segunda-feira, 4 de novembro de 2019

“O outro par” - curta inspirado na historia de Ghandi ganhou prêmio no Festival de Cinema

A diretora tem 20 anos de idade, Sara Rozik. O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelo outro o que gostaria que fizesse por você. Mas sem esperar que o outro retribua.

O filme egípcio “O OUTRO PAR”, com apenas 2 minutos de duração, ganhou o prêmio de melhor curta no Festival de Luxor, em 2014.

A diretora tem 20 anos de idade,Sara Rozik. O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelo outro o que gostaria que fizesse por você. Mas sem esperar que o outro retribua.

A obra de Sara Rozik foi inspirada por um verdadeiro incidente que envolveu Mahatma Gandhi.

Ghandi, nas suas memórias, lembra que certo dia, ao entrar num comboio na Índia, escorregou e perdeu um sapato . Para espanto dos seus companheiros, ele calmamente tirou o outro sapato e lançou-o para o cais de forma a cair perto do primeiro, enquanto o comboio se afastava da estação. Um passageiro perguntou-lhe porque fez isso. Gandhi sorriu e disse: – Se um homem pobre encontrar apenas um sapato de nada lhe servirá. Agora ele terá um par, que eu tive a honra de doar.

O curta-metragem desenvolve-se em torno de um menino pobre com um velho chinelo quebrado, mas ele tenta consertar, pois essa é a única forma pela qual ele conseguirá andar sem ferir o seu pé.

Cansado, o menino senta-se no fim de tentar consertá-lo, sem sucesso, quando algo inesperado acontece…


Fonte: Site Bem Mais Mulher

O Papel do Brasil no Acolhimento dos Povos

Apesar da grave crise política e econômica que abate o Brasil, o país é reconhecido por ter um povo receptivo e acolhedor.

Embora falte estrutura e política pública para tanto, em meio ao crescimento da crise dos refugiados, que tem atingido milhares de pessoas de diversas partes do mundo, como Síria, Afeganistão, e países do Oriente Médio e da África, em decorrência de conflitos, guerras, perseguições e grandes catástrofes, qual tem sido o papel do Brasil no acolhimentos dos povos?

Segundo dados das Nações Unidas para Refugiados, o Brasil tem se destacado pela generosidade que tem recebido esses povos, apesar de não estar na lista dos países que mais acolhem refugiados, até pela questão geográfica distante das zonas de conflitos.

Diante desse difícil momento que vive o planeta, cercado de sofrimentos de diversas ordens, buscamos compreender o papel do Brasil do ponto de vista espiritual. Destacada no livro

Coração do Mundo Pátria do Evangelho,  de Humberto de Campos por Chico Xavier, como uma nação pacífica que tem como capacidade acolher povos de diferentes nacionalidades.

A obra se refere ainda quanto a missão do Brasil em amar e amparar seus irmãos de jornada,  permitindo que o amor ao próximo e a solidariedade possam se sobressair além das fronteiras físicas: “As injunções políticas terão nela atividades secundárias, porque, acima de todas as coisas, em seu solo santificado e exuberante estará o sinal da fraternidade universal, unindo todos os espíritos”.

Descrita como a Pátria do Evangelho pelos espíritos de luz, somos convocados a missão de paz guiados por um comando invisível no limiar de um novo tempo. Vivemos um momento de grande transição entre combates coletivos e individuais, nos quais necessitamos nos direcionar pelos ensinamentos do Cristo para que sejamos capazes de vencer o egoísmo, que ainda nos separa, pois o flagelo da destruição reflete o desequilíbrio dos homens.

É preciso um olhar profundo para compreender de fato o significado dos momentos de crise como oportunidade de crescimento interior. Pela luz do Espiritismo compreendemos que por meio da Lei da Reencarnação, retornamos diversas vezes, vivenciando diferentes papeis, ou seja, um dia poderemos estar no lugar daqueles que hoje pedem socorro.

