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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

A morte nas religiões

O site Gospel Prime publicou um artigo com explicação da morte e seu entendimento nas diversas religiões que temos hoje. Achei interessante e posto alguns trechos aqui justamente porque trata-se de um site que segue uma determinada religião / doutrina e, ainda assim, aborda outras tantas... Aqui vemos que a informação, o respeito por outras religiões, imperou. Vamos lá:

"A morte é a única certeza que o ser humano tem. A importância do tema tornou-se mundial devido à pandemia da covid-19 que o planeta atravessa. No mundo, são 1.844.153 mortes pela doença. Na Índia, são 149.649 mortos. A Índia ocupa o segundo lugar na lista mundial de mortes, atrás somente dos Estados Unidos, que tem 351.652 mortos. Os números são até 4 de janeiro de 2020, data de fechamento deste artigo.

A interpretação da morte acontece de maneira diferente em cada religião.

(...) vamos entender como o espiritismo explica o fim da vida. A morte é assunto atual. Muitas famílias no mundo choram hoje a perda de parentes e amigos por causa da covid-19. Diante da dor e do luto, é importante entender a explicação dos seguidores sobre o tema.

“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, psicografado por Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, publicado há 157 anos, diz que as pessoas morrem, deixando a Terra, para mundos mais felizes, quando estão curadas de suas enfermidades morais. A morte, longe de ser entendida como pavor e como o horror da decomposição, é vista como uma transformação feliz.

Como acontece essa transformação de acordo com o espiritismo? A morte física é o início do processo da desencarnação e posterior reencarnação. Filosoficamente falando, a morte pode ser comparada ao pôr do sol que representa, ao mesmo tempo, o nascer do sol em outro local. A morte é o fim do corpo físico e o início de outro ciclo de vida. Se a vida e a alma existem depois da morte, então a morte é explicada como sendo um bem para a alma porque esta exerce melhor a sua atividade sem um corpo.

O entendimento da desencarnação é uma mudança de plano segundo a crença espirita. É como uma pessoa que se muda de uma  cidade para outra. É um fenômeno natural que ninguém pode evitar. A vida verdadeira não é a que a pessoa vive neste mundo, mas a espiritual. A vida espiritual é a vida normal do espírito. A vida terrestre é passageira. O corpo terrestre é somente um revestimento temporário do espírito."

Sobre a existência do livre-arbítrio "(...) Entendem que Deus deu livre arbítrio para as pessoas para que cumprissem a lei da evolução. Entendem que as decisões que as pessoas tomam nesta encarnação são lições que aprendem depois da vida. Os espíritas dizem que fazem diversas atividades no plano espiritual até estarem prontos para a outra reencarnação. No plano espiritual, os espíritas acreditam que reconhecem e trocam experiências com as pessoas que fizeram parte de suas vidas. desde que estejam em frequência igual."

A matéria é extensa, deixei aqui os trechos principais. Interessados é só entrar no site Gospel Prime (aqui).

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Qual o poder das escolhas?

Qual o poder das escolhas? Você sabia que podemos influenciar outras pessoas e até mesmo um ambiente?

Nós passamos o tempo todo fazendo escolhas, e são elas que vão moldando os caminhos da Humanidade, desenhando trajetórias. A partir disso, a doutrina espírita nos ensina que este poder de escolha, de decidir pela razão nós dá o chamado livre – arbítrio.

Portanto, as escolhas que fazemos ao longo da vida são frutos desse livre-arbítrio. E ainda, muitas delas aparecem no modo de pensar, de agir, no momento.

Para completar, Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, nos ensina que os homens escolhem qual o melhor caminho, a partir de experiências que foram adquiridas ao longo de sua jornada. Ou seja, ele tem o livre-arbítrio para escolher se ele quer ir pelo caminho do bem ou do mal.

E esta liberdade de escolha gera as consequências que vemos hoje em dia. E ainda, como foi dito acima nós podemos influenciar pessoas e ambientes. Como? através dos nossos exemplos, das nossas ações. As nossas escolhas dizem muito sobre os nossos valores.

Deus deixa ao homem a escolha do caminho”, porque se fossemos destituídos do livre arbítrio não conheceríamos os méritos do Bem praticado e muito menos nos sentiríamos responsáveis pelo mal feito. Portanto, as nossas escolhas guardam em si, um grande potencial transformador. (O Livro dos Espíritos, questão 634)

Caso estejamos com alguma dúvida sobre o que decidir, temos que pensar:

Qual a melhor escolha? Qual o impacto que irá causar?


