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terça-feira, 24 de março de 2020
quarta-feira, 11 de março de 2020
‘Por que eu não sou feliz?’. O que pode estar acontecendo?
18:50
busca da felicidade, Chico Xavier, doutrina espírita, espiritismo, felicidade, humor, planejamento reencarnatório, positivismo, reforma íntima, ser feliz
Mesmo que tenhamos consciência que a felicidade não é contínua na vida de ninguém, algumas pessoas afirmam que nunca alcançaram esse sentimento: ‘Por que eu não sou feliz?’. O que pode estar acontecendo?
O primeiro convite que faço é olhar com outros olhos a sua caminhada aqui na Terra. Todos temos problemas e é natural nos sentirmos desanimados em alguns momentos da vida, mas a felicidade está por perto.
Acredite: ela nunca se afasta. Nós que não queremos papo com ela. Preferimos colocar ela do outro lado dos nossos problemas. Se diariamente fizermos um exercício de encontrar um pequeno momento que seja de paz, isso é a felicidade.
E mais: a felicidade não só está nos pequenos momentos, como muito se diz. Está dentro de nós em meio a qualquer tempestade. A felicidade está na maneira que decidimos encarar os problemas: com humor, com aprendizado.
Mas por que não consigo enxergar a felicidade?
Pode ser autocobrança, pode ser algo que necessite de um acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Mas em todo caso exige esforço da nossa parte para limpar os pensamentos, as crenças que limitam enxergarmos as belezas do mundo e seus momentos.
‘Cumpre, assim, teu dever, e, tomando da Terra somente o necessário à própria manutenção, de modo a que te não apropries da felicidade dos outros, estarás atingindo a verdadeira felicidade, que fulge sempre, como bênção de Deus, na consciência tranquila.’ (Emmanuel/Chico Xavier)
A felicidade está dentro de mim?
Só se é feliz quando não condicionamos ao externo nossa felicidade. Ao nos entendermos como espíritos em uma experiência nem sempre fácil aqui na Terra, não nos maltratamos ao ponto de não nos permitirmos a felicidade.
Ou seja, caminhar com a consciência tranquila diante dessa paisagem linda, mas com pedras. E elas são necessárias para lapidar a nossa essência escondida, que na verdade é um diamante lindo de pura felicidade e amor.
Fonte Chico de Minas Xavier
quinta-feira, 5 de março de 2020
Antes que o ano fique velho
11:17
agir, Aprendizes do Evangelho, atitudes, doutrina espírita, espiritismo, LEAE, não perder tempo, o tempo passa, planejamento reencarnatório
Antes que o ano fique velho, é indispensável iniciar a construção daquilo que deve ser realizado; deixar de protelar a realização do necessário; parar com as desculpas vazias, com a justificação do injustificável e de desistir antes fazer todo o possível para atingir seu objetivo.
Antes que o ano fique velho, é preciso aproveitar as oportunidades e experiências disponíveis, evitando arrependimentos futuros e que a culpa corroa a mente e a alma do corpo que está perdendo vitalidade a cada dia.
Antes que o ano fique velho, antes que o amor se esgote por ter sido tantas vezes agredido ou ignorado, antes que os caminhos se separem com a mudança, pela doença, a morte, a briga que machucou demais, o casamento ou o divórcio, antes que aconteça o que nunca pensamos que se tornaria realidade em nossas vidas.
Antes que o ano fique velho, é imperioso tirar os projetos da gaveta, reabrir o caderno de anotações, parar de fingir que está tudo bem e arregaçar as mangas no trabalho útil. É necessário desacomodar…
Tudo seria mais simples se prestássemos atenção àquela pequena dica da natureza que nos mostra, num olhar rápido para a própria mão, que ao apontarmos um dedo para alguém, os outros dedos apontamos para nós mesmos.