Voltando ao papel do Brasil no acolhimento dos povos,  a função histórica do Brasil no mundo, especialmente em relação à esperada nova civilização do Terceiro Milênio: “O Brasil pela bondade de seu povo, pela vastidão de seu território, por seu desenvolvimento agrícola e industrial é, no momento desta narrativa, a maior potência do mundo. Seu território está apto a receber inúmeras levas de emigrados, os quais, no contato com sua natureza prodigiosa, se recuperarão do traumatismo provocado pela guerra e integração o seu patrimônio humano”. (Livro Brasil de Amanhã)

Erika Silveira para o site Portal do Espírito

Prece fitness (humor e espiritismo)

Alberto resolveu começar a ser “fitness” logo na Páscoa, quando mais nos ronda aquele obsessor calórico: o chocolate… Por isso faz uma prece tentando convencer Deus a dar-lhe uma mãozinha nessa nova empreitada.

O Corpo Físico é uma ferramenta incrível que nos é concedida em cada encarnação para utilizarmos em nossa evolução espiritual, e para que possamos aproveitá-lo ao máximo, demonstrando assim nossa gratidão a Deus por essa dádiva, temos que cuidar dele muito bem. Praticando exercícios regularmente, mantendo uma alimentação saudável, evitando excessos. Ser gordinho não é um problema desde que a saúde esteja em dia.

Vídeo postado no Canal no Youtube Amigos da Luz


domingo, 3 de novembro de 2019

Desafios existenciais

O maior desafio da existência física é o bem viver.

A maioria das pessoas permanece sempre preocupada em viver bem, isto é: ser detentora de coisas, como uma residência confortável com piscina e espaço para recreação; um automóvel de preferência importado; um novo celular, equivale dizer, o mais recente; situação agradável na vida social; destaque e poder… Para consegui-lo, investe todos os esforços, mesmo aqueles que não são éticos, porque os seus são direitos inalienáveis, e quando algo acontece com características desagradáveis, logo, aborrecendo-se, interroga: Por que eu?

Nunca se preocupando em formular a pergunta em razão das ambiciosas situações de destaque, de imediato precipita-se no rumo do desgosto ou da revolta.

Seria o caso, entretanto, de inquirir de maneira quase igual, indagando-se: Por que não eu?

Todos fazemos parte do organismo social em processo de evolução, sujeitos às mesmas ocorrências nos mais diferentes estágios vivenciais.

A imaturidade psicológica e o egoísmo que predominam na coletividade humana são os responsáveis pelos comportamentos esdrúxulos e especiais que cada um deseja permitir-se, sem facultar aos demais as mesmas condições.

Manter a existência em clima de bem-estar constitui grave questão que exige esforço mental, moral e físico.

Vivemos em uma sociedade imediatista cuja formação espiritual é baseada em interesses do próprio indivíduo, que se não dá conta dos deveres para com o próximo e a Natureza. Em consequência, as suas são aspirações relativamente mesquinhas, porque destituídas de valores que engrandecem a vida.

Na atualidade, quando a violência toma corpo em cada atitude e as paixões de baixo nível são cultivadas com empenho, o ser humano perde o sentido existencial e desnorteia-se.

As aspirações do bom, do bem e do belo cedem lugar ao individualismo perverso, ao consumismo alucinado e ao exibicionismo que aliena.

Cada qual pensa em sobreviver de qualquer forma e o seu próximo é, sem dúvida, um inimigo em potencial.

O excesso de tecnologia desvaloriza o esforço pessoal nos relacionamentos e somente se pensa em aproveitar a oportunidade para fruir prazer, apesar da insegurança pessoal e do medo subsequente.

As várias expressões filosóficas, inclusive as pessimistas, abraçando o materialismo, reduziram o indivíduo à condição de fruto do acaso e ele somente deseja viver bem, mesmo que, momentaneamente.

É indispensável que se faça uma revolução espiritual urgente em busca de sentido moral e se terá como objetivo bem viver, isto é: respeitar a vida e torná-la ditosa sob a luz meridiana do amor conforme Jesus nos apresentou e viveu.

Divaldo Franco

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, 19 de setembro 2019 republicado no Blog Espiritismo na Rede.

