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sábado, 3 de outubro de 2020

Honrar Pai e Mãe

Os familiares são os primeiros relacionamentos e experiências, e nosso lar o primeiro ambiente de convivência humana. No lar as experiências humanas são mais complexas. O organograma da família atual é composto por vários tipos e ramificações. O amor ao próximo deve ser exercitado dentro de lar, onde são desenvolvidos valores elevados de sentimento e da razão.

Honrar pai e mãe é agir em conformidade as leis de Deus, em uma atitude nobre de zelo e carinho. Não se deve considerar somente pai e mãe os responsáveis pelo nascimento de um ser, mas também as pessoas que fazem e fizeram esse papel em suas vidas. Seres que acolhem com todo amor e carinho para o desenvolvimento das aptidões do indivíduo. 

Tudo é planejado para que o convívio familiar seja uma experiência intensa, educativa e de muito aprendizado e amor. Normalmente, pais e filhos reencarnam com o propósito de ajustes, espíritos que precisam se perdoar e aprender a amar. A cada encarnação há um novo recomeço, um reencontro com aqueles que se tem algo a prender e ensinar.

Deve-se atentar para o que é positivo, e registrar as coisas simples e boas. Fazer contas de todas as dádivas já recebidas, o privilégio de ter um núcleo de afeto e acolhimento.

O amor é o agente transformador que está presente nos pequenos gestos diários. Não importa o tamanho do erro, o amor será sempre maior que o tamanho das falhas.

A reencarnação serve para a retomada dos relacionamentos baseados na compreensão, no perdão e na gentileza. Cuidar dos pais é uma chance valiosa de exercitar a dedicação, a solidariedade, o carinho, a empatia, o desprendimento, a retribuição e a fraternidade. Os filhos crescem e aprendem quando preservam e promovem o bem estar dos pais. O que cada um faz muda todo o entorno e serve de exemplo.

Amar como a si próprio, ajudando no envelhecimento de pai e da mãe com mais saúde e dignidade.

Agradecer a pratica do evangelho sendo mais paciente e caridoso, promovendo o bem com a intenção de agir da maneira mais justa e adequada.

Siga caminhando e honrando o pai e a mãe com consciência ética e com atitudes reais e cotidianas.

Trechos do texto de Fernanda Oliveira para o site da TV Mundo Maior

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Atendimento Fraterno

O Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE) está com suas atividades presenciais suspensas, porém, estamos ofertando o Atendimento Fraterno

Entendendo ser essencial este momento de acolhimento e escuta, continuamos o Atendimento Fraterno por meio de chamada de vídeo, de forma ética e sigilosa, àqueles que necessitam conversar neste momento de dificuldades, e claro, tudo sob a orientação da Doutrina Espírita.

Entre em contato, por WhatsApp, para agendamento através do número 99971-3822.

Atendimento Fraterno: O atendimento fraterno no Centro Espírita é uma oportunidade de falarmos sem julgamentos ou medos. A ajuda espiritual contribui na compreensão de nossas atitudes e relações familiares, por exemplo.

Geralmente a pessoa que vai até o Centro Espírita busca palavras de conforto e um direcionamento. Com base na Doutrina Espírita, as conversas fazem você mesmo refletir sobre as questões que te afligem.

Equipe do Atendimento Fraterno - LEAE

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Permaneça em casa

A recomendação para toda a Humanidade no enfrentamento ao coronavírus, Covid-19, para dirimir a concentração da pandemia em curto espaço de tempo foi: “permaneça em casa”, saia somente para o essencial.

Permanecer em casa, além de atender as recomendações governamentais e de saúde, possibilitou a oportunidade de reflexão mais profunda e de crescimento espiritual. O isolamento em família proporcionou a cada criatura adentrar no quarto íntimo para analisar-se, para responder a questionamentos: O que farei da vida? Quais valores estou cultivando? Que caminho a Humanidade está trilhando?

A oportunidade de estar em casa possibilitou visitar os recônditos da alma para ouvir a si mesmo nesses momentos em que a Humanidade é convidada a compreender os desígnios de Deus, pensar no próximo, renovar hábitos, ampliar a visão de mundo, abandonar o egoísmo e vivenciar a caridade.

Hoje, a maior parcela da Humanidade busca o perecível – ter cargos, ter posse, ter poder, ter bens –, o imperecível está esquecido e colocado em plano secundário. O permaneça na casa íntima, que o isolamento no lar tem proporcionado, faz despertar, naqueles que estão refletindo mais profundamente, o que é duradouro, perene, imperecível: a fé; a confiança nos desígnios do Pai; a esperança; o pensar no próximo e o exercício do amor.

