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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

05 de Setembro - Dia do Irmão

Quando se fala de irmão, podemos nos referir tanto ao filho dos nossos pais - nosso irmão consanguíneo - como também aquela pessoa especial, considerada um grande amigo e que você sente como se fosse um membro da sua família.

No Brasil, o dia do irmão é tradicionalmente celebrado em 5 de setembro. No entanto, não há um registro que oficialize a data no país.

Calendarr

terça-feira, 18 de agosto de 2020

CARIDADE. Qual doação faz toda diferença?

Qual é a caridade material que fará toda a diferença para você? E será que a doação precisa ser feita através de roupas e alimentos? Assista ao vídeo com Pedro Neves e entenda.



quarta-feira, 13 de maio de 2020

13 de Maio - Dia da Fraternidade

Também conhecido como Dia da Fraternidade Brasileira, esta data celebra um dos valores mais importantes para manter a união e paz numa sociedade: a fraternidade.

A ideia da fraternidade está baseada no conceito de que todos os seres humanos são iguais e, neste sentido, devem ser tratados igualmente com dignidade e respeito.

Assim, a fraternidade faz com que todos os seres humanos sejam igualados ao status de irmãos, devendo possuir direitos iguais, independente da orientação sexual, etnia, religião ou classe econômica.

A fraternidade tem sido buscada de há muito no planeta Terra, tanto assim que o ensinamento maior de Jesus, o Cristo, nosso Modelo e Guia, a contempla de forma implícita em seu próprio enunciado: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, indicando que amar ao próximo como a si mesmo é fazer a ele o que gostaríamos que ele nos fizesse e, por isso, devemos procurar enxergar no próximo um irmão e tratá-lo sempre como tal, quando menos porque somos de fato todos irmãos, filhos do mesmo Pai Universal, apenas que nos encontramos na presente existência em posições e situações diversas, como pai, mãe, filho, tio, tia, avô, avó etc.

Acreditamos que a grande maioria da população terrestre aspire pela convivência harmoniosa e afetiva entre as pessoas, pela fraternidade em si, que certamente tornará a existência de todos (os que agora nos encontramos neste planeta de provas e expiações) mais amena, mais harmoniosa, mais pacífica e, sobretudo, mais amorosa.

Se cada um de nós fizer a sua parte, e bem, sem dúvida haverá uma melhoria geral no planeta, um avanço moral, que poderá nos conduzir, mesmo que a pouco e pouco, a níveis melhores de entendimento, de tolerância, de compreensão, de convivência harmoniosa e afetiva, de carinho, de fraternidade em seu mais amplo sentido, de amor na mente e no coração.

Assim, de modo muito reduzido, seria a expressão da reforma íntima de cada um de nós, para melhor, uma das bandeiras do Espiritismo, para que deixemos o homem velho (ser humano) que insiste em nos acompanhar e, pior, prevalecer em nossas decisões, substituindo-o pelo homem novo (ser humano), com novas ideias e práticas, com novas postura e compostura, que procure ser útil onde quer que se encontre, e cada vez mais útil, que seja cumpridor da parte que lhe compete fazer, que a cada dia se torne melhor e, de modo muito especial, uma pessoa de Bem, voltada para o Bem e para a sua prática (O bem é o único dissolvente do mal, em todos os setores, revelando forças diferentes.

Calendarr e site Mundo Espírita

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Por que devemos perdoar 70 vezes 7?

O que Jesus quis dizer quando responde a Pedro que devemos perdoar não 7 vezes, mas 70 vezes 7? Não é possível construir nada de bom na sociedade, enquanto não relevarmos os deslizes do próximo, porque ninguém é totalmente mal. Quando perdoamos estamos compactuando com o erro do outro? Acompanhe estas e outras dúvidas com Maria Izilda Netto aqui no Sem Dúvida.


Tv Mundo Maior

terça-feira, 14 de abril de 2020

Por Mário Sérgio Cortella

Aquele que tiver a real solução para esse problema que atire a 1ª pedra !!!

