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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Três dicas para se comunicar melhor

O que Jesus nos ensinou a respeito da comunicação, como prestar atenção na forma de se comunicar com as pessoas e de que forma se comunicar bem com você mesmo.


TV Mundo Maior

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

14 de Fevereiro - Dia Internacional do Amor

O Dia do Amor celebra-se a 14 de fevereiro, sendo este um dos dias mais romântico do ano.

Uma das historias contadas para explicar tal data remete-se à São Valentim:

A história contada de São Valentim remete ao tempo antes de Cristo. Dizem que na Roma antiga, o imperador Claudius II, havia proibido o casamento pois sua intenção era formar um grande e poderoso exercito, porém, para ele, os homens com famílias não tinham o mesmo desempenho dos solteiros na guerra.

No entanto, havia um bispo romano, chamado valentin, que contrariou a ordem do imperador e continuou a celebrar em segredo os casamentos. Infelizmente, quando o imperador descobriu, Valentin foi imediatamente preso e condenado a morte.

Enquanto vivia seus últimos dias de vida na prisão, conta a história, que Valentim se apaixonou por uma jovem cega que era filha de um dos carcereiros.

O romance durou pouco, porém antes de ser enforcado, no dia 14 de fevereiro, Valentim teria escrito uma carta para a sua amada e assinalou “from your valentine”.

O choque de perder seu amor foi tão grande que devolveu a visão da moça, e a partir dali, os apaixonados se inspiravam no bispo e celebravam a sua história dando sentido ao dia dos namorados.

Fotos para inspirar:









Calendarr e Blog Waufen

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Pequenos conflitos diários do relacionamento que nos machucam

Oito da noite numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos.

O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.

Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.

Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.

Percebendo que, além de atrasados, poderão ficar mal- humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe que estava errado.

Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.

Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.

E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro  ser feliz.

Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais teríamos estragado a noite.

Certamente uma sábia decisão.

Muitas vezes nós perdemos oportunidades de viver momentos felizes só porque queremos provar que estamos com a razão. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.

De maneira alguma defendemos a omissão ou o não uso da razão, mas tão somente o uso da razão com sensibilidade.

Quantas amizades já destruímos por causa de uma obstinação em defender um ponto de vista?

Quanta energia já gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?

Quanto tempo perdido na elaboração de argumentos para convencer alguém de que temos razão em algum ponto?

Será que vale a pena essa maneira de ser?

Será que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?

Não seria mais sábio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas questões irrelevantes?

É evidente que há momentos em que devemos defender nossa posição, e seria bom que o fizéssemos sem nos perturbar, sem sair do sério.

Mas o que geralmente acontece é que levamos as discussões, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.

É importante considerar que para divergir não precisa dissentir.

Podemos discordar de alguém e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse alguém.

Pense nisso quando se apresentar uma situação em que você tenha que fazer essa opção e se questione, antes de agir:

Será que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?

Será que o momento certo para expor minha opinião é agora?

Será este o momento de impor minhas razões?

Talvez se prestássemos mais atenção em nossas palavras e nos porquês de nossas discussões frequentes, perceberíamos que, na maioria das vezes, poderíamos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter razão.

Considere que as energias gastas em discussões infrutíferas podem lhe fazer falta na manutenção da saúde física e mental, e busque usá-las de maneira útil e inteligente.

Afinal, todos os seus esforços devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.

E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter razão, ou ser feliz?

Fonte site Chico Xavier de Minas

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A Dependência Emocional | Além da Matéria

A Dependência Emocional foi o tema abordado por Marcos Leão no programa Além da Matéria, transmitido pela Rádio Boa Nova. O Comunicador faz assim, as seguintes perguntas: Em qual circunstância você está vivendo? Sente-se feliz ao lado das pessoas que ama? Consegue fazer escolhas e tomar decisões? Precisa de elogios? Sua felicidade depende de outras pessoas?

Marcos Leão fala, a princípio, sobre as causas da dessa dependência, como por exemplo a insegurança. Mas ele explica que, geralmente um dependente emocional encontra dificuldades no processo de escolhas e possui um medo em não ser amado. 

Já os sintomas são sinais que podem nos auxiliar no processo de reversão dessa a dependência emocional. São padrões de comportamento e atitude, os quais devemos nos questionar e buscar o autoconhecimento a fim de nos modificarmos.

