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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Estimule a Química da Felicidade

Não é no coração que sentimos as emoções. Não é o coração que se quebra quando um relacionamento acaba, não é no coração que sentimos a tal da felicidade.É no cérebro e a felicidade é química pura. Antes apenas explicando porque atribuímos ao coração, isso ocorre porque o coração acelera os batimentos como reação às emoções. Por isso achamos que os sentimentos estão no coração.

Posto isso vamos falar de quem realmente está no comando e na ação dos nossos sentimentos, o cérebro. Ele é bem espertinho e cuida para que sejamos felizes.

Entenda alguns das principais substâncias químicas utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso.






Perfil do Instagram @_psicologias

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Você costuma absorver as emoções dos outros?

O contágio emocional é algo que costuma afetar pessoas que são muito empáticas.

Certamente você já se encontrou com um amigo que estava muito feliz e empolgado com um projeto e o seu entusiasmo o motivou a colocar em prática algo que você tinha em mente. No entanto, depois, talvez você tenha encontrado um antigo colega de escola que lhe disse como tudo está indo mal na sua vida. Após esse encontro, você decidiu que era melhor não correr riscos. Você já percebeu como podemos absorver as emoções dos outros?

Quando você absorve as emoções dos outros, permite que o seu estado emocional influencie a forma como você se sente. Se você está cercado por pessoas pessimistas, também começará a pensar dessa forma.

Não importa o quão bom tudo esteja em sua vida ou tudo o que você alcançou. Você sofre um contágio emocional que o leva a absorver uma emoção que não é sua.

Contágio emocional e empatia não são a mesma coisa

Se você absorve as emoções dos outros, pode acreditar que é muito empático, e não está totalmente errado. No entanto, existem grandes diferenças entre empatia e contágio emocional. Vejamos algumas delas:

Empatia: você é capaz de se colocar no lugar da outra pessoa, levar em conta os seus sentimentos e entender a sua perspectiva sobre o que está vivendo. Mas esse entendimento não faz você se livrar de suas próprias emoções.

Contágio emocional: você considera os sentimentos de outra pessoa como seus. Isso afeta a sua vida e tem sérias consequências. Você se envolve em uma influência emocional na qual são as emoções dos outros que direcionam a sua vida.

Como evitar absorver as emoções dos outros?

Evitar o contágio emocional é algo possível, mas não é fácil. Você tem se deixado levar pela sua empatia a ponto de não saber como estabelecer limites? A fronteira que separa as suas emoções das dos outros diminuiu? Então, o que você deve levar em conta?

Tente se cercar de pessoas positivas

Este é um primeiro passo que pode ser muito interessante, porque se você vai absorver as emoções dos outros, é melhor que sejam positivas. O fato de você se sentir motivado, querendo empreender e iniciar novas atividades, é algo fantástico.

Além disso, a escolha das pessoas com as quais você deseja conviver vai impedir o “vai e vem emocional” que você pode sentir quando, em um único dia, conhecer quatro pessoas positivas e quatro negativas.

É verdade que você nem sempre poderá fugir das pessoas negativas, mas se houver mais pessoas positivas em sua vida, terá um maior equilíbrio.

Reflita sobre o que você sente

Ao absorver as emoções dos outros, é importante refletir sobre o que você sente.

Por que essa motivação está me incentivando a iniciar o meu projeto quando outra pessoa me conta sobre o seu sucesso? Qual é a razão pela qual fico triste e desanimado quando um amigo me diz que o seu relacionamento com o parceiro não vai bem?

Muitas vezes esse contágio emocional que você experimenta diz muito sobre você. No caso da primeira pergunta, mostra o que você realmente quer fazer, mas que ainda não entrou em ação devido às suas inseguranças. No segundo, talvez mostre os seus medos, ou você se lembre de um relacionamento que deixou um gosto amargo.

Compreender as suas emoções permitirá que você imponha essa distância que o ajudará a evitar absorver as emoções dos outros. Elas não são suas, embora tenham sido em algum momento.

Você não está vivendo as mesmas experiências dos outros. Portanto, embora você possa entendê-las e ter empatia com essas pessoas, não deve se apropriar de sentimentos que não lhe pertencem.

O contágio emocional nos desgasta e causa exaustão. Você já sentiu que absorve as emoções dos outros como se fosse uma esponja? Você sabe como estabelecer limites?

Fonte: trechos obtidos no site A Mente é Maravilhosa

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Jesus e a Inteligência Emocional

Afirma Daniel Goleman em seu livro “Inteligência Emocional” que os grandes mestres espirituais como Jesus e Buda “tocaram o coração dos seus discípulos falando na linguagem da emoção, ensinando por parábolas, fábulas e contos”. Segundo o escritor estes mestres espirituais falam no “vernáculo do coração”, o que do ponto de vista racional tem pouco sentido.

Goleman explica ainda que segundo Freud, em seu “conceito primário” de pensamento, essa lógica da mente emocional é a “lógica da religião e da poesia, da psicose e das crianças, do sonho e do mito”. Isto engloba também as metáforas e imagens como as artes, romances, filmes, novelas, música, teatro, ópera, etc., pois tocam de forma direta a mente emocional.

Isto nos leva a entender por que as expressões religiosas e artísticas agradam tanto: é que a imensa maioria das pessoas é dominada pela emoção. Também explica o motivo dessa preferência das multidões a essas crenças novas, rotuladas de evangélicas, que manipulam as emoções como fator de atração e direcionamento de seus adeptos.

Mas, o que é a EMOÇÃO? O dicionário registra: qualquer agitação ou perturbação da mente; sentimento; paixão; qualquer sentimento veemente ou excitado.

Segundo Goleman: “EMOÇÃO se refere a um sentimento e seus pensamentos distintos, estados psicológicos e biológicos, e a uma gama de tendências para agir.”

Não podemos perder de vista as sutilezas em que as emoções se manifestam, para melhor entendimento do assunto e encaminhamento do nosso raciocínio.

Os estudiosos do tema propõem famílias básicas (assim co­mo as cores básicas); mencionaremos algumas:

IRA: fúria, revolta, ressentimento, raiva, exasperação, indignação vexame, animosidade, aborrecimento, irritabilidade, hostilidade e, no extremo, ódio e violência patológicos.

TRISTEZA: sofrimento, mágoa, desânimo, desalento, melancolia, autopiedade, solidão, desamparo, desespero e, quando patológica, severa depressão.

MEDO: ansiedade, apreensão, nervosismo, preocupação, consternação, cautela, escrúpulo, inquietação, pavor, susto, terror e, como psicopatologia, fobia e pânico.

PRAZER: felicidade, alegria, alívio, contentamento, deleite, diversão, orgulho, prazer sensual, emoção, arrebatamento, gratificação, satisfação, bom humor, euforia, êxtase e, no extremo, mania.

AMOR: aceitação, amizade, confiança, afinidade, dedicação, adoração, paixão, ágape (caridade).

E as virtudes e vícios que vão desde a fé, compaixão, esperança, coragem, altruísmo, perdão, equanimidade até dúvida, preguiça, tédio, etc. Há um debate científico sobre como classificar as emoções, já que podem ser igualmente um estado de espírito, temperamento ou se transformarem em distúrbios emocionais como depressão, angústia, ansiedade, fobias, etc.

Depreende-se, portanto, que em várias circunstâncias de nossa vida as emoções prevalecem e nos dominam. Quantas vezes nos surpreendemos diante de nossas alternâncias de estado de espírito, pois podemos ser muito racionais num momento e irracionais no seguinte quando o calor da emoção passa a comandar nossas atitudes.

É exatamente nos estados extremos das emoções que as pessoas cometem ações das quais se arrependem amargamente no minuto seguinte, quando a mente racional começa a reagir. É este o caminho dos crimes passionais, quando se diz que houve “privação dos sentidos”.

Portanto, emoções são sentimentos a se expressarem em impulsos e numa vasta gama de intensidade, gerando idéias, condutas, ações e reações. Quando burilados, equilibrados e bem conduzidos transformam-se em sentimentos elevados, sublimados, tomando-se, aí sim — virtudes.

O livro de Daniel Goleman traz-nos preciosas contribuições que devem ser analisadas à luz da Doutrina Espirita. Observemos, em princípio, o que consideramos a contribuição fundamental de sua obra: a distinção entre inteligência emocional e racional, em que “linguagem” a primeira se manifesta e todas as conseqüências que daí advêm. Mas, iremos analisar, especificamente, o discurso de Jesus, sob esta ótica.

Segundo o autor e conforme mencionamos linhas atrás, Jesus utilizou-se do “vernáculo do coração”, falava, portanto, a linguagem da emoção, e acrescentamos: do sentimento sublimado — por isto se diz que Ele trouxe a Lei de Amor.

Todavia, para a mentalidade racional que impera no Ocidente, nas elites intelectuais, sobretudo, essa mensagem passou a ser vista como sinônimo de psicose, infantilidade, poesia e utopia. Por outro lado, os principais fatores que geraram esse tipo de leitura foram as distorções, as interpolações e mutilações que o Evangelho sofreu e que o transformaram nesse cristianismo dos tempos atuais, muito distante da verdadeira Boa-Nova.

