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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Confie. Se tiver medo, siga mesmo assim

Não tema, apenas confie e siga. As adversidades precisam ser enxergadas como degraus, não como bloqueios. Algumas dificuldades que enfrentamos parecem infindáveis, que não conseguiremos superá-las, mas, com paciência, disciplina, persistências e, às vezes, com uma boa dose de resiliência, superamos qualquer adversidade.

Apenas precisamos confiar e seguir. Talvez, estejamos enfrentando as dificuldades sem enxergar as soluções, pelo simples fato de estarmos vivendo uma situação diferente, nova, desconhecida, que limita a nossa percepção do Universo infinito e suas possibilidades, à pequenez do nosso entendimento e conhecimento sobre Ele.

Não conhecemos e nem sabemos tudo, mas, sabemos que tudo vibra, que há positividade e negatividade nas ações e reações. Logo, se temos boas intenções e nossas ações são louváveis, não tem por que não confiar e seguir com nossos propósitos.

Chico Xavier nos ensinou um “mantra” para a vida: – Tudo passa! – Seja bom ou ruim, não há estado permanente no Universo em constante transformação da qual fazemos parte também, e precisamos nos adaptar em todo momento ao mundo contemporâneo, sem perder a essência e considerando viver no presente, o que plantamos no passado.

"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." – Oliver Wendell Holmes Sr.

Por Jorge Jubrail para o site Pensamentos e Reflexões

Artigo: O valor que a vida tem

A maior riqueza que a vida proporciona ao ser humano é a feliz vivência do bom humor, descortinando o tesouro do bem-estar íntimo.

A boa regra é vencer os problemas, com a técnica saudável de uma postura motivadora, como se fossem desafios: degraus oportunos à evolução constante.

Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, ensina: A tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão […], uma possibilidade de nos conhecer melhor, de saber o que queremos, do que gostamos.

Quando a questão – em setembro que se tornou amarelo – convida a humanidade à reflexão sobre o suicídio, é indispensável considerar que o fenômeno psicológico, de qualquer natureza, é essencialmente transitório.

Todos os que tiverem a cogitação infeliz do autocídio devem reflexionar sobre o despertamento à valorização da vida. Somente vivendo é possível buscar o néctar da paz íntima dessas conquistas.

Não permitir que esses pensamentos sombrios povoem o campo mental, buscando o diálogo com alguém com o qual tenha confiança.

Dialogar, abrir o coração, buscar a feliz e salutar convivência, não se refugiar no íntimo. Reeducar-se mentalmente, não dando guarida emocional às insinuações negativas: eis a tônica do bom viver.

Existem alguns sinais doentios.

Cuidado com a mágoa que enlouquece a razão e produz fixações perturbadoras, como a monoideia, que é ferramental de mentes trevosas.

Lembrar também que o Código Internacional de Doenças (CID 10), no item F 44.3, desde 1998 traz o diagnóstico da interferência espiritual obsessora. É a própria ciência oficial reconhecendo que esses assédios são reais e se reage a essa realidade com diagnóstico médico.

Mau humor é outra realidade comportamental que pode dar causa à obsessão espiritual, pois o pensamento e a imaginação atraem o que lhe for semelhante.

A distimia traz prejuízos à convivência diária e incapacita o ser, que se aliena em pensamentos perturbadores.

A ação preventiva e acauteladora deve ser a tônica indispensável ao debate desse tema. Os males psíquicos têm cura, quando observados e curados em tempo hábil.

Feliz a orientação de Meimei, por intermédio de Chico Xavier, que nos trouxe essa pérola para que a conquistemos diuturnamente: “Alegria é o cântico das horas com que Deus nos afaga a passagem pelo mundo”.

No contexto da prevenção, o Posto do CVV (Centro de Valorização da Vida), de Araçatuba, está a caminho da reativação. Se você estiver sensível a esta causa e quiser participar, deixe mensagem na página Movimento Amor à Vida (Facebook).

Por Luiz Carlos Barros, dirigente espírita em Fernandópolis e Jales, publicado no site Folha da Região

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Brilho de um sorriso produz energia positiva

Neste vídeo, Pedro Neves fala sobre a importância do brilho de um sorriso. Este simples ato produz energia positiva para quem sorri e para quem recebe este gesto. Então, lembre-se: o brilho de um sorriso faz bem para todo mundo.


Jundiaí Agora

terça-feira, 18 de agosto de 2020

A importância das afirmações positivas

As afirmações positivas são palavras ou frases que causam bem-estar para quem escuta. Junto disso, elas podem mudar um padrão vibratório e até uma crença limitante.

No universo, o que muitas vezes diferencia uma coisa da outra é o seu padrão vibratório. Entendemos que quase tudo o que os nossos sentidos alcançam são ondas. As cores são ondas, a luz do sol chega até nós em formas de ondas, o som dos relâmpagos são ondas, e assim por diante. Contudo, a frequência dessas ondas pode variar e muito.

As nossas palavras, sejam faladas ou pensadas, manifestam energias diferentes em nós, que podem harmonizar todo um campo energético (aura) ou desequilibrar, inclusive, o campo eletromagnético de uma casa inteira.

As palavras e as frases carregam todo um campo de energia com elas, logo, para termos uma melhor qualidade de vida, relacionamento e um campo energético saudável, precisamos cuidar daquilo que colocamos para dentro e, em conjunto, do que soltamos, nesse caso, em forma de pensamentos e falas.

As afirmações positivas nos auxiliam a mudar formas de pensar e, como consequência, com o tempo, até de sentir, tendo em vista que os sentimentos são muito influenciados por pensamentos.

Palavras e pensamentos positivos podem mudar o padrão energético ao ponto de ajudar alguém a sair de uma depressão, angústias e vícios. Podem auxiliar a novas crenças serem formadas, podem fazer uma pessoa dormir mais tranquilamente e crianças nutrirem crenças mais positivas.

Tente incrementar na sua vida mais palavras e pensamentos positivos. Você pode perceber que alguns dos seus pensamentos e das suas falas são automáticos; pode perceber o quanto você julga, critica os outros ou a si mesmo. Mas, além disso tudo, você pode perceber o quanto carrega uma força de mudança. E não se esqueça do quanto você possui o poder da mudança, quando quiser e o quanto puder.

