terça-feira, 7 de abril de 2020

sábado, 4 de abril de 2020

Espiritualidade no dia a dia: até lavar louça ajuda na evolução interior

A espiritualidade está presente em todos os momentos da vida. Nós é que ainda não sabemos reconhecê-la

No Ocidente do tempo escasso e do materialismo opressivo, vida espiritual parece à primeira vista um assunto que só diz respeito a religiosos. Dedicar tempo à espiritualidade, pensam os leigos, é missão para algum momento no fim de semana, e com sacrifício – afinal, há prioridades como contas a pagar, obstáculos profissionais a vencer, cuidados com o lar, problemas com cônjuge e filhos…

Nada mais falso. A espiritualidade está presente em todos os momentos da vida. Basta abrir os olhos para descobri-la em nosso cotidiano, com todo o extraordinário potencial de desenvolvimento interior que ela nos traz.

À primeira vista, a ideia de lavar pratos para progredir espiritualmente parece uma grande tolice. Mas todas as tradições espirituais ressaltam a importância de sermos seres integrais – e como conseguiríamos isso ignorando o que pensamos e fazemos no cotidiano?

Conciliar espiritualidade e dia a dia não é tarefa simples em nenhum lugar do planeta. No Ocidente, o principal obstáculo é nossa cultura consumista, que impele as pessoas a buscar gratificação imediata e externa – a roupa da moda, o celular de última geração, o carro importado. Com isso, a espiritualidade fica em plano secundário, e a maior parte do tempo é vivida como se as crenças religiosas, morais ou éticas nem existissem.

Mas é impossível fugir do cotidiano. Atos como pagar contas, ir ao trabalho ou levar os filhos à escola também são espiritualmente importantes, e sem ter consciência disso não podemos evoluir. “Não dá para acertar num departamento da vida e continuar errando em outro”, afirmou Gandhi. “A vida é um todo indivisível.”

Para iniciar essa revisão do dia a dia, nada melhor do que a família. Existe lugar mais adequado do que o próprio lar para refinar a tolerância, o respeito e o despir-se de preconceitos e expectativas para ver a vida como ela é? “Se cuidarmos bem das relações com a família nesta vida, mais de 90% da nossa tarefa aqui terá sido cumprida”, dizia Martha Gallego Thomaz, falecida dirigente do Grupo Noel, instituição espírita de São Paulo.

Outro item crucial é o dinheiro, energia de troca que funciona como um excelente professor – para o mal e para o bem – no caminho espiritual. A supervalorização que o Ocidente lhe atribui conduz à ganância, à avareza, ao medo da escassez. Em seu lado positivo, porém, o dinheiro serve para disseminar prosperidade, remunera o trabalho feito com amor e, como energia, nunca deve ficar estagnado.

Entrar em contato com a espiritualidade no cotidiano exige desenvolver o que o budismo chama de atenção plena. De acordo com o escritor David Spangler, essa observação atenta e sem julgamento do que ocorre a cada instante nos leva a uma profunda consciência, que nos dá insights sobre o mundo e nós mesmos. A atenção plena nos permite reagir ao presente de modo mais espontâneo e livre.

Perspectiva ampliada

Spangler exemplifica como a atenção plena pode transmutar as atividades do dia a dia:

Pagar as contas – Preocupações e medos a esse respeito cedem espaço para um confronto com o sistema de crenças ligado ao dinheiro. Analisar essas crenças sem julgá-las enfraquece a programação mental que governa essa área e permite à pessoa optar por formas mais efetivas de agir.

Ir ao supermercado – Em vez de simples necessidade de abastecimento do lar, essa atividade passa a ser encarada como o ponto final de uma vasta rede de distribuição que liga a produção de milhares de pessoas ao seu bairro. Comprar conscientemente é também admirar-se com a abundância de mercadorias e exercitar o discernimento – selecionando, por exemplo, produtos orgânicos ou que não agridam o meio ambiente.

Educar os filhos – A tendência a impor restrições constantes à criança cede espaço para a percepção de suas facetas positivas, como solucionar problemas aparentemente além de sua capacidade ou partilhar brinquedos com os colegas sem ser instruída a isso.

Descobrir a espiritualidade no dia a dia significa ter muito mais recursos para equilibrar-se e mudar o futuro pessoal. A vida seguirá com êxitos e fracassos, mas a mente aprende, sem entrar em desequilíbrio, a extrair lições de todas as situações.