É exatamente no momento crucial em que a Europa, liderada pela França, entroniza a “deusa Razão”, zombando dos valores espirituais cultivados pela religião dominante, que a Terceira Revelação chega à Terra. O Espiritismo veio fazer uma leitura do Evangelho através da razão. Tendo em suas bases a moral cristã em sua pureza primitiva, interpretada, todavia, na linha do raciocínio a fim de que o seu aspecto emocional passe agora pela mente racional e possa ser aceita, assimilada pela mentalidade que prevalece em nossa época.

Cremos que a resistência na aceitação da Doutrina Espírita por parte dos países europeus (e mesmo norte-americanos), deve-se ao fato de não terem conseguido ainda assimilar essa nova mentalidade, pois destacam, de forma predominante, os valores intelectuais, a linha racional, não admitindo a prevalência da emoção ou a sua equiparação com a razão.

A Doutrina Espírita vem colocar o Evangelho do Cristo na linguagem da razão, com explicações racionais, filosóficas e científicas, mas, vejamos bem, sem abandonar, sem deixar de lado o aspecto emocional que é colocado na sua expressão mais alta, tal como o pretendeu Jesus, ou seja o sentimento sublimado, demonstrando assim que o SENTIMENTO E A RAZÃO podem e devem caminhar pela mesma via, pois constituem as duas asas de libertação definitiva do ser humano: O AMOR E A SABEDORIA.

A questão 627 de “O Livro dos Espíritos” traz-nos primorosa síntese das finalidades do Espiritismo e, a certa altura da resposta transmitida pelos Espíritos Superiores afirma: “O ensino dos Espíritos tem que ser claro e sem equívocos, para que ninguém possa pretextar ignorância e para que todos o possam julgar e apreciar com a razão. Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou. Daí a necessidade de que a ninguém seja possível interpretar a lei de Deus ao sabor de suas paixões, nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e de caridade.”

Suely Caldas Schubert, postado no Blog Espiritismo na Rede

domingo, 3 de novembro de 2019

O Ciclo das Emoções

As emoções básicas do ser humano devem ser canalizadas de forma saudável

Ter inteligência emocional pode ser considerado a habilidade do século, tanto na vida pessoal quanto profissional. Conhecer as emoções dos outros e as suas próprias pode lhe ajudar a canalizar e controlar seu desempenho em diversas situações.

“Saber como agir, mesmo que com base na emoção, também é algo que deve ser treinado e pode melhorar nosso humor e autoestima”, conta Leandro Cunha, Especialista em inteligência emocional e terapeuta comportamental.

Para entender melhor as emoções, é possível olhar o ciclo básico, constituído das cinco principais: medo, raiva, tristeza, alegria e amor. Hoje em dia, emoções como o medo estão presentes em excesso.

“O medo de errar, de se frustar, ainda é muito presente. A partir do momento em que não se consegue controlar esse medo, e sim o contrário, a raiva aparece”, relata.

A raiva também precisa ser canalizada, usada em situações que podem ser produtivas para você, como na academia, para extravasar a emoção. Caso isso não aconteça e a raiva continue acumulada interiormente, a próxima emoção do ciclo é a tristeza.

“Essa tristeza que vem após a raiva, derivada do medo em excesso, é perigosa. Nesse momento, é a hora de fazer um esforço para interiorizar o reverso disso, a alegria”, explica Leandro.

Trabalhar a alegria é trabalhar sua criança interior. “A criança é aquela que já viveu mais momentos de alegria, precisamos resgatá-la. Fazer com que ela caminhe com o adulto é o que traz alegria e, em seguida, a última emoção do ciclo”, comenta.

Ao estar cercado daqueles que sentem o amor e ter interação com essas pessoas, você se encaixa em um círculo estável e emocionalmente seguro.

“Todos passamos por esse ciclo várias vezes durante a vida, é imprescindível voltarmos sempre ao amor, para manter nossa saúde. Entender e saber como agir dentro do ciclo aumenta a autoestima e autoconfiança, reduz conflitos de relacionamento e melhora o seu autocontrole, para que as emoções fluam tranquilamente”, finaliza o especialista.

Leandro Cunha (treinador em Inteligência emocional e Espiritual e presidente da FBIE - Fundação Brasileira de inteligência emocional) 

Por Verônica Pacheco para o site SEGS.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Os Pensamentos e as Emoções

Os pensamentos e as emoções reverberam de tal maneira, que criam assim campos de vibração. Por isso a importância de equilibrar nossas emoções e manter nossas pensamentos positivos. 

Muitos dos nossos conflitos emocionais acontecem por um estado imaginário, ou seja, algo que nós criamos significado. São eles: para tudo que vemos; ouvimos; e interagimos. Entretanto, às vezes criamos um significado que não corresponde à realidade. É através do autoconhecimento e dos acessos ao inconsciente, que conseguimos entender as causas e significados equivocados, que demos as ocorrências.

