Mostrando postagens com marcador responsabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador responsabilidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de abril de 2020

Por Mário Sérgio Cortella

Aquele que tiver a real solução para esse problema que atire a 1ª pedra !!!

Atire no Prefeito que fechou a cidade e mandou todos pra casa.

Atire no Presidente que pede pra abrir a cidade e a volta ao trabalho.

Atire nos médicos que pedem o isolamento social para evitar o colapso no sistema de saúde.

Atire nos economistas que pedem para voltar a rotina prevendo um colapso financeiro...

O NEGÓCIO É ATIRAR PEDRAS !

Se voltar tudo a funcionar vai morrer quantas pessoas ?

Se ficar em isolamento social vai morrer quantas empresas?

Vou responder: Ninguém sabe!!

Quando um problema não tem solução, elegemos um culpado, um inimigo, um vilão...

Não! A culpa não é do Prefeito!

Não! A culpa não é do Governador!

Não! A culpa não é do Presidente!

Nem dos médicos, nem dos economistas e nem do Ministro da Saúde.

Eles estão tão perdidos quanto todos nós.

Tão perdidos quanto Donald Trump e todos os líderes mundiais.

Fomos pegos de surpresa sem manual de procedimentos. Cada um ACHA uma coisa, mas NINGUÉM tem certeza.

Então quem sabe não é a hora de parar de perder tempo atirando pedras e dando palpites, e começar a orar mais, amar mais, chorar mais, valorizar mais os AMIGOS e a FAMÍLIA ...

Chega de ódio!!!

Talvez seja essa a solução!!!”

O texto foi informado como sendo de Mário Sérgio Cortella, não sei exatamente se foi ele quem escreveu. Sendo ele ou não, vale muito a pena a reflexão

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Desapego

Esses dias eu li a seguinte fala do Bert Hellinger: “É um erro grosseiro pensar que os clientes querem livrar-se de seus problemas. Muitas vezes, só desejam que sejam confirmados.” Imediatamente me veio à cabeça uma frase que li há anos, do Hipócrates: “Antes de curar alguém, pergunta-lhe se está disposto a desistir das coisas que o fizeram adoecer”.

Lembrei-me ainda de várias pessoas que berravam um teórico desejo desesperado de se curarem, mas que fugiram raivosos quando confrontados com o que deveriam fazer para isso.

Não se enganem: curar-se envolve sentir dor (e, por isso, requer coragem). E não poderia ser diferente… Cuidar de uma ferida física requer manipulá-la, limpá-la, medicá-la e, muitas vezes, costurá-la. Por que seria diferente com as feridas da alma? E curar-se delas exige, ainda, parar de alimentá-las. Caso contrário, isso se torna um ato tão frustrante quanto o de tentar enxugar gelo.

Aonde chega uma pessoa que adoece por sentir raiva pelo pai, mas que não está disposta a ressignificar essa raiva (não para transformá-la em indiferença, mas em amor)?

E uma pessoa que tem depressão por desrespeitar a si mesma sem limitar o que solicitam dela, mas nunca está disposta a experimentar oferecer um inicialmente doloroso “não” a quem extrapola os seus limites já conscientes?

E a que está cansada de chorar, mas não está disposta a se despedir emocionalmente de quem já foi embora há muito tempo?

Elas não chegarão a lugar algum.

E todas as mágicas superficiais da moda, sejam mudanças de crenças, de vibrações mentais ou técnicas de fortalecimento de força de vontade, fornecerão, se muito, apenas uma melhora momentânea.

APEGADOS ÀS CAUSAS, ALIMENTAMOS AS CONSEQUÊNCIAS.

Como disse Hermes Trismegisto: “Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade, mas NENHUM ESCAPA À LEI”. Ou seja, gostemos ou não, somos responsáveis por tudo que nos acontece… E, se desejamos mudar as consequências, precisamos, sim, nos desapegar das causas.

Não há outro caminho. 

Leandro Scapellato

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

O Papel do Brasil no Acolhimento dos Povos

Apesar da grave crise política e econômica que abate o Brasil, o país é reconhecido por ter um povo receptivo e acolhedor.

Embora falte estrutura e política pública para tanto, em meio ao crescimento da crise dos refugiados, que tem atingido milhares de pessoas de diversas partes do mundo, como Síria, Afeganistão, e países do Oriente Médio e da África, em decorrência de conflitos, guerras, perseguições e grandes catástrofes, qual tem sido o papel do Brasil no acolhimentos dos povos?

Segundo dados das Nações Unidas para Refugiados, o Brasil tem se destacado pela generosidade que tem recebido esses povos, apesar de não estar na lista dos países que mais acolhem refugiados, até pela questão geográfica distante das zonas de conflitos.

Diante desse difícil momento que vive o planeta, cercado de sofrimentos de diversas ordens, buscamos compreender o papel do Brasil do ponto de vista espiritual. Destacada no livro

Coração do Mundo Pátria do Evangelho,  de Humberto de Campos por Chico Xavier, como uma nação pacífica que tem como capacidade acolher povos de diferentes nacionalidades.

A obra se refere ainda quanto a missão do Brasil em amar e amparar seus irmãos de jornada,  permitindo que o amor ao próximo e a solidariedade possam se sobressair além das fronteiras físicas: “As injunções políticas terão nela atividades secundárias, porque, acima de todas as coisas, em seu solo santificado e exuberante estará o sinal da fraternidade universal, unindo todos os espíritos”.

Descrita como a Pátria do Evangelho pelos espíritos de luz, somos convocados a missão de paz guiados por um comando invisível no limiar de um novo tempo. Vivemos um momento de grande transição entre combates coletivos e individuais, nos quais necessitamos nos direcionar pelos ensinamentos do Cristo para que sejamos capazes de vencer o egoísmo, que ainda nos separa, pois o flagelo da destruição reflete o desequilíbrio dos homens.