Amai o próximo como a si mesmo

Para amarmos o nosso próximo e praticarmos os ensinamentos de caridade presentes no Evangelho é necessário amarmos a nós mesmos. Isso implica, portanto, em diversos fatores de cunho moral e foro íntimo. 

É preciso cuidar de si e do seu amor por si mesmo. Para perdoarmos o próximo, devemos nos perdoar, para auxiliarmos a caminhada evolutiva do próximo, é preciso compreender os nossos próprios caminhos. 

Depender emocionalmente de outra pessoa é abdicar da capacidade própria de enfrentar a vida e se amar. Sendo assim, como poderia uma grande embarcação sobreviver a uma tempestade com apenas uma vela, ou apenas uma pessoa na tripulação. 

Devemos possuir várias coisas em nossa vida que nos motive a caminhar pelas tempestades. Assim como um grandioso castelo, devemos possuir várias torres que o protegem e o sustentam. Isso faz com que nenhuma seja sobrecarregada, ou então, com que você não dependa exclusivamente apenas de uma torre. 

Ame-se para amar ao próximo. E compreenda que a dependência emocional existe e ela faz mal principalmente para o dependente.

Fonte site da TV Mundo Maior

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Almas afins

A questão da busca pela pessoa que vamos compartilhar na nossa vida neste Planeta é bem mais complexa do que imaginamos. Uns dizem: “onde estará a minha alma gêmea”, outros “quero encontrar a minha cara metade” e outros dizem que nasceram para ser sozinhos, pois os relacionamentos não dão certo, não passando da fase dos encontros ou do namoro.
De fato em muitos casos existem sim as “almas afins” que se assemelham a imãs que se atraem por uma compulsão inexplicável para quem não entende.

A particularidade dos relacionamentos se inicia normalmente antes mesmo do nascimento, isto é, quando estamos lá no plano espiritual, na fase que preparamos junto com os benfeitores algumas ocorrências aqui na Terra, utilizando para tal do livre arbítrio.

Entre os planejamentos está incluído quem vamos encontrar para compartilhar a vida a dois. Mas também pode acontecer de que em nossa programação se faça necessário passarmos por aqui sozinhos.

Como esta vida que estamos vivenciando tem relação com vidas passadas, somos compelidos a que nos aproximemos de várias pessoas, cujos relacionamentos podem ou não dar certo, cujos motivos são os mais diversos, isso porque talvez numa outra existência tenhamos infringido a Lei Divina e como resgate, tenhamos que viver sem parceria.

Mas por outro lado, temos aqueles relacionamentos que são delineados por circunstâncias que nem imaginamos. Não importando à distância, o lugar, a cidade que possa estar a alma afim, os benfeitores espirituais providenciarão para que haja o reencontro. As pessoas que devam se encontrar serão compelidas a se cruzarem e certamente se reconhecerão, pois que é o espirito que ama e não o corpo.

É lógico que o corpo material tem uma participação na atração dessas almas, pois que o desejo é necessário para que ecloda a paixão, o desejo de ficar junto, mas este desejo dará logo ali lugar a um amor sublime, pois que o espirito tomará as rédeas do relacionamento, ficando a paixão e a atração física como sentimento secundário.

Às vezes podem acontecer relacionamentos temporários, semelhante aos que acontecem na adolescência, pois nesta ocasião o espirito está em uma busca muito acirrada para encontrar a outra pessoa, e em razão da falta de esclarecimento sobre o amor, pode deixar-se levar por uma paixão momentânea, mas logo que reconhece não ser a parceria pretendida, o sentimento se esvai e a busca continuará.

Mas apesar de ser um determinismo o encontro com a alma afim, podemos utilizando o livre arbítrio não querer conviver com a pessoa que estaria em nosso planejamento, mas isso não será obstáculo para que sigamos outro caminho e certamente poderá este outro relacionamento dar certo.

Certa ocasião uma mulher perguntou ao Chico se a pessoa que ela estava convivendo era a certa. Chico com o humor e a sabedoria que lhe era peculiar disse: “olha minha amiga se não for a certa, muito errada não é”.

Autor: Nilton Cardoso publicado no site Portal do Espírito

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Ouvir uns aos outros

Em razão dos altos índices de suicídio, resolvemos, já há alguns anos, estudar mais profundamente o tema. Então, escrevemos, junto com dois amigos, Arlindo e Alfredo, o livro Evite a rota do suicídio, mas não paramos por aí no estudo que aborda a temática, e, após o livro, comecei a distribuir um questionário para que aqueles que pensam no autoextermínio respondam, e, então, a partir das respostas, elaborarmos estratégias para, quem sabe, diminuir a dor de quem pensa em suicídio e evitar a extrema atitude.