O Ciclo das Emoções

As emoções básicas do ser humano devem ser canalizadas de forma saudável

Ter inteligência emocional pode ser considerado a habilidade do século, tanto na vida pessoal quanto profissional. Conhecer as emoções dos outros e as suas próprias pode lhe ajudar a canalizar e controlar seu desempenho em diversas situações.

“Saber como agir, mesmo que com base na emoção, também é algo que deve ser treinado e pode melhorar nosso humor e autoestima”, conta Leandro Cunha, Especialista em inteligência emocional e terapeuta comportamental.

Para entender melhor as emoções, é possível olhar o ciclo básico, constituído das cinco principais: medo, raiva, tristeza, alegria e amor. Hoje em dia, emoções como o medo estão presentes em excesso.

“O medo de errar, de se frustar, ainda é muito presente. A partir do momento em que não se consegue controlar esse medo, e sim o contrário, a raiva aparece”, relata.

A raiva também precisa ser canalizada, usada em situações que podem ser produtivas para você, como na academia, para extravasar a emoção. Caso isso não aconteça e a raiva continue acumulada interiormente, a próxima emoção do ciclo é a tristeza.

“Essa tristeza que vem após a raiva, derivada do medo em excesso, é perigosa. Nesse momento, é a hora de fazer um esforço para interiorizar o reverso disso, a alegria”, explica Leandro.

Trabalhar a alegria é trabalhar sua criança interior. “A criança é aquela que já viveu mais momentos de alegria, precisamos resgatá-la. Fazer com que ela caminhe com o adulto é o que traz alegria e, em seguida, a última emoção do ciclo”, comenta.

Ao estar cercado daqueles que sentem o amor e ter interação com essas pessoas, você se encaixa em um círculo estável e emocionalmente seguro.

“Todos passamos por esse ciclo várias vezes durante a vida, é imprescindível voltarmos sempre ao amor, para manter nossa saúde. Entender e saber como agir dentro do ciclo aumenta a autoestima e autoconfiança, reduz conflitos de relacionamento e melhora o seu autocontrole, para que as emoções fluam tranquilamente”, finaliza o especialista.

Leandro Cunha (treinador em Inteligência emocional e Espiritual e presidente da FBIE - Fundação Brasileira de inteligência emocional) 

Por Verônica Pacheco para o site SEGS.

Perdoar, para além das religiões, pode ser benéfico ao coração

Pesquisa evidencia relação entre a dificuldade de perdoar e ocorrências de infarto agudo do miocárdio

Perdoais-nos as nossas ofensas, assim como perdoamos a quem nos tenha ofendido. A frase repetida há milhares de anos durante a oração cristã traz, na verdade, um tema importante e recorrente dentro do ambiente religioso em geral: o perdão. O assunto, porém, tem transbordado dos templos ou igrejas para adentrar o mundo acadêmico.  

Tanto que estudos e pesquisas já mostram que o ato de perdoar pode garantir maior qualidade de vida e mais saúde para o coração. Uma pesquisa apresentada este ano no 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) aponta relação entre a dificuldade de perdoar e ocorrências de infarto agudo do miocárdio.

Responsável pelo estudo, a psicanalista Suzana Avezum explica que separou dois grupos comparáveis. Um de infartados e outro de saudáveis. Eles passaram por testes e responderam a questionários e a conclusão foi que o grupo de pessoas que tinham sofrido infarto tinha uma menor disposição para perdoar. Enquanto os mais sadios tinham uma espiritualidade maior.  

Segundo Suzana, a espiritualidade interfere de maneira positiva em relação à disposição de perdoar. No entanto, a psicanalista alerta que o termo não deve ser confundido com religiosidade. Na espiritualidade, a pessoa busca um sentido para a vida e uma relação de harmonia consigo mesma e com os outros. Religiosidade tem a ver com dogmas, a pessoa segue uma religião, frequenta algum culto ou templo, explica ela.  

