segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Sobre nosso progresso e evolução planetária...

"A nova geração, devendo fundar a era do progresso moral, se distingue por uma inteligência e uma razão geralmente precoces, unidas ao sentimento inato do bem e das crenças espiritualistas, o que é o sinal indubitável de um certo grau de adiantamento anterior.

Ela não será composta, pois, exclusivamente de Espíritos eminentemente superiores, mas daqueles que, tendo já progredido, estão predispostos a assimilar todas as ideias progressistas, e aptos a secundar o movimento regenerador."

(Allan Kardec. A gênese, cap. 18, item 28.)

‘Minha maior inspiração para as músicas é o Chico Xavier’, revela DJ Alok

 “Uma das minhas maiores inspirações para fazer música é o Chico Xavier, não pelo espiritismo porque eu não sou espírita, mas pelo ser humano que ele era. O mundo muda com exemplo e não com opiniões e eu admiro muito ele”,  disse Alok.

Essa declaração foi dada num programa da rádio Jovem Pan o De Tudo Um Pouco. Nosso Chico dando bons exemplos e incentivando, sempre, bons comportamentos.

JovenPan

Enfrentamento negativo de situações pode levar a doenças

O enfrentamento negativo de situações, envolvendo o sentimento de raiva, falta de perdão e ruminação, pode levar ao adoecimento, conforme avaliou o médico cardiologista Álvaro Avezum, diretor da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo). 

A recomendação da Socesp é de que os cardiologistas abordem a questão do que definem como espiritualidade com seus pacientes. No entanto, a orientação não tem relação com religião, conforme ressaltou Avezum.

Segundo ele, a definição “é que espiritualidade é o conjunto de valores morais, mentais e emocionais que norteiam os nossos pensamentos, os nossos comportamentos e as nossas atitudes, na vida de relacionamentos consigo mesmo e com o outro. Mas nós acrescemos: passível de observação e mensuração científica”. Ele acrescenta que os padrões de comportamento, pensamentos e sentimentos devem ser levados em consideração no tratamento e na prevenção de doenças cardiovasculares.

De acordo com o médico, o enfrentamento positivo — quando o indivíduo tem disposição ao perdão, altruísmo, gratidão — está associado a uma melhor saúde cardiovascular. “Há estudos mostrando a associação de enfrentamento negativo, sentimentos não edificantes, com adoecimento cardiovascular. Se isso se associa com adoecimento, eu preciso avaliar, dentro da minha consulta, se o indivíduo tem questões de estresse, de depressão ou de enfrentamento negativo das situações adversas, sejam conjugais, profissionais ou mesmo na sociedade.”

R7 com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE


TRANSIÇÃO: A morte não é a destruição da vida

Assim como o dia vem depois da noite, a morte não é a destruição da vida. Para nós, conhecedores do espiritismo, este momento é apenas uma transição. 

Pedro Neves explica detalhes sobre a única certeza que todos nós temos. Ou melhor, desta transição que todos iremos fazer um dia. Confira:

Jundiaí Agora


Pandemias espirituais é um dos temas do Reformador deste mês


Edição de novembro da revista Reformador tem como matéria principal “Relação transpessoal da saúde mental”, além de artigos com temas atuais “Pandemias espirituais”, “A influência do corpo na personalidade”, “Consciência ética e moralização do ser” e “Espírito e dependência química”, entre outros.

Ainda não é assinante, faço a assinatura por aqui.

FEB

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Empatia e atitude

Nestes tempos de isolamento social em razão da pandemia do novo coronavírus, em minha casa vivenciando o exercício do teletrabalho, reflito:

Há os que têm medo de morrer por contrair o vírus e por isso se isolam em suas casas providas de alimentos e tudo o que mais entendem necessário para atravessar o período difícil.

Há os que, além do medo de morrer por contrair o vírus, têm medo da fome - como os que ficaram sem meios de prover suas próprias subsistências e de suas famílias.

Há os que já têm o desalento como realidade - como os que vivem em situação de rua - e que em muitos casos sequer têm condições de avaliar o impacto da doença em suas vidas.

Alguns, isolados em seus lares abastados, mal toleram a convivência forçada com seus familiares porque são, na verdade, seus desafetos de outrora (e de hoje!), chamados à consanguinidade para a necessária reparação.

Outros terão a dificuldade material, passando necessidades, as mais básicas.

Outros, ainda, serão colhidos pela doença inconscientes e alienados.