Uma das perguntas que faço é quanto ao tipo de problema que a pessoa mais tem dificuldade em lidar. Relacionamento amoroso, familiar, problema profissional, financeiro, de saúde ou outros? Qual seria o problema que mais apoquenta e gera intranquilidade à alma humana?

A esmagadora maioria das respostas aponta que o problema mais difícil de lidar é o familiar. Problemas financeiros aparecem atrás do familiar e relacionamento amoroso. Considero, ao menos curioso, o fato de problema de saúde ter sido pouco citado. Falemos, então, deste agente gerador de sofrimento que são os problemas familiares e que colaboram para que a ideia suicida se faça mais presente na sociedade.

A família é o ponto fundamental para nosso desenvolvimento como seres em evolução. É na família que experimentamos as primeiras noções de afeto, disciplina, organização, vivência e troca de experiências com o outro. A família prepara-nos para viver em sociedade. É na família, ou ao menos deveria ser na família, que descansamos nossa cabeça fatigada pelas lutas e embates do dia a dia, próprios de um mundo de expiação e provas.

Porém, quando na família encontramos rejeição, censura, falta de afeto, tendemos a deixar com que a amargura ganhe espaço em nossa existência. Ficamos ressentidos, e isto, ao longo dos anos, toma uma proporção tão grande que, claro, aliado a outros fatores, faz com que a ideia suicida comece a fazer morada em nossa casa mental.

Na questão 775 de O Livro dos Espíritos, Kardec indaga aos Espíritos que o assistiam sobre o resultado do relaxamento dos laços de família, ou seja, a perda desta referência familiar, e os Espíritos respondem que seria o aumento do egoísmo. O raciocínio pode ser aplicado da seguinte forma: ao apertar os laços de família aumentamos o nosso pensar no outro, proporcionando aos familiares aquilo que a família deve ser: local de aprender e reconforto diante das provas cotidianas.

Uma família atuante, que, como se diz no jargão popular, está “colada”, é um dos fatores que faz com que as pessoas se sintam amadas, queridas, tenham um ouvido amigo para desabafar e, este, naturalmente, é um fator que ajuda na prevenção ao suicídio.

Óbvio que não se pode colocar nas “costas” da família a responsabilidade pelos suicídios que abundam nos quatro cantos do mundo, mas é inegável que uma boa família, com problemas naturais, mas que aperta os laços de convivência e foca no amor de uns para com os outros, oferece mais condições para uma vida menos sofrida.

Talvez você que teve um familiar vitimado pelo suicídio se sinta chateado com este texto, todavia, peço que não o encare como uma forma de censura ou crítica, porque, como dito acima, há fatores e fatores que levam o indivíduo a cogitar do suicídio, tais como os transtornos mentais, problemas relacionados ao uso de drogas e uma gama de outras coisas.

A ideia aqui é, por meio deste estudo realizado, mostrar que o problema mais difícil que a maioria das pessoas enfrenta é o problema familiar, e que, segundo os Espíritos, nós podemos estreitar esses laços de família para que as pessoas se sintam agasalhadas pelo amor e escutadas em suas questões fundamentais.

Se uma vida sem problemas é impossível, que ao menos possamos estreitar os laços de família e “ouvir uns aos outros”, deixando a existência um pouco mais leve e saborosa de se levar.

Por Wellington Balbo publicado no site O Consolador.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Dia dos Namorados

Dia onde o amor se propaga com muita facilidade.

Seria tão bom se todos os dias o amor se tornasse parte maior em nossas palavras, atitudes e pensamentos.

Não é bom amar e ser amado?

Sentir o carinho, o olhar delicado, o cuidado fraterno, caminhar de mãos dadas…

A vivência com o próximo sempre fortalece a troca; e como acreditamos que o bem e o AMOR sempre prevalecem, seria bom pensarmos que…

Se a aflição fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais fé.

Se a guerra fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais paz.

Se o ódio fosse namorado do amor, ele aprenderia a ter mais compaixão.

Se a inveja fosse namorada do amor, ela aprenderia a ter mais generosidade.