É impressionante a força que temos quando pensamos em algo. Os pensamentos e as emoções são ligados de certa forma. Seus pensamentos vão refletir assim, tudo aquilo que seu coração estiver sentindo. 

Portanto, ao entendermos essa situação, compreenderemos a importância que orar e vigiar possui quanto às questões energéticas e psíquicas do espírito. Decerto também que um alimenta o outro. Quanto mais negativo, mas difícil de quebrar esse ciclo de crescimento de emoções e pensamentos viciosos. 

Portanto, ter fé, esperança e confiança na espiritualidade amiga pode te auxiliar nesse processo de reequilíbrio de pensamentos e emoções. Estar em contato com Deus e ter sempre certezas e amor no coração é algo precioso. 

Busque assim alimentar os pensamentos e as emoções de energias boas. Em prece peça o equilíbrio e emane sempre boas vibrações, com palavras e atitudes que contribuam para seu progresso.

Escrito por: Ricardo Guelfi de Souza, estudante de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Assistente de Mídias Sociais na TV Mundo Maior.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Educação Emocional

A Educação Emocional é um processo essencial para compreendermos o que estamos sentindo e como estamos lidando com tais sentimentos. Esse caminho de educarmos nossas emoções devem caminhar junto com o autoconhecimento. 

A psicóloga e comunicadora Del Mar Franco fala, a princípio, sobre a importância de entender as emoções desde a infância e como o autoconhecimento nos ajuda nossa criança interior no processo de curar sofrimentos.

As emoções e os sentimentos expressam como estamos naquele atual momento. Não podemos negar que sentimos raiva, medo, tristeza a alegria e o nojo. É preciso, portanto, entender esses sentimentos e buscar uma educação emocional assertiva. 

O autoconhecimento é então, uma das ferramentas, junto de tratamentos psicológicos, que nos auxiliam na busca da compreensão de nossas emoções. Compreende-se também que o que sentimos pode gerar alguns impulsos no organismo físico. 

É preciso, portanto, termos o contato e aceitamos nossas emoções desde a infância. Com isso, há maior possibilidade de lidarmos com elas de uma forma saudável. Assim, quando reprimimos tudo aquilo que sentimos, nossos pensamentos ficam turvos, nossas palavras mal colocadas e nossas ações contrárias ao progresso saudável no nosso íntimo. 

Por isso a Educação emocional torna-se fundamental para lidarmos com dores e sofrimentos que um dia fizeram parte de nossa encarnação, presente ou pregressa. Busca através da psicologia e da espiritualidade o caminho do autoconhecimento e da inteligência emocional.

Áudio da reflexão no site da TV Mundo Maior

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Pessoas positivas

A energia negativa pode ser encontrada em quase toda parte. Há pessoas que se queixam sobre a vida constantemente, praticando maus hábitos e puxando a si mesmas para baixo. As emoções que se espalham influenciam seus pensamentos e ações de uma maneira ruim. Evitar as fontes de energia negativa é obrigatório se você quiser ser melhor sucedido.

Segundo a psicóloga Eliana Alves Pereira, nossa consultora, “todos podem ser facilmente afetados por emoções negativas e as únicas exceções são as pessoas que aprenderam a lidar com ela. Algumas maneiras mostram como pessoas positivas lidam com a negatividade para que você possa aplicá-las em sua vida”. Vejam:

1. Elas criam felicidade desde dentro - As pessoas felizes não baseiam sua felicidade em estímulos externos. Eles percebem que uma vez que o estimulante se fosse, seu humor estaria arruinado. Em vez disso, procuram por fontes internas de energia positiva e praticam.

2. Elas praticam o pensamento positivo - Pensamentos influenciam suas ações, por isso, se você pensar negativamente, não há futuro brilhante à sua frente. Pessoas positivas não acreditam nas desculpas que suas mentes criam. Através de afirmações positivas e encontrando o lado bom de qualquer problema, se certificam de estar mentalmente prontas para o sucesso.

3. Elas procuram razões para acreditar em si mesmas -  “Nunca deixe a negatividade chegar até você. Você terá que lidar com muitas pessoas, mas acreditar em si mesmo é tudo o que importa”. Há infinitas razões para acreditar em si mesmo, mesmo se você se sentir completamente impotente e inútil. Estes pensamentos negativos são obstáculos temporários e, na maioria das vezes, eles são criados.

4. Elas cortam pessoas negativas - Seu entorno tem um tremendo impacto sobre si mesmo. Se você passar tempo com pessoas positivas, será mais propenso a ser feliz e completo. Por outro lado, se você estiver muito perto de opositores e queixosos, terá dificuldade em remover a negatividade de sua vida.