Afinal de contas, quase sempre os problemas nascem primeiro nas nossas próprias decisões e atitudes. Recordo da senhora que adoeceu por ter passado a vida inteira desfrutando um vício que lhe arruinaria a saúde e que, alertada, disse “quando o problema chegar me preocuparei”… lembro também de uma alegoria de autoria desconhecida, sobre certo homem ter observado, em um posto de gasolina, um cão ganindo dolorosamente; preocupado, questionou o frentista do posto sobre o que ele tinha. Soube então que o cão estava deitado em cima de um prego. Surpreso, o homem quis saber o motivo do cão não sair de cima do objeto, ao que o frentista sabiamente respondeu “porque o prego ainda não o machucou o bastante”.
Não precisamos esperar pela dor. Antes que o ano fique velho podemos fazer diferente, realizar, mudar de conduta, voltar a projetos esquecidos… antes que o ano fique velho, antes que o tempo passe, que a vida cobre seu tributo, antes que o prego machuque demais e a morte, a incompreendida amiga, venha buscar mais uma alma sem paz porque não fez tudo que podia.
Autora: Vania Mugnato, texto publicado no site Portal do Espírito
terça-feira, 3 de março de 2020
Experiência material é importante, mas não é primordial - VÍDEO
14:22
Aprendizes do Evangelho, doutrina espírita, espiritismo, evolução, experiência material, LEAE, planejamento reencarnatório, plano espiritual, reencarnação, vivenciar o mundo
Pedro Neves hoje aborda um tema polêmico: a importância da experiência material. Vivenciar o que o mundo tem é fundamental. Porém, segundo ele, não é primordial. Saiba mais sobre o que é primordial no Espiritismo assistindo ao vídeo:
Fonte: Site Jundiaí Agora
terça-feira, 26 de novembro de 2019
Como ajudar seus filhos a ter bons hábitos
07:40
bons hábitos, comportamento, doutrina espírita, educação dos filhos, educação familiar, espiritismo, família, hábitos, LEAE, pais e filhos, planejamento reencarnatório, relação familiar
Ainda me lembro do choque que senti quando percebi que meu primeiro filho, que 2 anos na época, havia internalizado meu hábito de ligar a TV enquanto o ninava.
Naquele ano, desisti da TV em vários momentos em que eu sabia que os prejudicaria. Então, numa noite, trouxe um livro para a cadeira de balanço em vez de ligar a TV. Mas meu filho ficou furioso no meu colo, apontando insistentemente para a tela escura da TV.
“Não, não vamos ver TV”, eu disse. “Mas eu posso contar uma história!” Nada de acordo, pois ele insistia na TV.
De fato, foi uma semana difícil antes dele parar de fazer birra. Mas isso foi para mim uma lição de como as crianças aprendem de nós os hábitos (bons e maus).
Infelizmente, levei quase uma década para realmente descobrir como ajudar meus filhos a ter bons hábitos, e isso foi depois de anos de tentativa e erro.
Eu não tinha um sistema claro para esse processo – até ler o livro Atomic Habits, de James Clear. Ele explica em termos claros e simples muito do que eu tinha aprendido a tanto custo.
Resultados são bons. Metas são boas. Mas tentar mudar seu comportamento para atingir um “objetivo” futuro nebuloso simplesmente não funciona na psicologia humana – especialmente entre adolescentes e pré-adolescentes. É necessário criar um sistema que você goste – um que o recompense hoje para criar a motivação para fazê-lo novamente amanhã.
Desde que implementei este sistema de quatro etapas, percebi que ele passou a funcionar. Por isso, gostaria de compartilhar com vocês.
1 - TORNE O PROBLEMA EVIDENTE
Você deve começar impedindo que o problema seja ignorado. É preciso deixar que o fato realmente incomode. Então comece por não evitar o hábito que você está querendo criar. Para meus filhos, por exemplo, criei um espaço de lição de casa à mesa, ao lado da cozinha. É o espaço por onde eles passam quando chegam em casa. Eles não podem evitá-lo e sabem que eu notarei se eles tentarem evitar.