“Em tudo que uma pessoa faz é possível criar e manter um estado de ser que reflete nosso verdadeiro destino”, observa Karlfried Graf von Dürckheim no livro “Daily Life as Spiritual Exercise”. “Quando essa possibilidade é posta em prática, o dia comum não é mais comum. Ele se torna uma aventura do espírito.”

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E se a vida não fosse um só livro?

Comparam a existência humana a muitas coisas.

Já a igualaram a uma estrada. Outros a mostraram similar a uma grande viagem. Alguns a fizeram parecer a escalada de uma montanha exuberante.

Há aqueles que dizem que a vida é um grande livro, uma autobiografia que vamos escrevendo desde o momento em que nascemos.

Curiosa comparação. Imaginemos mesmo se a vida pudesse ser igualada a uma obra literária, dessas bem espessas. Nas primeiras páginas os primeiros anos e nas últimas os derradeiros.

Páginas de dor, páginas de alegria. Páginas de conquistas, páginas de frustrações. Páginas de sacrifício, páginas de recompensa. Todas estariam registrando ipsis literis o que vivemos, sentimos e fizemos.

Um único livro. Uma única existência.

Ampliemos um pouco mais essa visão, pensando fora da caixa: E se a vida não fosse apenas um livro? E se a existência do Espírito fosse uma biblioteca inteira?

Sim, se nossa história fosse contada por dezenas, centenas de livros que vão sendo armazenados num grande salão repleto de estantes majestosas.

Cada nova vida, cada nova encarnação, um novo livro. Os livros mais recentes terão sempre relação com os antigos. Quando iniciamos um novo, teremos impressão que se trata do primeiro, porém será apenas mais um.

Isso explicaria muitas coisas, como por exemplo nossas habilidades inatas, nossas tendências, as dificuldades que temos, o fato de alguns nascerem em meio a facilidades e outros com tantas carências.

Isso porque o que escrevemos nos livros anteriores foi uma espécie de semeadura, um prefácio para essa nova obra. Os livros antigos guardarão sempre relação com os novos.

Falemos claramente: somos seres imortais e de muitas encarnações, muitas experiências.

Provavelmente, não nos recordemos disso, talvez não tenhamos acesso a tais lembranças neste momento, pois a Providência Divina é muito sábia e quis que cada novo livro tivesse esse frescor de renovação, de nova oportunidade.

Quando precisar lembrar ou ter acesso a essas lembranças, recordaremos.

Importante é saber que nossa vida é muito maior do que apenas a história que estamos escrevendo agora. Que no momento estamos colhendo o que plantamos, e que estamos, diariamente, semeando o futuro.

Pensemos nisso quando estivermos diante de qualquer decisão, das nossas escolhas importantes, daquilo que queremos para nós, de agora em diante.

Interessante é saber que todos estamos nesse mesmo processo. Tanto nossos amores como nossos adversários.

Assim, amemos. Amemos cada vez mais e melhor, pois o amor jamais será perdido e nunca perdemos ninguém.

Também perdoemos, nos reconciliemos o quanto antes, pois se não for agora, será no próximo volume de nossa coleção de encarnações.

Continuemos escrevendo uma bela história, repleta de alegria e de amor ao próximo.

Que ela tenha muitos personagens e que possamos ser luz na vida de todos eles.

Que mesmo nos parágrafos de dificuldades possamos nos lembrar que logo mais chegarão novas páginas, novos capítulos e também novos livros.

Redação do Momento Espírita. Em 3.4.2020.

Quarentena e autoconhecimento

Nada de corrida no parque, ida à academia, conversa com os amigos no trabalho, cinemas ou shows. Almoço com a família que mora em outra casa, então, nem pensar. O isolamento provocado pela pandemia do coronavírus já provocou mudanças no cotidiano de todos. Ali ou aqui, um pouco mais ou um pouco menos, não existe quem não tenha se readaptado à rotina.

Em outras épocas, o sábado e o domingo, os feriadões, eram sinônimo de alegria e de lazer para muitos, uma pausa no dia a dia apressado entre compromissos e trabalho. Mas agora que o isolamento tornou-se compulsório e de segunda a segunda-feira a ordem é ficar em casa é preciso recorrer à criatividade para manter a saúde mental.

Se a clausura inclui outros familiares, quem sabe não é o momento para aquela conversa demorada, com olho no olho e total disponibilidade. Acolher e escutar de forma integral. Recuperar relações que podem estar desalinhadas.