Ainda na dúvida faça uma prece, peça ajuda aos mentores espirituais, a espiritualidade superior, afinal:


“Deus lhe envia os bons Espíritos para assisti-lo. É um socorro jamais recusado quando é pedido com sinceridade.” (O Livro dos Espíritos, questão 314)

Para finalizar, lembre-se que as escolhas podem ser transformadores, elas significam mudanças tanto de reforma íntima como coletiva. E ainda, para cada ato praticado existe uma responsabilidade adquirida. Pense, reflita, antes de tomar qualquer decisão.

Site da Rádio Boa Nova com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Inteligência

Hoje, o espírita Pedro Neves explica o que é a inteligência. Segundo ele, em última análise, este dom que só os seres humanos têm serve para que separemos o bem do mal. Assista ao vídeo e saiba mais sobre a inteligência na visão do Espiritismo:



Pedro Neves é Consultor de Negócios, diretor de Divulgação da União das Sociedades Espiritas Intermunicipal de Jundiaí(USE)

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A Responsabilidade e o livre-arbítrio

A Responsabilidade que temos por nossos atos coloca um certo peso nas escolhas, no nosso livre-arbítrio. O psicólogo e comunicador Ildo Rosa refletiu sobre essas questões no programa Café com Cristo, transmitido pela Rádio Boa Nova.

Ildo Rosa reflete a princípio sobre a responsabilidade que temos perante a vida e a sociedade. Ele reflete sobre nosso comportamento com pessoas próximas, família. Mas, também somos responsáveis espiritualmente por nossas escolhas atitudes. 

O comunicador continua também os estudos da obra “Caminho, Verdade e Vida”, com o capítulo 82, Madeiros Secos. Ele faz assim a leitura de Lucas, capítulo 23, versículo 31, e ainda a análise de Emmanuel sobre o tema. 

“Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco?”
Jesus. (LUCAS, capítulo 23, versículo 31.)

Somos responsáveis por nossos pensamentos, palavras e ações, direta e indiretamente. Entretanto nosso livre-arbítrio nos proporciona algo além do imaginário de liberdade que quase sempre permeia na ideia de liberdade. 

Possuímos assim a possibilidade de escolha. E encontramos, portanto, um cenário perfeito para exercitarmos nossa racionalidade e conhecimentos. Essas experiências nos proporcionam crescimento espiritual. 

Entretanto, é certo os erros durante esse processo de aprendizado e a responsabilidade sobre eles. Será necessário compreendê-los, absorver os aprendizados e a partir desse conhecimento, agir de forma assertiva. 

Não podemos colocar nesse processo de compreensão e aprendizado do livre-arbítrio e da responsabilidade um peso excessivo. É necessário equilíbrio, razão e principalmente o autoperdão para obter o crescimento espiritual. Somos seres ainda em evolução, errar é natural para podemos aprender, mas é válido lembrar que somos responsáveis, tanto pelos erros como pelos acertos. 

Fonte: Site da TV Mundo Maior

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Reencarnação e Autismo

Algumas teses espiritualistas relatam que o comportamento autista é decorrente do fato de o ser extrafísico não ter aceitado sua reencarnação. Em O livro dos espíritos, na Questão 355, é ensinado que a aliança do espírito ao corpo não é definitiva, porquanto os laços que o prendem ao corpo são muito fracos, podendo romper-se por vontade da individualidade espiritual, recuando diante da prova que escolheu.

Portanto, o espiritismo instrui que, nos casos de não aceitação da reencarnação, mediante o seu livre-arbítrio, a entidade se retira e acontece um aborto, denominado, pela ciência, de espontâneo.

Aparência enganadora

Os déficits cognitivos severos, associados às profundas alterações no inter-relacionamento social, caracterizam o autista, apresentando uma forma de identificação profundamente diferente, resultante do mau uso das faculdades intelectivas, em existências anteriores, quando errou, exatamente, na dissimulação das emoções, estabelecendo relações afetivas baseadas no engodo, no fingimento, para manter suas posições sociais abastadas, no campo do poder social e, principalmente, na vigorosa sedução sexual.

Utilizou o disfarce, a aparência enganadora, cobrindo com uma máscara psicológica a sua verdadeira personalidade, representando uma personagem falsa, enganando os circunstantes para auferir vantagens.

Quantos indivíduos, exercendo cargos religiosos, políticos, militares e policiais, sem a preocupação de ajudar o próximo, assoberbados de vantagens pessoais, preocupados apenas com o seu próprio bem-estar, apresentam-se como falsos líderes, ludibriando a muitos, mas não conseguindo enganar a si próprios.

Desprovido de controle

Na Parábola dos Talentos, Jesus alude aos que usaram seus dons, atributos, sem benefício para os semelhantes e, atormentados, posteriormente, pelo remorso, refletem um sofrimento que parece não ter fim (imagem simbólica do fogo eterno), recebendo a sentença que ressoa nos refolhos mais íntimos da consciência: “até o pouco que têm lhes será tirado”.