Se as doenças e aflições fossem namoradas do amor, elas aprenderiam a ter mais caridade.

O mundo precisa de amor, e só! Pois ele transforma.

Experimente! Distribua seu amor através de um olhar, um sorriso, um abraço, uma palavra carinhosa ou até mesmo um pensamento para quem não tem tanto afeto.

Que façamos deste dia, momentos de divisão de amor. E que tal fazer com que este dia se perpetue durante toda semana, o mês, o ano e porque não, pra vida toda?

O que vale a pena é o amor, o carinho, a amizade, a família, a união.

Tudo depende de cada um de nós, aos poucos, contribuiremos com o nosso melhor para o mundo.

Feliz dia dos namorados.

Fonte Aliança Espírita Evangélica

sexta-feira, 7 de junho de 2019

O Amor é Lindo - já pensando no Dia dos Namorados!

Certo dia, passeando pelas redes sociais, deparei-me com um pequeno texto – o qual não constava a autoria – que recomendava a todos os navegantes em busca de felicidade que, na vida, não devemos nunca mendigar estas três coisas: atenção, amor e carinho.

A partir daí, retornei-me do meu abençoado passeio nas redes sociais e passei a conversar com os meus botões sobre a sabedoria do referido texto, pelo que parti para os questionamentos sobre a vida privada e suas neuroses um tanto quanto confusas.

Quantos relacionamentos se frustram justamente por que um permanece esperando a atenção, o amor e o carinho por parte do outro?

Por que muitos de nós nos colocamos na voz passiva dos acontecimentos, nos posicionando pelos desvãos da lamúria e do sofrimento, passando anos a fio colecionando melindres e comprometendo a saúde espiritual e física?

Diante desses questionamentos, seguem as dicas:

1) que possamos inverter o modus operandi, ou seja, não esperemos que o outro nos dê atenção, amor e carinho;

2) cada um tome a iniciativa, faça a sua parte, seja voz ativa, sujeito da ação, dando atenção, amor e carinho sem, jamais, esperar pelo outro, até mesmo reconhecimento;

3) que possamos aplicar a lei divina que nos diz que é dando que se recebe, pelo que é dando atenção que se recebe atenção, é dando amor que se recebe amor, é dando carinho que se recebe carinho;

4) agindo assim fica mais fácil o relacionamento, porque só depende do sujeito da ação, a personagem principal do controle das emoções.


* * *

Agora, depois dessas reflexões, despeço-me dos meus queridos botões e antes de me retornar ao passeio pelas redes sociais, veio-me uma ideia.

Abri a janela e vi desfilando na passarela um casal de namorados trocando atenção, amor e carinho.

E sobre o telhado de um dos vizinhos, da mesma forma, encontrava-se um casal de pombos em plena carícia.

E olhando para o alto, pássaros, em acrobacia, interagindo-se e formando no azul do céu um só coração.

Voltei aos meus botões, recordando o amigo Dadá Maravilha com a sua famosa frase:

O amor é lindo!!!

Autor: Yé Gonçalves para o site Portal do Espírito

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Falta amar

Um vídeo circulou pelas redes sociais. Mostrava algo bastante singelo e valioso: filhos adolescentes, jovens, ligando para seus pais para dizer simplesmente: Eu te amo.

Eram ligações de celular, inesperadas, a qualquer hora do dia. O pai ou a mãe atendiam, ouviam um Olá e logo depois: Pai, mãe, eu queria dizer que te amo. Só liguei para dizer isso.

As reações foram belíssimas. Pais dizendo: Puxa, como é bom ouvir isso. Eu também te amo, meu filho.

E do lado de cá, de quem estava fazendo as chamadas, da mesma forma: lágrimas de emoção de jovens que, raramente, ou nunca haviam proferido tais palavras.

Como se o simples contato com essas palavras mágicas, quando verdadeiramente sentidas, já provocasse neles algum tipo de transformação.

Muitos podem dizer que o amor está subentendido, está nos gestos, na companhia diária, não exige provas. E que talvez não precise ser declarado.

Muitos temem ser pieguismo expressar-se dessa forma. Será?

Banalizamos o Eu te amo, é certo, recitando-o da boca para fora muitas vezes, automaticamente.

As paixões avassaladoras e efêmeras se apropriaram dele, tornando-o menor, pois da mesma forma que o amor nasce, voraz, também morre, triste, pouco tempo depois em relações vazias.