Trechos do texto de Gabriella Hausen para o site Eu Sem Fronteiras

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Consumir conteúdos violentos pode influenciar seu bem estar? Vídeo

A mídia tem o poder de nos influenciar, seja para o bem ou para o mal. Neste programa, Alexandre Caldini comenta sobre como os conteúdos violentos podem mexer com nosso bem estar e abalar o equilíbrio mental e espiritual. Acompanhe agora o Interpretando a Vida!



Rádio Boa Nova

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Reflexões sobre a Gratidão


Como muitas vezes acabamos nos focando nas coisas negativas, vamos começar a buscar a entender a gratidão a partir de seu oposto: a ingratidão.



Ela nasce de uma insatisfação com algo ou alguém; é um sentimento negativo diante de coisas que não saem como gostaríamos ou esperávamos. Isso mostra a nossa infantilidade, pois que nossos caprichos não foram satisfeitos ou não recebemos do Outro ou da vida, de acordo com nossa “expectativa”. Além disso, podemos percebê-la como o esquecimento dos benefícios que já recebemos, seja da vida ou de alguma pessoa, e talvez aqui, conseguimos perceber melhor o que chamamos de ingratidão.



E essa situação, que é mais corriqueira em nosso íntimo do que gostaríamos, nos faz agir também de forma imatura, pois, começamos a reclamar. E quando nos dedicamos a isso, perdemos energia e a oportunidade de sermos úteis, entrando numa frequência negativa e infeliz.



Pela nossa condição evolutiva, acabamos por ter o “hábito” de reclamar. Não desenvolvemos um certo “olhar” que nos faz perceber o lado bom e positivo das coisas e, cotidianamente tudo pode ser motivo para reclamação: se está frio ou calor; se estamos trabalhando muito ou temos uma folga; se as crianças estão barulhentas ou muito quietas, acabamos sempre expressando alguma insatisfação. Quantas pessoas queriam mais tempo em casa, e agora, com a pandemia, não suportam ficar em casa (e consigo mesmas) para manter o distanciamento social.



Se temos sempre porque reclamar, porque não mudamos a forma de perceber o mundo e as situações, as pessoas e as oportunidades, e passamos a agradecer?!



Quando tudo está indo bem, mesmo vivendo momentos felizes, não costumamos agradecer. Dificilmente “reconhecemos” a intercessão de Deus no nosso cotidiano, nos abençoando abundantemente. E quando chega de verdade a Dor: Expiação, Evolução ou Auxílio? Ai que reclamamos e mal dizemos a Deus!



É a dor que vai nos colocar na posição humilde diante de Deus, porque ela tem o “dom” de nos acordar. Mas Deus precisa de reconhecimento? Ele está nos punindo?



Não, mas nós precisamos desenvolver a humildade e o sentido de filiação, reconhecer que somos Seus Filhos bem amados, partes e coparticipes da criação. Assim, aprendemos que a dor chega como uma necessidade que nós mesmos criamos, para desenvolvermos virtudes que ainda não “despertamos”, porque tudo de positivo está em nós, aguardando seu desenvolvimento, e não há punição. Temos que ser burilados, inclusive, em nossa ingratidão que é filha do orgulho e do egoísmo.



Isso nos mostra que precisamos ver a vida a partir de outras perspectivas!



Quando realmente sentimos que a reencarnação é oportunidade, uma concessão de Deus para recomeçarmos, passamos a agradecer o retorno à existência física, mesmo com suas dores, mas sobretudo, com suas infinitas possibilidades de crescer e RECONSTRUIR. Os encontros, ‘aparentes’ desencontros e reencontros nada mais são do que oportunidades de nos melhorar e reformar, por exemplo, para consertar o que destruímos ou abandonamos, lá no passado.



Reclamar não resolve, gasta energia desnecessária, mas orar nos acalma, conforta e nos sintoniza com espíritos benfeitores, que nos haurem forças para seguir.



Dar atenção ao que é positivo, marcar aquilo que é bom e simples e somar todas as benção recebidas são exercícios para cultivarmos a GRATIDÃO. Perceba que tudo é energia e, “semelhante atrai semelhante”, então, por que não focar no que é bom e positivo, para sintonizarmos exatamente com isso!



Ter disciplina e o controle de pensamentos e sentimentos - rebatendo o negativo com o que é positivo, por exemplo, nos traz mudança de sentimentos e atitudes. Quanto mais compreendemos a vida e a nós mesmos, consequentemente, aceitamos as ações equivocadas das pessoas e desenvolvemos a compaixão; paramos de reclamar e passamos a ter uma postura diferente diante da vida e das situações “aparentemente” aflitivas. Nos tornamos mais otimistas, compassivos e maduros, saindo de uma infância espiritual. Isso gera LEVEZA!



Quem vive a vida em agradecimento, já descortinou novos horizontes. E isso nos ajuda imensamente a parar de reagir para AGIR diante da vida. Quando conseguimos ser gratos é porque já atingimos um certo grau de maturidade e vibramos em outra sintonia. Mas isso não acontece num passe de mágica, não basta querer ser grato e se cobrar por isso, é preciso vontade, esforço e disciplina. Precisaremos mudar um hábito e, isso não é simples ou rápido, mas com o tempo, teremos um comportamento que nos levará a um novo SENTIR.



Podemos começar a exercitar a gratidão, como hábito, pelas manhãs ao acordar: que benção ter uma noite de descanso! E antes de dormir, agradecendo ao dia: que foi produtivo, alegre, sem problemas ou mesmo que os tivemos, temos recursos para superá-los - certamente que há várias situações a bendizer. É preciso pararmos para analisar como funcionamos, para começar a buscar “sentir” as bênçãos, começando pelas pequenas coisas do dia a dia.



Enquanto reclamar denota orgulho, revolta, presunção e egoísmo, a gratidão reflete nossa humildade, o reconhecimento do constante amparo divino, nos levando à serenidade diante da vida. Que benção entender que somos filhos de Deus, imensamente amados e cuidados por Ele e, que tudo que “temos” é obra da Sua misericórdia!