Atire no Prefeito que fechou a cidade e mandou todos pra casa.

Atire no Presidente que pede pra abrir a cidade e a volta ao trabalho.

Atire nos médicos que pedem o isolamento social para evitar o colapso no sistema de saúde.

Atire nos economistas que pedem para voltar a rotina prevendo um colapso financeiro...

O NEGÓCIO É ATIRAR PEDRAS !

Se voltar tudo a funcionar vai morrer quantas pessoas ?

Se ficar em isolamento social vai morrer quantas empresas?

Vou responder: Ninguém sabe!!

Quando um problema não tem solução, elegemos um culpado, um inimigo, um vilão...

Não! A culpa não é do Prefeito!

Não! A culpa não é do Governador!

Não! A culpa não é do Presidente!

Nem dos médicos, nem dos economistas e nem do Ministro da Saúde.

Eles estão tão perdidos quanto todos nós.

Tão perdidos quanto Donald Trump e todos os líderes mundiais.

Fomos pegos de surpresa sem manual de procedimentos. Cada um ACHA uma coisa, mas NINGUÉM tem certeza.

Então quem sabe não é a hora de parar de perder tempo atirando pedras e dando palpites, e começar a orar mais, amar mais, chorar mais, valorizar mais os AMIGOS e a FAMÍLIA ...

Chega de ódio!!!

Talvez seja essa a solução!!!”

O texto foi informado como sendo de Mário Sérgio Cortella, não sei exatamente se foi ele quem escreveu. Sendo ele ou não, vale muito a pena a reflexão

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

A Alquimia do Espírito

Jesus trouxe-nos seus ensinamentos por parábolas, numa clara demonstração de que é necessário contextualizar as situações e entender as entrelinhas contidas nas mensagens para que sejamos capazes de entender e enxergar a verdade. Suas lições são para sempre porque, além de trazerem novos entendimentos a cada estudo, enfocam situações alegóricas e hipotéticas do cotidiano.

Mais ainda, por seus atos e atitudes, portanto, pelo exemplo, Jesus demonstrou que a lição divina é possível de ser aplicada e vivenciada pelo homem. Muito embora isso passe despercebido para muitos, essa talvez seja a grande mensagem subliminar contida no ministério de Jesus, que veio renovar a lei mosaica dando-lhe vida.

Quando maliciosamente indagado sobre qual era maior preceito da lei disse Jesus: “O maior mandamento é este: amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” e continuou: “o segundo é semelhante a este: amarás o teu próximo como a ti mesmo” tendo concluído: “Nestes dois mandamentos estão contidos toda a lei e os profetas.” (Mateus 22,34-41 e Marcos 12, 28-34).

Essa lição, se entendida e praticada, trará a mudança do eu para o nós, ou seja, você e eu, porque causará a grande fusão que o homem deve fazer reconhecendo o seu semelhante como o teu próximo e que nele está refletida a imagem de Deus. Allan Kardec, o codificador do espiritismo, escreveu que “amar ao próximo como a si mesmo é fazer aos outros como quereríamos que nos fizessem” constituindo-se na “expressão mais completa da caridade, porque ela resume todos os deveres para com o próximo” e “não se pode ter , neste caso, guia mais seguro, do que tomando como medida do que se deve fazer aos outros, o que deseja para si mesmo.” (in O Evangelho Segundo o Espiritismo .Introdução: Notícias Históricas, item III). A lição é simples de ser entendida, mas difícil de ser praticada. Isso porque o homem ainda é movido pelo orgulho, pelo egoísmo, pela vaidade, enquanto vícios que o afastam de Deus.

Daí a necessidade da busca constante e persistente da reforma íntima, do conhece-te a si mesmo, que pode ser comparada ao fato de tirarmos uma roupa usada, suja e puída pelo tempo para vestirmos outra nova.

