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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Depressão e Obsessão: Duas Faces De Uma Doença Espiritual

Como um dos maiores problemas da atualidade podemos apontar a depressão, estado esse pelo o qual o indivíduo perde o interesse e a vontade pelas coisas da vida, trazendo assim vários desajustes emocionais para o ser humano. Em muitos dos casos observados de depressão os acometidos não sabem dizer o porquê de sua falta de interesse pela vida, não podendo assim chegarmos a origem que desencadeou tal processo.

A obsessão segundo os ensinamentos repassados por Allan Kardec é o domínio que alguns espíritos adquirem sobre certas pessoas, é praticado por espíritos inferiores que procuram dominar o obsediado, é a ação persistente que um espírito exerce sobre um indivíduo. Pode apresentar características muito diversas, desde a simples influência moral sem maiores sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais.

Ambos processos, podemos dizer que geralmente tem seu gatilho gerador no afastamento da criatura de seu criador e suas leis. A benfeitora Joanna de Ângelis nos ensina em sua obra “Entrega-te a Deus”, que em todos os casos de depressão ocorre o fenômeno da obsessão, sendo este a causa primária ou não.

Analisando os conhecimentos espíritas podemos definir que, a depressão gerada por uma possível obsessão é aquela em que o espírito obsessor ao qual geralmente fomos o terrível algoz do passado ainda nos vê como a época em que o prejudicamos e procura esse a justiça através da vingança. Já quando desenvolvemos a depressão sem o fenômeno da obsessão como sendo causa primária, acabamos em determinado momento atraindo para nós mesmos o espírito obsessor, através da faixa mental que nos encontramos criando assim afinidade com esse espírito, que na maioria das vezes é mais sofredor do que mal.

Uma vez sintonizado com essas entidades desencarnadas passamos a viver como em estado de simbiose com esses espíritos, que descarregam toda sua faixa vibracional ruim em nosso corpo mental, nos impondo assim um estado de escravidão mental, reduzindo em muitas das vezes nossas forças de nos vermos livres saudavelmente de tais perturbações. Procuramos assim meios mais fáceis de nos libertarmos desse sofrimento, seja pelo isolamento ou até mesmo recorrendo ao suicídio onde a mente doente acha que matando o corpo se verá livre do problema, tal é o poder de controle dessas entidades sobre a mente humana que até mesmo espiritas com conhecimento doutrinário recorrem ao ato de matar o corpo alegando que com elas será diferente.

Como apoio ao tratamento da depressão, aliando-se ao atendimento por profissionais especialistas na área psicológica, vemos a importância na mudança da faixa mental que se encontra o indivíduo quando acometido por tal, como também a busca pelo conhecimento e reflexão das leis divinas, principalmente as leis de justiça, amor e caridade como sendo diretriz de vida. Entender que os problemas do caminho não são punições que Deus nos manda, mas sim encararmos como oportunidades de evolução pessoal, devemos nos matricular a sermos aprendizes do Cristo na escola da vida, vivendo de acordo com as leis de Deus, buscando a fé consciencial e raciocinada. Não basta só conhecermos as leis mas sim, buscarmos refleti-las e compreendê-las em nossa consciência, pois como nos traz Kardec na questão 621 do livro dos espíritos, quando pergunta: “Onde está escrito a lei de Deus?” e os benfeitores respondem: “Na consciência”. Para logo após essa parte do processo colocarmos essas leis em prática nas nossas vidas. Mesmo sendo duro e difícil o acometido deve buscar se ver não como sendo somente a vítima, mas também como o principal responsável por sua cura, estimulando a fé em Deus e em si mesmo. Lembremo-nos o que o mestre Jesus falava sempre logo após os milagres como maneira de estimular a fé naqueles que haviam sido curados, Jesus sempre apontava que a fé do indivíduo foi a responsável pela salvação, jamais ressaltou que havia sido ele quem havia os curados, lembremos algumas passagens:

“ E lhe disse, filha a tua fé te salvou; vai te em paz e te verás livre do teu mal.” Marcos:10,52.

“ Mas Jesus disse a mulher, a tua fé te salvou, vai-te em paz.” Lucas: 7,50.