A gratidão abre portas e mostra soluções, nos destrava, fazendo com que as coisas simplesmente fluam. E Servir ao próximo, AGINDO no bem, é a nossa melhor forma de expressar nossa gratidão à Deus. Quando fazemos isso, nos sentimos úteis e nos envolvemos em energias benéficas, além de angaria a simpatia dos amigos espirituais daqueles a quem servimos.


Agradecer é reconhecer à benção da vida e sentir-se sempre feliz, independente das condições em que a vida nos coloque ou que nós mesmos nos coloquemos, afinal, tudo é aprendizado e estamos em constante evolução.

Luciana Pereira - Trabalhadora do LEAE

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Os benefícios que a gratidão traz!

Em novembro de 2019 o quadro "Laboratório de Emoções" estreou no Domingo Espetacular!  

Nesse vídeo, a psicóloga Marcia Luz explica o que é gratidão e dá algumas dicas de como levar uma vida mais leve e positiva

Se procurarmos no Wikipédia encontramos isso: "A gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.

Em um sentido mais amplo, pode ser explicada também como recognição abrangente pelas situações e dádivas que a vida lhe proporcionou e ainda proporciona.

A gratidão envolve um sentimento de reciprocidade em direção de outra pessoa; frequentemente acompanhado por um desejo de agradecê-la por um favor que lhe fez."

Claro que sendo um sentimento torna-se, consequentemente, individuais; digo, cada um tem uma maneira de sentir, reconhecer, praticar a gratidão. Mas, sabemos como interiorizar e exteriorizar isso?

O vídeo é um 'help' nisso! Assistam:



terça-feira, 2 de junho de 2020

Fortalecer o bem

Tivemos um período nebuloso em nossas terras do novo cruzeiro, uma onda densa cerca nossas fronteiras astrais com o plano espiritual.

A simbiose que une as almas pela similitude de interesses, tem se enlaçado a tópicos fúteis e contrários a caridade de Jesus.

É preciso quebrar o ciclo do ódio, as investidas das forças destruidoras tem se especializado em criar vínculos entre os seres semeando discórdia e colhendo relações que só existem a partir dele.

Para se sentir incluso em qualquer grupo é preciso odiar ou demonstrar propensão ao ódio.

Os grupos se formam não mais para adorar os seus e sim para odiar aos outros, uma atitude infantil e maniqueísta de separar o "bem" e o "mal".

Se você torce para um time, é obrigado a odiar outro? Se luta por uma causa, precisa ser contrario a outra?

Pessoas se juntam para odiar, procurar defeito, compartilhar notícias de fontes dúbias. O que está acontecendo?

O único mal é aquele preso na ignorância porquê o amor é o conhecimento e ele liberta!

Façamos nossa parte, vamos quebrar essa corrente, a partir de nós mesmos. O mal não merece comentário!

Ao ser convidado ao pensamento odioso, se recuse a participar dessa corrente, faça sua parte como cristão e inicie uma nova corrente, elogiando outra coisa, qualquer coisa, o importante é abafar esse movimento de ódio e iniciar um novo movimento de fortalecimento as coisas boas a que devemos ser gratos.

Somos os trabalhadores da última hora, cabe a nós a tarefa iniciada pelos desbravadores do amor genuíno e fraterno, que desde os tempos remotos, vem sendo implantado na Terra através da consciência dos homens.

Perfil do Instagram @fraternidadeesperanca

quinta-feira, 21 de maio de 2020

A ansiedade tem ligação com vidas passadas? Qual a visão espírita?

O espiritismo esclarece que a ansiedade é algo que pode estar ligado tanto a vidas passadas quanto na infância. Geralmente crianças onde os pais cobravam demais seus filhos e colocavam medo neles, ao crescerem, poderão sofrer de ansiedade.

Isso porque a criança ficou acostumada a viver sobre pressão, se cobrar demais, esperar sempre o pior e assim ser ansiosa. Mas isso não é uma regra, a criança pode ter tido uma infância tranquila e mesmo assim ter crises de ansiedade.

Então, para tratar desse mal é necessário conquistar a consciência de que nem tudo está sobre o nosso próprio controle. Pois, para chegarmos ao nível de plena sabedoria de nossas ações e acontecimentos, precisamos ter um grande nível de evolução espiritual.

E a evolução espiritual requer saúde espiritual e autoconhecimento. Então podemos notar que o caminho é longo para todos nós, mas um dia chegaremos, isso é uma certeza absoluta. Porque Deus nos criou para irmos enfrentando nossos desafios, adquirir sabedoria e evoluir.

Dicas para melhorar crises de ansiedade


  • Respiração e meditação: foi comprovado cientificamente que são a melhor solução para quando estiver em crise de ansiedade;
  • Frequentar um grupo espírita: neste local é realizado o estudo da doutrina e aplicado passe espiritual;
  • Criar metas pequenas durante o dia. Exemplo: “Hoje eu vou ler pelo menos uma página do livro que faz tempo que comprei e nunca li.” Lendo uma página por dia, chegará o dia em que você irá ler mais duas e então futuramente terá terminado;
  • Pratique exercícios: a liberação de endorfina causa bem estar e sensação de dever cumprido, fazendo assim termos os nervos relaxados;
  • Se manter em prece: orar e vigiar é um segredo para ter espíritos de luz por perto e auxiliar no nosso equilíbrio espiritual.

Site Chico de Minas Xavier

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Casos de Chico - Macumba pega?

Dizem que aconteceu em Uberaba.

Aquela senhora passou o dia todo de pé em uma longa fila só para ter a chance de fazer uma única pergunta para Chico Xavier. No cair da noite, finalmente ficou frente a frente com ele e, cheia de medo e preocupação, disse:

- Chico, tenho uma única pergunta. Macumba pega?

Chico sorriu e falou pausadamente:

- Minha filha, me responda você uma coisa. Se eu jogo uma pedra em uma grande parede com um buraco bem no meio dela, o que acontece?

- Bom... - disse a mulher - A pedra entra!

- E se não houver buraco?

- Ela vai bater e voltar...

- Exatamente!

Não dê abertura ao mal, não pratique o mal, não o desenvolva dentro de você e você estará imune a ele. A cada vez que você fizer de sua língua uma arma venenosa, a cada ato de perversidade ou falsidade que cometer, você aumentará o buraco de sua parede.