O indivíduo autista representa alguém necessitado de muita atenção, carinho e amor, vindo ao mundo físico em uma reencarnação essencialmente expiatória, totalmente desprovido do controle de suas emoções e com prejuízo acentuado na interação social.

Não desenvolve relacionamento eficaz com seus pares e revela fracasso marcante no contato visual direto, na expressão facial, na postura corporal, na tentativa espontânea de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas.

Está agora sujeito às consequências de seus atos impensados do pretérito. De tanto não conceder o devido respeito às pessoas e de não conceber que os seres pensam e têm sentimentos, retorna com déficit e prejuízo da empatia, com intensa dificuldade de construir vínculos, sem se sentir atraído pelas pessoas e sem interesse em tentar falar, considerando o rosto humano muito complexo, confuso e difícil de olhar.

No pretérito, a todo o custo, buscava a fama, a glória, o entusiasmo dos aplausos, o ardor dos cumprimentos e abraços; hoje, com aparência desorientada devido a uma expressão sem emoção, vivencia experiências caóticas, com dificuldade imensa de estar fora do seu casulo particular, principalmente quando ouve o ruído de um grupo de pessoas, causando acentuada confusão nos seus sentidos, sem saber distinguir os estímulos e, muitas vezes, aguçada dificuldade em relação à sensibilidade tátil, sentindo-se sufocado com um simples aperto.

Redenção espiritual

Deus, essencialmente o amor, proporciona ao indivíduo imortal, diante da Eternidade, a oportunidade da redenção espiritual.

Quando retornar à dimensão extrafísica, apresentar-se-á curado, sem mais o remorso lhe assenhoreando o íntimo, vivenciando a paz e agradecendo a valiosa oportunidade dispensada, a si próprio, de agora poder valorizar a utilização dos dons da comunicação e o ta‑ lento do carisma, visando o bem-estar do próximo e o seu próprio crescimento espiritual.

A chance de ter tido uma existência difícil, quando se entretinha, enfileirando brinquedos e objetos, particularmente, pauzinhos, caixinhas, peças coloridas para encaixe, despertou dentro de si o potencial da humildade.

Captando paulatinamente as vibrações amorosas de seus pais, familiares, amigos e abnegados terapeutas, assimilando-as intensamente, a carapaça da empáfia desabou e descobriu em plenitude o amor. Afinal, todos os filhos de Deus são herdeiros do Infinito e estão ainda iniciando sua jornada evolutiva no rumo das moradas grandiosas e incomensuráveis do Universo.

Texto publicado no Blog Espiritismo na Rede

quarta-feira, 20 de março de 2019

A felicidade traz saúde, comprova estudo. E o que é preciso para ser feliz

Os felizes ficam menos doentes. E a condição não está associada a dinheiro, mas a fatores, como ser altruísta, aprender a perdoar e ter religião

A felicidade é um fator fundamental para a manutenção da saúde e prevenção de doenças, revela levantamento inédito realizado pela empresa de pesquisa CVA Solutions. O trabalho mostrou que 67% dos entrevistados que se dizem muito felizes afirmam ter saúde boa ou excelente, independentemente da idade.

Felicidade, saúde e prevenção

De acordo com a pesquisa, entre os participantes que se afirmaram felizes, 40% tem Índice de Massa Corpórea (IMC) normal e 51% praticam atividade físicas pelo menos três vezes por semana. A felicidade também está associada à prevenção: 64% dessas pessoas visitam algum médico regularmente e 14,4% participam dos programas de prevenção. Mais dados importantes: 73% dos entrevistados “felizes” não têm doenças crônicas – apenas 7,8% são hipertensos -, e esperam viver até os 91 anos, bem mais do que a expectativa média de vida do brasileiro, que é de 75,8 anos.

Os resultados também apontam que os indivíduos mais felizes são do sexo masculino (31,5%), sendo também os que apresentam mais saúde e bem estar (41,7%). Entre as pessoas acima dos 56 anos, saúde e felicidade estão conectadas: 50,5% e 36,6%, respectivamente. Já entre os jovens, a saúde é mais predominante (42,1%) do que a satisfação com a vida (30,9%).

O que traz felicidade?

Uma pesquisa realizada em 2016,  pela própria CVA Solutions  mostrou que a felicidade está associada a uma série de fatores, como o estabelecimento de objetivos de vida (assim como atingi-los), praticar atividades físicas, ser altruísta, ter atitudes mentais positivas, como aprender a perdoar o próximo e ser otimista, por exemplo; assim como ter uma religião. “Existe uma série de atitudes e comportamentos, da maneira como se encara a vida que trazem mais felicidade. Ao observar essas pessoas percebemos que elas, de fato, têm mais saúde e menos doenças crônicas”, comentou Cimatti.