O mecanismo 

“Nosso cérebro está preparado para deixar nosso corpo pronto para se defender quando se sente ameaçado. Nos preparamos para atacar ou para fugir”, diz Suzana. Quando alguém nos faz algo ruim, ainda que não seja em nível físico, nosso cérebro interpreta como ataque e libera hormônios como adrenalina e cortisol para nos deixar em alerta. 

“O cérebro não tem calendário. Então, imagine você ao longo dos dias remoendo uma situação na qual você considera que alguém te fez mal, alimentando raiva e mágoa. E seu cérebro e corpo revivendo isso e liberando esses hormônios”, pondera Suzana. 

Segundo ela, perdoar é uma atitude mental em que o indivíduo abre mão da vingança, da raiva e da mágoa de quem lhe fez mal. Livrar a mente desses sentimentos é uma maneira de proteger o coração. 

Em seu estudo, Suzana cita que outras pesquisas já vêm associando a falta de perdão e ruminação da mágoa com a ocorrência de afetividade negativa, como raiva, estresse e depressão. Tais sentimentos podem ter efeito adverso na circulação sanguínea no coração e provocar o aumento da pressão arterial. 

O corpo é um 

Para José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), cada vez mais a Medicina tem se relacionado com a espiritualidade. “Temos evidências de que a paz, a tranquilidade e a alegria fazem bem ao cérebro, coração. Ao corpo de forma geral. Afinal de contas, o corpo é um só”. 

De certa forma, as expressões populares que ligam o coração às emoções fazem sentido: explode coração, coração partido, o coração não vai aguentar. “De forma geral nosso corpo está interligado e nossos pensamentos e nossas emoções também influenciam na saúde física”. 

Fonte: Site A Tribuna, escrito por Tatiane Calixto

Religiões interpretam a morte para compreender a vida

Diferentes culturas traduzem os momentos finais da vida como novos ciclos. As religiões amenizam o sofrimento ao defender o entendimento da morte como um percurso natural da existência

Em vida, pouco tempo é dispensado em pensamentos sobre a morte. A ideia assume um tom mórbido. A finitude acaba sendo esquecida e distanciada da realidade, quando, de fato, é parte obrigatória da própria existência humana.

No Dia de Finados, a sociedade é confrontada com essa percepção, seja no desejo de homenagear entes queridos que se foram ou ao observar a movimentação na cidade, que ganha um fluxo diferente dos demais com as muitas visitas aos cemitérios. A data é marcada no calendário católico, mas seu simbolismo também reverbera por outras religiões. Dentre tantas, sete têm em comum a ressignificação da morte, e oferecem amparo aos fiéis em momentos de luto.

Ao invés de um motivo para tristeza, a morte pode ser uma oportunidade de celebrar o que foi feito de bom durante a vida. Essa é a interpretação budista, conforme explica Gislene Macêdo, que atua como facilitadora no Centro de Estudos Budistas Bodisatva (Cebb), no bairro Meireles.

Falar sobre a morte, na perspectiva budista, significa abordar também a forma como se vive. Ao viver de um modo bom - ou seja, trazer benefícios aos seres e não causar sofrimento - o momento da morte é acompanhado da sensação de dever cumprido, permitindo que as pessoas "se desprendam do corpo de forma mais suave". Os praticantes do budismo acreditam na possibilidade de renascer.

Gislene Macêdo considera que a morte nos coloca diante da "impermanência". A facilitadora recomenda refletir enquanto há tempo. "Não pensamos que vamos morrer, a gente tende a ignorar esse fato. Vivemos como se não houvesse amanhã. Aprendendo a morrer, a gente aprende também a viver", explica.

Reencarnação

O aprendizado marcou o processo de identificação de Fernando Bezerra com o espiritismo. O vice-presidente do Instituto de Cultura Espírita do Ceará (ICE) cita a prática do bem, da caridade ao outro, e entender o próximo como irmão, independentemente do pensamento religioso, como os fatores que mais o atraíram durante o primeiro contato com a religião.

