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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Visão espírita da doação de órgãos

Na última semana desencarnou aos 60 anos em Orlando, EUA, Gugu Liberato. O apresentador que é considerado um dos grandes nomes da televisão brasileira, bateu a cabeça após cair de 4 metros de altura.

A morte encefálica do apresentador foi confirmada na última sexta-feira. E a família seguiu um desejo do apresentador: a doação de órgãos. A família divulgou uma carta escrita pelo próprio apresentador e um dos trechos diz:

Compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver

Na codificação não há registros a respeito da doação de órgãos. Porém, este ato é um exemplo de caridade, de amor ao próximo. Afinal, além de mostrar desapego à matéria, pode salvar várias vidas. 

No programa Boletim, da TV Mundo Maior, André Marouço disse que este ato minimiza a dor daquele que sofre no ambiente terreno. 

Estes conhecimentos médicos foram autorizados por autoridades superiores para minimizar a dor daquele que sofre no ambiente terreno, quando são acometidos por doenças que muitas vezes não podem ser curadas com medicamento.

E o que podemos dizer daqueles que possuem preconceito com este ato? Para muitos espíritas, o espírito ainda está no corpo no transplante. A respeito disso, Chico Xavier no programa Pinga Fogo disse:

Mesmo que a separação entre o Espírito e o corpo não se tenha completado, a espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados. 

O espírito sofre no momento do procedimento da doação?

De acordo com Aldeniz Leite, não! 

A doação é uma benção que proporciona ao espírito, créditos para o seu futuro espiritual.

Para finalizar o assunto a respeito da visão espírita da doação de órgãos, Divaldo Franco no livro Seara de Luz, diz:

Se a misericórdia divina nos confere uma organização física sadia, é justo e válido, depois de nos havermos utilizado desse patrimônio, oferecê-lo, graças as conquistas valiosas da ciência e da tecnologia, aos que vieram em carência a fim de continuarem a jornada.

Não há, também, reflexos traumatizantes ou inibidores no corpo espiritual, em contrapartida à mutilação do corpo físico. O doador de olhos não retornará cego ao Além. Se assim fosse, que seria daqueles que têm o corpo consumido pelo fogo ou desintegrado numa explosão?

Fonte: Site Rádio Boa Nova

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

27 de Setembro - Dia Nacional da Doação de Órgãos

O principal objetivo desta data é conscientizar a população em geral sobre a importância de ser doador de órgãos. Tal prática tem o intuito de ajudar milhares de pessoas que lutam por uma oportunidade de salvar as suas vidas.

Para isso, a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) organiza anualmente a Campanha Nacional de Doação de Órgãos, com ações informativas e eventos sociais em todas as capitais brasileiras.

Em São Paulo, a Lei nº 15.463, de 18 de junho de 2014, institui o mês de setembro como dedicado especialmente à conscientização em favor da doação de órgãos, mês este que passou a ser conhecido como “Setembro Verde”.

Em referência ao “Setembro Verde”, a ABTO também realiza o chamado “Brasil Verde”, uma série de eventos em todas as capitais brasileiras que reforçam o debate sobre a importância da doação de órgãos.

Como ser doador de órgãos?

De acordo com a legislação brasileira (lei nº 10.211, de 23 de março de 2001), a retirada dos órgãos e tecidos para doação só pode ser feita após autorização dos membros da família.

Para a doação, o doador deve ter sofrido de morte encefálica, pois somente assim os seus principais órgãos vitais permanecerão aptos para serem transplantados para outra pessoa.

Pessoas vivas também podem ser doadoras de órgãos, mas apenas aqueles que são considerados “duplos”, ou seja, que não prejudicarão as aptidões vitais do doador após o transplante.

Um dos rins ou pulmões, parte do fígado, do pâncreas e da medula óssea são exemplos de órgãos que podem ser doados por pessoas ainda em vida.

O que o espiritismo diz sobre a doação de órgãos?

Ao desencarnamos, o corpo físico não possui mais a função de ser a morada de um espírita, com isso, durante o desligamento o espírito será atendido de acordo com suas necessidades.

André Marouço, no quadro Boletim, da TV Mundo Maior, disse que a doação é um ato de caridade. E finalizou:

“Estes conhecimentos médicos foram autorizados por autoridades superiores para minimizar a dor daquele que sofre no ambiente terreno, quando são acometidos por doenças que muitas vezes não podem ser curadas com medicamentos”.

Já Chico Xavier, no Plantão de respostas do programa Pinga – fogo, disse:

“Mesmo que a separação entre o Espírito e o corpo não se tenha completado, a espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados.”

A doação de órgãos é uma maneira de caridade, e a doutrina espírita acompanha as situações permitindo ou não a continuação de um vida, segundo o merecimento e a resignação moral.

Com informações do site da Rádio Boa Nova e Calendarr

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Doação de órgãos

Pergunta: O que a Doutrina Espírita pode falar a respeito de doação de órgãos, sabendo-se que o desligamento total do espírito pode às vezes ocorrer em até 24 horas e que, para a medicina, o tempo é muito importante para a eficácia dos transplantes? 

O Espiritismo é contra ou a favor dos transplantes? 

Emmanuel - O benefício daqueles que necessitam consiste numa das maiores recompensas para o espírito. Desse modo, a Doutrina Espírita vê com bons olhos a doação de órgãos.

Mesmo que a separação entre o espírito e o corpo não se tenha completado, a Espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados.

Texto publicado no perfil do Instagram Uma Jovem Espírita (@umajovemespirita)