Já a psicanalista Adriana Cruz Pollara, de São Paulo, diz que a felicidade pode influenciar na saúde física, mas apenas uma mente saudável pode vivenciar este sentimento. “As duas estão muito ligadas. A saúde mental é muito importante para que as pessoas mantenham hábitos saudáveis e pratiquem atividades físicas. Ela também é importante para enfrentar os desafios diários. A felicidade em si é um conjunto desses fatores”, disse.

Alcançando a felicidade

Segundo o The Independent, um estudo publicado no ano passado aponta que pessoas que vivem em áreas metropolitanas têm maior probabilidade de levar uma vida mais feliz e ativa se comparado aos que moram em regiões suburbanas. A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Hong Kong, avaliou a saúde de 419.562 indivíduos de 22 cidades britânicas.

Jeanette afirma ainda que a pessoa que mora em grandes centros urbanos tende a ser mais feliz. Isso porque ela tem maior oferta de ocupações diárias e se sente mais útil. Muito tempo ocioso pode trazer sensação de inutilidade.

Publicado no site da Veja, por Letícia Passos

Relacionamentos expiatórios e dolorosos

Quando duas pessoas se encontram nos caminhos da Vida e sentem, de forma imediata e automática, uma conexão/atração mútua e irresistível, pode tratar-se de uma situação de um relacionamento cármico entre os dois, que já vem de outras vidas.

O que muitas vezes chamamos de encontro entre “Almas", pode ser nada mais, nada menos, do que um encontro EXPIATÓRIO. Para compreensão do leitor expiação é uma pena imposta ao malfeitor que comete um crime.

A expiação, contudo, representa uma contenção temporária da liberdade individual, necessária à reeducação do Espírito que, melhor utilizando o livre arbítrio, reajusta-se às determinações das leis divinas.

Talvez, por isso é que muitos relacionamentos que, inicialmente pareciam ter tudo para dar certo, acabam de forma dramática e muitas vezes trágica.

Mas porque será que isto acontece? E o que são encontros EXPIATÓRIOS?

Antes de mais, é importante perceber que os relacionamentos que desenvolvemos durante a nossa Vida são cármicos, na sua maioria, e surgem sempre como um aprendizado para ambas as partes. E todos aqueles com quem nos relacionamos são um espelho daquilo que somos por dentro.

A principal característica de um relacionamento cármico baseia-se no facto de que ambos parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de si, tais como culpa, medo, dependência, ciúmes, raiva etc, trazidas de outras vidas e que precisam de ser resolvidas na vida atual. E a oportunidade de resolver dá-se exatamente pelo “reencontro” entre as duas almas.

Por causa da “carga” emocional não resolvida, estes dois seres sentem-se atraídos um pelo outro na vida atual e o reencontro entre estas duas almas é então, a oportunidade de resolverem o que ficou pendente e libertarem-se, para uma vivência mais plena e feliz.
Então o que acontece quando duas pessoas assim se encontram?

Dois seres com questões por resolver, quando se encontram sentem uma compulsão, quase que uma emergência em estar mais perto um do outro. Entretanto, depois de algum tempo, por força das questões mal resolvidas, começam a repetir os padrões emocionais dos seus antigos papéis.

E o que isto significa? Significa que muitas vezes, estes dois seres acabam por repetir um comportamento ou uma situação que o seu subconsciente reconhece de uma vida anterior, em que estas pessoas podem ter sido amantes, pai e filho, patrão e funcionário, ou algum outro tipo de relacionamento.

E pode ser que, nessa vida anterior, um dos dois tenha aberto uma ferida emocional no outro, através infidelidade, abuso de poder, manipulação, agressão, etc, tendo provocado cicatrizes profundas e trauma emocional.

E na vida atual, através da Lei de Atração e de Afinidade, estes dois seres reencontram-se, para se curarem.

Aqui, o convite espiritual para estas almas é que cada uma, após aprender o que deve aprender, deixe a outra ir e torne-se uma “entidade em si mesma”, livre e independente.

Relacionamentos EXPIATÓRIOS quase nunca são duradouros e caso o sejam, raramente são estáveis e felizes, sendo muito mais destrutivos do que curadores.

Com muita frequência, o propósito básico do encontro é que ambos os seres consigam mudar o padrão emocional que causou sofrimento e então, deixar o outro ir, mais leve e solto.