Assuma os riscos ou benefícios da parede que você construiu. Assuma a dor de causar dor ou usufrua a paz de promover paz. A escolha é sua. E as consequências... também!

Perfil do Instagram Espiritismo e Evolução (@espiritismoeevolucao)

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Qual a importância do evangelho no lar nos dias atuais?

Estamos passando por momento difíceis devido a pandemia do coronavírus, porém, não podemos desanimar, devemos ter fé e precisamos estar em conexão com a espiritualidade superior. E o evangelho no lar nos permite criarmos esta conexão

Qual a importância do evangelho no lar nos dias atuais?

Sabemos que o evangelho diz respeito a uma reunião fraterna, que tem como objetivo reunir famílias, amigos, em volta dos ensinamento de Cristo à luz da doutrina espírita. Entretanto, devido ao momento que estamos vivendo, reúna seus familiares para realizar a leitura do evangelho. Lembre-se que você também pode fazer sozinho. 

Para completar, lembre-se também que através do evangelho no lar é possível atingir o coração de todos, além de, estreitar a ligação com a espiritualidade. Transformando assim, o ambiente (seja ela qual for) em postos de luz, socorro, paz, para todos aqueles que habitam e frequentam. 

Como fazer o evangelho no lar?


Escolha um dia da semana e um horário para realizar o estudo, que dura em média de 20 a 30 minutos. 



Inicie o estudo com uma prece para harmonizar o ambiente



Leia o capítulo da obra “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, debata com os participantes e finalize o estudo com uma prece. 



O Evangelho no Lar fortalece os corações para enfrentarmos as adversidades da vida com mais confiança. Por isso, realize todas as semanas!


Site Rádio Boa Nova

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Pensamentos negativos atraem coisas ruins?

André Luiz, por meio da mediunidade de Chico Xavier, possui uma brilhante frase sobre o tema: ‘nossos pensamentos são paredes que nos enclausuramos ou asas com que progredimos na ascese. Como pensas, viverás’.

O esforço diário para combater determinados tipos de pensamentos nos demanda uma carga energética incrível e por mais que negamos tal pensamento, mais ele ficará forte em nosso ser.

Como resolver isso então? Deixar passar, enviar para luz através de nossas preces, compreender que tal questão precisa ser trabalhada em nós, mas que o peso delas não pode nos martirizar.

Existem decisões que podem ser tomadas imediatamente para buscar a solução, e existe o tempo de espera para a cura de qualquer questão – fazer o que nos cabe precisa ser trabalhado como o suficiente para nos trazer o mínimo de serenidade.

Os problemas dizem mais da gente do que a questão em si

A maneira que lidamos com o problema é determinante para a dimensão que o problema ocupa em nossa vida, nos prejudicando principalmente no lado emocional, que acaba afetando todas as áreas.

Injustiças e absurdos, analisando tão somente essa existência carnal, vão ocorrer centenas de vezes – ou até milhares – durante o punhado de décadas que aqui estamos passando.

E todas essas questões fazem parte do nosso resgate kármico, provas e expiações, que de alguma maneira estão lapidando o nosso espírito assim como pedimos antes de reencarnar.

Alimentar pensamentos negativos baixa a nossa vibração

Mude sua frequência, renovando os pensamentos, focando no aprendizado e nos passos firmes rumo aos sonhos. As tempestades no caminho deixam nossas raízes mais fortes.

Foque no sol, não nas nuvens. Alimentar pensamentos negativos, o que se torna até mesmo um vício da alma, baixa de maneira considerável nossa vibração, atraindo irmãos desencarnados e encarnados nessa faixa de energia.

Fonte: site Chico de Minas Xavier

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Os Pensamentos e as Emoções

Os pensamentos e as emoções reverberam de tal maneira, que criam assim campos de vibração. Por isso a importância de equilibrar nossas emoções e manter nossas pensamentos positivos. 

Muitos dos nossos conflitos emocionais acontecem por um estado imaginário, ou seja, algo que nós criamos significado. São eles: para tudo que vemos; ouvimos; e interagimos. Entretanto, às vezes criamos um significado que não corresponde à realidade. É através do autoconhecimento e dos acessos ao inconsciente, que conseguimos entender as causas e significados equivocados, que demos as ocorrências.

É impressionante a força que temos quando pensamos em algo. Os pensamentos e as emoções são ligados de certa forma. Seus pensamentos vão refletir assim, tudo aquilo que seu coração estiver sentindo. 

Portanto, ao entendermos essa situação, compreenderemos a importância que orar e vigiar possui quanto às questões energéticas e psíquicas do espírito. Decerto também que um alimenta o outro. Quanto mais negativo, mas difícil de quebrar esse ciclo de crescimento de emoções e pensamentos viciosos. 

Portanto, ter fé, esperança e confiança na espiritualidade amiga pode te auxiliar nesse processo de reequilíbrio de pensamentos e emoções. Estar em contato com Deus e ter sempre certezas e amor no coração é algo precioso. 

Busque assim alimentar os pensamentos e as emoções de energias boas. Em prece peça o equilíbrio e emane sempre boas vibrações, com palavras e atitudes que contribuam para seu progresso.

Escrito por: Ricardo Guelfi de Souza, estudante de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Assistente de Mídias Sociais na TV Mundo Maior.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Revidar às ofensas

A evolução nossa no Planeta é individual. Não adianta desejarmos que pessoa que queremos bem evolua na mesma proporção que a nossa, pois nem todos pensam igual a nós e nem todos têm o mesmo equilíbrio emocional que o nosso e principalmente há muitos que não se preocupam em evoluir mediante perseverança.

É comum ao recebermos ofensa revidarmos na mesma proporção, afinal, existe o ditado “desaforo não se leva pra casa”, mas, também, sempre que revidamos a alguma má atitude, acabamos nos sentindo mal e às vezes caímos em arrependimento, principalmente se somos pessoa que não gostamos de praticar o mal.

Para outrem não interessa se somos do bem ou capaz de praticar alguma maldade, interessa sim que mereçamos sempre ser ofendidos. Tem gente que não mede as palavras e está sempre pronta a “armar um barraco”, não se importando com as consequências.

As novelas estão aí para ensinar com propriedade de como nos conduzir num confronto de ofensas, e poucas são as que esclarecem o que não devemos fazer, afinal, “armação de barraco” rende mais ibope.