2 - TORNE ATRATIVO
Você não pode criar um hábito se ficar com medo ou repulsa dele todos os dias. Portanto, é necessário torná-lo atraente de alguma forma. A lição de casa das crianças é sempre um momento difícil. No começo, tentei organizar o material escolar em caixas no meio da mesa, bem arrumado, o que não funcionou, obviamente. Então pensei: por que não deixar as crianças comerem o lanche enquanto fazem a tarefa? Eles sempre querem um lanchinho, por isso foi fácil tornar a tarefa mais saborosa.
3 - FACILITE
A melhor maneira de causar um curto-circuito na criação de hábitos é torná-la complicada ou excessiva. Você não pode mudar cinco hábitos em um mês – talvez possa mudar um, e isso se for bem disciplinado. Você pode criar um hábito simples por vez. Então, quando eu comecei a trabalhar o hábito da lição de casa, trabalhei apenas ele por alguns meses.
4 - RECOMPENSE
Essa foi a melhor coisa que aprendi sozinha sobre hábitos – se não houver recompensa imediata, eles são insustentáveis. Algumas crianças são intrinsecamente motivadas pela satisfação do trabalho realizado, mas a maioria não. Elas estarão, no entanto, motivadas a sair para brincar com seus amigos, ou ir a festas de aniversário ou passar as horas antes do jantar com tempo livre. E elas sabem que, depois que a lição de casa termina, têm um tempo livre. É incrível a rapidez com que a lição de casa é concluída.
Portanto, seja criativo e implemente esse sistema de 4 etapas para criar novos hábitos. É fácil e eficaz – quase não consigo acreditar com que frequência meus filhos se sentam para fazer a lição de casa agora, sem reclamações. Gastar tempo e esforço na sistematização do hábito poupará inúmeras horas de estresse mais tarde – e dará aos seus filhos as habilidades para criar seus próprios bons hábitos nos próximos anos.
Fonte site Aleteia
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Reencarnação e Autismo
17:43
ação e reação, Allan Kardec, autismo e espiritismo, compromisso espiritual, doutrina espírita, espiritualidade, LEAE, livre arbítrio, O Livro Dos Espíritos, planejamento reencarnatório
Algumas teses espiritualistas relatam que o comportamento autista é decorrente do fato de o ser extrafísico não ter aceitado sua reencarnação. Em O livro dos espíritos, na Questão 355, é ensinado que a aliança do espírito ao corpo não é definitiva, porquanto os laços que o prendem ao corpo são muito fracos, podendo romper-se por vontade da individualidade espiritual, recuando diante da prova que escolheu.
Portanto, o espiritismo instrui que, nos casos de não aceitação da reencarnação, mediante o seu livre-arbítrio, a entidade se retira e acontece um aborto, denominado, pela ciência, de espontâneo.
Aparência enganadora
Os déficits cognitivos severos, associados às profundas alterações no inter-relacionamento social, caracterizam o autista, apresentando uma forma de identificação profundamente diferente, resultante do mau uso das faculdades intelectivas, em existências anteriores, quando errou, exatamente, na dissimulação das emoções, estabelecendo relações afetivas baseadas no engodo, no fingimento, para manter suas posições sociais abastadas, no campo do poder social e, principalmente, na vigorosa sedução sexual.
Utilizou o disfarce, a aparência enganadora, cobrindo com uma máscara psicológica a sua verdadeira personalidade, representando uma personagem falsa, enganando os circunstantes para auferir vantagens.
Quantos indivíduos, exercendo cargos religiosos, políticos, militares e policiais, sem a preocupação de ajudar o próximo, assoberbados de vantagens pessoais, preocupados apenas com o seu próprio bem-estar, apresentam-se como falsos líderes, ludibriando a muitos, mas não conseguindo enganar a si próprios.
Desprovido de controle
Na Parábola dos Talentos, Jesus alude aos que usaram seus dons, atributos, sem benefício para os semelhantes e, atormentados, posteriormente, pelo remorso, refletem um sofrimento que parece não ter fim (imagem simbólica do fogo eterno), recebendo a sentença que ressoa nos refolhos mais íntimos da consciência: “até o pouco que têm lhes será tirado”.