Uma das formas de ver se está num relacionamento cármico é analisar a energia do relacionamento. A energia do amor é essencialmente calma, pacífica, reconfortante, alegre e inspiradora. Num relacionamento cármico, a energia geralmente é pesada, dramática, cansativa e muitas vezes trágica.

Num relacionamento EXPIATÓRIO, a tarefa e o desafio exclusivos de cada um é lidar com a sua própria ferida interna e não com as questões do/da companheira. Cada um tem responsabilidade apenas por si mesmo.

Esta é uma das principais armadilhas neste tipo de relacionamentos. Muitas vezes, ficamos tão ligados à criança interior do nosso companheiro, que sentimos que temos que resgatá-lo, deixando a nossa própria criança interna abandonada.

É importante perceber que não somos responsáveis pelo nosso parceiro e ele não é responsável por nós. A solução dos nossos problemas não está nas mãos da outra pessoa.

Identifique se está neste tipo de relacionamento, aprenda as lições necessárias, cresça, evolua e quando for altura de partir, parta, mais leve, maduro e pleno.

Caso ambos parceiros sejam suficientemente maduros e evoluídos emocionalmente, o relacionamento cármico pode sim ser verdadeiramente benéfico e transformador para ambos!

Postado no perfil do Instagram @centralespirita_

sexta-feira, 15 de março de 2019

O Mundo está piorando?

Divaldo Franco falou sobre o processo de transição do planeta, assunto abordado por Kardec no livro A GÊNESE. 

Depois de um giro pelo mundo, onde passou por 14 países, 26 cidades em 40 dias, o orador espírita ressaltou que vivemos um período de mudanças políticas, religiosas, marcado ainda pelo aumento do uso de drogas e violência, além de distúrbios sexuais. “Tudo isso é sintoma da nova era”, observou.

Para o médium, trata-se de experiências necessárias do processo evolutivo, á previstas nas pesquisas e estudos do próprio decodificador da doutrina espírita, Alan Kardec. Segundo Divaldo Franco, os espíritos ruins não estão mais reencarnando na Terra. Agora habitam planetas inferiores.

A expectativa é de que em um tempo breve a Terra seja palco da reencarnação de espíritos extremamente cultos e inteligentes, que aqui estiveram ainda no século V, no período conhecido como Pré Socrático. “A tecnologia nos deu muito conforto. A Terra é um planeta jovem, com 14 milhões de anos, ainda ajustando as placas tectônicas. Ainda vamos viver e ver muitas coisas”, realçou.

O orador, que há 65 anos realiza exposições doutrinárias em suas viagens, descreveu que as tragédias coletivas, por exemplo, estão dentro das chamadas “leis de Deus”. Para grande parte da população, as notícias sobre violência assusta porque sempre dão a ideia de que há um aumento indiscriminado. No entanto, Divaldo Franco confirma que não há muita alteração nas estatísticas. O que existe é o efeito da “Comunicação Moderna”. “Recebemos muita informação que nem conseguimos digerir. Mas a média de criminalidade é quase a mesma”, pontuou.

Divaldo Franco diz que é preciso ter cautela quando o assunto é definir data para falar dessa transição. Ele observa que o processo é lento e fixar um momento com um marco ou ponto de partida pode se transformar em uma “aventura perigosa”. “Não podemos esquecer que tudo também está vinculado ao nosso livre arbítrio”, sublinhou.

Para preservar o planeta e evitar catástrofes maiores, ele recomenda cautela em relação ao aquecimento global. E para vencer o mal na humanidade, reduzindo os níveis de violência e o estigma do medo, o segredo é somente um -amar o próximo.

Fonte: perfil do Instagram @umajovemespirita

terça-feira, 12 de março de 2019

O Livre Arbítrio

O que o Espiritismo nos revela sobre o nosso livre arbítrio, será que possuímos totalidade ou ela é limitada?

Todos nós fomos educados no Cristianismo que somos detentores do Livre Arbítrio, e que podemos fazer o que quisermos, mas há uma contrariedade nisso, pois dentro do mesmo Cristianismo é dito que cada pessoa possui o seu destino e que ele já está traçado.

Se o destino já está traçado e possuímos o Livre Arbítrio, não haveria nisto uma contrariedade? Vamos tentar meditar nas próximas linhas sobre o assunto com base na doutrina espírita.

Primeiramente precisamos conhecer o que os Espíritos Superiores responderam a Kardec sobre o tema: Livre Arbítrio.

"Pergunta 75 -  Por que a razão não é sempre um guia infalível?
– Ela seria infalível se não fosse falseada pela má educação, pelo orgulho e o egoísmo. O instinto não raciocina; a razão permite a escolha e dá ao homem o livre-arbítrio. Livro dos Espíritos"

Entenderemos no posicionamento dos Espíritos que o Livre Arbítrio é uma característica predominante dos seres possuídores da racionalidade, pois o instinto é uma condição animalizada que nos dá a potencialidade de exercer o seu sentimento e as suas necessidades, já a razão nos possibilita a necessidade de pensar, racionar, utilizar a inteligência e desta forma, escolher qual é a melhor opção.