A tecnologia também pode colaborar. Mandar mensagens, enviar áudios ou usar vídeos para conversar contribuem para quebrar a rotina e fazer com o que a outra pessoa se sinta menos solitária. Quem mora só, nesse período de pandemia, pode ficar as 24 horas do dia sem falar uma única palavra, sem escutar até a própria voz. Um como vai você pode demonstrar toda solidariedade, carinho e empatia.

Por outro lado, os profissionais de saúde alertam que passar horas e horas nas redes sociais, numa ciranda de excesso de informações, pode favorecer a angústia, a sensação de incerteza e o aumento das preocupações.

O estímulo para a prática da resiliência tem sido comum. Quanto tudo passar, a reflexão sobre as relações pessoais pode vir como saldo positivo. Uma espécie de arrumar a casa e a mente, num processo de reorganização que pode levar à ressignificação. A reclusão também pode ser usada para o bem. A introspecção e o silêncio fazem parte do autoconhecimento, vital para sabermos o que realmente é importante para cada um de nós.

Leila - CVV Brasília

Como a esperança pode manter você mais saudável e feliz em tempos de vírus

Manter e aumentar a esperança, sobretudo em épocas de grande crise como esta provocada pelo coronavírus, é fundamental para garantir saúde e bem-estar; para isso, algumas sugestões essenciais são passadas a seguir

A esperança pode se corroer quando percebemos ameaças ao nosso modo de vida, e hoje em dia existem muitas por aí. À medida que envelhecemos, podemos enfrentar uma perda trágica ou doença crônica. Enquanto assistimos às notícias, vemos nosso sistema político polarizado, irremediavelmente trancado no caos. 

Quando não há esperança – quando as pessoas não conseguem imaginar o fim desejado de suas lutas –, elas perdem a motivação para perseverar. Como professor emérito da Virginia Commonwealth University, estudei a psicologia positiva, o perdão, o bem-estar e a ciência da esperança por mais de 40 anos. 

O que é esperança?

Em primeiro lugar, esperança não é o otimismo à la Poliana – a suposição de que um resultado positivo é inevitável. Em vez disso, a esperança é uma motivação para perseverar em direção a um objetivo ou estado final, mesmo que sejamos céticos quanto à probabilidade de um resultado positivo. Os psicólogos nos dizem que a esperança envolve atividade, uma atitude positiva e uma crença de que temos um caminho para o resultado desejado. A esperança é a força de vontade para mudar e o poder do caminho para provocar essa mudança.

Com adolescentes e adultos jovens ou de meia-idade, a esperança é um pouco mais fácil. Mas para adultos mais velhos, é um pouco mais difícil. Envelhecer geralmente significa enfrentar obstáculos que parecem inflexíveis – como problemas recorrentes de saúde ou financeiros ou familiares que simplesmente não parecem desaparecer. A esperança para os idosos tem que ser “persistente”, perseverante, uma “esperança madura”.

Como construir esperança

Agora as boas notícias: Pesquisadores de um programa da Universidade Harvard (EUA) - Human Flourishing Program- , publicado recentemente, examinaram o impacto da esperança em quase 13 mil pessoas com idade média de 66 anos. Eles descobriram que aqueles com mais esperança ao longo da vida tinham melhor saúde física, melhores comportamentos de saúde, melhor apoio social e uma vida mais longa. A esperança também levou a menos problemas de saúde crônicos, menos depressão, menos ansiedade e menor risco de câncer.

Portanto, se manter a esperança no longo prazo é tão bom para nós, como a aumentamos? Ou criamos esperança, se for caso de MIA [metamemória de idade adulta, um dos instrumentos mais utilizados para medir traços individuais de metamemória]? Aqui estão minhas quatro sugestões:

😊 Participe de um discurso motivacional – Ou veja, leia ou ouça alguém online, através de YouTube, blog ou podcast. Isso aumenta a esperança, embora geralmente esse efeito seja de curta duração. Como você pode construir uma esperança de longo prazo?

😊 Interaja com uma comunidade religiosa ou espiritual – Isso funcionou por milênios. Em meio a uma comunidade de adeptos, as pessoas obtiveram forças, encontraram a paz e experimentaram a elevação do espírito humano, apenas sabendo que existe algo ou alguém muito maior que eles.