O convite é para pensar no próximo, é para mudar hábitos; é, em síntese, para aplicar o Mandamento Maior: Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo coração, de toda alma, de todo espírito. Este o primeiro mandamento, há o segundo de mesmo valor: Amar ao próximo como a si mesmo.

Infelizmente, o medo, a dor e o sofrimento estão sendo os caminhos para amar o próximo conforme Ele, Jesus, recomendou há dois mil anos nos dois mandamentos citados.

Não podemos olvidar, jamais, um segundo sequer, que o nosso planeta está sob uma direção segura, amorosa e sábia, que há um governador, Jesus, o Cristo de Deus, aguardando o despertar das consciências para as lições de seu Evangelho, fonte de luminosidades, de esclarecimentos, de orientações, de consolo, de convites à renovação e à regeneração.

Quando findar o “permaneça em casa”, não esqueçamos de “permanecer na casa íntima”, a fim de continuarmos cultivando os valores imperecíveis, agora colocados não mais em plano secundário, mas em plano prioritário.

Sigamos confiantes, permanecendo na casa íntima, a cultivar o amor ao próximo, sempre.

O Reformador Edição de Junho de 2020, Ano 138, nº 2.295.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

O acolhimento à religiosidade das pessoas pelas instituições religiosas

"O sal é bom, mas, se deixar de ser salgado, como restaurar o seu sabor? Tenham sal em vocês mesmos e vivam em paz uns com os outros." Marcos 9:50

RELIGIÃO: Conjunto compartilhado de crenças, dogmas, rituais e práticas para o estabelecimento de uma relação com Deus.

RELIGIOSIDADE: Processo pessoal de busca de contato com a dimensão espiritual.  
Somos seres religiosos, e buscamos nos integrar com os afins com os quais dividimos o mesmo credo de Fé. 

Entretanto, nem sempre nos sentimos integrados à Instituição religiosa, não digo enquanto à Fé em si, mas enquanto às pessoas que abraçam o mesmo credo de Fé. Essa experiência inesperada poderá nos desorganizar emocionalmente e sentimentalmente, a ponto de sairmos em busca de outras religiões.

Acontece que passamos a ver o credo através das pessoas, e se as pessoas não nos envolvem, o credo é que não é envolvente.

Recentemente recebi um desabafo de uma amiga, a qual veio para a Doutrina Espírita advinda da Igreja Evangélica, e, não se sentindo acolhida, voltou para a crença de origem. Entretanto, talvez não obtendo as respostas aos seus questionamentos filosóficos, voltou     à Casa Espírita ( outra ), até que um dia ela me confiou o seguinte desabafo “Tenho lido livros da Igreja Adventista, porque são os únicos que vêm em minha casa, que me dão atenção. O pessoal de Casa Espírita nem lembra de mim”. 

Diante desse desabafo, voltei no tempo, quando da observação de uma sobrinha- hoje trabalhadora espírita- quando adolescente me expôs em relação à Casa Espírita “Não sei exatamente o que é, mas falta algo aqui, sinto falta de alguma coisa...”.

A comunidade religiosa constitui, sem dúvida alguma, um espaço onde as pessoas buscam se unir em clima de solidariedade. É de tal forma importante como agente de integração, a ponto de interferir na religiosidade das pessoas, impactando-as emocionalmente quando estas não se sentem acolhidas verdadeiramente, e entram num sentimento de exclusão por parte de alguns. 

Fato é que as pessoas, por não se sentirem acolhidas pela comunidade religiosa muitas vezes mudam sua religião.

O que é o ACOLHIMENTO nesse contexto? 

ACOLHIMENTO é a maneira de receber ou ser recebido por alguém; é o jeito de como nos aproximamos ou nos deixamos aproximar por alguém, quando teremos a oportunidade demonstrar gentileza, generosidade, carinho, afeto e respeito, sendo esses caracteres da bondade de coração. 

Não se trata apenas de demonstrações físicas, muitas vezes exaltadas e fora do contexto, em expressão puramente exterior, e por isso mesmo fugazes, superficiais. Trata-se de sentir e integrar a atmosfera psíquica de ambas as partes, buscando sincera vontade de conhecer para integrar, com movimentos interiores de grandes vibrações e exteriorizações físicas muitas vezes sutis. Mais do que oferecer sorrisos e abraços, significa oferecer escuta com atenção, e demonstrações do quanto se está feliz pelo fato da pessoa existir e permitir que a comunidade tenha oportunidade de conviver com ela. O verdadeiro acolhimento encanta, aceita, aprende, compreende, alegra-se, comove-se, cuida e retribui. O acolhimento aproxima as pessoas, cria laços, e trata-se da prática da caridade que devemos ter uns para com os outros. Como em Hebreus 13:1 “Conserve-se entre vós a caridade fraterna”.