"Pergunta 121 – Por que certos Espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal?
– Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não os criou maus, criou-os simples e ignorantes, isto é, com aptidão tanto para o bem quanto para o mal. Aqueles que são maus, assim se tornaram por sua vontade. O Livro dos Espíritos"

Na resposta da pergunta 121, os Espíritos comentam que através do Livre Arbítrio é que fazemos as nossas escolhas, ou seja, podemos ser Bons ou Maus, tudo depende do caráter da criatura, pois o Mau é uma escolha que o próprio Espírito decide, e não é um atributo da divindade.

"Pergunta 258 – Quando no estado errante e antes de se reencarnar, o Espírito tem a consciência e a previsão das coisas que lhe sucederão durante a vida?
– Ele próprio escolhe o gênero de provas que quer suportar e é nisso que consiste o seu livre-arbítrio. O Livro dos Espíritos"

Podemos dizer que o destino não existe, o que há, na verdade, é um roteiro traçado pelo próprio Espírito que ao tomar consciência de suas faltas do passado e das conquistas necessárias para o futuro, construirá um roteiro com necessidades expiatórias ou provativas que precisará na vida futura.

No entanto, o Espírito reencarnante contará com o apoio de Espíritos técnicos em reencarnação, que estudará o seu caso em particular e em conjunto estabelecem metas para aquela reencarnação futura. Neste caso, os Espíritos técnicos não impõem o roteiro necessário que o reencarnante precisará para ter sucesso, mas poderá auxiliar e elucidar o reencarnante.

Uma vez reencarnado, o Espírito, poderá com o decorrer de sua vida realizar escolhas opostas àquelas que ele havia determinado para sua própria reencarnação, por necessidade ou por escolhas próprias de sua sabedoria ou inferioridade.

Os Espíritos nas condições de reencarnantes compulsórios os técnicos em reencarnação criam um roteiro necessário para a evolução do Espírito reencarnante, sem a interferência e a concordância do próprio Espírito que irá reencarnar, uma vez que eles não possui lucidez e condições primordiais para compreender as Leis Universais. Porém, quando encarnado, possuem estes, o Livre Arbítrio, que oras são limitados pelo seu próprio condicionamento fisiológico e/ou mental.

Comentário de Allan Kardec referente a pergunta 399 - "O Espírito goza sempre do seu livre-arbítrio e é em virtude dessa liberdade que, no estado de espírito, escolhe as provas da vida corporal e que, no estado de encarnado, delibera se as cumpre ou não, escolhendo entre o bem e o mal. Denegar ao homem o seu livre-arbítrio, será reduzi-lo à condição de máquina. O Livro dos Espíritos"

Neste comentário de Kardec, podemos perceber que se o homem não pudesse realizar suas escolhas, ele seria igual a uma máquina programada para cumprir determinadas funções, que podemos chamar de destino, pois o destino nada mais é do que uma programação inviolável e destituída de qualquer liberdade e pensamento.

Ficamos então pensando, se possuímos a liberdade de fazer nossas escolhas, o que dizer quando as escolhas não são as melhores para nós e para a sociedade, nesta questão, na pergunta 735, os Espíritos respondem.

Pergunta 735 – "Que pensar da destruição que ultrapassa os limites das necessidades e da segurança? Da caça, por exemplo, quando não tem por objetivo senão o prazer de destruir sem utilidade?"
– Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual.

Toda destruição que ultrapasse os limites da necessidade, é uma violação da lei de Deus. Os animais não destroem senão por suas necessidades; mas o homem, que tem o livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Ele prestará contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, porque é aos maus instintos que ele cede. O Livro dos Espíritos"

Porém o nosso Livre Arbítrio é limitado e está alinhado a nossa evolução espiritual, quanto mais evoluído somos, maior liberdade teremos e quanto mais inferiorizado for o Espírito gozará de menor liberdade.

Desta forma, podemos afirmar, que só podemos gozar de um Livre Arbítrio limitado e que essa limitação irá diminuindo à medida em que vamos despertando virtudes e valores divinos e compreendendo as Leis do Criador, porém, a liberdade total não será possível gozar, pois sempre teremos o Criador como o Consciência Suprema do Universo que fará com que cumpramos e sigamos as Leis Divinas por Ele designadas.

Texto de Jeferson Souza publicado no site Espiritismo na Prática

segunda-feira, 4 de março de 2019

Insight

... sobre ser feliz.