Nesta semana, no encontro de Evangelho no Lar, conversamos sobre o assunto de ser ofendido e se devemos revidar. De fato, o primeiro momento é o de defender-se devolvendo a agressão na “mesma moeda”, o que causa certo conforto, pois não ficamos com a ofensa entalada, mas, para o nosso organismo essa atitude não é boa, pois mergulhamos numa energia negativa.

Mas, então, fazer o quê? Bom, é difícil manter o equilíbrio num momento de ofensas, mas é preciso, pois do contrário estaremos nos igualando ao nosso agressor. Devemos então nos perguntar rapidamente: o que Jesus faria em tal situação? A resposta pode até não ser a que gostaríamos, mas certamente vai ser a correta.

Pensando bem, o que importa o que o outro vai pensar ou sair dizendo por aí? O que importará mesmo é a nossa atitude! Podemos até perder no embate, mas será que não ganhamos analisando sob o ponto de vista de equilíbrio evolutivo?

Claro que estamos longe de ter a paz do Mestre, mas podemos diante de situações difíceis tentar agir como Ele agiria! Só o fato de nos questionarmos como Ele agiria no momento que estivesse em confronto, vamos receber, sem dúvida, muita energia para enfrentar o embate, afinal, estaremos mentalizando nada mais, nada menos, que o Mestre!

Quando estamos no exercício de função ou cargo e temos de tomar uma atitude que acreditamos certa, não estamos fazendo algo em nosso nome e, sim, daquilo que representamos, mas, quando se trata de assunto pessoal, temos de levar em consideração os ensinamentos de amor e bondade contidos no que Jesus nos exemplificou, pois foi este um dos objetivos da vinda Dele à Terra.

Normalmente nosso orgulho não permite que nos desarmemos quando somos ofendidos, e sabemos que muitas vezes esses confrontos desagradáveis fazem parte de resgates de ofensas que praticamos a outrem em algum momento anterior.

Procuremos serenidade e manter o pensamento elevado, que certamente estaremos amparados por ocasião desses embates.

Por Nilton Moreira em O Consolador

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Depressão e Obsessão: Duas Faces De Uma Doença Espiritual

Como um dos maiores problemas da atualidade podemos apontar a depressão, estado esse pelo o qual o indivíduo perde o interesse e a vontade pelas coisas da vida, trazendo assim vários desajustes emocionais para o ser humano. Em muitos dos casos observados de depressão os acometidos não sabem dizer o porquê de sua falta de interesse pela vida, não podendo assim chegarmos a origem que desencadeou tal processo.

A obsessão segundo os ensinamentos repassados por Allan Kardec é o domínio que alguns espíritos adquirem sobre certas pessoas, é praticado por espíritos inferiores que procuram dominar o obsediado, é a ação persistente que um espírito exerce sobre um indivíduo. Pode apresentar características muito diversas, desde a simples influência moral sem maiores sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais.

Ambos processos, podemos dizer que geralmente tem seu gatilho gerador no afastamento da criatura de seu criador e suas leis. A benfeitora Joanna de Ângelis nos ensina em sua obra “Entrega-te a Deus”, que em todos os casos de depressão ocorre o fenômeno da obsessão, sendo este a causa primária ou não.

Analisando os conhecimentos espíritas podemos definir que, a depressão gerada por uma possível obsessão é aquela em que o espírito obsessor ao qual geralmente fomos o terrível algoz do passado ainda nos vê como a época em que o prejudicamos e procura esse a justiça através da vingança. Já quando desenvolvemos a depressão sem o fenômeno da obsessão como sendo causa primária, acabamos em determinado momento atraindo para nós mesmos o espírito obsessor, através da faixa mental que nos encontramos criando assim afinidade com esse espírito, que na maioria das vezes é mais sofredor do que mal.

Uma vez sintonizado com essas entidades desencarnadas passamos a viver como em estado de simbiose com esses espíritos, que descarregam toda sua faixa vibracional ruim em nosso corpo mental, nos impondo assim um estado de escravidão mental, reduzindo em muitas das vezes nossas forças de nos vermos livres saudavelmente de tais perturbações. Procuramos assim meios mais fáceis de nos libertarmos desse sofrimento, seja pelo isolamento ou até mesmo recorrendo ao suicídio onde a mente doente acha que matando o corpo se verá livre do problema, tal é o poder de controle dessas entidades sobre a mente humana que até mesmo espiritas com conhecimento doutrinário recorrem ao ato de matar o corpo alegando que com elas será diferente.

Como apoio ao tratamento da depressão, aliando-se ao atendimento por profissionais especialistas na área psicológica, vemos a importância na mudança da faixa mental que se encontra o indivíduo quando acometido por tal, como também a busca pelo conhecimento e reflexão das leis divinas, principalmente as leis de justiça, amor e caridade como sendo diretriz de vida. Entender que os problemas do caminho não são punições que Deus nos manda, mas sim encararmos como oportunidades de evolução pessoal, devemos nos matricular a sermos aprendizes do Cristo na escola da vida, vivendo de acordo com as leis de Deus, buscando a fé consciencial e raciocinada. Não basta só conhecermos as leis mas sim, buscarmos refleti-las e compreendê-las em nossa consciência, pois como nos traz Kardec na questão 621 do livro dos espíritos, quando pergunta: “Onde está escrito a lei de Deus?” e os benfeitores respondem: “Na consciência”. Para logo após essa parte do processo colocarmos essas leis em prática nas nossas vidas. Mesmo sendo duro e difícil o acometido deve buscar se ver não como sendo somente a vítima, mas também como o principal responsável por sua cura, estimulando a fé em Deus e em si mesmo. Lembremo-nos o que o mestre Jesus falava sempre logo após os milagres como maneira de estimular a fé naqueles que haviam sido curados, Jesus sempre apontava que a fé do indivíduo foi a responsável pela salvação, jamais ressaltou que havia sido ele quem havia os curados, lembremos algumas passagens:

“ E lhe disse, filha a tua fé te salvou; vai te em paz e te verás livre do teu mal.” Marcos:10,52.

“ Mas Jesus disse a mulher, a tua fé te salvou, vai-te em paz.” Lucas: 7,50.

