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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Como pagar o mal com o bem?

Você certamente já se deparou com alguma situação que te deixou intolerante, ou então, com casos em que quis pagar com o mal.  

Sabemos que não é fácil ter o domínio de nossas emoções quando alguém está tentando tirar o nosso autocontrole. Entretanto, em momentos como esses temos que cultivar a tolerância, já que por meio dela, é possível fazer com que o amor e o bem prevaleça. Afinal, o mal não leva a lugar nenhum.

Por que é tão difícil controlar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos?

Podemos citar três importantes pontos, são eles:


  • Momento evolutivo, ou seja, somos seres em evolução e cada “degrau” apresenta as dificuldades que lhe são próprias;
  • Vivemos em um mundo de provas e expiações, e de acordo com a doutrina espírita, os sofrimentos são necessários para evoluirmos cada vez mais;
  • Por último, acabamos sofrendo influências daqueles que nos rodeiam e também da espiritualidade

Entretanto, apesar dos pontos citados acima, a doutrina espírita nos ensina que devemos amar a todos, principalmente aqueles que nos fazem mal.

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos a seguinte passagem:

“Amarás ao teu próximo e aborrecerás ao teu inimigo. Mas eu vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei bem ao que vos odeiam, e orai pelos que vos perseguem e caluniam, para serdes filhos de vosso Pai, que está nos céus, o qual faz nascer o seu o seu sol sobre bons e maus, e vir chuva sobre justos e injustos. Porque, se não amardes senão aos que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também assim? E se saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis nisso de especial? Não fazem também assim os gentios? – Eu vos digo que, se a vossa justiça não for maior e mais perfeita que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus.” (Mateus, V: 20, 43-47).

Diante disso: Como pagar o mal com o bem?

Primeiramente, saiba que há inúmeras vantagens de praticar o bem, entre elas, está o fato de que praticássemos somente o bem, o mal não existiria.

Porém, como somos seres em evolução, o egoísmo ainda está presente, fora em que inúmeras situações queremos tirar vantagens do próximo. E ainda, a felicidade do outro não comove, isso é uma grave falha que deve ser mudada aos poucos. Por isso, quando alguém te tirar do sério, lhe ofender:


  • Não responda, respire e faça uma prece. Peça aos amigos espirituais para que os mentores espirituais se comuniquem entre eles para harmonizar o ambiente
  • Não deixe se envolver com a negatividade do próximo. Você possui o livre-arbítrio, ou seja, você controla os seus pensamentos, qual caminho deseja seguir, etc. 
  • Lembre-se que a vida é feita de escolhas! Escolhe sempre o caminho do bem, do positivo.

No começo pode parecer difícil, impossível, pagar o mal com o bem. Porém, pouco a pouco; com um passo de cada vez, essa tarefa se tornará cada vez mais fácil. E chegará o dia em que todos nós vamos estar na mesma sintonia.

Para finalizar,

“Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. […] Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem” (Romanos, capítulo 12, versículos 17 a 21).

Fonte Rádio Boa Nova

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Dia 07 de maio de 1934 - FEB é considerada de utilidade pública

A Federação Espírita Brasileira (FEB), pelo decreto de lei 4.765 foi considerada de utilidade pública! E o que isso muda em sua vida? Bem, vamos saber o que é 'ser considerado de utilidade pública':

Entidades de utilidade pública são organizações (associação ou fundação) orientadas para fins de interesse geral e que prestam serviços, de maneira desinteressada, à sociedade.- Wikipedia

Em 2016 foi extinta a concessão do título de utilidade pública. Podiam receber esse título, há época, as associações e fundações, legalmente constituídas no País, que comprovadamente apresentassem relatórios circunstanciados dos três anos antecedentes à formulação do pedido e que promovam a educação ou exerciam atividade de pesquisa científica, cultura, artística ou filantrópica, de caráter geral ou indiscriminado, predominantemente.

O título de Utilidade Pública Federal (UPF) era atribuído somente a entidades sem fins lucrativos, em reconhecimento a serviços relevantes por elas prestados, de maneira desinteressada, à sociedade.

Essas são considerações do que uma entidade de utilidade pública é, e bem sabemos as ações, as funções que a FEB possui. Tanto que, ao entrar no site da Federação, em Missão podemos encontrar o seguinte complemento de frase: "(...)   contribuindo para a formação do homem de bem." 

Não há dúvidas de que foi reconhecida!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

A metáfora dos três macacos e o bem viver

A metáfora dos três macacos tem a ver com uma máxima de Confúcio que pode ser traduzida como: não fale, não ouça e não veja a maldade. Essa seria uma das condições para viver bem consigo mesmo e com os demais.

Quase todo mundo já viu a representação da metáfora dos três macacos sábios. Ela contém as figuras de um macaco que cobre a boca, outro que cobre as orelhas e outro que cobre os olhos. É uma escultura de madeira que data do século XVIII e se refere basicamente a como “viver bem’, no sentido amplo do termo.

A metáfora dos três macacos tem a ver com uma máxima de Confúcio que pode ser traduzida como não fale, não ouça e não veja a maldade. Essa seria uma das condições para viver bem consigo mesmo e com os demais.

A escultura está localizada na entrada do estábulo sagrado do Santuário de Toshogu, no Japão. Mais exatamente em uma cidade que fica em uma colina, ao norte de Tóquio. Cada um dos macacos tem um nome: Mizaru, Kikazaru e Iwazaru. Em ordem, esses nomes significam: não ver, não ouvir, não dizer. Mas o que isso tem a ver com viver bem?

Tudo parece indicar que a escultura foi inspirada por uma máxima de Confúcio. Esta máxima afirma: “Não veja o mal, não ouça o mal, não fale com maldade”. Portanto, o sentido básico não é se fechar completamente ao mundo, mas recusar-se a entrar em contato com a maldade. Isso faz parte da arte de viver bem.

“Se você pode evitar um mal, é tolice aceitá-lo”. -Terencio-

O ensinamento de Confúcio e a metáfora dos três macacos

A máxima de Confúcio o convida a se recusar a entrar em contato com a maldade. Mas, isso faz sentido? A primeira coisa que vem à mente é que podemos nos recusar a ver, ouvir ou falar do mal. No entanto, isso o fará desaparecer do mundo? Poderíamos nos fazer uma outra pergunta: como saber ou falar sobre a maldade vai melhorar as nossas vidas?


(...)


Há uma área paranoica dentro de nós mesmos que sente prazer nesse contato com a maldade. Podemos dizer que estarmos ciente da maldade do mundo nos protege dessa ameaça que é o mal. Por exemplo, se você sabe que em uma certa rua há muitos assaltos, isso permitiria evitá-la, diminuindo o risco de ser assaltado.

(...)

O cérebro nem sempre consegue distinguir a realidade da fantasia. É por isso que nos assustamos com filmes de terror. Sabemos perfeitamente que eles são uma ficção e, mesmo assim, desencadeiam emoções concretas em nós.

Portanto, ver, ouvir ou falar sobre a maldade poderá ter um efeito muito tóxico em nossas vidas. É possível que isso alimente o monstro do medo ou o monstro da maldade dentro de nós. Eles estão lá e podem crescer se os alimentarmos. Então, talvez Confúcio estivesse certo.

Não só ficarmos longe desse mal, importante também não repassarmos nada de ruim. Há variações destes ensinamentos...

Assim, faz-se necessários nos cercarmos de boas energias, boas vibrações e pensamentos, sempre!

Fonte A Mente é Maravilhosa com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE.