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sexta-feira, 12 de março de 2021

Por que nossas escolhas devem ser discutidas em família?

Quando somos crianças, nossas escolhas devem ser feitas sempre em conjunto e em comum acordo com a família, porem mesmo depois de atingirmos a maioridade, somos sempre cobrados pelos outros à prestarmos contas daquilo que estamos fazendo. 

Mas como lidar com essa invasão de privacidade saber dar o limite e entender até onde as nossas vontades, planos, ou até a sexualidade devem sofrer interferências? Como fazer quando nossas decisões se tornam a pauta da reunião de família? 

Nessa edição do programa Café com Cristo, Ildo Rosa nos convida a responder para nós mesmos: As nossas escolhas realmente têm que ser discutidas em família?




segunda-feira, 15 de junho de 2020

Qual o poder das escolhas?

Qual o poder das escolhas? Você sabia que podemos influenciar outras pessoas e até mesmo um ambiente?

Nós passamos o tempo todo fazendo escolhas, e são elas que vão moldando os caminhos da Humanidade, desenhando trajetórias. A partir disso, a doutrina espírita nos ensina que este poder de escolha, de decidir pela razão nós dá o chamado livre – arbítrio.

Portanto, as escolhas que fazemos ao longo da vida são frutos desse livre-arbítrio. E ainda, muitas delas aparecem no modo de pensar, de agir, no momento.

Para completar, Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, nos ensina que os homens escolhem qual o melhor caminho, a partir de experiências que foram adquiridas ao longo de sua jornada. Ou seja, ele tem o livre-arbítrio para escolher se ele quer ir pelo caminho do bem ou do mal.

E esta liberdade de escolha gera as consequências que vemos hoje em dia. E ainda, como foi dito acima nós podemos influenciar pessoas e ambientes. Como? através dos nossos exemplos, das nossas ações. As nossas escolhas dizem muito sobre os nossos valores.

Deus deixa ao homem a escolha do caminho”, porque se fossemos destituídos do livre arbítrio não conheceríamos os méritos do Bem praticado e muito menos nos sentiríamos responsáveis pelo mal feito. Portanto, as nossas escolhas guardam em si, um grande potencial transformador. (O Livro dos Espíritos, questão 634)

Caso estejamos com alguma dúvida sobre o que decidir, temos que pensar:

Qual a melhor escolha? Qual o impacto que irá causar?


Ainda na dúvida faça uma prece, peça ajuda aos mentores espirituais, a espiritualidade superior, afinal:


“Deus lhe envia os bons Espíritos para assisti-lo. É um socorro jamais recusado quando é pedido com sinceridade.” (O Livro dos Espíritos, questão 314)

Para finalizar, lembre-se que as escolhas podem ser transformadores, elas significam mudanças tanto de reforma íntima como coletiva. E ainda, para cada ato praticado existe uma responsabilidade adquirida. Pense, reflita, antes de tomar qualquer decisão.

Site da Rádio Boa Nova com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Inteligência

Hoje, o espírita Pedro Neves explica o que é a inteligência. Segundo ele, em última análise, este dom que só os seres humanos têm serve para que separemos o bem do mal. Assista ao vídeo e saiba mais sobre a inteligência na visão do Espiritismo:



Pedro Neves é Consultor de Negócios, diretor de Divulgação da União das Sociedades Espiritas Intermunicipal de Jundiaí(USE)

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Diferença entre Dor e Sofrimento

O que eu vou dizer agora é sobre a diferença entre dor interna, emocional, incômodo psicológico. Eu não estou falando de dor física, da diferença entre dor e sofrimento. Sofrimento é algo arrastado, prolongado, que se amplia, que corrói. Dor é algo momentâneo, passageiro, ocorre pelo impacto do acontecimento. Agora o que faz com que uma dor possa ser passageira ou possa se transformar em sofrimento? O que faz com que a dor se transforme em sofrimento são os pensamentos que eu agrego à dor.

Está vendo a importância de pegar em flagrante? Algo acontece na minha vida. Por exemplo: eu perco o emprego, pode ser qualquer exemplo de algo de que você não gostaria, talvez você até gostasse de perder o emprego, mas vamos supor que você não queria perder esse emprego, aí você pode começar a lamuriar, resistir, se lamentar, começar a imaginar cenários negativos. Isso é agregar pensamentos a um acontecimento. Aí a dor… que tinha um incômodo delimitado… agora esse incômodo ampliou, aumentou, porque eu agreguei pensamentos, já não é mais dor, é sofrimento.

O sofrimento é opcional. Ele depende de eu colocar ou não pensamentos sobre aquilo. Aí esse treino, eu pego em flagrante os pensamentos que ocorrem e fico no silêncio. Aconteceu. A realidade é essa. Não é boa, não é ruim, é a realidade tal qual ela é. Apesar da insistência de a mente querer classificar como ruim, pego em flagrante essa insistência, é como o porteiro pegando em flagrante aquele cara que invadiu o condomínio e fala para ele não entrar. Fica na presença, apenas sente a realidade. A distinção entre sofrimento e dor é algo que os grandes mestres já conheciam. Buda tinha a metáfora da flecha: a dor é como se fosse uma flechada que o cara leva, o sofrimento é como se fossem segunda flecha, terceira flecha, quarta flecha, que a pessoa recebe, só que da segunda, inclusive, em diante, quem dispara a flecha é a própria vítima da primeira flecha por meio de seus pensamentos, isso se for entendido e vivenciado tem um potencial de transformação da nossa vida imenso.

As circunstâncias não são responsáveis pelo nosso sofrimento, é a nossa própria atitude que é responsável pelo sofrimento. Eu posso manter um luto por décadas. O luto não dura décadas se eu não agregar pensamentos que reforçam algum motivo, por algum motivo eu estou agregando pensamentos àquele luto. Então eu estou sendo responsável pelo meu próprio sofrimento, isso vale para qualquer coisa.

Por Anand Nisargan para o site Eu Sem Fronteiras

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A Responsabilidade e o livre-arbítrio

A Responsabilidade que temos por nossos atos coloca um certo peso nas escolhas, no nosso livre-arbítrio. O psicólogo e comunicador Ildo Rosa refletiu sobre essas questões no programa Café com Cristo, transmitido pela Rádio Boa Nova.

Ildo Rosa reflete a princípio sobre a responsabilidade que temos perante a vida e a sociedade. Ele reflete sobre nosso comportamento com pessoas próximas, família. Mas, também somos responsáveis espiritualmente por nossas escolhas atitudes. 

O comunicador continua também os estudos da obra “Caminho, Verdade e Vida”, com o capítulo 82, Madeiros Secos. Ele faz assim a leitura de Lucas, capítulo 23, versículo 31, e ainda a análise de Emmanuel sobre o tema. 

“Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco?”
Jesus. (LUCAS, capítulo 23, versículo 31.)

Somos responsáveis por nossos pensamentos, palavras e ações, direta e indiretamente. Entretanto nosso livre-arbítrio nos proporciona algo além do imaginário de liberdade que quase sempre permeia na ideia de liberdade. 

Possuímos assim a possibilidade de escolha. E encontramos, portanto, um cenário perfeito para exercitarmos nossa racionalidade e conhecimentos. Essas experiências nos proporcionam crescimento espiritual. 

Entretanto, é certo os erros durante esse processo de aprendizado e a responsabilidade sobre eles. Será necessário compreendê-los, absorver os aprendizados e a partir desse conhecimento, agir de forma assertiva. 

Não podemos colocar nesse processo de compreensão e aprendizado do livre-arbítrio e da responsabilidade um peso excessivo. É necessário equilíbrio, razão e principalmente o autoperdão para obter o crescimento espiritual. Somos seres ainda em evolução, errar é natural para podemos aprender, mas é válido lembrar que somos responsáveis, tanto pelos erros como pelos acertos. 

Fonte: Site da TV Mundo Maior

terça-feira, 18 de junho de 2019

Desejos

Desejo é realização antecipada.

Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos. Como você pensa, você crê, e como você crê, será. 

Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que deseja hoje. Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao campo de cultura na gleba do mundo, na qual cada lavrador é 
livre na sementeira e responsável na colheita. 

O tempo que o malfeitor gastou para agir em oposição à Lei, é igual ao tempo que o santo despendeu para trabalhar sublimando a vida. 

Todo desejo, na essência, é uma entidade tomando a forma correspondente. 

A vida é sempre o resultado de nossa própria escolha.

O pensamento é vivo e depois de agir sobre o objetivo a que se endereça, reage sobre a criatura que o emitiu, tanto em relação ao bem quanto ao mal. 

A sentença de Jesus: “procura e achará” equivale a dizer: “encontrarás o que desejas”.

Fonte: Perfil do Instagram Letras Consoladoras

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Escolhas e resultados

É pouco provável que planejemos algo para que o resultado saia errado. Mas é perfeitamente possível que tenhamos resultados diferentes do que imaginávamos ou mesmo desejávamos. Nosso instinto de sobrevivência nos leva sempre a procurar o que achamos ser melhor, aquilo que nos fará sentir bem, crescer e melhorar. Mas nem sempre nossos planos e desejos se concretizam, muitas coisas podem influenciar o resultado.

As escolhas que fazemos diariamente, por exemplo, são determinantes para o resultado final do “projeto”. Tomamos como base as opções que conseguimos enxergar no momento da decisão. Como nos sentimos naquele exato momento pode influenciar diretamente na forma como enxergamos as opções e também nas escolhas.

Além disto, o meio em que vivemos, ambiente de trabalho, família e relacionamentos, para citar alguns, podem alterar o que sentimos e como vamos optar por este ou aquele caminho. Não é incomum decidirmos algo no calor da emoção, num momento de explosão e, depois, quando o turbilhão passa, nos arrependermos pela decisão tomada.

São inúmeras as possibilidades de fatores que influenciam nossa vida, nossas escolhas e decisões. Muitas vezes, vemos que o plano inicial não atingiu seu objetivo. Às vezes, o resultado é diferente do que esperávamos,  melhor ou até pior.

Quando tudo passa bem longe do desejado, podemos nos sentir frustrados, desanimados, com a sensação de que fizemos algo errado ou não agimos no processo adequadamente. Podemos entrar num processo de culpabilizar alguém ou a nós mesmos e isto pode ser bastante prejudicial à saúde emocional.

Fato é que não há receitas para agir e vivenciar a experiência. Nossas  habilidades, capacidades e desejos de melhorar é que podem fazer com que aprendamos a lidar com as derrotas e vitórias do dia a dia. Aristóteles nos deixa a reflexão: “É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”.

Escrito por Adriana - CVV Araraquara (SP), publicado no site do CVV.