Extenso e preocupante demais é o assunto, seria egoísmo de nossa parte querer tratar o assunto em apenas algumas linhas, como também não podemos de deixar de salientar a importância da busca por ajuda especializada por profissionais da psicologia e psiquiatria. Viemos através deste texto mostrar e despertar a responsabilidade de que nós somos co-criadores com Deus e que nossa mente co-criadora é peça fundamental no nosso sucesso ou fracasso.

Apontamos nossas direções em busca da fé racionalizada que pode ser encarada frente a frente com todos os problemas com o crivo da razão, a fé racionalizada e consciencial que nos dá a confiança para amar e confiar em Deus que é causa primeira de todas as coisas, sabedoria infinita, soberanamente justo e bom e que mesmo as coisas que aos nossos olhos estão totalmente erradas aos olhos do pai estão sobre o controle dele. Saibamos seguir a Jesus que é o caminho, a verdade e a vida, que possui o fardo leve e o jugo suave.

Deivid Machado, publicado no site Espiritismo na Rede

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Energias positivas do Evangelho no Lar

Energias positivas foi tema discutido pela equipe do programa Diálogos Médicos, transmitido pela Rádio Boa Nova. Os comunicadores Doutora Silvia Helena Bersacola e o Doutor Rafael Latorraca fazem a leitura e comentários da obra Os Mensageiros, de André Luiz, psicografada por Chico Xavier, capítulo 37.

A princípio, os comunicadores relembram os estudos anteriores do capítulo 36, intitulado “Mãe e Filhos”. Em seguida a equipe inicia o capítulo 37, “No santuário doméstico”. Os comentários falam da prática do culto no lar, hoje conhecido como Evangelho no Lar. 

Eles lembram das energias positivas que o culto cria, mas principalmente, a energia que nós produzirmos quando realizamos uma atividade. Os comunicadores citam, por exemplo a comida, assim como qualquer outra atividade. Se realizada sem amor ou boas energias, pode vir a nos fazer mal.

Energias Positivas na proteção do lar

Como nas antigas histórias, os vampiros só podem entrar nas casas quando convidados. Essa lógica se aplica, portanto, quando discutimos sobre as energias positivas e negativas que entrar na sua casa e te afetam de alguma forma. 

É necessário criar um campo positivo a partir dos pensamentos e orações. A prece é assim um contato direto com a espiritualidade amiga. Portanto, esteja ligada em pensamento a tais energias positivas. 

O Evangelho no Lar é um momento da semana em que os pensamentos se voltam aos estudos do Evangelho. Entretanto, o restante da semana cabe a aplicação da máxima “orai e vigiai”. 

Quando emanamos energias positivas por meio de pensamentos, palavras e ações, estamos construindo um campo de proteção. Isso, porque, cada a sintonia de vibração estará próxima da espiritualidade amiga e da proteção do lar. 

Fonte: Site da Tv Mundo Maior

domingo, 11 de agosto de 2019

Pessoas leais: o valor de ser fiel aos seus princípios

As pessoas leais são, acima de tudo, personalidades honestas. Elas se guiam por um código que está sempre em sintonia com seus valores, mas também com o comprometimento respeitoso com o outro. Nas suas relações, não cabem traições, mentiras ou atitudes interesseiras.

Estamos, sem dúvida, diante de um conceito tão interessante quanto profundo que vai muito além da confiança.

Atualmente, o panorama não é mais o mesmo. No entanto, de alguma forma, continuamos precisando desta proximidade e desta segurança de pessoas significativas para nos sentirmos bem.

Precisamos oferecer ao outro um sentimento de atenção, respeito e comprometimento contínuos, em relações nas quais sabemos que não seremos traídos. Nas quais não há interesses ocultos ou segundas intenções.

Há quem diga que hoje em dia a lealdade é quase um ideal, ou uma característica em risco de extinção. Muito além do que podemos pensar, esta dimensão continua estando presente no coração de muitas pessoas.

Por isso, devemos saber exatamente o que é ser leal, porque em muitas ocasiões, é possível cair em dinâmicas nas quais este princípio acaba sendo deturpado. Vejamos mais detalhes a seguir.

“Irei segui-lo até o último suspiro, com a verdade e a lealdade”.
– William Shakespeare –

Sêneca dizia que a lealdade parte da confiança, mas como já falamos antes, este conceito tem suas raízes em algo mais profundo e complexo ao mesmo tempo. Para começar, as pessoas leais são, acima de tudo, respeitosas com seus próprios princípios. 

É deles que parte o verdadeiro núcleo do comportamento leal: agir sempre com base em valores, sendo fiéis ao que consideram correto.

A lealdade, o compromisso de fazer a coisa certa
Lealdade provém do termo ‘legal’. Há, portanto, um componente de retidão e compromisso por fazer a coisa certa em cada circunstância. O que isso significa, traduzido no âmbito das relações?

Implica, por exemplo, que mesmo se terminarmos uma relação afetiva ou de amizade com alguém, o respeito sempre vai continuar existindo. Não iremos revelar intimidades, não faremos críticas e nem teremos comportamentos que possam machucar os outros de alguma forma.

Muito além da confiança, está a lealdade. Mesmo quando a primeira se perde e não há mais vínculo algum com este alguém, sobrevive o sentido profundo do respeito, uma virtude, sem dúvida, nobre e desejável.

A pessoa leal é sincera, não condescendente, e nos ajuda a crescer
As pessoas leais não são aquelas que fazem uso exclusivo da condescendência. Não são as que dizem ‘sim’ a tudo, as que nunca colocam objeções, as que nos apoiam em tudo que fizermos, em cada decisão e comportamento, por mais questionável que seja.

A lealdade também é sinceridade, e fazer uso de um comprometimento ativo com o nosso bem-estar.

Isso significa que, se em algum momento for necessário que alguém nos impeça de fazer algo, nos alerte a respeito de um problema ou nos ajude a abrir os olhos diante de uma realidade que não vemos, a pessoa leal vai fazer isso.

Afinal, ela é regida por valores firmes, não pelo servilismo ou pela passividade. Assim, quem deseja o melhor para nós nunca hesitará em ser o apoio capaz de dizer as verdades que machucam, capaz de nos mostrar nossos erros, mas também as nossas oportunidades de crescimento.