"Foi a doutrina espírita que me deu uma ideia muito mais abrangente das religiões que existem no nosso planeta, e entender cada uma delas como fase nossa de aprendizado", diz. No espiritismo, não há um culto à morte ou desapego à vida. O objetivo, segundo Fernando, é entender o que representa a vida física para o seu processo de evolução como espírito. "A morte, para o espírita, é uma transformação. Ele sai da vida física e vai para a vida espiritual. A separação daqueles que se amam, no mundo das formas, faz parte de um processo natural".

Embora a saudade atinja o espírita como a qualquer outra pessoa, por compreender a doutrina, o praticante não se desespera, nem se sente "injustiçado perante as leis divinas". Entende que a morte é uma passagem de grande importância para o desenvolvimento espiritual.


sábado, 2 de novembro de 2019

02 de Novembro - Finados

O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é celebrado anualmente em 2 de novembro. No Brasil, esta data é um feriado nacional.

A celebração de Finados é muito importante para algumas religiões, principalmente para os católicos, pois se presta homenagem a todos os entes queridos que já morreram.

Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos que já partiram.

Com respeito aos credos e manifestações religiosas diversas, aos estudiosos da Doutrina Espírita é um dia comum, uma vez que compreendem que as homenagens aos entes queridos podem ser prestadas a qualquer momento ou em qualquer lugar. “Por isso, o dia de finados não é mais importante, para os desencarnados, do que outros dias. A diferença entre o dia de finados e os demais dias é que, naquele, mais pessoas chamam os Espíritos pelos pensamentos” explica Christiano Torchi, no livro Espiritismo Passo a Passo com Kardec. 

Para o Espiritismo, a postura que devemos adotar em homenagem aos nossos antepassados é a mesma de respeito para com qualquer pessoa encarnada. Preces e pensamentos de carinho são muito válidos para os entes que já não estão fisicamente entre nós.

Livros espíritas esclarecem sobre o além-túmulo

A literatura espírita tem um vasto e rico material de consulta e esclarecimento sobre o que acontece depois da morte. Listamos algumas obras básicas:

– Nosso lar, pelo Espírito André Luiz, pelo médium Francisco Cândido Xavier: Após uma doença, o médico André Luiz desperta em um ambiente sombrio e desconhecido. Pouco tempo depois é levado à colônia espiritual Nosso Lar, um lugar que nunca imaginou existir e que, ao mesmo tempo, é tão semelhante à Terra. É nesta região de cura, aprendizado e constante trânsito que André Luiz passa a entender que existe uma realidade à nossa espera após a morte, uma nova forma de viver que representa apenas o início da jornada. Este é o primeiro livro da coleção A vida no mundo espiritual, na qual o Espírito André Luiz transmite observações e descobertas sobre a região espiritual, repleta de intensas atividades, em que se localiza, como modelar organização, a colônia Nosso Lar, onde Espíritos procedentes do plano terrestre passam por recuperação e educação espiritual antes de continuar seus caminhos.

– E a vida continua, pelo Espírito André Luiz, pelo médium Francisco Cândido Xavier: No 13º volume da Coleção A vida no mundo espiritual, o Espírito André Luiz apresenta as histórias de Ernesto e Evelina, indivíduos adoentados que se conhecem às vésperas de serem submetidos a cirurgias de alto risco. Ele, um livre-pensador maduro; ela, uma jovem e fervorosa esposa católica. Logo, ambos descobrirão que a enfermidade que compartilham é apenas o início de uma incrível trajetória de amor, amizade, esperança e fé, rumo ao progresso e à realização espiritual. Trata-se de um livro que apresenta o retrato da criatura ao desencarnar e mostra como a vivência dos habitantes do plano espiritual está relacionada com sua condição mental, além de ensinar a importância da prática da reforma íntima, na certeza de que a vida continua além da morte, permitindo que cada um de nós seja capaz de traçar novas diretrizes para sua própria conduta.

– A Crise da Morte, de Ernesto Bozzano: A vida continua além do túmulo? Nesta obra o autor analisa, compara e comenta os testemunhos vindos do mundo espiritual. Traça orientações sobre os objetivos de existência física, as bases da moral e dos deveres do homem na decisão do seu futuro. Ler esta obra é confirmar as realidades de uma outra existência, de um mundo extra físico, cujas condições, para cada um de nós, sempre dependerão do modo por que nos conduzimos moralmente enquanto Espíritos encarnados.

