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domingo, 26 de maio de 2019

Espiritualidade e Saúde

Em novos tempos, onde os conhecimentos vão sendo questionados, resignificados e revelados, até a limitação dos métodos científicos estão na berlinda.

Uma janela que a física quântica, com seus conceitos e experiências abriu ao mundo com tantos desdobramentos.

Um microcosmo revelado e comprovado desde Higgs, a partícula de Deus, onde tudo começa recomeça e começa e recomeça com uma respiração em franca expansão e contração cósmica.

Lunetas espetaculares de telescópios abrem além fronteira galácticas, possibilidades de conhecimentos e interações.

Compreender a infinitude da onipotência, onipresença e onisciência de Deus, é revelador!!! Quando imergirmos neste silencio criador encontramos as conexões e informações que vão alem de curar. A nossa espiritualidade é revelada!

A ciência já concebe a influência da emoção negativamente ou positivamente na recuperação de paciente com qualquer tipo de doença. Os doentes apoiados em algum tipo de fé aumentam as chances de recuperação.

Espiritualidade baseada em evidências, é o que nos falta?

Estudos já demonstram relações entre maior espiritualidade/religiosidade e melhor saúde mental, desfechos clínicos, maior sobrevida, bem-estar geral e qualidade de vida.

Ainda há tantos questionamentos e muitas evidências!

No Brasil, 95% dos brasileiros declaram ter religião, 83% consideram religião muito importante para suas vidas e 37% frequentam um serviço religioso pelo menos uma vez por semana.

É bom conhecermos:

Espiritualidade: relação com o sagrado, o transcendente (Deus, poder superior, realidade última).

Religião: sistema organizado de crenças e práticas desenvolvidos para facilitar a proximidade com o transcendente. É o institucional da espiritualidade.

Artigo escrito por Ezequiel Oliveira publicado no portal Saúde no Ar

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Dia das Mães - próximo domingo, dia 12 de maio


Este ano, aqui no Brasil, comemoramos dia 12 de maio. Anualmente é comemorado sempre no segundo domingo do mês de maio.

É comum, no mundo contemporâneo, a comemoração do Dia das Mães. Essa data já se tornou sinônimo de afeto, carinho e consideração pelas genitoras. 

O Dia das Mães é uma data de singular importância para o mundo ocidental, sobretudo por reforçar os vínculos familiares.

Um pouco de história...

A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. A Enciclopédia Britânica diz: "Uma festividade derivada do costume de adorar a mãe, na antiga Grécia. A adoração formal da mãe, com cerimônias para Cibele ou Rhea, a Grande Mãe dos Deuses, era realizada nos idos de março, em toda a Ásia Menor."

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada pela ativista Ann Maria Reeves Jarvis, que fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. 

Jarvis organizou em 1865 o Mother's Friendship Days (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother's Day Proclamation, pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

Reconhecida como idealizadora do Dia das Mães na sua forma atual é a filha de Ann Maria Reeves Jarvis, a metodista Anna Jarvis, que em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914, aprovada a data pelo Congresso dos Estados Unidos, instalando-se assim, ao segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. 

Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914.

A primeira celebração no Brasil ocorreu em 12 de maio de 1918, em Porto Alegre. Aos poucos, a festividade foi se espalhando pelo país e, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio.

Importância das mães

Uma figura que é fundamental para uma vida mais feliz é a presença positiva da mãe. 

Até por uma questão biológica, a mãe prioriza a vida dos próprios filhos ao invés da dela, fazendo o possível e o impossível para a felicidade de seus filhos.

A criança é gerada dentro da mulher, portanto, até mesmo antes da noção de sua própria existência, a mãe já zela e a ama desde sempre. É a primeira pessoa a ensinar a criança o significado de amor. Muitos, quando chegam na vida adulta, até acreditam que a única e verdadeira experiência amorosa na vida é a de mãe. “Amor é só de mãe”, já diz uma popular frase da sabedoria humana, que carrega uma parcela muito verdadeira.

Num artigo intitulado "Espiritismo e o Dia das Mães", publicado no site Espírito Imortal, escrito por Morel Felipe Wilkon, há alguns pontos interessantes sobre a visão espírita sobre o papel materno:

"O Espiritismo produz uma farta literatura. E a literatura espírita é pródiga em exemplos de mães que se desvelam por seus filhos mesmo além da esfera carnal. O Dia das Mães nos induz a pensar sobre isso.

(...)

A Mãe é quem nos recepciona e orienta neste plano de que não temos lembrança quando aqui chegamos. É quem nos passa as primeiras informações de como a coisas funcionam por aqui. E se for uma Mãe como se espera que seja, vai nos lembrar valores que estão adormecidos dentro de nós, e que precisam ser reativados para que possamos utilizá-los. E vai perceber e corrigir desvios de caráter de que ainda não nos livramos, e que trazemos junto com o resto de nossa bagagem milenar.

Estranho ser, este, chamado Mãe. Se apega tanto aos seres que reencarnaram por seu intermédio que nem sempre sabe quando é o momento de deixar que eles caminhem com seus próprios pés, e que caiam de vez em quando para que aprendam a se levantar. Leva tão a sério o seu papel de recepcionista e instrutora do ser que brotou dentro dela, que custa a perceber e aceitar que este ser já existia há muito tempo, que não pertence a ela, que é um ser único, individual, um ser de ninguém. Filho de Deus, como todo mundo.


(...)

A literatura espírita é cheia de exemplos de mães que zelam durante séculos por seus filhos, no astral. A obra de André Luiz traz exemplos muito interessantes de mães bastante evoluídas espiritualmente que deixaram de desfrutar dos planos a que teriam direito para não se afastarem daqueles a quem permanecem amando como filhos do seu coração."


O Espírito André Luiz, no livro Entre a Terra e o Céu, psicografado pelo querido médium Chico Xavier, editado pela FEB, diz em suas páginas a respeito da maternidade: “é sagrado serviço espiritual em que a alma se demora séculos, na maioria das vezes aperfeiçoando qualidades do sentimento”.

Fontes: Wikipedia, Brasil Escola, Eu sem Fronteiras.