Para concluir, como podemos ver, o conceito de lealdade tem as suas nuances. Ninguém pode impôr a quem ou a quê devemos ser leais.

Este conceito não é externo; ele tem uma origem interna e está em harmonia com um código de valores baseado no respeito e na integridade que cada um vai construindo ao longo da sua vida.

Assim, as pessoas leais não ficam apenas nas palavras, porque a lealdade é exercitada e aplicada diariamente em qualquer circunstância e situação. Pensemos nisso.

A Mente é Maravilhosa com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

Porque você deveria parar de xingar

Você pode perguntar qual é o dano disso; afinal, são apenas palavras...

Os palavrões estão por toda parte. É raro um dia que você não escuta um. Mesmo em restaurantes e lojas, frequentemente ouvimos os clientes soltarem palavrões com total indiferença ao ambiente. O palavreado chulo em público é agora tão comum que chegou até os programas de televisão.

Você pode perguntar qual é o dano disso; afinal, são apenas palavras. Mas, ao mesmo tempo, a maioria de nós sente que há algo errado. Sabemos que ficar soltando palavrões não é saudável nem desejável. É um mau hábito, e uma falta de educação.

Hábito

Aquilo que fazemos (incluindo o que dizemos) afeta o modo como pensamos. Os filósofos estão conscientes disso há séculos, e os neurocientistas estão começando a aprender também. Cada vez que fazemos e falamos algo, isso reforça certas conexões em nosso cérebro, tornando-nos mais dispostos a fazer a mesma coisa uma segunda vez, e assim por diante. Efetivamente, nosso cérebro está criando hábitos o tempo todo.

Essas conexões não afetam apenas uma área do cérebro, mas o todo. Quando agimos de certa forma, começamos a pensar de acordo com isso, e vice-versa. Assim, quanto mais vulgar for o nosso discurso, mais vulgar será o nosso pensamento e, consequentemente, mais vulgar será o nosso comportamento e atitude em geral.

Isso não quer dizer que há determinação extrema ligando palavras ruins a atitudes ruins. Mas quer dizer e alertar para o fato de que um mesmo processo de pensamento e atitude também encoraja o outro.

Foi-nos dito tudo nas Escrituras: “a boca fala do que o coração está cheio” (Mt 12, 34) e “tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Filipenses 4, 8).

Em suma, falar palavrões é algo grosseiro, psicológico e espiritualmente insalubre, e destrói até mesmo uma suposta “utilidade” eventual dos palavrões. Por todas essas razões, devemos tentar quebrar esse hábito.

O problema é que é tão fácil uma palavra escapar quando o hábito de seu uso está formado, especialmente no calor do momento, que a maioria dos palavrões continua a ser usada. E uma vez lançado, não pode retornar. Como Winston Churchill disse, somos mestres das palavras não ditas, mas os escravos daqueles que deixamos escapar.

Como parar

Há algumas maneiras de se libertar do hábito de falar palavrões. O primeiro é simplesmente praticar não dizer nada. Esta é uma habilidade bastante fácil de desenvolver: durante as conversas normais do cotidiano, basta fazer uma pausa de vez em quando antes de falar. Quando você sentir vontade de maldizer algo, pare e conte até cinco antes de abrir a boca. Isso ajudará a colocar sua língua sob controle (que é um hábito útil muito além de apenas evitar palavras feias).

Outra maneira, que achei muito útil, é esta: sempre que você deixar escapar um palavrão, faça uma oração

Portanto, vamos vigiar nossas línguas e tentar nos elevar acima da vulgaridade que nos cerca.

Leia também:


Site Aletéia com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Ofensa, Como Lidar ?

Interessante notar que somos testados a todo o momento em nossas atitudes, comportamento, maneira de pensar, estado de ânimo e em muitos outros sentimentos. Esse teste faz parte da vida, pois viemos ao mundo para em comunidade apararmos arestas, e é comum sofrermos alguma ofensa em nosso íntimo por questões das mais diversas. Basta que nos contrariem não tendo as mesmas ideias que passamos a nos fechar e ver na outra pessoa alguém que estaria contra nós. Isso é muito comum nas questões que envolvem espaço, poder, vitrine, e os que mais se ofendem são os orgulhosos.

Vemos muitas pessoas que não sabem o que se passa dentro de seu próprio lar, mas preocupa-se com a vida alheia tentando incutir suas ideias e costumes, sendo que jamais será digna de crédulo, pois se sua própria vida é desalinhada, como seguir seus parâmetros?

Mas o correto quando sofremos uma ofensa, é tentar respirar fundo e refletir, se pudermos, de como Jesus agiria em tal situação, já que o Mestre é que nos forneceu as diretrizes para nossa vida através do Evangelho. Se conseguirmos ter a serenidade no momento da ofensa, certamente conseguiremos passar sem deixar que aquela energia viciada contida nas palavras ou gesto que nos são desferidos, nos atinja psiquicamente e repercuta no corpo físico.

Tem pessoas que nem precisam ouvir ou ver uma fisionomia sisuda de determinada pessoa. Basta ser receptiva e sentirá como que sendo atingida por dardo magnético a lhe alcançar, tendo como sintoma dores musculares, dor de cabeça, mal estar, enjoo, tonteira, taquicardia ou apenas aflição.

Sabemos o que as palavras contêm, mas não sabemos o que contém nos pensamentos de cada um que se dirige a nós ou até mesmo nos abraça, ou aperta a mão traiçoeiramente. O gesto muitas vezes não vale tanto como o pensamento alheio que se acerca de nós, já que isto é energia. Uma prova de que pensamento é energia pura, é o porquê das orações serem atendidas.

Muitas das pessoas que nos ofendem estão adoentadas, vivem em direto confronto consigo mesmas, são gente perdida sem rumo e que não acharam ainda a razão pelas quais vieram a Terra. Vão passar esta reencarnação sem somarem nada na sua evolução espiritual e certamente são sofredoras, por isso destilam veneno, e se conseguirmos com a serenidade anular essa emissão energética equivocada, certamente sentir-nos-emos maiores perante as questões complexas de nosso Planeta, e cada vez mais nos fortificaremos.