Todos sofrem!

E, de tudo, podemos e devemos tirar a lição da necessária empatia perante a igualdade humana na diversidade dos sofreres.

É a palavra esclarecedora e amorosa aos que não compreendem a perfeição da Lei de Causa e Efeito, que reúne corações comprometidos para a devida correção de afetos;

É a ajuda material aos que dela dependem para a manutenção do corpo físico, sagrado instrumento de manifestação da alma;

É o alento de dignidade aos que esqueceram ou nunca conheceram o significado dessa palavra.

Tudo isso para, ao final, sairmos desses tempos difíceis de Espíritos melhorados, porque a pandemia terá nos mostrado a nossa igualdade: todos terão temido pela vida ameaçada pelo vírus. Muitos terão temido, além do vírus, o desemprego, a fome, o fracasso, o amanhã sem perspectivas.

Nessa igualdade revelada, vê-se que Deus não privilegia nem castiga, mas permite a cada um a oportunidade de se voltar para a Sua misericórdia redentora: “Pedi e vos será dado” (Mateus 7:7).

Certamente que Aquele, a cujo cuidado não escapa um único fio de cabelo (Lucas 21:18), está olhando pelos pequeninos (Mateus 25:3-45), apresentando a outros a sagrada oportunidade de ditosos (KARDEC, 1994), estenderem a mão fraternal, em verdadeira demonstração de compreensão da lição de amor ao próximo – recomendada e largamente exemplificada por Jesus, o Cristo Salvador.

Referências: 
Mateus 7:7.
Lucas 21:18.
Mateus 25:32-45.
KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 108. ed.  Brasília: FEB, 1994. Cap. XX, it. 5.

Artigo por Maria Cristina Firmino da Mota para O Consolador, Ano 14 - N° 693 - 25 de Outubro de 2020.

UTILIDADE PÚBLICA - TikTok: 3 regras que pais e filhos devem conhecer (e seguir)

Novos aplicativos de mídia social podem ser muito divertidos, mas precisamos ensinar nossos filhos a usá-los com segurança.

O TikTok é uma rede social em que os usuários – especialmente os jovens – cantam, atuam, dançam e compartilham vídeos de si mesmos. Ou seja: é uma plataforma para se exibir.

A rede social chinesa, lançada em setembro de 2016, é agora uma das mais populares. Em agosto de 2020, por exemplo, o TikTok ultrapassou 2 bilhões de downloads globais. Esses são, de fato, números estonteantes.

Aqueles que criam vídeos e os colocam na plataforma são conhecidos como “TikTokers”. Alguns têm milhões de seguidores. Geralmente, seu ponto de vista é bastante simples, pois parecem dizer: “Nossa imaginação nos liberta e nos divertimos muito”.

Mas, para ajudar nossos filhos a usar essa rede social corretamente, precisamos aprender o básico sobre ela. Por outro lado, temos que orientar os nossos filhos a usar a plataforma com segurança e inteligência. Portanto, seguem algumas dicas:

1. Não postar informações pessoais

Pode parecer uma contradição, porque o TikTok visa a grande exposição. Mas você nunca deve revelar onde mora ou dar informações pessoais detalhadas sobre seus hábitos, estilo de vida, informações de contato, por exemplo. Manter as informações pessoais privadas, de fato, é a primeira regra a aprender antes de usar qualquer mídia social. Não sabemos quem está nos observando ou como eles podem usar nossos dados confidenciais.

Se permitirmos que nossos filhos usem o TikTok, não há problema em fazê-lo de maneira original e criativa, mas com cautela. Entretanto, as crianças mais novas devem usá-lo sob a supervisão cuidadosa de um dos pais.

2. O que é publicado não pertence mais a nós

Cada vez que carregamos um vídeo, fazemos um comentário ou realizamos qualquer ação nas redes sociais, esse conteúdo se torna essencialmente propriedade delas.

Mesmo que a rede social realmente remova a mídia ou as informações, não podemos saber ou controlar quantas pessoas viram nosso vídeo, comentário etc. Copiar conteúdo digital é brincadeira de criança. De fato, é tão simples quanto tirar uma captura de tela ou usar outro dispositivo para fazer uma foto ou vídeo dele. Então, assim que estiver disponível, nunca sabemos onde pode aparecer.