É preciso um olhar profundo para compreender de fato o significado dos momentos de crise como oportunidade de crescimento interior. Pela luz do Espiritismo compreendemos que por meio da Lei da Reencarnação, retornamos diversas vezes, vivenciando diferentes papeis, ou seja, um dia poderemos estar no lugar daqueles que hoje pedem socorro.

Voltando ao papel do Brasil no acolhimento dos povos,  a função histórica do Brasil no mundo, especialmente em relação à esperada nova civilização do Terceiro Milênio: “O Brasil pela bondade de seu povo, pela vastidão de seu território, por seu desenvolvimento agrícola e industrial é, no momento desta narrativa, a maior potência do mundo. Seu território está apto a receber inúmeras levas de emigrados, os quais, no contato com sua natureza prodigiosa, se recuperarão do traumatismo provocado pela guerra e integração o seu patrimônio humano”. (Livro Brasil de Amanhã)

Erika Silveira para o site Portal do Espírito

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A Responsabilidade e o livre-arbítrio

A Responsabilidade que temos por nossos atos coloca um certo peso nas escolhas, no nosso livre-arbítrio. O psicólogo e comunicador Ildo Rosa refletiu sobre essas questões no programa Café com Cristo, transmitido pela Rádio Boa Nova.

Ildo Rosa reflete a princípio sobre a responsabilidade que temos perante a vida e a sociedade. Ele reflete sobre nosso comportamento com pessoas próximas, família. Mas, também somos responsáveis espiritualmente por nossas escolhas atitudes. 

O comunicador continua também os estudos da obra “Caminho, Verdade e Vida”, com o capítulo 82, Madeiros Secos. Ele faz assim a leitura de Lucas, capítulo 23, versículo 31, e ainda a análise de Emmanuel sobre o tema. 

“Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco?”
Jesus. (LUCAS, capítulo 23, versículo 31.)

Somos responsáveis por nossos pensamentos, palavras e ações, direta e indiretamente. Entretanto nosso livre-arbítrio nos proporciona algo além do imaginário de liberdade que quase sempre permeia na ideia de liberdade. 

Possuímos assim a possibilidade de escolha. E encontramos, portanto, um cenário perfeito para exercitarmos nossa racionalidade e conhecimentos. Essas experiências nos proporcionam crescimento espiritual. 

Entretanto, é certo os erros durante esse processo de aprendizado e a responsabilidade sobre eles. Será necessário compreendê-los, absorver os aprendizados e a partir desse conhecimento, agir de forma assertiva. 

Não podemos colocar nesse processo de compreensão e aprendizado do livre-arbítrio e da responsabilidade um peso excessivo. É necessário equilíbrio, razão e principalmente o autoperdão para obter o crescimento espiritual. Somos seres ainda em evolução, errar é natural para podemos aprender, mas é válido lembrar que somos responsáveis, tanto pelos erros como pelos acertos. 

Fonte: Site da TV Mundo Maior

sexta-feira, 22 de março de 2019

O valor da honestidade

A honestidade tornou-se um requisito desejado e desejável em todas as áreas vitais.

À primeira vista, o conceito de honestidade parece bastante simples. Tudo o que você precisa fazer é dizer a verdade e agir com retidão em todas as situações. Então, por que pessoas sinceras justificam a distorção da verdade em certas situações?

Existem inúmeras situações que muito rapidamente testarão nossa determinação de ser completamente honestos.

Podemos nos recordar da nossa infância quando queríamos evitar ser punidos. O medo leva as crianças a mentir em um esforço para evitar consequências que sejam consideradas negativas. Desta forma, a mentira é apresentada como menos dolorosa do que a honestidade, pelo menos aparentemente.

“Justificativas” da falta de honestidade

Além de evitar as consequências de nossas ações, existem mais razões pelas quais supostamente “valeria a pena” não ser inteiramente honesto:

Não prejudicar os sentimentos de alguém ou seu orgulho.
Evitar que outros pensem mal de nós.
Medo de que alguém possa roubar nosso reconhecimento.
Pensar que estamos protegendo alguém.
Proteger nosso ego ao evitar o constrangimento.
Evitar que nossa imagem ou reputação seja comprometida.
Quando não gostamos de alguém, mas não queremos que as pessoas saibam.

À primeira vista, você pode pensar que estes seriam motivos perfeitamente legítimos para desviar um pouco a verdade. Afinal, não é para o bem maior?

Pois bem, adotar este tipo de raciocínio distorcido é o mesmo que dizer que o fim sempre justifica os meios. Em outras palavras, é bom fazer algo ruim, desde que você obtenha os resultados desejados.

Ser honesto exige coragem e tato

Ser honesto exige coragem porque nos torna vulneráveis ​​e exige que sejamos responsáveis. Para evitar ferir os sentimentos dos outros com nossa honestidade, o tato também é necessário.

É claro que ser verdadeiramente honesto envolve mais do que dizer a verdade em cada situação, mas, para as pessoas com integridade, é a única opção aceitável.

A honestidade tornou-se um requisito desejado e desejável em todas as áreas vitais.

Permanecer honesto permite, acima de tudo, aumentar a autoconfiança.

Nessa linha fina que separa o que é certo e o que é errado, nossa honestidade pessoal pode nos mostrar o caminho do que realmente é certo.

Ser honesto nem sempre será o curso de ação mais simples ou mais conveniente, mas é o único caminho que lhe dará integridade. Pessoas com integridade sempre reconhecerão e apreciarão sua honestidade e coragem.

Fonte site Aletéia