Essa postura, quando praticada, resulta numa verdadeira alquimia em nosso espírito porque faz com que, paulatinamente, nos transformemos em seres melhores e que trilham no caminho da solidariedade, da fraternidade, da paz interior e universal, traduzindo, assim, em atos a atitudes a essência divina que é o Amor.

Postado no site Capiyal News, por Paulo Eduardo de Barros Fonseca - Vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas de Santa Casa de São Paulo.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Visão espírita da doação de órgãos

Na última semana desencarnou aos 60 anos em Orlando, EUA, Gugu Liberato. O apresentador que é considerado um dos grandes nomes da televisão brasileira, bateu a cabeça após cair de 4 metros de altura.

A morte encefálica do apresentador foi confirmada na última sexta-feira. E a família seguiu um desejo do apresentador: a doação de órgãos. A família divulgou uma carta escrita pelo próprio apresentador e um dos trechos diz:

Compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver

Na codificação não há registros a respeito da doação de órgãos. Porém, este ato é um exemplo de caridade, de amor ao próximo. Afinal, além de mostrar desapego à matéria, pode salvar várias vidas. 

No programa Boletim, da TV Mundo Maior, André Marouço disse que este ato minimiza a dor daquele que sofre no ambiente terreno. 

Estes conhecimentos médicos foram autorizados por autoridades superiores para minimizar a dor daquele que sofre no ambiente terreno, quando são acometidos por doenças que muitas vezes não podem ser curadas com medicamento.

E o que podemos dizer daqueles que possuem preconceito com este ato? Para muitos espíritas, o espírito ainda está no corpo no transplante. A respeito disso, Chico Xavier no programa Pinga Fogo disse:

Mesmo que a separação entre o Espírito e o corpo não se tenha completado, a espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados. 

O espírito sofre no momento do procedimento da doação?

De acordo com Aldeniz Leite, não! 

A doação é uma benção que proporciona ao espírito, créditos para o seu futuro espiritual.

Para finalizar o assunto a respeito da visão espírita da doação de órgãos, Divaldo Franco no livro Seara de Luz, diz:

Se a misericórdia divina nos confere uma organização física sadia, é justo e válido, depois de nos havermos utilizado desse patrimônio, oferecê-lo, graças as conquistas valiosas da ciência e da tecnologia, aos que vieram em carência a fim de continuarem a jornada.

Não há, também, reflexos traumatizantes ou inibidores no corpo espiritual, em contrapartida à mutilação do corpo físico. O doador de olhos não retornará cego ao Além. Se assim fosse, que seria daqueles que têm o corpo consumido pelo fogo ou desintegrado numa explosão?

Fonte: Site Rádio Boa Nova

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

05 de Setembro: Dia do Irmão

Quando se fala de irmão, podemos nos referir tanto ao filho dos nossos pais - nosso irmão consanguíneo - como também aquela pessoa especial, considerada um grande amigo e que você sente como se fosse um membro da sua família.

No universo cristão, os "irmãos" são todos os nossos "próximos" que, diante da doutrina divina, são "filhos" de um mesmo Pai: Deus.

No Brasil, o Dia do Irmão é tradicionalmente celebrado em 5 de setembro. No entanto, não há um registro que oficialize a data no país.

O dia surgiu por iniciativa da Igreja Católica, que homenageia o aniversário de morte da missionária Madre Teresa de Calcutá, desde 2007 - data que completou 10 anos de sua morte.

No contexto religioso, o sentido da palavra "irmão" está ligada ao "próximo". Portanto, esse dia serve para incentivar as pessoas a repensarem as atitudes perante os outros seres humanos, sendo mais humildes, companheiras e gentis.

O Dia do Irmão é uma data bastante celebrada na Índia (durante o mês de agosto). Lá, os hindus fazem um ritual de oferenda entre irmãos e irmãs de uma família, simbolizando a união e proteção entre eles.