O Eu te amo dos altares enfeitados, das grandes festas, não sobrevive às primeiras intempéries de muitos casamentos.

Esse amor das infinitas canções, das belas obras, mas também das puramente sentimentalistas, que nada acrescentam para a verdadeira arte.

Curioso. O Eu te amo foi dito tantas vezes que parece ter enfraquecido pelo mundo afora, praticamente caindo no esquecimento.

* * *

Não falta amor nos poemas, nas músicas, nas bocas. Falta, sim, amar.

Não falta amor nos lares, nas famílias: falta amar.

Não falta amor nos pensamentos, nas ideias: falta amar.

Não falta amor nas potências de nossa alma. Falta, sim, o movimento do amar.

E muitas vezes, a expressão pura e simples desse amor já é grande parte desse amar.

Quando verdadeiramente sentimos dentro de nós essa afeição profunda, esse querer bem, essa consciência do quão importante é aquela pessoa, nada mais natural do que dizer, do que extravasar.

Bom para quem diz, pois se encharca de suas vibrações benfazejas e revigorantes.

Bom para quem ouve, pois recebe muito mais que palavras. Recebe o conforto, o aconchego e a gratidão que tal declaração guarda em si.

Ouvir um Eu te amo de verdade, é como ser levado pelas mãos a um passeio, uma viagem para um mundo melhor, de menos preocupações e sofrimentos, um refrigério para a alma em luta na Terra.

Voltamos renovados, dispostos a seguir adiante e mais, voltamos conhecendo o amor um pouco melhor.

Ainda sabemos pouco do amor em sua profundidade. Estamos dando os primeiros passos depois de deixar o primitivismo necessário.

Falta amar para encontrá-lo e permanecer nele por mais tempo.

Falta amar para podermos declará-lo sem medo de pieguismos empobrecedores.

Falta apenas amar, nada mais.

Fonte: Redação do Momento Espírita. Em 15.5.2019.

Adultério

O Livro dos Espíritos já nos orienta sobre vários assuntos que envolvem o amor. Na questão 701, do LE, ele nos diz que o casamento no olhar de Deus, tem que acontecer através da feição de dois seres que se unem, o amor, carinho, respeito, mas vejam bem, o casamento que ele cita não é a cerimônia em si, é o casamento das almas, já que é isso que importa para o espiritismo, ou seja, válido para qualquer tipo de relação. Aquele que vai contra isso, levado pelo desejo da carne, do subconsciente, pode atrair sérios prejuízos espirituais.

Se soubéssemos nos comportar mentalmente, entender que o outro em relação física é apenas uma carne e que não há necessidade de adoração, desejo, já que é apenas uma pessoa como tantas outras, entenderíamos o quanto é fútil essa relação de desejo carnal quando já existe alguém para suprir seus sentimentos. 

Somos todos humanos e é normal acharmos alguém bonito, mas quando isso já ultrapassa um estado mental de sujeira, com intenções sexuais, atraímos outros espíritos que gostam dessa sensação prazerosa do sexo. Por isso, qualquer pessoa que tenha o pensamento dominado pela ideia do sexo pode atrair espíritos que se tornam difíceis de se livrar e consequentemente, irão te influenciar a fazer com que isso não fica somente na cabeça, mas que ultrapasse para o lado físico, o ato em si.

Ainda somos muito pequenos quando a imensidão do que devemos aprender, mas o espiritismo é tão lindo que nos disponibilizam esses suportes em formas de orientação, para que todos os dias possamos absorver e levar para si. 

Apenas o amor vale a pena, cada um necessita entender suas prioridades. Não utilizem desculpas para explicar um erro cometido. A rotina de um casal se recria, o sexo se renova, os defeitos são moldados, para tudo há uma solução. Os desejos são tão passageiros, mas o amor não, ele cura, fortifica, purifica,  enaltece tua alma e te leva para uma eternidade divina.

Perfil no Instagram Aquele Jovem Espírita

domingo, 7 de abril de 2019

Ciência comprova: abraços diários podem curar o mau humor

Você já ganhou um abraço hoje? Não? Então corre para a pessoa amada ou alguém mais próximo e dê um abraço bem apertado nessa pessoa! Por quê? Simples: a Ciência diz que abraçar faz muito bem. 

Um estudo da Universidade Carnegie Mellon descobriu que os abraços nos protegem dos efeitos do mau humor e, depois de uma discussão, esse gesto de carinho pode melhorar a relação. 

