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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

A importância das pequenas coisas

Quem determinou que as pequenas gentilezas, os pequenos gestos estão fora da moda?

As pequenas coisas normalmente são as grandes coisas que nos fazem bem. Somos mais afetados pelas coisas que estão próximas de nós. Somos afetados pelas atitudes, pelas gentilezas, pelas palavras, pelas pessoas… 

O planeta pode estar passando por uma crise econômica, mas nós só percebemos isso quando aumenta o preço do pão na padaria da esquina, o preço do barril do petróleo no oriente médio… e essa influência é sentida por nós apenas na hora de abastecer o carro. O mundo é grande, é imenso, os problemas são gigantescos, há milhares de pessoas à nossa volta, mas as situações somente são percebidas por nós nos detalhes que nos circundam, na proximidade, no que é ou parece pequeno.

As pequenas coisas nos afetam. O que nos incomoda, afeta, alegra, estimula são os pequeninos detalhes que pontuam o nosso cotidiano. E assim também ocorre nas relações humanas. Elas se avolumam e se intensificam a partir dos pequenos gestos, das pequenas atitudes. Um sorriso, um beijo, um abraço, uma carta, uma flor, um gesto. Quem não se encanta quando vê uma criança falando muito obrigada ou por favor? Quem não fica surpreso de uma forma agradável quando vê alguém pedir desculpas ao outro? Não é especial ouvir pessoas dizendo “eu te amo” com olhar de sinceridade em qualquer data e em qualquer momento?

Quem disse que não é preciso agir assim todos os dias, quem determinou que as pequenas gentilezas, os pequenos gestos estão fora da moda? Como é que o outro vai perceber que somos educados e agradecidos se não o demonstrarmos por esses pequeninos gestos de amor que fazem tanta diferença? 

Caro leitor, os pequenos gestos fazem uma grande diferença na nossa vida. Experimente, faça a experiência e verás quanta coisa poderá mudar na tua vida com as pequenas coisas.

Site Aletéia

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

05 de Setembro: Dia do Irmão

Quando se fala de irmão, podemos nos referir tanto ao filho dos nossos pais - nosso irmão consanguíneo - como também aquela pessoa especial, considerada um grande amigo e que você sente como se fosse um membro da sua família.

No universo cristão, os "irmãos" são todos os nossos "próximos" que, diante da doutrina divina, são "filhos" de um mesmo Pai: Deus.

No Brasil, o Dia do Irmão é tradicionalmente celebrado em 5 de setembro. No entanto, não há um registro que oficialize a data no país.

O dia surgiu por iniciativa da Igreja Católica, que homenageia o aniversário de morte da missionária Madre Teresa de Calcutá, desde 2007 - data que completou 10 anos de sua morte.

No contexto religioso, o sentido da palavra "irmão" está ligada ao "próximo". Portanto, esse dia serve para incentivar as pessoas a repensarem as atitudes perante os outros seres humanos, sendo mais humildes, companheiras e gentis.

O Dia do Irmão é uma data bastante celebrada na Índia (durante o mês de agosto). Lá, os hindus fazem um ritual de oferenda entre irmãos e irmãs de uma família, simbolizando a união e proteção entre eles.

Os dois conceitos do Dia dos Irmãos se misturaram no Brasil, sendo comemorado na data da morte de Madre Teresa de Calcutá (5 de setembro), porém com um significado mais direcionado para homenagear os irmãos consanguíneos, como acontece na Índia.

Fonte Calendarr

segunda-feira, 18 de março de 2019

A arte de ouvir

Quando acordo e vou lentamente entrando no mundo real, escuto meus pensamentos e os sentidos vão se ajeitando para um novo dia. A primeira voz que escuto é a minha, às vezes a me animar, outras com um pedido de volta, e ficar mais um pouco onde estou…mas estaremos sempre ouvindo nossos pensamentos ou a voz de uma outra pessoa.

A audição é o sentido do acolhimento, da ternura, ou de tantos outros sentimentos oriundos desta arte.

O que sinto quando alguém está disponível para ouvir minhas dúvidas e me dá um tempo precioso de escuta? Quantas vezes me sinto apto para escutar e compartilhar sentimentos? O bem-estar de esvaziar um baú cheio, a gratidão ou o alívio decorrentes desta possibilidade?

Atualmente, muitos se sentem desconectados, sem equilíbrio entre o interpessoal e o virtual. Onde o cultivo do diálogo e da proximidade se perdeu?

É um treino diário. Muitas vezes, em nossa vida, podemos lembrar de atropelar diálogos sem prestar atenção no outro, sem solidariedade e sem perceber o ato. Como todo hábito, são necessárias a prática e a disponibilidade. Ouvir o outro com a alma livre, sem julgamentos ou preconceitos. Estar livre e permitir a liberdade do outro.

Quantas vezes ouvimos nossos amigos próximos precisando de uma “escuta”? No dia a dia, as oportunidades aparecem na esquina de casa, no trabalho, no lazer, no nosso lar. Sempre com respeito ao outro. Até que a outra pessoa termine e se sinta confortável. Como posso ouvir da melhor forma? Talvez seja necessário acalmar nossa mente, e deixar um espaço em branco para acolher outras vivências.

Sandra – CVV Santos