Os dois conceitos do Dia dos Irmãos se misturaram no Brasil, sendo comemorado na data da morte de Madre Teresa de Calcutá (5 de setembro), porém com um significado mais direcionado para homenagear os irmãos consanguíneos, como acontece na Índia.

Fonte Calendarr

sexta-feira, 17 de maio de 2019

A força do elogio

É muito comum e natural criticarmos quando algo sai diferente do que esperávamos. Criticamos às vezes com tanta força um deslize e, na maioria das vezes, não damos atenção e nem gastamos um pequeno elogio para as várias coisas boas e sucessos que conseguimos.

A falta de elogio e ou o excesso de críticas pode causar uma catástrofe emocional na vida das pessoas. Esta ausência pode provocar, dentre outras coisas, desestímulo, baixa autoestima e dificuldade de tomar decisões por conta própria, afinal, os erros são tão mais valorizados que os acertos que as pessoas tendem a se sentir enfraquecidas.

E por que temos tanta facilidade em criticar e dificuldade em elogiar?

Vários autores dizem que é preciso ter coragem para elogiar. O elogio é um ato de desprendimento e de confiança em si mesmo e no outro que o recebe. Elogiar implica em lançar uma pessoa para cima e ela pode ficar acima de você, mais notada e importante.Por isto é difícil elogiar, pois precisamos abrir mão de nosso orgulho e reconhecer que, muitas vezes, outros fazem coisas de forma melhor que nós. 

Oferecer um elogio talvez seja um ato de maior força que alguém pode ter com o próximo, pois exige que estejamos bem com a gente mesmo para poder elogiar de forma sincera alguma atitude, trabalho e outras situações que são merecedoras de destaque.

É recomendável o exercício constante de elogiar para fortalecer relações e para nos fortalecermos.

Muitas pessoas relatam se sentirem desvalorizados, julgados e diminuídos. Talvez tenham ouvido poucos elogios em sua vida. Talvez não tenham contado com este pequeno gesto que faz enorme benefícios na vida de todos.

Todos merecem elogios em algum momento da vida. Elogiar verdadeiramente alguém desperta nesta pessoa a sensação de pertencimento, de reconhecimento por ser quem ela é, e esta sensação proporciona bem estar.

Que tal fazer um elogio hoje?

Por Adriana - CVV Araraquara

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Falta amar

Um vídeo circulou pelas redes sociais. Mostrava algo bastante singelo e valioso: filhos adolescentes, jovens, ligando para seus pais para dizer simplesmente: Eu te amo.

Eram ligações de celular, inesperadas, a qualquer hora do dia. O pai ou a mãe atendiam, ouviam um Olá e logo depois: Pai, mãe, eu queria dizer que te amo. Só liguei para dizer isso.

As reações foram belíssimas. Pais dizendo: Puxa, como é bom ouvir isso. Eu também te amo, meu filho.

E do lado de cá, de quem estava fazendo as chamadas, da mesma forma: lágrimas de emoção de jovens que, raramente, ou nunca haviam proferido tais palavras.

Como se o simples contato com essas palavras mágicas, quando verdadeiramente sentidas, já provocasse neles algum tipo de transformação.

Muitos podem dizer que o amor está subentendido, está nos gestos, na companhia diária, não exige provas. E que talvez não precise ser declarado.

Muitos temem ser pieguismo expressar-se dessa forma. Será?

Banalizamos o Eu te amo, é certo, recitando-o da boca para fora muitas vezes, automaticamente.

As paixões avassaladoras e efêmeras se apropriaram dele, tornando-o menor, pois da mesma forma que o amor nasce, voraz, também morre, triste, pouco tempo depois em relações vazias.

O Eu te amo dos altares enfeitados, das grandes festas, não sobrevive às primeiras intempéries de muitos casamentos.

Esse amor das infinitas canções, das belas obras, mas também das puramente sentimentalistas, que nada acrescentam para a verdadeira arte.

Curioso. O Eu te amo foi dito tantas vezes que parece ter enfraquecido pelo mundo afora, praticamente caindo no esquecimento.