Participaram da pesquisa 404 homens e mulheres entre 21 e 55 anos – todos com boa saúde. Apenas 25% dos indivíduos eram casados. 

Os participantes foram entrevistados todas as noites, durante duas semanas. Eles responderam a perguntas sobre suas interações com os outros durante o dia. Descreveram suas atividades sociais, conflitos, resoluções e, claro, abraços.

Os voluntários também foram questionados sobre alterações de humor ao longo do dia. Pesquisas anteriores mostravam os benefícios do abraços, mas estavam focadas apenas nas relações amorosas. Este novo trabalho analisou o poder do abraço em vários círculos sociais. 

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que receberam um abraço no mesmo dia em que viveram um conflito de relacionamento mostraram uma menor queda das emoções positivas, além de menor aumento das negativas em comparação com os indivíduos que não foram abraçados. 

Então ser abraçado em algum momento do dia parece evitar que o bom humor desapareça. Isso ajuda também a superar o ressentimento. 

“A pesquisa está em fase inicial. Ainda temos dúvidas sobre quando, como e para quem os abraços são mais úteis. No entanto, nosso estudo sugere que abraços consensuais podem ser bons para demonstrar apoio a alguém que esteja em uma relação duradoura”, diz Michael Murphy, um dos autores do estudo. 

“[O abraço] pode ser um método simples e eficaz de oferecer apoio a homens e mulheres que estejam sofrendo em suas relações interpessoais”, conclui o autor.







Fonte site Aleteia

quarta-feira, 20 de março de 2019

Casamento e divórcio

Poderíamos receber algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio no Plano Físico, examinados espiritualmente?

– Nas esferas elevadas, as almas superiores identificam motivo de honra no serviço de amparo aos companheiros menos evolvidos que estagiam nos planos inferiores.

Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados, objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem encontrar a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal.

Isso porque, comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dívida que contraímos com a energia sexual, aplicada de maneira infeliz ante os princípios de causa e efeito. Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundárias, o cônjuge liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, freqüentemente se coloca a serviço da companheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita a compreensão e o amor puro.

Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais elevado da escala de afinidades eletivas. Se os viúvos e as viúvas das núpcias efetuadas em grau menor de afinidade demonstram sadia condição de entendimento, são habitualmente conduzidos, depois da morte, ao convívio do casal restituído à comunhão, desfrutando posição análoga à dos filhos queridos junto dos pais terrenos, que por eles se submetem aos mais eloquentes e multifários testemunhos de carinho e sacrifício pessoal para que atendam, dignamente, à articulação dos próprios destinos.

Contudo, se a desesperação do ciúme ou a nuvem do despeito enceguecem esse ou aquele membro da equipe fraterna, os cônjuges reassociados no plano superior, amparam-lhe a reencarnação, à maneira de benfeitores ocultos, interpretando-lhes a rebelião por sintoma enfermiço, sem lhes retirar o apoio amigo, até que se reajustem no tempo.

Ninguém veja nisso inovação ou desrespeito ao sentimento alheio, porquanto o lar terrestre enobrecido, se analisado sem preconceitos, permanece estruturado nessas mesmas bases essenciais, de vez que os pais humanos recebem, muitas vezes, no instituto doméstico, por filhos e filhas, aqueles mesmos laços do passado, com os quais atendem ao resgate de antigas contas, purificando emoções, renovando impulsos, partilhando compromissos ou aprimorando relações afetivas de alma para alma.

É nessa condição que em muitas circunstâncias surgem nas entidades renascentes, sem que o véu da reencarnação lhes esconda de todo a memória, as psiconeuroses e fixações infanto-juvenis, cuja importância na conduta sexual da personalidade é exagerada em excesso pelos sexólogos e psicanalistas da atualidade, carentes de mais amplo contacto com as realidades do Espírito e da reencarnação, que lhes permitiriam ministrar aos seus pacientes mais efetivo socorro de ordem moral.

Quanto ao divórcio, segundo os nossos conhecimentos no Plano Espiritual, somos de parecer não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem na Terra uniões conjugais legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum.

Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a que foram chamados, costumam desertar dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre simplesmente atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores.

E com isso exercem viciosa tirania sobre o sistema psíquico do companheiro ou da companheira mutilados ou doentes, necessitados ou ignorantes, após explorar-lhes o mundo emotivo, quando não se internam pelas aventuras do homicídio ou do suicídio espetaculares, com a fuga voluntária de obrigações preciosas.