😊 Perdoe – Participar de um grupo de perdão ou completar um livro de exercícios de perdão cria esperança, dizem os cientistas. Também reduz a depressão e a ansiedade e aumenta (talvez isso seja óbvio) sua capacidade de perdoar. Isso é verdade mesmo com rancores de longa data. Pessoalmente, descobri que perdoar alguém com sucesso fornece uma sensação de força de vontade e poder de mudar.

😊 Escolha um “herói da esperança” – Algumas pessoas mudaram a história. Nelson Mandela sofreu 27 anos de prisão, mas perseverou em construir uma nova nação. Franklin Delano Roosevelt trouxe esperança a milhões por uma década durante a Grande Depressão. Ronald Reagan trouxe esperança a um mundo que parecia atolado para sempre na Guerra Fria. Em seu quarto discurso no Estado da União: “Hoje à noite falei de grandes planos e grandes sonhos. São sonhos que podemos realizar. Duzentos anos de história americana deveriam ter nos ensinado que nada é impossível.”

Independentemente do quanto tentemos, não podemos eliminar as ameaças à esperança. Coisas ruins acontecem. Mas existem os pontos finais da esperança persistente: nos tornamos mais saudáveis ​​e nossos relacionamentos ficam mais felizes. Podemos alcançar essa esperança, aumentando nossa força de vontade, reforçando nossa persistência, encontrando caminhos para nossos objetivos e sonhos e procurando heróis da esperança. E apenas talvez, um dia, nós também possamos ser heróis assim.

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quinta-feira, 2 de abril de 2020

02 de Abril - Dia Internacional do Livro Infantil

Data destinada ao incentivo e conscientização da importância desde gênero literário para a formação de novos leitores.

Ninguém nasce sendo um leitor. Por isso, o incentivo ao hábito da leitura tem que começar desde os primeiros anos de vida da criança, e a literatura infantil é a porta de entrada para isso.

A literatura infantil também é uma poderosa ferramenta de aprendizado, não apenas a nível de conhecimentos, mas principalmente de valores morais e éticos.


O dia 2 de abril foi escolhido para ser o Dia Internacional do Livro Infantil por ser a data de nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.

Hans Andersen foi o primeiro escritor a adaptar antigas fábulas para o público infantil, incluindo importantes lições de moral nas entrelinhas. Dentre as principais obras do autor está “O Patinho Feio”, “A Pequena Sereia”, “A Roupa Nova do Rei”, entre outros contos.

A iniciativa para a criação do Dia Internacional do Livro Infantil foi do Concelho Internacional sobre Literatura para Jovens – IBBY, que comemoram esta data desde 1967.

Anualmente, um país é escolhido para ser o patrocinador do Dia Internacional do Livro Infantil. Esse país escolhe um tema e um autor ou autora importante para escrever uma mensagem. Além disso, um ilustrador ou ilustradora de renome também é escolhido(a) para fazer um pôster. O Brasil foi o patrocinador do Dia Internacional do Livro Infantil em 2003 e 2016.

Em 2003, a mensagem foi escrita pela autora Ana Maria Machado, com o tema “O mundo em uma rede encantada”. O pôster foi feito pelo ilustrador Rafael Fabrice Yockteng Benalcázar. Em 2016, a mensagem teve a autoria da escritora Luciana Sandroni, com o tema “Era uma vez”, e o pôster foi feito pelo ilustrador e escritor Ziraldo.

Calendarr e Brasil Escola

02 de Abril - Nascimento de Chico Xavier

Francisco Cândido Xavier, mais conhecido como Chico Xavier, nasceu em Pedro Leopoldo, MG, dia 02 de abril de 1910.

Médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do Espiritismo. Seu nome de batismo, Francisco de Paula Cândido, em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, foi substituído pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier logo que publicou os primeiros livros, mudança oficializada em abril de 1966, quando chegou da sua segunda viagem aos Estados Unidos.

Chico Xavier psicografou mais de 450 livros, tendo vendido mais de 50 milhões de exemplares e sendo o escritor brasileiro de maior sucesso comercial da história, mas sempre cedeu todos os direitos autorais dos livros, em cartório, para instituições de caridade.

Também psicografou cerca de dez mil cartas, nunca tendo cobrado algo ao destinatário. Seus empregos foram vendedor, tecelão e datilógrafo.