O homem está incessantemente em busca da felicidade que lhe escapa sem cessar, porque a felicidade sem mescla não existe na Terra. Entretanto, malgrado as vicissitudes que formam o cortejo inevitável desta vida, poderia pelo menos gozar de uma felicidade relativa, mas ele a procura nas coisas perecíveis e sujeitas às mesmas vicissitudes, quer dizer, nos prazeres materiais, ao invés de procurar nos prazeres da alma, que são um antegozo dos prazeres celestes imperecíveis, em lugar de procurar a paz do coração, única felicidade deste mundo , é ávido de tudo aquilo que pode agitá-lo e perturbá-lo; e, coisa singular, parece criar propositadamente tormentos que não cabe senão a ele evitar. - Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.V, lição Os tormentos voluntários.

O desenvolvimento das qualidades inerentes ao ser humano tem o poder de eliminar a maioria das aflições inconscientemente voluntárias.

Estas derivam em grande parte da desaceitação da vida misturada à intolerância, arrogância, vaidade e a todo tipo de desajuste que em primeira e última instância constituem as querelas pelas quais perdemos a existência no desgaste das melhores energias na inquietação vazia ladra de nossa paz.

Veja. Epicteto, o filósofo estoico, não perde um minuto sequer com repreensão por repreensão. O que defende, e a todo tempo é o exercício, a askésis. O importante no caminho da vida é o uso do que “aparece” (phantasiai).

Uno verbo, trabalhar constantemente na leira de si próprio a fim de não se deixar levar pelo poder de arrastamento “do que parece ou aparece” (tanto faz um ou outro), uma vez que tem a capacidade de nos convencer facilmente de que nossa felicidade seja oriunda do que acontece e não do uso que fazemos daquilo que nos acontece.

A questão do voluntário e do involuntário é de grande importância aqui…

Aquilo que nos acontece, as ocorrências, as eventualidades são da ordem do involuntário.

Já a prohaíresis (livre arbítrio) constitui-se em instrumento que nos dá acesso a tudo o que está “sobre nós” (eph’emin). O tipo de encaminhamento é mais sério do que se imagina.

Por exemplo, quando o Fénelon nos aconselha a buscar a paz do coração ao invés de simples coisas, não está a defender que devemos nos ater ao que está debaixo de nossa aba, que está em nosso campo de pertença, “sobre nós”? Pois, depende de nós ser menos vingativo, intolerante, egoísta, autoritário, arrogante, negativo, pessimista, inconstante, agressivo, etc. E se está “sobre nós” o ser menos também está o ser mais…

O cenário em que podemos trabalhar é o nosso mundo interior, em todas aquelas limitações que possuímos e precisam ser transpostas pela lenta transformação da labuta incessante no amanho de nosso campo interior.

E na medida em que formos saneando nosso íntimo das moléstias da alma – chamemos assim -, iremos aprendendo a extirpar os tormentos, dores e aflições que criamos voluntariamente para nós próprios.

Ser mais ou ser menos depende de nós.


Antonio Carlos Tarquínio no site da Rádio Boa Nova

Carnaval, Espiritismo e livre arbítrio

O Espírita pode ir em bloquinhos de carnaval? Essa é uma dúvida que fica na mente de todos nós que seguimos essa doutrina. Sabemos que o espiritismo não nos proíbe de nada e que temos nosso livre arbítrio, bastando ter consciência das consequências de todos os nossos atos. Com isso, podemos sim, frequentar bloquinhos, mas existe algo que temos que ter em mente, Chico Xavier nos esclarece com um exemplo:

Quando ele estava encarnado, tinha alguns amigos, que sempre lhe chamava para ir pescar, super comum querermos que nosso amigo vá com a gente realizar algo que gostamos. Mas Chico, não gostava de pescar, e sempre arrumava uma desculpa para não ir pescar com seus amigos.

Até que certo dia, Emmanuel, falou para Chico ir, somente para conhecer e agradar os amigos. Chico então foi pescar com seus amigos. Ao chegar lá, todos conseguiam pegar peixes, menos Chico, começaram então a ficar desconfiados, porque será que Chico não consegue pegar nenhum peixe? Foi ai então que Chico disse que a ele que tirou o anzol da vara, porque não queria pegar nenhum peixe, estava ali apenas para acompanhar, ele achava injustiça com os peixes então simplesmente não pescou.

O que podemos tirar dessa história? Podemos sim, ir para bloquinhos de carnaval, mas não somos obrigados a realizar tudo que nossos amigos fazem. Chico não pescou nenhum peixe, faça isso você também, não pegue para você nenhuma energia negativa, não tome atitudes que irão te prejudicar espiritualmente e desacelerar o seu processo evolutivo.