O indivíduo autista representa alguém necessitado de muita atenção, carinho e amor, vindo ao mundo físico em uma reencarnação essencialmente expiatória, totalmente desprovido do controle de suas emoções e com prejuízo acentuado na interação social.
Não desenvolve relacionamento eficaz com seus pares e revela fracasso marcante no contato visual direto, na expressão facial, na postura corporal, na tentativa espontânea de compartilhar prazer, interesses ou realizações com outras pessoas.
Está agora sujeito às consequências de seus atos impensados do pretérito. De tanto não conceder o devido respeito às pessoas e de não conceber que os seres pensam e têm sentimentos, retorna com déficit e prejuízo da empatia, com intensa dificuldade de construir vínculos, sem se sentir atraído pelas pessoas e sem interesse em tentar falar, considerando o rosto humano muito complexo, confuso e difícil de olhar.
No pretérito, a todo o custo, buscava a fama, a glória, o entusiasmo dos aplausos, o ardor dos cumprimentos e abraços; hoje, com aparência desorientada devido a uma expressão sem emoção, vivencia experiências caóticas, com dificuldade imensa de estar fora do seu casulo particular, principalmente quando ouve o ruído de um grupo de pessoas, causando acentuada confusão nos seus sentidos, sem saber distinguir os estímulos e, muitas vezes, aguçada dificuldade em relação à sensibilidade tátil, sentindo-se sufocado com um simples aperto.
Redenção espiritual
Deus, essencialmente o amor, proporciona ao indivíduo imortal, diante da Eternidade, a oportunidade da redenção espiritual.
Quando retornar à dimensão extrafísica, apresentar-se-á curado, sem mais o remorso lhe assenhoreando o íntimo, vivenciando a paz e agradecendo a valiosa oportunidade dispensada, a si próprio, de agora poder valorizar a utilização dos dons da comunicação e o ta‑ lento do carisma, visando o bem-estar do próximo e o seu próprio crescimento espiritual.
A chance de ter tido uma existência difícil, quando se entretinha, enfileirando brinquedos e objetos, particularmente, pauzinhos, caixinhas, peças coloridas para encaixe, despertou dentro de si o potencial da humildade.
Captando paulatinamente as vibrações amorosas de seus pais, familiares, amigos e abnegados terapeutas, assimilando-as intensamente, a carapaça da empáfia desabou e descobriu em plenitude o amor. Afinal, todos os filhos de Deus são herdeiros do Infinito e estão ainda iniciando sua jornada evolutiva no rumo das moradas grandiosas e incomensuráveis do Universo.
Texto publicado no Blog Espiritismo na Rede
quinta-feira, 11 de julho de 2019
Almas afins
07:02
almas afins, atração das almas, cara metade, casal, Chico Xavier, convivência, doutrina espírita, espiritismo, felicidade, LEAE, pessoa certa, planejamento reencarnatório, relacionamento
A questão da busca pela pessoa que vamos compartilhar na nossa vida neste Planeta é bem mais complexa do que imaginamos. Uns dizem: “onde estará a minha alma gêmea”, outros “quero encontrar a minha cara metade” e outros dizem que nasceram para ser sozinhos, pois os relacionamentos não dão certo, não passando da fase dos encontros ou do namoro.
De fato em muitos casos existem sim as “almas afins” que se assemelham a imãs que se atraem por uma compulsão inexplicável para quem não entende.
A particularidade dos relacionamentos se inicia normalmente antes mesmo do nascimento, isto é, quando estamos lá no plano espiritual, na fase que preparamos junto com os benfeitores algumas ocorrências aqui na Terra, utilizando para tal do livre arbítrio.
Entre os planejamentos está incluído quem vamos encontrar para compartilhar a vida a dois. Mas também pode acontecer de que em nossa programação se faça necessário passarmos por aqui sozinhos.
Como esta vida que estamos vivenciando tem relação com vidas passadas, somos compelidos a que nos aproximemos de várias pessoas, cujos relacionamentos podem ou não dar certo, cujos motivos são os mais diversos, isso porque talvez numa outra existência tenhamos infringido a Lei Divina e como resgate, tenhamos que viver sem parceria.