O legado do médium ultrapassa as barreiras religiosas e ele é reconhecido como o maior "líder espiritual" do Brasil, sendo uma das personalidades mais admiradas e aclamadas no país e ressaltado principalmente por um forte altruísmo.

Chico recebeu várias homenagens e honrarias. Em 1981 e 1982 foi indicado ao prêmio Prêmio Nobel da Paz, tendo seu nome conseguido cerca de 2 milhões de assinaturas no pedido de candidatura; em 1999 o Governo de Minas Gerais instituiu a Comenda da Paz Chico Xavier; e em 2012 ele foi eleito O Maior Brasileiro de Todos os Tempos, em um concurso homônimo realizado pelo SBT e pela BBC, cujo objetivo foi "eleger aquele que fez mais pela nação, que se destacou pelo seu legado à sociedade".

Wikipedia

Canal do Youtube disponibiliza espetáculos espíritas!

Aberto dia 29 de março de 2020, o canal chamado Teatro Espírita, com mais de 14 mil inscritos já, disponibiliza vídeos de conteúdo espírita.

Ainda com apenas três publicações o canal se descreve assim: "Bem vindo ao Canal TEATRO ESPÍRITA, aqui você irá encontrar espetáculos de conteúdo espírita além de promoções e informações sobre as produções em cartaz no Brasil.

Queremos oferecer o melhor conteúdo para que você fique por dentro da Arte e Espiritismo"


quarta-feira, 1 de abril de 2020

01 de Abril - Fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas

A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas foi o primeiro centro espírita oficialmente legalizado no mundo, fundada em 1 de abril de 1858, por Allan Kardec, que foi escolhido presidente por aclamação, com sede em Paris, França. Como o próprio nome indica, o objetivo da instituição era estudar o Espiritismo e pesquisar os fenômenos mediúnicos, conforme o primeiro artigo de seu regulamento:

"A Sociedade tem por objeto o estudo de todos os fenômenos relativos às manifestações espíritas e suas aplicações às ciências morais, físicas, históricas e psicológicas".

Contava com a colaboração de vários médiuns, pelos quais seus membros interagiam com os Espíritos comunicantes, tendo São Luís como o patrono espiritual de seus trabalhos.

O seu lançamento foi notificado na Revista Espírita, edição de maio de 1858.

Em carta, Allan Kardec pediu autorização para a fundação do primeiro Centro Espírita do mundo:

"Ao Sr. Prefeito de Polícia da cidade de Paris. Sr. Prefeito: Os membros fundadores do Círculo Parisiense de Estudos Espíritas, que solicitaram junto a vós a autorização necessária para constituir-nos em Sociedade, temos a honra de pedir-vos que consintais permitir-nos reuniões preparatórias, enquanto esperamos a autorização regular. Com o mais profundo respeito, Sr. Prefeito, tenho a honra de ser vosso muito humilde e muito obediente servidor".

H. L. D. Rivail, dito Allan Kardec.

Rua dos Mártires nº 8

Site Autores Espíritas Clássicos

Qual a importância do evangelho no lar nos dias atuais?

Estamos passando por momento difíceis devido a pandemia do coronavírus, porém, não podemos desanimar, devemos ter fé e precisamos estar em conexão com a espiritualidade superior. E o evangelho no lar nos permite criarmos esta conexão. 

Qual a importância do evangelho no lar nos dias atuais?

Sabemos que o evangelho diz respeito a uma reunião fraterna, que tem como objetivo reunir famílias, amigos, em volta dos ensinamento de Cristo à luz da doutrina espírita. Entretanto, devido ao momento que estamos vivendo, reúna seus familiares para realizar a leitura do evangelho. Lembre-se que você também pode fazer sozinho. 

Para completar, lembre-se também que através do evangelho no lar é possível atingir o coração de todos, além de, estreitar a ligação com a espiritualidade. Transformando assim, o ambiente (seja ela qual for) em postos de luz, socorro, paz, para todos aqueles que habitam e frequentam. 

Como fazer o evangelho no lar?


Escolha um dia da semana e um horário para realizar o estudo, que dura em média de 20 a 30 minutos. 



Inicie o estudo com uma prece para harmonizar o ambiente



Leia o capítulo da obra “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, debata com os participantes e finalize o estudo com uma prece. 



O Evangelho no Lar fortalece os corações para enfrentarmos as adversidades da vida com mais confiança. Por isso, realize todas as semanas!


Site Rádio Boa Nova