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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Lançamento Feb Editora - O heroísmo da humildade

Nesta obra, Osvaldo Melo apresenta a virtude da humildade como força motriz para deter nossos vícios, iniciando o processo de transformação moral. 

Com estilo literário incomum e surpreendentemente contemporâneo, o autor faz um belo convite para uma boa reflexão, por meio do gênero narrativo de uma novela. 

Narrada no início do século XX, a história continua atual, revelando a complexidade das relações humanas na busca da solução de conflitos.

Autor: Osvaldo Melo
Editora: FEB
Páginas: 142
Tipo: Brochura
Tamanho: 16x23cm
Preço Médio: R$ 30,00

sexta-feira, 13 de março de 2020

Cleópatra e a Beleza - Reflexão sobre vaidade

No nosso cotidiano observamos que a maioria das pessoas, principalmente mulheres, utiliza maquiagem com cremes, óleos, pinturas, aplicando tatuagens, modelando e colorindo cabelos, isto é, tudo em nome de uma aparência mais delicada e também no sentido de cuidar da pele contra os efeitos ambientais que possam prejudicar a saúde. Isto é milenar e faz parte da historia da nossa origem.

Estudo mais aprofundado nos dá conta de que a maquiagem pesada usada por egípcios na antiguidade, como a famosa rainha Cleópatra, pode ter tido uma finalidade medicinal, e não apenas estética, de acordo com um estudo do Centro Nacional para Pesquisa Científica da França (CNRS). Os pesquisadores analisaram amostras de cosméticos encontrados em tumbas egípcias e seguiram receitas antigas contidas em relatos de autores greco-romanos e descobriram que eram usados sais que levavam à produção de óxido nítrico – uma substância que estimula o sistema imunológico para combater infecções oculares.

Os sais incluíam chumbo, que faz mal à saúde, mas os cientistas do CNRS e do Museu do Louvre descobriram que em doses muito baixas ele pode ter um efeito benéfico. O chefe da equipe de pesquisa, Philippe Walter, disse: “nós sabíamos que os antigos gregos e romanos também tinham percebido que a maquiagem tinha propriedades medicinais, mas queríamos determinar exatamente como funcionava”.

Os pesquisadores usaram um minúsculo eletrodo, mais fino do que um fio de cabelo, para examinar os efeitos do sal de cloreto de chumbo sintetizado pelos egípcios – laurionita – em uma única célula. Em artigo na revista “Analytical Chemistry”, cientistas escreveram: “ao estimular defesas imunológicas não específicas, pode-se argumentar que estes compostos de chumbo eram manufaturados deliberadamente e usados em fórmulas egípcias antigas para prevenir e tratar de males dos olhos, promovendo a ação das células imunológicas”.

Temos então que deste os mais remotos tempos existe uma preocupação em tornarmos o corpo mais apresentável e preservar a vitalidade. Parece que temos receio de envelhecer e mostrar que nosso corpo se debilita com o passar dos anos. 

É perfeitamente admissível que cuidemos do corpo material, pois que moramos nele, já que somos espírito, ou alma como queiram dizer, mas o principal é que essa necessidade que sentimos de torná-lo mais agradável aos nossos olhos e alheios não vire paranoia, pois que todo pensamento que se aglutinar em nosso psiquismo de maneira irreversível afetará o corpo somático, ou corpo perispiritual, e certamente acarretará problemas em vidas futuras, pois somos da crença que o corpo perispiritual serve de base para modelagem do futuro corpo material, e se o agredirmos nesta vida sofreremos consequências futura. Portanto que nos embelezemos nos tatuemos isto sem modificar nosso caráter e sem mutilações, pois poderemos gerar sérios transtornos.

E sem incentivar vícios como a vaidade. Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.

Não esqueçamos: O corpo material é para esta vida, mas o perispiritual que é cópia seguirá com o Espírito.

Sites Portal do Espírito e Momento Espírita

sexta-feira, 1 de março de 2019

Vícios ocultos

Sempre relacionamos a imagem de que o vício no álcool,  no cigarro, no sexo desregrado entre outros que também nocivos à saúde, são convidados e anfitriões para obsessão.
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Espíritos sofredores, presos ao vício na matéria buscam sentir através de emanações fluídicas, as sensações impressas no encarnado, que acaba se tornando "vítima" do que conhecemos por vampiros espirituais.
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Onde existe a possibilidade de encontrar o objeto de seus desejos materiais, estes espíritos se fixam para compartilhar das emanações fluídicas do ambiente.
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Mas, isso acontece também através da simbiose de ideais dos que se ligam pela mesma frequência de pensamentos.
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Portanto, aquele que se compraz na desgraça alheia também convida irmãos sofredores para seus banquetes espirituais de explorar as dores humanas com desdém e sarcasmo.
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Aquele que ignora a indulgência e faz questão de explorar e divulgar o erro alheio também o faz procurando indiretamente confrades mesquinhos que se interessam pela mesma temática.
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Vangloriar-se perante o próximo humilde, clama a presença de espíritos estacionados na escala evolutiva que desde épocas remotas reinavam grandes dinastias e ainda hoje não compreenderam o verdadeiro valor é o mais humilde.
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Nem todos os vícios estão classificados como tais, assim como as formas de atrair companhias nocivas ao nosso redor.
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Evite consórcios simbióticos com energias que não irão te auxiliar e que você não conseguirá auxiliar também.

Fonte perfil do Instagram Fraternidade e Esperança