaço para sacrificar os níveis mais baixos de felicidade por algo maior.

Deixe a jornada começar

Com nova sabedoria e discernimento, você pode ser motivado por um novo senso de identidade, propósito e espírito. Você pode fazer a diferença na vida de sua família, comunidades, local de trabalho e no mundo.

Através de nossa fé cristã, conhecemos e reconhecemos o caminho para o tipo de felicidade que é a mais duradoura, satisfatória e profunda “vida eterna” – o único tipo que pode satisfazer nossos corações inquietos.

“As pessoas são feitas para a felicidade. Então, com razão, você tem sede de felicidade. Cristo tem a resposta para esse seu desejo. Mas ele pede para você confiar nele”. – São João Paulo II
Por Maggie Ciskanik, publicado no site Aleteia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A negligência e a omissão como fardos que você tem que carregar

Nos últimos dias estamos sendo defrontados com tragédias de toda ordem, afetando cidades inteiras, grupos de jovens, vitimizando religiosas e iludidos por falsos cristos, crianças e mulheres violentadas em suas próprias casas, mas quantas tragédias anônimas ou 'silenciosas' estão à nossa volta?

É como se o que ocorresse na esfera privada, não fosse parte do nosso cotidiano, de nossa esfera de ação. A negligência e a omissão são as grandes comparsas dos criminosos.

Não se iluda de que não sendo o executor do tiro, da agressão, do roubo, do estupro de uma criança, mas tendo ciência de que isso está acontecendo ou de sua possibilidade, você já não esteja comprometido com o crime. Se a tragédia ainda não chegou em sua casa, não quer dizer que ela não virá, portanto, denuncie, se meta, proteja, acolha, aprenda a ouvir. São crianças, jovens, mulheres e idosos sofrendo atrocidades diariamente, bem debaixo do seu nariz.

Não tenha a ilusão de que cada  crime desses, pressentido ou sabido por você, não lhe respingará. Esse fardo pesará e seguirá você, em sua consciência. Portanto, não se omita, não seja conivente por comodismo ou convenção social. Um grito de socorro, ensurdecedor, ecoa em nossa doentia sociedade, ouça! Há que se ter empatia, respeito e acima de tudo humanidade, chega de desculpas e preconceitos que não te elevam.

Somos todos irmãos seguindo a mesma jornada, almejando o mesmo fim: a paz, a plenitude e a felicidade. Mas é possível ser feliz vendo a desgraça que se abate no seu vizinho, com sua sobrinha ou sobrinho, com aquele idoso maltrapilho pedindo um trocado na porto de algum mercado?! 

"Amais uns aos outros como vos amei e fazeis a eles conforme quiserdes que lhe seja feito", já pronunciou pedagogicamente nosso Mestre.

Texto de Luciana Pereira, Comunicadora Social (por formação), trabalhadora do Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE).

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Ser espírita...

O que é ser espírita? Muitas vezes quando dizemos ser espíritas as pessoas nos perguntam o que é o espiritismo, quais nossas crenças, se acreditamos em Deus ou em Jesus, e por ai vai…

Mas nós sabemos o que é ser espírita? Bem creio que vocês saibam, pois o espiritismo é para cada um algo de importância moral. Allan Kardec afirmou, em O Evangelho segundo o Espiritismo, que o verdadeiro Espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega em domar suas más tendências.

O espiritismo é uma doutrina revolucionária que traz a fé raciocinada, pautada em revelações dos espíritos trazidas através da codificação de Allan Kardec em suas 5 obras básicas. Delas Kardec discorre sobre todos os assuntos cotidianos que enfrentamos e chega até a questões religiosas e científicas complexas, tudo com explicações lógicas e intuitivas trazidas pelos amigos espirituais.

Daí podemos perceber a proposta da doutrina espírita através do pedido de Kardec em suas obras para a auto crítica e a auto-análise de nossos atos, de nossas crenças. Kardec nos convida à elevação da conduta moral do ser, a fim de se progredir na escala evolutiva que é lei primeira do universo.




Ser espírita significa o olhar interior, a localização e a aceitação de nossa condição e a busca pela melhora e evolução de nossas aptidões e defeitos. Entendemos que não existe o “CERTO” ou o “ERRADO” e sim a “AÇÃO” e a “REAÇÃO” , lei de constante aplicação em nossas vidas e causador das nossas sucessivas necessidades de reencarnar e progredir.

Por fim, gostaria de deixar a reflexão para cada um de vocês… Perguntem-se, internamente, para você… o que é ser espírita?



Fonte: Espiritismo da Alma