5. Elas treinam regularmente - O treinamento físico é associado com liberação de endorfinas responsáveis por sentir-se bem. Tratar seu corpo da maneira certa compensa e resulta em redução do estresse e impulsiona a felicidade. Por outro lado, se você ignorar as necessidades do seu corpo, ele vai deixar você experimentar as consequências negativas em breve.

6. Elas evitam gastos impulsivos - Hoje em dia, as ofertas extras e vendas lutam por sua atenção, por isso é fácil acabar perdido no modo compra. Apesar de compra excessiva poder fazer você se sentir melhor instantaneamente, a partir de uma perspectiva de longo prazo, é um hábito que pessoas positivas evitam a todo custo. Elas preferem investir em experiências para descobrir o mundo e criar grandes memórias.

7. Elas aceitam o fracasso - Pessoas positivas abraçam o fracasso pois percebem que é a única maneira de aprender e crescer. Sempre que entram em colapso, trabalham duro para chegar ao topo novamente em vez de desistir. Mesmo que uma falha traga emoções negativas, elas compreendem que são breve e irão desaparecer rapidamente. Para acelerar o processo, elas continuam a pensar positivamente.

8. Elas assumem total responsabilidade - Pessoas positivas sempre se responsabilizam pelo o que acontece em suas vidas. Quer se trate de um sucesso ou fracasso, é sempre um efeito de suas ações e pensamentos. Uma pessoa positiva nunca culpa fatores externos e se concentra em coisas ao alcance que podem ser melhoradas. Ao fazer isso, buscam ser melhor e estar em constante progresso em vez de ficar frustradas com as coisas fora de seu controle.

9. Elas aprendem a controlar seus pensamentos - A mente pode ser facilmente levada fora de controle por pensamentos negativos repentinos. Indivíduos positivos sabem que se não controlarem os seus pensamentos, vão perder o controle sobre suas ações e comportamentos. Por esta razão, praticam o controle da mente, por exemplo, através da meditação.

10. Elas dedicam algum tempo para relaxar - Em vez de tentar ser perfeitas, as pessoas positivas percebem que às vezes precisamos ir mais devagar, colocar seus objetivos e ambições em segundo plano e relaxar. Ao fazer isso, evitam o que causaria energia negativa desnecessária. Em poucas palavras, elas dão um passo para trás para avançar no dia seguinte.

11. Elas acreditam que há sempre uma solução - Às vezes, a vida nos atinge com força. Nesses momentos, você tende a duvidar de suas capacidades para resolver o problema atual. O fato é que há sempre uma maneira de superar um obstáculo e pessoas positivas mantêm isso em mente. Mesmo que atinjam o fundo do poço, acreditam que isso acontece para que possam chegar ao topo ainda mais fortes.

12. Elas sabem quando dizer “não” - O valor de dizer “não” e “sim” no momento certo não tem preço. Contrapondo-se a equívocos, estas duas palavras têm um poder imenso e como você usa-as dita o que acontece em sua vida. Pessoas positivas se concentram em suas prioridades, em vez de agradar aos outros. É por isso que sabem que há muitas coisas para as quais não precisam dizer “sim”.

13. Elas não buscam a aprovação de ninguém - Se você deixar que a opinião dos outros te paralise, será difícil se sentir bem e feliz. Muitas pessoas têm medo de não obter validação e ser criticado. Indivíduos positivos pensam e agem muito pelo contrário. Elas usam a desaprovação como um indicador de ser autêntico e verdadeiro.

Fonte: Site Diário de Uberlândia

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Como pagar o mal com o bem?

Você certamente já se deparou com alguma situação que te deixou intolerante, ou então, com casos em que quis pagar com o mal.  

Sabemos que não é fácil ter o domínio de nossas emoções quando alguém está tentando tirar o nosso autocontrole. Entretanto, em momentos como esses temos que cultivar a tolerância, já que por meio dela, é possível fazer com que o amor e o bem prevaleça. Afinal, o mal não leva a lugar nenhum.

Por que é tão difícil controlar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos?

Podemos citar três importantes pontos, são eles:


  • Momento evolutivo, ou seja, somos seres em evolução e cada “degrau” apresenta as dificuldades que lhe são próprias;
  • Vivemos em um mundo de provas e expiações, e de acordo com a doutrina espírita, os sofrimentos são necessários para evoluirmos cada vez mais;
  • Por último, acabamos sofrendo influências daqueles que nos rodeiam e também da espiritualidade

Entretanto, apesar dos pontos citados acima, a doutrina espírita nos ensina que devemos amar a todos, principalmente aqueles que nos fazem mal.