* * *

Não falta amor nos poemas, nas músicas, nas bocas. Falta, sim, amar.

Não falta amor nos lares, nas famílias: falta amar.

Não falta amor nos pensamentos, nas ideias: falta amar.

Não falta amor nas potências de nossa alma. Falta, sim, o movimento do amar.

E muitas vezes, a expressão pura e simples desse amor já é grande parte desse amar.

Quando verdadeiramente sentimos dentro de nós essa afeição profunda, esse querer bem, essa consciência do quão importante é aquela pessoa, nada mais natural do que dizer, do que extravasar.

Bom para quem diz, pois se encharca de suas vibrações benfazejas e revigorantes.

Bom para quem ouve, pois recebe muito mais que palavras. Recebe o conforto, o aconchego e a gratidão que tal declaração guarda em si.

Ouvir um Eu te amo de verdade, é como ser levado pelas mãos a um passeio, uma viagem para um mundo melhor, de menos preocupações e sofrimentos, um refrigério para a alma em luta na Terra.

Voltamos renovados, dispostos a seguir adiante e mais, voltamos conhecendo o amor um pouco melhor.

Ainda sabemos pouco do amor em sua profundidade. Estamos dando os primeiros passos depois de deixar o primitivismo necessário.

Falta amar para encontrá-lo e permanecer nele por mais tempo.

Falta amar para podermos declará-lo sem medo de pieguismos empobrecedores.

Falta apenas amar, nada mais.

Fonte: Redação do Momento Espírita. Em 15.5.2019.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

13 de Maio - Comemorado o Dia da Fraternidade

O Dia da Fraternidade é celebrado anualmente em 13 de maio no Brasil.

Também conhecido como Dia da Fraternidade Brasileira, esta data celebra um dos valores mais importantes para manter a união e paz numa sociedade: a fraternidade.

A ideia da fraternidade está baseada no conceito de que todos os seres humanos são iguais e, neste sentido, devem ser tratados igualmente com dignidade e respeito.

Assim, a fraternidade faz com que todos os seres humanos sejam igualados ao status de irmãos, devendo possuir direitos iguais, independente da orientação sexual, etnia, religião ou classe econômica.

E neste contexto, o Dia da Fraternidade procura alertar as pessoas para as desigualdades que ainda existem no mundo.

A nível internacional, o Ano Novo (Reveillon) também é conhecido como Dia da Fraternidade Universal, celebrado em 1º de janeiro.

Origem do Dia da Fraternidade Brasileira

O Dia da Fraternidade Brasileira foi criado a partir da Campanha da Fraternidade, criada em 1961 por três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira, uma organização humanitária da Igreja Católica.

Artigo publicado no site da Mansão do Caminho, em 2015, procurava também, além de lembrar da data comemorativa do dia 13 de maio, também explicar a importância da Fraternidade. Abaixo alguns trechos: 

"Expressa no primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a fraternidade é a afirmação de que “todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos, são dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.

Entretanto, o que significa a palavra fraternidade? Origina-se do latim frater = irmão. Convivência harmoniosa e afetiva entre as pessoas. Relação entre irmãos (Irmandade). Amor ao próximo.

(...)

Igualmente, Joanna de Angelis (Florações Evangélicas - Divaldo Franco.) oferece o caminho para a tolerância e, consequentemente, para a fraternidade, quando  orienta:

 “O ser querido desertou do lar, vencido pela fragilidade das fôrças ainda impregnadas de alta dose de animalidade; todavia, acusa-te, fazendo-te responsável pela sua fuga. Sê tolerante e conserva-te fraterno em relação ao evadido.

O antigo dedicado de ontem não deseja mais a tua lealdade e sai, arremetendo diatribes que te maceram. Sustenta a tolerância e mantém a fraternidade pensando nele. O beneficiário da tua bondade, navegando em situação de bonança, esquece as tuas dádivas e faz-se soberbo, malsinando o teu nome. Acautela-te na tolerância e reserva-lhe a fraternidade.