3. Cuidado com o que você publica

Levando em consideração o exposto, nunca devemos, nem mesmo em salas de bate-papo privadas, fazer circular conteúdo que possa nos constranger ou constranger terceiros. Além das possíveis consequências jurídicas, é preciso lembrar que, ao publicar algo online, perdemos o controle. Indivíduos, empresas e governos, por exemplo, estão constantemente tentando colocar as mãos em nossas informações pessoais. Não precisamos ser paranóicos, mas precisamos ter cuidado.

Embora estejamos mencionando essas regras no contexto do TikTok, elas se aplicam a toda e qualquer rede social.

A internet, de fato, nos oferece novas e vastas oportunidades de comunicação, criatividade e produtividade, interação de forma geral No entanto, também nos expõe a riscos importantes. Precisamos, então, estar cientes desses riscos e educar nossos filhos para que também estejam sempre em alerta, a fim de aproveitarmos os benefícios do mundo digital com os devidos cuidados.

Site Aleteia

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Egoísmo

O egoísmo é a fonte da maioria absoluta dos males que assolam a Humanidade.

A exagerada preocupação com os próprios interesses faz com que qualquer coisa que os contrarie tome desmedida importância.

Essa forma equivocada e rasteira de perceber a vida a todos prejudica.

Primeiro, tira a paz do próprio egoísta, que se angustia em suas tentativas de tentar fazer com que o mundo obedeça aos seus interesses.

Segundo, causa danos à sociedade, que não pode ser harmônica enquanto seus integrantes brigam entre si.

Já a solidariedade e a preocupação com o bem-estar coletivo disseminam a felicidade.

Tome-se como exemplo a questão da segurança.

Se a preocupação com os próprios interesses fosse menor, poderiam ser encontradas formas de resolver muitos dos problema da humanidade como a questão da segurança, gentileza, convivência em sociedade.

Mas, para isso, o objetivo das criaturas não poderia ser fazer crescer a qualquer custo o próprio patrimônio.

É bom e natural que os homens se preocupem em conquistar bens que lhes garantam uma vida digna, e fomentem o progresso.

Mas quando a busca das coisas materiais é exacerbada, ela causa grandes problemas.

Numa sociedade em que a grande maioria está despreocupada com o bem-estar coletivo, as disparidades crescem.

É impossível que todos conquistem exatamente o mesmo nível de conforto.

Os homens são diferentes em talentos e habilidades. Mas é necessário assegurar condições para que todos conquistem o mínimo indispensável a um viver digno.

Quando o homem consegue ver o próximo como um semelhante, torna-se solidário. A dor do outro dói tanto quanto a sua. A miséria e o desemprego na casa do vizinho são tão trágicos como se fossem na sua residência. 

Imagine como seria bom viver em uma sociedade segura.

Sair tranquilo na rua, mesmo à noite.

Está nas mãos de todos adotar as providências iniciais para uma reforma social.

Essa reforma principia pela modificação do próprio comportamento.

A reforma íntima é uma dura batalha.

Cada qual vive no meio que lhe é mais adequado.

Se você deseja viver em paz, comece a trabalhar o seu interior.

Preste atenção em todas as suas atitudes que revelam egoísmo.

Esse egoísmo pode ser pessoal, familiar ou de classe.

Analise o que você deseja para você, para sua família ou para sua classe profissional.

Certamente vale a pena moderar um pouco os próprios desejos, em prol de uma vida harmoniosa.

De nada adianta enriquecer causando o empobrecimento alheio.

Não é possível viver em paz em meio à miséria e a dor dos semelhantes.

A genuína felicidade surge quando se aprende a compartilhar.

Quem experimenta a ventura da solidariedade jamais volta atrás.

Redação do Momento Espírita com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE. 

Estátua de Chico Xavier em tamanho real é inaugurada no Centro de Uberaba

Uma estátua de bronze em tamanho real de Chico Xavier foi inaugurada no último dia 29 na Praça Rui Barbosa, no Centro de Uberaba. A peça foi produzida por Vânia Braga, artista plástica de Pedro Leopoldo, mesma cidade onde nasceu o médium.

A estátua retrata Chico sentado em um banco de ferro. De acordo com a artista plástica, o material pesa 250 kg de bronze fundido na Fundição Artística São Vicente, em Belo Horizonte, sob a coordenação do artista Diego Rodrigues. A peça, que custou R$ 80 mil, é semelhante a uma existente em Pedro Leopoldo.

G1

Otimismo, pessimismo ou realidade?

O espírita Pedro Neves analisa temas importantes: otimismo, pessimismo e realidade.

Jundiaí Agora