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos a seguinte passagem:

“Amarás ao teu próximo e aborrecerás ao teu inimigo. Mas eu vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei bem ao que vos odeiam, e orai pelos que vos perseguem e caluniam, para serdes filhos de vosso Pai, que está nos céus, o qual faz nascer o seu o seu sol sobre bons e maus, e vir chuva sobre justos e injustos. Porque, se não amardes senão aos que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também assim? E se saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis nisso de especial? Não fazem também assim os gentios? – Eu vos digo que, se a vossa justiça não for maior e mais perfeita que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus.” (Mateus, V: 20, 43-47).

Diante disso: Como pagar o mal com o bem?

Primeiramente, saiba que há inúmeras vantagens de praticar o bem, entre elas, está o fato de que praticássemos somente o bem, o mal não existiria.

Porém, como somos seres em evolução, o egoísmo ainda está presente, fora em que inúmeras situações queremos tirar vantagens do próximo. E ainda, a felicidade do outro não comove, isso é uma grave falha que deve ser mudada aos poucos. Por isso, quando alguém te tirar do sério, lhe ofender:


  • Não responda, respire e faça uma prece. Peça aos amigos espirituais para que os mentores espirituais se comuniquem entre eles para harmonizar o ambiente
  • Não deixe se envolver com a negatividade do próximo. Você possui o livre-arbítrio, ou seja, você controla os seus pensamentos, qual caminho deseja seguir, etc. 
  • Lembre-se que a vida é feita de escolhas! Escolhe sempre o caminho do bem, do positivo.

No começo pode parecer difícil, impossível, pagar o mal com o bem. Porém, pouco a pouco; com um passo de cada vez, essa tarefa se tornará cada vez mais fácil. E chegará o dia em que todos nós vamos estar na mesma sintonia.

Para finalizar,

“Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. […] Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem” (Romanos, capítulo 12, versículos 17 a 21).

Fonte Rádio Boa Nova

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Lidando com as tempestades emocionais infantis

As emoções são importantes para todos nós, nos auxiliando na tomada de decisões para estarmos seguros e saudáveis. Contudo, algumas vezes elas se tornam fortes e difíceis de manejar - são como verdadeiras tempestades emocionais.

Quando falamos de crianças, isso se mostra ainda mais presente, tendo em vista que elas não possuem maturação para lidar com impulsos. A área de cérebro responsável pela regulação emocional estará completamente madura entre 20 e 25 anos de idade. É ISSO MESMO!!!

Muitas vezes, nós adultos estamos esperando ou exigindo habilidades emocionais para as quais as crianças não estão prontas. Outras vezes, desejamos delas um autocontrole que nem nós mesmos temos. E fazemos isso custe o que custar, principalmente para cessar tempestades em público.

Antes de tudo, o adulto é quem precisa de acalmar. Através dos neurônios-espelho, isso já pode ser um grande passo para que a criança comece a diminuir a sua tempestade. Raiva e irritabilidade são contagiosas.

Dreikurs aconselha os pais para "fechar a boca e agir". Ficar dando sermões, explicações ou tentando gerar culpa será em vão, tendo em vista que o cérebro está inundado de emoções e não consegue "pensar".

PALAVRAS SÃO COMO JOGAR COMBUSTÍVEL EM CHAMAS. Já perceberam isso? 

Respire fundo, quando todos estiverem calmos, vocês poderão conversar e aprender com erros.

Em uma Tempestade Emocional estamos todos desconectados. Para "integrar" o cérebro e pensar novamente, devemos começar pelos adultos com uma respiração focada, um copo de água, uma pausa positiva, pegue uma foto bem especial do seu pequeno e olhe pra ela por 5 minutos.

Assim que estivermos nos sentindo melhores, poderemos ajudar a criança a encontrar o mesmo processo e focarmos juntos nas soluções dos problemas.

Perfil do Instagram Positivamente_PSI

domingo, 26 de maio de 2019

Espiritualidade e Saúde

Em novos tempos, onde os conhecimentos vão sendo questionados, resignificados e revelados, até a limitação dos métodos científicos estão na berlinda.

Uma janela que a física quântica, com seus conceitos e experiências abriu ao mundo com tantos desdobramentos.

Um microcosmo revelado e comprovado desde Higgs, a partícula de Deus, onde tudo começa recomeça e começa e recomeça com uma respiração em franca expansão e contração cósmica.

Lunetas espetaculares de telescópios abrem além fronteira galácticas, possibilidades de conhecimentos e interações.

Compreender a infinitude da onipotência, onipresença e onisciência de Deus, é revelador!!! Quando imergirmos neste silencio criador encontramos as conexões e informações que vão alem de curar. A nossa espiritualidade é revelada!

A ciência já concebe a influência da emoção negativamente ou positivamente na recuperação de paciente com qualquer tipo de doença. Os doentes apoiados em algum tipo de fé aumentam as chances de recuperação.

Espiritualidade baseada em evidências, é o que nos falta?