As tuas palavras de advertência, tocadas no mais nobre desejo de acertar, são agora transformadas por antigos comparsas que se fizeram teus adversários, em açoites que te alcançam. Continua tolerante e dissemina a fraternidade.

Os convidados pela tua lição de sacrifício a participarem do banquete de luz e vida do Evangelho, apontam-te mil débitos, e sofres. Porfia na tolerância e trabalha pela fraternidade (…).

É chegada a hora do compromisso com a fraternidade assumir um espaço de destaque em nossos corações e colocar em prática o conhecimento de que somente nos enxergando como verdadeiros irmãos, filhos de um só Pai, construiremos um mundo melhor!"

Fontes: Wikipedia e site da Mansão do Caminho

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Aceitar, respeitar e celebrar as diferenças

Existe uma verdade universal incontestável desde que o mundo foi criado, e aposto como você concorda com ela: absolutamente ninguém é igual a ninguém, seja física, emocional ou espiritualmente. Os seres humanos foram criados com características ímpares, únicas, cada qual indispensável para o curso da humanidade. Não é, portanto, sábio e nem justo as pessoas fazerem comparações acerca de seus atributos, opiniões e crenças.

Veja três propostas importantes para que aprendamos a viver bem com nossos semelhantes:

1. Aceitar as diferenças

Um dos maiores desafios está na aceitação às diferenças que existem entre as pessoas, e essas diferenças são imprescindíveis para o progresso tanto individual quanto coletivo dos seres humanos.

Muitas vezes, desavenças surgem de forma devastadora quando as pessoas não conseguem aceitar que a opinião ou as características do outro são naturalmente diferentes. Sabe por que devastadora? Porque muitas pessoas, além de não aceitarem essas diferenças, agem com palavras e ações intolerantes, muitas vezes até cruéis, contra aqueles que não professam o mesmo pensamento, dizendo palavras ofensivas e insensíveis, não medindo as palavras e nem procurando calcular as consequências desses atos. Quando abrimos nossos lábios para dizer palavras duras contra nossos semelhantes, pensamos no que essas palavras podem causar naquela pessoa? Será que pensamos que uma simples frase de desaprovação, dependendo como a dizemos, pode causar um sofrimento real e duradouro à outra pessoa e prejudicá-la verdadeiramente se ela tiver problemas de autoestima?

As ofensas jamais ajudarão em nada. Não pense que cuspindo palavras duras contra o seu semelhante você vai ensiná-lo alguma coisa. O mais provável a acontecer é você abrir uma ferida duradoura e marcante.

2. Respeitar as diferenças

Não aceitar a opinião do outro é normal e até mesmo saudável para o progresso da humanidade. Precisamos ter nossos próprios pontos de vista, mas também podemos crescer ao ponderar sobre aquilo que as outras pessoas pensam, e temos todo o direito de não concordar com o que o outro pensa ou diz, temos o direito, inclusive, de defender nossos pensamentos, mas existem maneiras e maneiras de se fazer isso.

O que precisamos de fato é mensurar nossas atitudes em relação às diferenças alheiras. Embora haja liberdade de expressão, temos que tomar cuidado com o que escrevemos, dizemos ou fazemos ao nos dirigirmos a nossos irmãos. Palavras machucam e ecoam em nossas mentes e nossos corações para sempre.

Defender a própria opinião não significa que seja necessário rebaixar uma ideia contrária ou simplesmente diferente. E respeitar a opinião alheia não quer dizer que não temos a nossa própria, mas sim, que não somos a mesma pessoa e temos todo o direito de acreditar naquilo que quisermos.

3. Celebrar as diferenças

Já que estamos falando sobre diferenças, que tal fazermos a seguinte análise? Creio que todos já passaram por esse questionamento uma vez ou outra na vida, especialmente na infância. Que graça haveria se todos fossem iguais, não é mesmo? Fico realmente indignada ao pensar que algumas pessoas se acham superiores por ser de certo nível social ou ter determinada profissão, ao passo que outras não tiveram uma formação acadêmica e têm trabalhos “humildes”. Por acaso o médico que tem tanto dinheiro e conhecimento não precisou de um grande e experiente pedreiro e um marceneiro para morar em uma bela casa com lindos móveis sob medida? Se houvesse superioridade nesse caso, então um não precisaria do outro para ter um lindo ambiente para morar, ou para curar suas doenças. Uma única pessoa faria tudo sozinha, sem o auxílio de mais ninguém.

Enfim, antes de julgar nossos semelhantes, que possamos pensar que ele não é e nunca vai ser igual a mais ninguém. Antes de criticá-lo cruelmente, que tentemos compreender seu ponto de vista. E antes que façamos comparações injustas, que possamos enxergar em nós e em nossos semelhantes os atributos que tornam o mundo tão cheio de riquezas e diversidades. E aquilo com o que não concordamos que possamos ao menos respeitar para que possamos ser respeitados quando as nossas ideias também forem únicas.

Há um pequeno vídeo que o Pastor Caio Lucas disponibilizou em seu Facebook que nos deixa a refletir... Assistam:



Fonte site Familia.com.br com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Palestrante convidado do LEAE abordará sobre a Reconciliação, em abril

Como já é sabido, o Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE) costuma trazer palestrantes convidados para as exposições de segunda-feira, dia determinado para as palestras da Casa.

Ora deixando os convidados à vontade em relação aos temas, ora sugerindo assuntos de acordo com as obras básicas, a variedade do que nos é exposto é incrível.

Tão incrível e atemporal é o conteúdo escolhido para ser exposto por Thiago de Freitas Toledo, palestrante convidado para o dia 08 de abril: "Reconciliação - A Arte de Desenvolver a Compaixão".

A ideia é partir da proposta de Jesus para que nos conciliemos depressa com nossos adversários (Mateus, 5:25-26). Thiago nos adianta que 'à luz do conhecimento espírita, verificaremos quais são esses adversários, internos e externos, e como, de forma prática e aplicável, operarmos essa conciliação'.

O jovem palestrante expõe que como instrumentos de trabalho para a realização da tarefa de reconciliação, podemos seguir as orientações do Espírito Joanna de Ângelis, pela mediunidade de Divaldo Franco, presentes em trechos de mensagens das obras Filho de Deus e Momentos de Harmonia. "Seremos convidados, dessa forma, a um olhar sensível para com as experiências pelas quais temos passado, de modo que encontremos nos variados desafios cotidianos a oportunidade de que necessitamos para produzir paz e saúde interior", ressalta.

Com grandes expectativas sobre o encontro do dia 08 de abril, Thiago lembra ainda que esta é uma oportunidade singela, mas de graves proporções. 'Acredito que será um encontro de fraternidade e valorosas reflexões aos corações conflituados como os que ainda trazemos.  Espero conseguir trazer ao público aquilo que, todos nós, necessitamos ouvir, uma vez que ainda estamos em evolução'.

Sobre o palestrante

Thiago de Freitas Toledo, 23 anos, estudante de Comunicação Social - habilitação em Publicidade e Propaganda, chegou ao movimento espírita pelas vias do programa reencarnatório. 

Nascido em família espírita, participou ao longo de toda a infância e juventude das atividades de evangelização no Centro Espírita Cuiabá (localizado no Centro da Cidade) e de teatro no Grupo Espírita de Arte Cristã Juventude Ativa. 

Em 2011 participou da Caravana Federativa da Região Centro, em Cuiabá, onde teve um contato mais direto com o trabalho realizado pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (Feemt) e, logo na sequência, passou a integrar sua equipe de trabalhadores. 

Em 2014, ao participar de outro evento promovido pela mesma instituição é que pode aquilatar o sentido de nos encontrarmos enquanto espíritas na atual existência. Desde então, nosso trabalho tem tido outro significado.