Lembramos também do exemplo de Jesus Cristo, sempre que ele chegava a algum lugar, dizia: “Que a paz de Deus se faça presente.” Fale essas palavras em pensamento, se cuide, para que mal nenhum te aconteça.

Por Haila Vicente postado no site da TV Mundo Maior

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Como neutralizar as más influências espirituais?

A doutrina espírita ensina que todos nós temos a capacidade de influenciar tanto a nós mesmo como os outros. Como? a partir de uma palavra, de uma músicas, da fala, de um pensamento, etc.  E ainda, o espiritismo ensina também que a influência de espíritos desencarnados é muito maior do que se imagina.

Boas e más influências espirituais

Dessa forma, podemos sofrer boas a más influências espirituais. Porém, em qualquer situação a influência só irá se firmar em decorrência de nosso sintonia espiritual, de nossos desejos.

Por exemplo, aquele que deseja o bem encontrará bons espíritos, seja através de pensamentos, atos. Com isso, ele será influenciado para o bem, para o amor, para a evolução. Entretanto, aquele que escolhe o mal, irá se deparar com espíritos inferiores, atormentados que não deixam progredir.

Portanto, precisamos aprender a administrar os pensamentos, as ações, além de ficar sempre em sintonia com espíritos benfeitores tanto encarnados como desencarnados.

Como podemos neutralizar as más influências espirituais?


  • Faça a reforma íntima;
  • Observe com atenção o teor de seus pensamentos e de suas ações;
  • Faça o Evangelho no Lar
  • Atraia pessoas do bem, positivas.
  • Exercite o amor e o perdão
  • Use seu livre – arbítrio. 
  • Procure escolher as pessoas que lhe transmita paz e harmonia.

Lembre-se que as influências podem ser leves e profundas, e quando elas passam a ocorrer com uma certa frequência existe uma afinidade. E a qualidade dos pensamentos é fundamental para afastar ou aproximar essas ondas vibracionais.

É um caminho difícil, de aprendizado que exige tempo e perseverança para alcançar bons resultados, porém, com autoconhecimento, reforma íntima é possível diminuir as más influências espirituais.

Confira a seguir uma mensagem de Santo Agostinho a respeito do autoconhecimento:

(…) O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do progresso individual.  Mas, direis, como pode alguém julgar-se a si mesmo? […]. Quando estiverdes indecisos sobre o valor de uma de vossas ações, perguntais como a qualificaríeis se praticada por outra pessoa.  Se a censurais nos outros, ela não poderia ser mais legítima, caso fôsseis o seu autor, pois Deus não usa de duas medidas na aplicação de sua justiça.
Fonte: Rádio Boa Nova com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Escolhas e resultados

É pouco provável que planejemos algo para que o resultado saia errado. Mas é perfeitamente possível que tenhamos resultados diferentes do que imaginávamos ou mesmo desejávamos. Nosso instinto de sobrevivência nos leva sempre a procurar o que achamos ser melhor, aquilo que nos fará sentir bem, crescer e melhorar. Mas nem sempre nossos planos e desejos se concretizam, muitas coisas podem influenciar o resultado.

As escolhas que fazemos diariamente, por exemplo, são determinantes para o resultado final do “projeto”. Tomamos como base as opções que conseguimos enxergar no momento da decisão. Como nos sentimos naquele exato momento pode influenciar diretamente na forma como enxergamos as opções e também nas escolhas.

Além disto, o meio em que vivemos, ambiente de trabalho, família e relacionamentos, para citar alguns, podem alterar o que sentimos e como vamos optar por este ou aquele caminho. Não é incomum decidirmos algo no calor da emoção, num momento de explosão e, depois, quando o turbilhão passa, nos arrependermos pela decisão tomada.

São inúmeras as possibilidades de fatores que influenciam nossa vida, nossas escolhas e decisões. Muitas vezes, vemos que o plano inicial não atingiu seu objetivo. Às vezes, o resultado é diferente do que esperávamos,  melhor ou até pior.

Quando tudo passa bem longe do desejado, podemos nos sentir frustrados, desanimados, com a sensação de que fizemos algo errado ou não agimos no processo adequadamente. Podemos entrar num processo de culpabilizar alguém ou a nós mesmos e isto pode ser bastante prejudicial à saúde emocional.

Fato é que não há receitas para agir e vivenciar a experiência. Nossas  habilidades, capacidades e desejos de melhorar é que podem fazer com que aprendamos a lidar com as derrotas e vitórias do dia a dia. Aristóteles nos deixa a reflexão: “É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”.

Escrito por Adriana - CVV Araraquara (SP), publicado no site do CVV.