Tratando-se da Doutrina Espírita, temos como recomendação “Amai-vos, eis o primeiro mandamento; instrui-vos, eis o segundo”.

Espiritismo é fé raciocinada, ou FÉ=CONHECER+CONFIAR. Ao conhecimento adicionamos a necessidade da entrega incondicional, a qual só é possível quando há confiança total. Ora, como confiar, sem conviver; como se entregar à convivência se não sentirmos acolhimento por parte dos companheiros? 

Quando apreendermos que a Fé é raciocinada, passaremos a apreender a encantar com o coração. 

Rosária Soares, Coordenadora de Estudo e Doutrina do LEAE

quarta-feira, 22 de maio de 2019

22 de Maio - Dia do Abraço

O Dia do Abraço é comemorado anualmente em 22 de maio.

O abraço é uma demonstração de carinho, afeto ou amizade que está presente em todas as culturas. Normalmente, o abraço pressupõe alguma intimidade, mas algumas culturas são mais "abraçadeiras" do que outras.

Nesta data é normal comemorar dando muitos abraços, como acontece com as pessoas que oferecem os “Free Hugs” ou Abraços Grátis! Afinal de contas, a melhor maneira de desejar para alguém um feliz Dia do Abraço é dando um abraço!

Esta data teria surgido a partir da iniciativa do australiano Juan Mann que criou a campanha Free Hugs Campaign, em 2004, com o simples objetivo de distribuir abraços "gratuitos" pelas ruas de Sydney.

O PODER DO ABRAÇO

Todos nós sabemos o que é abraçar ou o ato de abraçar, mas podemos defini-lo de algumas formas. No seu primeiro sentido seria o ato de envolver com os braços, mas também pode ser o acolhimento com os braços como forma de saudação, carinho ou conforto. Ou seja, o abraço é um excelente meio de comunicação entre as pessoas que não precisa ser expressado através de palavras. Mas, além de todas essas definições teóricas, você alguma vez já pensou nas implicações de um abraço? Como sentimos os abraços e qual é o impacto que eles têm sobre nós?

Muitos de nós, se voltarmos às situações do nosso passado, encontraremos muitas situações importantes em que um abraço foi suficiente para nos consolar, uma resposta para algo que precisávamos, e até mesmo um presente dos nossos entes queridos.

Abraçar é uma forma maravilhosa de dar amor aos que nos rodeiam, aquecem a alma dos que os recebem. Tudo funcionaria melhor se abraçássemos mais, porque apesar de abraçar ser um ato cotidiano, desconhecemos os benefícios que um abraço proporciona.

Existem muitos tipos de abraços, alguns mais positivos, outros mais negativos, cada um tem uma intenção, estabelecendo uma linguagem simbólica entre a pessoa que dá e a que recebe. Mas o importante não é só receber abraços, mas também dar e pedir se for necessário.

É impossível listar todos os benefícios de um abraço, uma vez que teríamos que parar em cada situação específica, observar o contexto, a motivação, as pessoas envolvidas e a história de cada um, mas podemos citar alguns benefícios gerais que os abraços positivos nos trazem.

Diminui o estresse.
Sentimento de segurança e proteção.
Melhora a autoestima.
Transmite energia e coragem.
Melhora os relacionamentos interpessoais.
Proporciona um sentimento de tranquilidade.

No entanto, é melhor que você comprove tudo isso por si mesmo quando abraçar alguém, porque não há dois abraços iguais, por mais que desejemos.

“Existe um traje que se molda a todos os corpos… um abraço.”
(Texto no site A Mente é Maravilhosa)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Você já se sentiu acolhido?

Acolhimento pode ser descrito como a maneira de receber ou de ser recebido; como recepção, consideração. Estas são apenas algumas das várias definições que encontramos nos dicionários. Mas o que de fato significa acolher?

O acolhimento acontece espontaneamente em nosso posicionamento, no comportamento pessoal frente às relações. Trata-se de uma postura que expressa uma crença a respeito do valor e dos direitos do ser humano.

O acolhimento acontece, entra em ação, na forma que me coloco presente para uma outra pessoa. Se acredito no valor e no potencial, irei naturalmente adotar uma postura de respeito frente a elas. Esta atitude será comunicada pela atenção que dedico ou pelas posturas mentais e corporais diante dos outros.

A maioria de nós, em algum momento da vida, já se sentiu ignorado, desvalorizado ou desconsiderado por alguém ou por um grupo. Por outro lado, podemos nos lembrar também de como nos sentimos quando fomos respeitados e valorizados, seja recebendo atenção, sendo ouvido ou percebendo na pessoa uma postura física que nos comunicasse que havia uma consideração pelos nossos pensamentos e ações.

A consideração é companheira do acolhimento, ela ajuda a sentirmos, a percebermos a valorização que alguém nos dedica, mesmo que não dita.