Estudos já demonstram relações entre maior espiritualidade/religiosidade e melhor saúde mental, desfechos clínicos, maior sobrevida, bem-estar geral e qualidade de vida.

Ainda há tantos questionamentos e muitas evidências!

No Brasil, 95% dos brasileiros declaram ter religião, 83% consideram religião muito importante para suas vidas e 37% frequentam um serviço religioso pelo menos uma vez por semana.

É bom conhecermos:

Espiritualidade: relação com o sagrado, o transcendente (Deus, poder superior, realidade última).

Religião: sistema organizado de crenças e práticas desenvolvidos para facilitar a proximidade com o transcendente. É o institucional da espiritualidade.

Artigo escrito por Ezequiel Oliveira publicado no portal Saúde no Ar

domingo, 7 de abril de 2019

Ciência comprova: abraços diários podem curar o mau humor

Você já ganhou um abraço hoje? Não? Então corre para a pessoa amada ou alguém mais próximo e dê um abraço bem apertado nessa pessoa! Por quê? Simples: a Ciência diz que abraçar faz muito bem. 

Um estudo da Universidade Carnegie Mellon descobriu que os abraços nos protegem dos efeitos do mau humor e, depois de uma discussão, esse gesto de carinho pode melhorar a relação. 

Participaram da pesquisa 404 homens e mulheres entre 21 e 55 anos – todos com boa saúde. Apenas 25% dos indivíduos eram casados. 

Os participantes foram entrevistados todas as noites, durante duas semanas. Eles responderam a perguntas sobre suas interações com os outros durante o dia. Descreveram suas atividades sociais, conflitos, resoluções e, claro, abraços.

Os voluntários também foram questionados sobre alterações de humor ao longo do dia. Pesquisas anteriores mostravam os benefícios do abraços, mas estavam focadas apenas nas relações amorosas. Este novo trabalho analisou o poder do abraço em vários círculos sociais. 

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que receberam um abraço no mesmo dia em que viveram um conflito de relacionamento mostraram uma menor queda das emoções positivas, além de menor aumento das negativas em comparação com os indivíduos que não foram abraçados. 

Então ser abraçado em algum momento do dia parece evitar que o bom humor desapareça. Isso ajuda também a superar o ressentimento. 

“A pesquisa está em fase inicial. Ainda temos dúvidas sobre quando, como e para quem os abraços são mais úteis. No entanto, nosso estudo sugere que abraços consensuais podem ser bons para demonstrar apoio a alguém que esteja em uma relação duradoura”, diz Michael Murphy, um dos autores do estudo. 

“[O abraço] pode ser um método simples e eficaz de oferecer apoio a homens e mulheres que estejam sofrendo em suas relações interpessoais”, conclui o autor.







Fonte site Aleteia

segunda-feira, 25 de março de 2019

Afetos e emoções

A restauração de nossos afetos e das nossas emoções só se tornarão possível quando nos abrirmos ao amor divino e ao amor humano.

Muitos de nós precisamos conquistar cura e equilíbrio em nossos afetos, visto que somos seres profundamente relacionais e, justamente por isso, colecionamos feridas que nasceram dos relacionamentos que experienciamos na vida. Nascemos e vivemos em um contexto profundamente relacional, pois, desde a mais tenra idade, encontramo-nos ligados a outras pessoas na família, na escola e, posteriormente, no trabalho.

Ninguém nasce para viver sozinho. Todos precisam de amigos, de relações calorosas e afetuosas, de uma família etc. É natural do ser humano o desejo de estar emocionalmente conectado e, quando essa necessidade não é satisfeita ou quando é vivida de maneira desequilibrada, acontece um intenso sofrimento psicológico/emocional que acaba nos marcando com profundas feridas.

Aqui, mais uma vez ressalto, com clareza e objetividade, que a causa de nossas feridas afetivo/emocionais estará sempre ligada à experiência do amor, a sua ausência ou a sua incorreta expressão e vivência. Afirmo, mais uma vez, que apenas o amor poderá curar as feridas por ele ocasionadas. Não, obviamente, a experiência de “qualquer amor”, mas de um amor que seja verdadeiro e que realmente nos devolva à vida.

Para um autêntico processo de cura, faz-se necessário, inicialmente, abrir-se inteiramente à experiência do amor de Deus, que é infinito e incondicional, acolhe-nos como somos e nos abarca em nossas afetivas necessidades. Por consequência, abrir-se à experiência do amor humano, visto que todos temos a necessidade de amar e sermos amados para alcançarmos a cura e o equilíbrio interior.