É imperioso, assim, que a sociedade humana estabeleça regulamentos severos a benefício dos nossos irmãos contumazes na infidelidade aos compromissos assumidos consigo próprios, a benefício deles, para que se não agreguem a maior desgoverno, e a benefício de si mesma, a fim de que não regresse à promiscuidade aviltante das tabas obscuras, em que o princípio e a dignidade da família ainda são plenamente desconhecidos.

– Poderíamos receber algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio no Plano Físico, examinados espiritualmente?

– Nas esferas elevadas, as almas superiores identificam motivo de honra no serviço de amparo aos companheiros menos evolvidos que estagiam nos planos inferiores.

Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados, objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem encontrar a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal.

Isso porque, comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dívida que contraímos com a energia sexual, aplicada de maneira infeliz ante os princípios de causa e efeito. Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundárias, o cônjuge liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, freqüentemente se coloca a serviço da companheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita a compreensão e o amor puro.

Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais elevado da escala de afinidades eletivas. Se os viúvos e as viúvas das núpcias efetuadas em grau menor de afinidade demonstram sadia condição de entendimento, são habitualmente conduzidos, depois da morte, ao convívio do casal restituído à comunhão, desfrutando posição análoga à dos filhos queridos junto dos pais terrenos, que por eles se submetem aos mais eloquentes e multifários testemunhos de carinho e sacrifício pessoal para que atendam, dignamente, à articulação dos próprios destinos.

Contudo, se a desesperação do ciúme ou a nuvem do despeito enceguecem esse ou aquele membro da equipe fraterna, os cônjuges reassociados no plano superior, amparam-lhe a reencarnação, à maneira de benfeitores ocultos, interpretando-lhes a rebelião por sintoma enfermiço, sem lhes retirar o apoio amigo, até que se reajustem no tempo.

Ninguém veja nisso inovação ou desrespeito ao sentimento alheio, porquanto o lar terrestre enobrecido, se analisado sem preconceitos, permanece estruturado nessas mesmas bases essenciais, de vez que os pais humanos recebem, muitas vezes, no instituto doméstico, por filhos e filhas, aqueles mesmos laços do passado, com os quais atendem ao resgate de antigas contas, purificando emoções, renovando impulsos, partilhando compromissos ou aprimorando relações afetivas de alma para alma.

É nessa condição que em muitas circunstâncias surgem nas entidades renascentes, sem que o véu da reencarnação lhes esconda de todo a memória, as psiconeuroses e fixações infanto-juvenis, cuja importância na conduta sexual da personalidade é exagerada em excesso pelos sexólogos e psicanalistas da atualidade, carentes de mais amplo contacto com as realidades do Espírito e da reencarnação, que lhes permitiriam ministrar aos seus pacientes mais efetivo socorro de ordem moral.

Quanto ao divórcio, segundo os nossos conhecimentos no Plano Espiritual, somos de parecer não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem na Terra uniões conjugais legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum.

Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a que foram chamados, costumam desertar dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre simplesmente atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores.

E com isso exercem viciosa tirania sobre o sistema psíquico do companheiro ou da companheira mutilados ou doentes, necessitados ou ignorantes, após explorar-lhes o mundo emotivo, quando não se internam pelas aventuras do homicídio ou do suicídio espetaculares, com a fuga voluntária de obrigações preciosas.

É imperioso, assim, que a sociedade humana estabeleça regulamentos severos a benefício dos nossos irmãos contumazes na infidelidade aos compromissos assumidos consigo próprios, a benefício deles, para que se não agreguem a maior desgoverno, e a benefício de si mesma, a fim de que não regresse à promiscuidade aviltante das tabas obscuras, em que o princípio e a dignidade da família ainda são plenamente desconhecidos.

Entretanto, é imprescindível que o sentimento de humanidade interfira nos casos especiais, em que o divórcio é o mal menor que possa surgir entre os grandes males pendentes sobre a fronte do casal, sabendo-se porém, que os devedores de hoje voltarão amanhã ao acerto das próprias contas.

XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. FEB. Capítulo 8. Publicado no site Chico de Minas Xavier

Relacionamentos expiatórios e dolorosos

Quando duas pessoas se encontram nos caminhos da Vida e sentem, de forma imediata e automática, uma conexão/atração mútua e irresistível, pode tratar-se de uma situação de um relacionamento cármico entre os dois, que já vem de outras vidas.