– Depois da morte, de Léon Denis: O que ocorre depois da morte? A fim de responder a esta pergunta, o grande estudioso francês propõe profundas reflexões filosóficas e analisa premissas de religiões remotas para falar diretamente ao coração dos homens e provocar indagações. Considerando o Espiritismo uma crença baseada em fatos, o autor, que foi contemporâneo de Allan Kardec, apresenta a Doutrina Espírita como instrumento para esclarecer o passado, iluminar antigas informações, unir diretrizes que, à primeira vista, pareciam totalmente contraditórias e abrir a mente e o espírito da Humanidade para uma nova caminhada de conhecimento.

– O Além e a Sobrevivência do Ser, de Léon Denis: O que acontece com aqueles que nos deixam por meio da morte? Embasado por investigações e experiências de cientistas renomados o autor busca comprovar a continuação da existência do espírito após a morte. A obra contém relatados dos espíritos comprovados por procedimentos científicos e experimentais, com o objetivo de formar uma ideia precisa da sobrevivência do ser e assegurar a necessidade do trabalho e da responsabilidade que o homem carrega dentro de si.

Fonte: Calendarr e site da FEB.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Novo mês! Novembro vem com muitas atividades

Mais perto do fim do ano, o penúltimo mês de 2019 está com as semanas cheias de atividades no Lar Espírita Aprendizes do Evangelho (LEAE).

Já sabem que o aniversário da Casa é neste mês, dia 28. Mas, antes desta data ainda temos outras ações.

Como evento particular da Casa, contando com os associados, dia 14 à noite, a Diretoria do LEAE cumpre uma agenda administrativa. Na ocasião será feita a prestação de contas da gestão atual, acontecerá a eleição da Nova Diretoria e Conselho Fiscal e será discutida e fixada a contribuição paga mensalmente pelos membros associados.

No dia 15, sábado pela manhã, será a inauguração do Bazar Solidário que terá suas atividades de forma fixa e não somente em temporadas como estava acontecendo. O atendimento do Bazar será nos horários de funcionamento da Casa. Há diversas peças de roupas, calçados, livros, utensílios domésticos, acessórios...

Na semana seguinte, dia 23, sábado, será a última Promoção de Pizza de 2019! Também já dito antes, as promoções que o LEAE tem (pizza, massas diversas, Chá com Bolo, Almoço Beneficente) são sempre administrados e realizados pelos próprios trabalhadores e frequentadores da Casa, de forma voluntário. A arrecadação nesses eventos é para manutenção mensal da Casa, vez ou outra, quando há destino específico deixamos registrado o motivo que, sempre, é a favor do próprio Centro Espírita. A pizza vendida é de Calabresa, bem recheada, grande, no valor de R$ 30,00. Assim que iniciada as vendas seremos todos avisados.

No dia seguinte, 24, domingo, será o Seminário: As dimensões da Casa Espírita. Marcado como um encontro também em comemoração aos 30 anos de fundação do LEAE, o seminário será na sede da Casa e contará com as facilitadoras Rosária Maria, Luciana Pereira e Gladis. Aberto ao público.

E claro, lembrando que, o mês inteiro terá nas noites de segundas-feiras, palestras públicas voltadas a temas envolvendo os trabalhadores das casas espíritas. Aguardamos todos para comemorar conosco!

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

A Felicidade: uma busca ou um despertar?

A busca da felicidade tornou-se uma expressão de incentivo muito popularizada nos dias atuais, principalmente nas palestras e nos livros e artigos de autoajuda.

Dentre tantos exemplos, podemos empregar o verbo “buscar” nas seguintes formas, conforme nossos dicionários:

a) esforçar-se, excessivamente, para encontrar algo ou alguém;

b) conseguir ou conquistar;

c) empenhar-se em conseguir algo com esforço próprio;

d) buscar forças de dentro de si mesmo para vencer os desafios.