Outra atitude companheira de quem acolhe é a empatia. A atitude empática é aquela que demonstra nosso desejo de compreender o outro: suas dores, seus sentimentos e o significado daquilo que está passando, como está se sentindo, compreendendo todo o contexto.

Faz parte da empatia também um cuidado para reconhecer o outro naquilo em que ele é diferente. Pois damos sentidos diferentes para aquilo que vivemos. Assim, a empatia se mostra no olhar, na postura corporal e na comunicação diante daquilo que o outro nos mostra.

Este conjunto de coisas – consideração, atenção e empatia – pode facilitar a comunicação entre pessoas, grupos e relações que temos, duradouras ou não. A prática e o exercício dessas atitudes são a base do acolhimento.

Acolher de forma sincera é trazer o outro para perto de nós. Receber o diferente com consideração, com atenção, lembrando que, apesar das diferenças, carregamos algo em comum que nos une: a nossa humanidade.

Adriana – CVV Araraquara – SP

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Juventude, depressão e mocidade espírita

É primordial que as mocidades espíritas tratem desse assunto, para que os jovens se sintam acolhidos e vejam que ali é um lugar em que eles podem confiar e buscar ajuda quando precisarem

É comum conhecermos pessoas, amigos ou familiares, que já relataram ter um quadro de depressão, visto que os índices vêm aumentando nos últimos tempos. Algumas pesquisas apontam que 300 milhões de pessoas sofram dessa doença no mundo, e só no Brasil 5,8% da população têm depressão — algo em torno de 11,5 milhões de pessoas.

Quando analisados esses dados causam-nos até um choque, mas são reais e precisamos ficar atentos quanto a essa realidade. Alguns estudos vão além: dizem que 800 mil pessoas morrem por suicídio anualmente, sendo que esse tipo de morte é a quarta que mais mata entre jovens de 19 a 29 anos, sendo, na maior parte dos casos, vinculada a sintomas depressivos.

Este cenário pede para nós, jovens e casas espíritas, uma atenção especial. Lá no livro Obras Póstumas veremos um pequeno parágrafo no item intitulado “Regeneração da Humanidade”, que fará referência a essa situação. Vou colocá-lo na íntegra.

“E, como se não se operasse com bastante rapidez a destruição, os suicídios se multiplicarão em proporções inauditas, até entre as crianças. A loucura jamais terá atingido tão grande quantidade de homens que, antes mesmo de morrerem, estarão riscados do número dos vivos. São esses os verdadeiros sinais dos tempos e tudo isso se cumprirá pelo encadeamento das circunstâncias, como já o dissemos, sem que haja a mais ligeira derrogação das leis da Natureza.”

Vemos aqui um alerta para Humanidade no que diz respeito ao período de transição por que estamos passando. Nele enfrentaremos problemas sociais e de saúde enormes. E por meio das pesquisas citadas podemos verificar que esse momento de regeneração chegou.

Mas, e aí? Qual a nossa postura? O que devemos fazer?

Acredito que devemos primeiramente conhecer e estudar sobre depressão nos adultos e nos jovens, porque apesar de apresentarem sintomas muito próximos, existem algumas peculiaridades de cada idade. Além disso, é fundamental saber quais terapêuticas existem para auxiliar nesse transtorno, a fim de que possamos indicá-las às pessoas que chegam na casa espírita com algum sintoma.

Isso tudo serve para que possamos melhor acolher aqueles corações que vão até os centros espíritas, porque, infelizmente, muitas pessoas não entendem que a depressão é uma doença real e que exige tratamento, e acabam por negligenciá-la.

O nosso preparo, com as alternativas que a medicina nos oferece de tratamento, aliado ao conhecimento e o tratamento espírita, podem evitar que esses suicídios venham a ocorrer. Por isso, é importante que esclareçamos as pessoas quanto a alguns pontos principais da Doutrina Espírita, como o conhecimento e entendimento de Deus, a nossa realidade espiritual e a Lei de Reencarnação, além de indicar passes, estudos e palestras, para que se construa uma conexão com os Espíritos amigos.

E no que diz respeito à juventude, é primordial que as mocidades espíritas tratem desse assunto, para que os jovens se sintam acolhidos e vejam que ali é um lugar em que eles podem confiar e buscar ajuda quando precisarem. Porque é no movimento jovem que são construídas amizades que nos dão sustento para os momentos difíceis e que podemos levar para a vida toda.

Portanto, o Espiritismo e o movimento espírita têm um papel importante nesse período de transição, pois esclarecem as pessoas quanto à realidade da vida e de Deus, consolando os corações nas horas de aflição.

Fonte: site da Revista O Clarim, por Frederico Sales da Silva (fredericosaless@gmail.com) em 01/05/2019