Mas por outro lado, temos aqueles relacionamentos que são delineados por circunstâncias que nem imaginamos. Não importando à distância, o lugar, a cidade que possa estar a alma afim, os benfeitores espirituais providenciarão para que haja o reencontro. As pessoas que devam se encontrar serão compelidas a se cruzarem e certamente se reconhecerão, pois que é o espirito que ama e não o corpo.
É lógico que o corpo material tem uma participação na atração dessas almas, pois que o desejo é necessário para que ecloda a paixão, o desejo de ficar junto, mas este desejo dará logo ali lugar a um amor sublime, pois que o espirito tomará as rédeas do relacionamento, ficando a paixão e a atração física como sentimento secundário.
Às vezes podem acontecer relacionamentos temporários, semelhante aos que acontecem na adolescência, pois nesta ocasião o espirito está em uma busca muito acirrada para encontrar a outra pessoa, e em razão da falta de esclarecimento sobre o amor, pode deixar-se levar por uma paixão momentânea, mas logo que reconhece não ser a parceria pretendida, o sentimento se esvai e a busca continuará.
Mas apesar de ser um determinismo o encontro com a alma afim, podemos utilizando o livre arbítrio não querer conviver com a pessoa que estaria em nosso planejamento, mas isso não será obstáculo para que sigamos outro caminho e certamente poderá este outro relacionamento dar certo.
Certa ocasião uma mulher perguntou ao Chico se a pessoa que ela estava convivendo era a certa. Chico com o humor e a sabedoria que lhe era peculiar disse: “olha minha amiga se não for a certa, muito errada não é”.
Autor: Nilton Cardoso publicado no site Portal do Espírito
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Todas as mulheres nasceram para ser mães?
09:56
compromisso, doutrina espírita, espiritismo, espiritualidade, filhos, humildade, LEAE, mãe, maternidade, planejamento reencarnatório, reencarnação, ser feliz, ser mãe, uma jovem espírita
Para entrarmos nesse assunto precisamos primeiro falar sobre PLANEJAMENTO REENCARNATÓRIO.
O que é esse planejamento? É o que fazemos quando estamos nos preparando para reencarnar. É nesse planejamento que decidimos se viremos homem ou mulher, se seremos ricos ou pobres, se teremos filhos ou não, escolhemos nossos corpos, e tudo mais que irá nos ajudar a passar pelas provas e expiações necessárias quando estivermos encarnados.
Agora sim vamos falar sobre maternidade. Como cada pessoa faz o seu planejamento, cada pessoa decide que tipo de sentimento ainda precisa exercitar, que tipo de prova precisa passar. Nem todos os espíritos que reencarnam como mulher escolhem passar pela maternidade, por isso é tão comum nos depararmos com mulher que diz: Não tenho vontade de ter filhos.
O que leva essa mulher a escolher não passar pela maternidade? Como o espiritismo não é matemático , não há uma resposta exata. Muitas vezes essa mulher precisa aprender a sentir outro tipo de amor, que não o materno, ou o planejamento reencarnatório dela foi para dedicar-se a outro tipo de trabalho, que não o maternal. Mulher nenhuma é obrigada a sentir vontade de ser mãe.
Precisamos entender que não há uma fórmula para dizer se a mulher é feliz ou não. Casar, e ter filhos, não está no planejamento de todas as mulheres e tá tudo bem!
Cada pessoa está aqui para viver a vida que precisa para sua evolução, com filhos ou não, a reencarnação está muito além de formar ou não uma família.
Por isso, tenhamos o entendimento de o nosso planejamento reencarnatório não é o mesmo que o do nosso irmão. E respeitemos isso.
Estamos todos juntos caminhando para nossa evolução espiritual.
Lembremos sempre que mais vale uma vida sem filhos mas dedicada ao amor, do que uma com uma família enorme onde a gente não se esforça para amar ninguém.
Texto publicado no perfil do Istagram Uma Jovem Espírita