O que muitas vezes chamamos de encontro entre “Almas", pode ser nada mais, nada menos, do que um encontro EXPIATÓRIO. Para compreensão do leitor expiação é uma pena imposta ao malfeitor que comete um crime.

A expiação, contudo, representa uma contenção temporária da liberdade individual, necessária à reeducação do Espírito que, melhor utilizando o livre arbítrio, reajusta-se às determinações das leis divinas.

Talvez, por isso é que muitos relacionamentos que, inicialmente pareciam ter tudo para dar certo, acabam de forma dramática e muitas vezes trágica.

Mas porque será que isto acontece? E o que são encontros EXPIATÓRIOS?

Antes de mais, é importante perceber que os relacionamentos que desenvolvemos durante a nossa Vida são cármicos, na sua maioria, e surgem sempre como um aprendizado para ambas as partes. E todos aqueles com quem nos relacionamos são um espelho daquilo que somos por dentro.

A principal característica de um relacionamento cármico baseia-se no facto de que ambos parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de si, tais como culpa, medo, dependência, ciúmes, raiva etc, trazidas de outras vidas e que precisam de ser resolvidas na vida atual. E a oportunidade de resolver dá-se exatamente pelo “reencontro” entre as duas almas.

Por causa da “carga” emocional não resolvida, estes dois seres sentem-se atraídos um pelo outro na vida atual e o reencontro entre estas duas almas é então, a oportunidade de resolverem o que ficou pendente e libertarem-se, para uma vivência mais plena e feliz.
Então o que acontece quando duas pessoas assim se encontram?

Dois seres com questões por resolver, quando se encontram sentem uma compulsão, quase que uma emergência em estar mais perto um do outro. Entretanto, depois de algum tempo, por força das questões mal resolvidas, começam a repetir os padrões emocionais dos seus antigos papéis.

E o que isto significa? Significa que muitas vezes, estes dois seres acabam por repetir um comportamento ou uma situação que o seu subconsciente reconhece de uma vida anterior, em que estas pessoas podem ter sido amantes, pai e filho, patrão e funcionário, ou algum outro tipo de relacionamento.

E pode ser que, nessa vida anterior, um dos dois tenha aberto uma ferida emocional no outro, através infidelidade, abuso de poder, manipulação, agressão, etc, tendo provocado cicatrizes profundas e trauma emocional.

E na vida atual, através da Lei de Atração e de Afinidade, estes dois seres reencontram-se, para se curarem.

Aqui, o convite espiritual para estas almas é que cada uma, após aprender o que deve aprender, deixe a outra ir e torne-se uma “entidade em si mesma”, livre e independente.

Relacionamentos EXPIATÓRIOS quase nunca são duradouros e caso o sejam, raramente são estáveis e felizes, sendo muito mais destrutivos do que curadores.

Com muita frequência, o propósito básico do encontro é que ambos os seres consigam mudar o padrão emocional que causou sofrimento e então, deixar o outro ir, mais leve e solto.

Uma das formas de ver se está num relacionamento cármico é analisar a energia do relacionamento. A energia do amor é essencialmente calma, pacífica, reconfortante, alegre e inspiradora. Num relacionamento cármico, a energia geralmente é pesada, dramática, cansativa e muitas vezes trágica.

Num relacionamento EXPIATÓRIO, a tarefa e o desafio exclusivos de cada um é lidar com a sua própria ferida interna e não com as questões do/da companheira. Cada um tem responsabilidade apenas por si mesmo.

Esta é uma das principais armadilhas neste tipo de relacionamentos. Muitas vezes, ficamos tão ligados à criança interior do nosso companheiro, que sentimos que temos que resgatá-lo, deixando a nossa própria criança interna abandonada.

É importante perceber que não somos responsáveis pelo nosso parceiro e ele não é responsável por nós. A solução dos nossos problemas não está nas mãos da outra pessoa.

Identifique se está neste tipo de relacionamento, aprenda as lições necessárias, cresça, evolua e quando for altura de partir, parta, mais leve, maduro e pleno.

Caso ambos parceiros sejam suficientemente maduros e evoluídos emocionalmente, o relacionamento cármico pode sim ser verdadeiramente benéfico e transformador para ambos!

Postado no perfil do Instagram @centralespirita_