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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

O perdão não estimula as pessoas a permanecerem no erro?

No site Ser Espírita os organizadores abriram espaço para recepcionar perguntas pertinentes à doutrina. A coluna destinada a responder essas questões é 'Pergunta do dia'.

Lendo o site notei esta pergunta, do título, e achei muito interessante. Acho que alguma vez já passou na cabeço de todos essa mesma questão. Claro que a resposta n[os já sabemos, mas a explicação, o argumento é interessante e frisa isso dentro de nós... Assim, resolvi postar a resposta que o site publicou:

O PERDÃO NÃO ESTIMULA AS PESSOAS A PERMANECEREM NO ERRO?
Será que não é o contrário? Houve um tempo em que a punição das ofensas era absurdamente desproporcional. Havia punições como cortar a mão de quem, no desespero da fome, furtava um pão. Em torno de 1800 antes de Cristo, um rei babilônico chamado Hamurabi promulgou um código de leis, em que preponderava o chamado princípio de talião, o conhecido ‘olho por olho, dente por dente’. 

Era uma tentativa ainda rudimentar de justiça, onde a punição deveria ser exatamente igual ao crime. Com o passar do tempo, verificou-se que essa regra somente incitava mais violência e não resolvia problema algum. O exemplo de Jesus é de um perdão incondicional, que assim foi aplicado por Gandhi há algumas décadas: ‘Se seguirmos a lei do olho por olho acabaremos todos cegos’.

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