A gente tem a teoria de que não devemos levar desaforo para casa, mas toda vez que revidamos, estamos deixando que o desaforo que nada mais é do que energia viciada nos envolva e acabamos levando sim para casa essa emanação, e dividindo com familiares causando problemas em casa, que é o objetivo do ofensor. Calar é a melhor defesa.

Possamos procurar o equilíbrio e harmonia diante da ofensa e certamente sentiremos menos dor. Ignore: o veneno só nos atinge se o ingerirmos. A vida se encarrega do ofensor. Jesus nos proteja a todos.

Autor: Nilton Cardoso publicado no site Portal do Espírito

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Silêncio e repouso: duas necessidades da mente

Tráfego, conversas, carros, aviões, trens, televisores e até mesmo o farfalhar constante do processador de nosso computador. Isso dá origem a um estado incessante de hiperatividade, capaz de alterar nosso humor, gerando irritação, fadiga, perda de concentração.

Descansar o corpo e a mente, desfrutar de um sono profundo e reparador, um pouco de silêncio e algumas horas de solidão… Isso é quase um luxo nos dias de hoje; no entanto, também é necessário para a saúde.

“Vivemos na era do barulho. O silêncio está quase extinto”, afirma o filósofo e aventureiro Erling Kagge.

Silêncio e descanso são dois bens preciosos e ameaçados. Eles são um luxo, um presente, que às vezes nos damos quando as obrigações e compromissos permitem. No entanto, longe de ser um capricho, eles são, ao contrário, duas necessidades básicas para nosso bem-estar e, acima de tudo, para o equilíbrio mental.

Ovídio afirmou que qualquer vida em que não há descanso logo desaparece. A verdade é que o famoso poeta romano não estava todo errado, porque além do que se poderia pensar, a falta de descanso e de viver em ambientes estressantes e estimulantes prejudicam nossa saúde e afetam negativamente a qualidade de vida.

A maioria de nós vive habitualmente imersa em situações em que reina uma constante cacofonia: tráfego, conversas, carros, aviões, trens, televisores e até mesmo o farfalhar constante do processador de nosso computador. Isso dá origem a um estado incessante de hiperatividade, capaz de alterar nosso humor, gerando irritação, fadiga, perda de concentração …

O aspecto mais estranho de tudo isso é que nos acostumamos com essa realidade. Dizemos a nós mesmos que é a coisa certa a fazer, que este é o ritmo da sociedade atual e que, portanto, devemos nos adaptar. Nesse mundo acelerado e hiper-conectado, e até mesmo privado do sono, tornamos silenciosos dois bens de luxo e não descansamos mais ao alcance de todos.


Silêncio e repouso, nutrientes para o cérebro


Morte por excesso de trabalho é uma realidade . E embora ainda não exista um nome em português para defini-lo, outros países acostumados a essa realidade há muito tempo lhe deram um nome. No Japão é karoshi , na China é guolaosi e na Coréia é gwarosa . Para estas populações onde o estilo de vida é ditado pelos ritmos da indústria, do comércio e, mais geralmente, da produtividade, o silêncio e o descanso não são apenas um luxo, mas cada vez mais raros.

O que realmente acontece nesses países é um aumento considerável nas taxas de suicídio . Exaustão e desespero são tão fortes que muitas pessoas não vêem outra solução para sua realidade pessoal e escolhem o caminho mais dramático. Se permanecermos no Ocidente, a situação muda um pouco.


Na Europa e na América não há dados relevantes que liguem a sobrecarga de trabalho ao suicídio, mas sim a doenças cardiovasculares e altas taxas de depressão, ansiedade, estresse, insônia … De acordo com especialistas do setor, como o Dr. Michael Roizen, diretor da Cleveland Wellness Clinic, “Hoje o descanso é o hábito de saúde mais subestimado”.

O cérebro precisa de calma e silêncio



Sabemos que o barulho persistente e os sons incessantes de nossas cidades prejudicam a saúde e o humor. Em um estudo publicado em 1975 na revista Environment and Behavior, já se argumentava que as crianças que estudavam em áreas de Manhattan perto dos trilhos do metrô apresentavam quase um ano de atraso escolar. Os dados são certamente significativos.


Além dos sons externos, no entanto, há também outro tipo de murmúrio que afeta nosso bem-estar: o martelar obsessivo de nossos pensamentos, preocupações, objetivos a serem alcançados. Mesmo esse ruído não é saudável e nos priva de calma.

O silêncio e o repouso configuram-se como dois antídotos vitais capazes de modular o cérebro para que ele possa alcançar a harmonia e que a mente se reconcilie e esteja em harmonia com sua essência mais autêntica.

Silêncio e descanso: o sono é um luxo cada vez mais raro


Talvez achemos um pouco difícil relacionar a falta de sono com a embriaguez. No entanto, um estudo publicado pelo Dr. David Geffen, da Universidade de Los Angeles, Califórnia, aponta que, não dormir, para o cérebro tem o mesmo efeito que o álcool. Nossos neurônios param de se comunicar efetivamente, ocorrem erros, problemas de concentração, problemas de desempenho, alterações de humor, irritabilidade, depressão …


Os efeitos psicológicos da privação do sono são enormes, mas continuamos a negligenciar esse aspecto. Fazemos isso com o nosso estilo de vida, com dispositivos eletrônicos e a luz azul de suas telas, que estimula o cérebro impedindo-nos de adormecer. Ao mesmo tempo, o trabalho e as preocupações que levamos para a cama também nos privam do descanso necessário para a saúde do físico e do cérebro.

Silêncio e descanso são duas palavras que estão se transformando em um negócio para muitas empresas. Tanto que no mercado já encontramos nas máscaras de dormir que monitoram nossas ondas cerebrais e na fase REM, cápsulas de alta tecnologia para tirar uma soneca no trabalho, spas e centros de sono que prometem nos levar para os braços de Morpheus em poucos minutos.

Portanto, evitemos chegar a esses extremos e nos conscientizar de um aspecto muito simples: o repouso é a vida; em um mundo imerso em ruídos incessantes, externos e internos, o silêncio é saúde. Lembremo-nos.

Fontes: Adaptado do artigo Silenzio e riposo: due necessità della mente de lamenteemeravigliosa.it – Via Pensar Contemporâneo. Texto publicado no site ContiOutra