Atualmente integra a Diretoria Executiva da Feemt e trabalha como colaborador no Centro Espírita Joana D'Arc e no Centro Espírita Lar de Amor.

Thiago é a 'carinha' que estampa os vídeos publicados pela Federação Espírita de MT em seu site e YouTube. 

Sobre o convite do LEAE em nos auxiliar com as exposições e divulgação dos ensinamentos da doutrina espírita, o jovem comunicador diz que 'é sempre uma alegria estar com os amigos do Lar Espírita Aprendizes do Evangelho pela importante contribuição que a instituição vem ofertado à humanidade junto aos corações necessitados do Parque Cuiabá. Foi com muita alegria que recebemos o novo convite, tanto pela oportunidade de confraternização, quanto pela possibilidade de refletirmos juntos, em torno da mensagem cristã, que tanto acolhimento nos oferece ao coração.'

Esperamos a presença de todos na sede do LEAE, dia 08 de abril, para apreciarmos a exposição do jovem palestrante. 

sexta-feira, 1 de março de 2019

Vícios ocultos

Sempre relacionamos a imagem de que o vício no álcool,  no cigarro, no sexo desregrado entre outros que também nocivos à saúde, são convidados e anfitriões para obsessão.
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Espíritos sofredores, presos ao vício na matéria buscam sentir através de emanações fluídicas, as sensações impressas no encarnado, que acaba se tornando "vítima" do que conhecemos por vampiros espirituais.
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Onde existe a possibilidade de encontrar o objeto de seus desejos materiais, estes espíritos se fixam para compartilhar das emanações fluídicas do ambiente.
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Mas, isso acontece também através da simbiose de ideais dos que se ligam pela mesma frequência de pensamentos.
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Portanto, aquele que se compraz na desgraça alheia também convida irmãos sofredores para seus banquetes espirituais de explorar as dores humanas com desdém e sarcasmo.
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Aquele que ignora a indulgência e faz questão de explorar e divulgar o erro alheio também o faz procurando indiretamente confrades mesquinhos que se interessam pela mesma temática.
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Vangloriar-se perante o próximo humilde, clama a presença de espíritos estacionados na escala evolutiva que desde épocas remotas reinavam grandes dinastias e ainda hoje não compreenderam o verdadeiro valor é o mais humilde.
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Nem todos os vícios estão classificados como tais, assim como as formas de atrair companhias nocivas ao nosso redor.
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Evite consórcios simbióticos com energias que não irão te auxiliar e que você não conseguirá auxiliar também.

Fonte perfil do Instagram Fraternidade e Esperança

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Os tesouros esquecidos da sua vida, por Chico Xavier

Não desprezes as pequeninas parcelas de carinho para que atinjas o tesouro da fraternidade.

Uma palavra confortadora.

O gesto de compreensão e ternura.

A frase de incentivo.

O presente de um livro.

A lembrança de uma flor.

Cinco minutos de palestra edificante.

O sorriso de estímulo.

A gota de remédio.

A informação prestada alegremente.

O pão repartido.

A visita espontânea.

Uma carta de entendimento e amizade.

O abraço de irmão.

O singelo serviço em viagem.

Um ligeiro sinal de cooperação.

Não é com o ouro fácil que descobrirás os mananciais ignorados e profundos da alma.

Não é com a autoridade do mundo que conquistarás a devoção real de um amigo.

Não é com a inteligência poderosa que colherás as flores ocultas da confiança.

Mas sempre que o teu coração se inclinar para um mendigo ou para um príncipe, envolvido na luz sublime da boa vontade, ajudando e servindo em nome do bem, olvidando a ti mesmo para que outros se elevem e se rejubilem, guarda a certeza de que tocaste o coração do próximo com as santas irradiações das tuas pérolas de bondade e caminharás no mundo, sob a invencível couraça da simpatia para encontrar o divino tesouro da fraternidade em plenos céus.

Chico Xavier - Emmanuel