Extenso e preocupante demais é o assunto, seria egoísmo de nossa parte querer tratar o assunto em apenas algumas linhas, como também não podemos de deixar de salientar a importância da busca por ajuda especializada por profissionais da psicologia e psiquiatria. Viemos através deste texto mostrar e despertar a responsabilidade de que nós somos co-criadores com Deus e que nossa mente co-criadora é peça fundamental no nosso sucesso ou fracasso.

Apontamos nossas direções em busca da fé racionalizada que pode ser encarada frente a frente com todos os problemas com o crivo da razão, a fé racionalizada e consciencial que nos dá a confiança para amar e confiar em Deus que é causa primeira de todas as coisas, sabedoria infinita, soberanamente justo e bom e que mesmo as coisas que aos nossos olhos estão totalmente erradas aos olhos do pai estão sobre o controle dele. Saibamos seguir a Jesus que é o caminho, a verdade e a vida, que possui o fardo leve e o jugo suave.

Deivid Machado, publicado no site Espiritismo na Rede

sexta-feira, 8 de março de 2019

As brechas para a obsessão espiritual em sua vida

O início das grandes obsessões é semelhante à pequenina brecha no açude que por vezes não passa de pedra desconjuntada ou de fenda oculta.

Os desequilíbrios da alma começam igualmente de quase nada, principalmente por atitudes e sentimentos aparentemente compreensíveis, mas que, em muitas ocasiões, se deslocam no rumo de ásperas consequências.

Desconfiança.

Dúvida.

Irritação.

Desânimo.

Ressentimento.

Impulsividade.

Invigilância.

Amargura.

Tristeza sem nexo.

Grito de cólera.

Discussão sem proveito.

Conversa vã.

Visita inútil.

Distração sem propósito.

Na represa, ninguém pode prever os resultados da brecha esquecida.

No caso da obsessão, porém, que, no fundo, se define por assunto de consciência, é imperioso que todos nós venhamos a reconhecer que, em toda e qualquer crise de fome, não é o pão que procura a boca.

Chico Xavier & Albino Teixeira. Livro: Ideal Espírita. Lição nº 97. Página 227, postado no site Chico de Minas Xavier

sexta-feira, 1 de março de 2019

Vícios ocultos

Sempre relacionamos a imagem de que o vício no álcool,  no cigarro, no sexo desregrado entre outros que também nocivos à saúde, são convidados e anfitriões para obsessão.
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Espíritos sofredores, presos ao vício na matéria buscam sentir através de emanações fluídicas, as sensações impressas no encarnado, que acaba se tornando "vítima" do que conhecemos por vampiros espirituais.
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Onde existe a possibilidade de encontrar o objeto de seus desejos materiais, estes espíritos se fixam para compartilhar das emanações fluídicas do ambiente.
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Mas, isso acontece também através da simbiose de ideais dos que se ligam pela mesma frequência de pensamentos.
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Portanto, aquele que se compraz na desgraça alheia também convida irmãos sofredores para seus banquetes espirituais de explorar as dores humanas com desdém e sarcasmo.
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Aquele que ignora a indulgência e faz questão de explorar e divulgar o erro alheio também o faz procurando indiretamente confrades mesquinhos que se interessam pela mesma temática.
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Vangloriar-se perante o próximo humilde, clama a presença de espíritos estacionados na escala evolutiva que desde épocas remotas reinavam grandes dinastias e ainda hoje não compreenderam o verdadeiro valor é o mais humilde.
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Nem todos os vícios estão classificados como tais, assim como as formas de atrair companhias nocivas ao nosso redor.
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Evite consórcios simbióticos com energias que não irão te auxiliar e que você não conseguirá auxiliar também.

Fonte perfil do Instagram Fraternidade e Esperança

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Sozinho? Curta-metragem espírita sobre obsessão e alcoolismo

A TV Mundial de Espiritismo criou um filme muito bem elaborado, do tipo curta-metragem, mostrando como funciona a obsessão em casos de uso de bebidas alcoólicas.

Trata-se de uma ilustração contundente do que lemos nos livros espíritas e vale como reflexão, não somente para os alcoólatras mas também pra quem faz uso social do álcool, cujo efeito abre brechas para as ações das trevas.

Na animação vemos os espíritos obsessores se reunindo a fim de analisar as más tendências do personagem principal e a atuação das entidades estimulando-o a ingerir etílicos. Na terceira parte, temos uma prova do poder da prece como defesa e tratamento.

Veja em duas partes:




Fonte: Blog do Livro Espírita