No primeiro momento, a expressão “buscar a felicidade” nos dá o entendimento de que a felicidade pode estar ao nosso lado ou em algum lugar distante, podendo a mesma ser representada por um objetivo a ser alcançado ou por um objeto a ser adquirido, ou por uma pessoa a ser conquistada ou por uma situação a ser vivenciada.

É muito comum ouvirmos expressões exclamativas do tipo:

– Quando eu conseguir o emprego dos meus sonhos, eu serei feliz!

– Quando eu conseguir o meu primeiro carro, eu serei feliz!

– Quando eu conseguir me casar, eu serei feliz!

– Quando eu conseguir a minha casa própria, eu serei feliz!

Logo, a felicidade, ainda, é algo que se busca sob a condição da realização de algum evento futuro e incerto, e que depende de um incentivo ou de um motivo para a sua realização.

E, dessa forma, seguimos a caminhada pela vida, buscando a felicidade no mundo exterior ao da nossa consciência, isto é, através das conquistas das coisas materiais, das pessoas e da realização de um sonho.

No segundo momento, ouvimos mais e mais depoimentos daqueles que, após terem conquistado as coisas materiais, as pessoas e realizado os seus sonhos, conforme planejado na busca da felicidade, ainda não se deram por satisfeitas e continuam infelizes, reclamando e planejando novas conquistas no âmbito do mundo exterior ao da consciência.

Então, caro leitor, convém, neste momento, trazermos a este nosso artigo a célebre inscrição, divulgada à humanidade pelos ensinamentos do filósofo Sócrates:

– Conhece-te a ti mesmo!

E-ainda: trazemos aqui o ensinamento do Mestre Jesus Cristo, quando Ele respondeu a Pilatos: “- O meu reino não é deste mundo”. (João, 18:36)

Com essa resposta o Mestre confirma e dá sustentáculo à passagem bíblica em Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo”.

Pois, vejamos bem: Jesus responde aos fariseus que “o reino de Deus não virá com aparências exteriores. Nem se dirão: – Ei -lo ali, ei-lo acolá! Porque o reino de Deus está dentro de cada um de nós”. (Lucas 17: 20 e 21)

E-mais: Não podemos nos esquecer da questão 621 de O Livro dos Espíritos, quando o Espírito de Verdade responde ao codificador, Allan Kardec, que “a lei de Deus está escrita na consciência”.

***

Todos nós nascemos (= reencarnamos) para nos tornarmos Espíritos melhores, mais aperfeiçoados, mais felizes. Ou seja: todos nós vivemos e convivemos em busca da felicidade.

Para isso, precisamos desenvolver o autoconhecimento, ou seja, fazer uma viagem abordando, em nossa intimidade, os quesitos que necessitam de reformas e as más inclinações a serem domadas, fazendo um mapeamento estrutural e organizacional da nossa casa mental, promovendo melhoria e fortalecimento da consciência para o bem de nós mesmos e da coletividade.

Isso pela razão de que a felicidade verdadeira mora dentro de cada um de nós, onde está instalado o reino de Deus e onde está escrita a lei divina.

Portanto, caro leitor, diante do exposto, a felicidade deve ser buscada no desenvolvimento do autoamor, através da valorização das pequenas coisas da vida que, na verdade, são de grande significação para uma vida saudável, feliz, a exemplo de tocar numa flor, acariciando-a; atravessar um idoso de um lado de uma rua para o outro; ceder o lugar aos mais velhos e aos que têm direitos especiais; dar a devida preferência aos pedestres no trânsito; cumprimentar as pessoas e desejá-las “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite”, mesmo que se tratam de desconhecidos; cuidar de um jardim e sorrir para a vida, para as pessoas e para si mesmo; realizar trabalhos voluntários; etc…

E, assim, seguiremos despertando a felicidade que já mora e já se encontra instalada dentro de cada um de nós, em nossos respectivos “mundinhos” das nossas respectivas intimidades.

Logo, a felicidade deve ser buscada e despertada, através do esforço e da vontade…

Pensemos nisso e muita paz!

Autor: Yé Gonçalves para o site Portal do Espírito