Postado no perfil do Instagram @amigos_de_luz

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Espiritualidade é disciplina na faculdade de Medicina em universidade no RJ

Universidades, psiquiatras e especialistas analisam influência de sentimentos nas manifestações de doenças e apontam o perdão como meio de cura

O ditado “Errar é humano, e perdoar é divino” sempre transitou pela religiosidade. Perdão e consciência vêm ganhando, entretanto, espaço nos meios acadêmico e científico, que analisam os benefícios à saúde alcançados por quem cultiva bons sentimentos e deixa para trás rancor, mágoa e raiva. Uma prova dessa mudança é a disciplina optativa Medicina e Espiritualidade, que caminha para o quarto semestre na faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense.

Os mestres da cadeira trabalham com a ideia de medicina integrativa seguindo conceitos da Carta de Ottawa, que conclamou, em 1986, organizações sociais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) a esforços para um novo padrão de saúde pública. O documento defende que saúde não é apenas a ausência de doença, mas uma condição decorrente do bem-estar físico, psicológico, familiar, social e espiritual, como explica o coordenador da disciplina, José Genilson Ribeiro.

- Na Europa e nos Estados Unidos, cerca de 80% das faculdades já têm essa cadeira no currículo. No Brasil, ainda estamos devagar — diz Ribeiro, urologista e professor da UFF responsável pela implementação da disciplina em 2017. — Em aula, trabalhamos os sentimentos. Acreditamos que a doença começa na alma, se instala no corpo físico, e que é preciso tratar o paciente de maneira integral. Não basta tratar o efeito da doença, mas os aspectos totais. Muitas pessoas têm mágoas e não conseguem perdoar. Isso as deixa presas em suas dores, o que dificulta a melhora física.

Lecionada por um grupo de profissionais atuantes nas áreas de psicologia, medicina e arteterapia, a disciplina Medicina e Espiritualidade vai além das salas de aulas. No Núcleo de Estudos em Saúde, Medicina e Espiritualidade (Nesme) da UFF, pacientes são atendidos gratuitamente por professores e estudantes.

Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), alunos criaram a Liga Acadêmica de Medicina e Espiritualidade (Liame), em 2014, para dar espaço a pesquisas e debates sobre o tema. Abrangendo a necessidade de “cuidar de quem cuida”, um grupo de apoio aos estudantes da Liame recebe alunos de Medicina para que eles também expressem suas emoções e tenham melhores condições de lidar com elas.

- Criamos a Liame com base no aumento do interesse acadêmico-científico pelo tema de saúde e espiritualidade. Em 1998, foi proposta pela OMS a inclusão da dimensão espiritual do ser à sua definição de saúde, convidando-nos a repensar o paradigma científico frente ao diálogo com o sentido espiritual da vida — contextualiza Carlos Roberto Figueiredo, estudante da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj e fundador da Liame.

Perdoar faz bem à saúde

Para a psiquiatra Carmita Abdo, diretora da Associação Médica Brasileira (AMB) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), uma comprovação do que é defendido pela disciplina de Medicina e Espiritualidade e pela Liame está nos efeitos, negativos ou positivos, das substâncias produzidas pelo corpo humano após a experiência de sensações boas ou ruins.

- As emoções levam a modificações de substâncias no organismo. Quando liberamos ocitocina e endorfina, elas nos levam à melhora na imunidade e a sensações de bem-estar. O contrário ocorre com sensações negativas, que liberam substâncias que baixam a imunidade. Com o perdão não é diferente. Quando perdoamos alguém temos a sensação de alívio, de gratificação, o que é revertido em ocitocina — explica.

O conscienciólogo — profissional que estuda a consciência humana — Mário Oliveira é membro da Associação Internacional de Parapsiquismo Interassistencial (Assip), com sede em Foz do Iguaçu, que tem em uma de suas frentes a compreensão da importância do perdão para o processo de cura das doenças.

- Mantemos um curso para conscientizar sobre a importância de perdoar. Acreditamos que a falta de perdão tem criado problemas de saúde, seja câncer, depressão, alergias ou dores, todos associados às mágoas guardadas. Com o tempo, esses sentimentos tendem a se manifestar de alguma forma, de maneira comportamental ou física. É difícil fazer essa ponte, e por isso criamos um seminário dedicado à prática do perdão. Com exercícios e palestras, os participantes são estimulados a perdoar — explica Oliveira, que tratá o seminário ao Rio, no Flamengo, nos dias 4 e 5 de agosto.

Em Niterói o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), em Icaraí, realizará um curso com a temática do perdão no dia 19 de agosto. Alessandra Nascimento, coordenadora do IIPC no Estado do Rio, acrescenta:

- Estudamos a ciência que tem como base a relação da consciência com o corpo físico e suas energias, e acreditamos que a energia tem interação muito grande na saúde. Seu desequilíbrio pode causar doenças. Quem tem dificuldade de perdoar tem muito apego, o que atrai energias de baixo padrão, podendo adoecer o corpo.

Fonte: Site Correio Espírita