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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

A morte nas religiões

O site Gospel Prime publicou um artigo com explicação da morte e seu entendimento nas diversas religiões que temos hoje. Achei interessante e posto alguns trechos aqui justamente porque trata-se de um site que segue uma determinada religião / doutrina e, ainda assim, aborda outras tantas... Aqui vemos que a informação, o respeito por outras religiões, imperou. Vamos lá:

"A morte é a única certeza que o ser humano tem. A importância do tema tornou-se mundial devido à pandemia da covid-19 que o planeta atravessa. No mundo, são 1.844.153 mortes pela doença. Na Índia, são 149.649 mortos. A Índia ocupa o segundo lugar na lista mundial de mortes, atrás somente dos Estados Unidos, que tem 351.652 mortos. Os números são até 4 de janeiro de 2020, data de fechamento deste artigo.

A interpretação da morte acontece de maneira diferente em cada religião.

(...) vamos entender como o espiritismo explica o fim da vida. A morte é assunto atual. Muitas famílias no mundo choram hoje a perda de parentes e amigos por causa da covid-19. Diante da dor e do luto, é importante entender a explicação dos seguidores sobre o tema.

“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, psicografado por Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, publicado há 157 anos, diz que as pessoas morrem, deixando a Terra, para mundos mais felizes, quando estão curadas de suas enfermidades morais. A morte, longe de ser entendida como pavor e como o horror da decomposição, é vista como uma transformação feliz.

Como acontece essa transformação de acordo com o espiritismo? A morte física é o início do processo da desencarnação e posterior reencarnação. Filosoficamente falando, a morte pode ser comparada ao pôr do sol que representa, ao mesmo tempo, o nascer do sol em outro local. A morte é o fim do corpo físico e o início de outro ciclo de vida. Se a vida e a alma existem depois da morte, então a morte é explicada como sendo um bem para a alma porque esta exerce melhor a sua atividade sem um corpo.

O entendimento da desencarnação é uma mudança de plano segundo a crença espirita. É como uma pessoa que se muda de uma  cidade para outra. É um fenômeno natural que ninguém pode evitar. A vida verdadeira não é a que a pessoa vive neste mundo, mas a espiritual. A vida espiritual é a vida normal do espírito. A vida terrestre é passageira. O corpo terrestre é somente um revestimento temporário do espírito."

Sobre a existência do livre-arbítrio "(...) Entendem que Deus deu livre arbítrio para as pessoas para que cumprissem a lei da evolução. Entendem que as decisões que as pessoas tomam nesta encarnação são lições que aprendem depois da vida. Os espíritas dizem que fazem diversas atividades no plano espiritual até estarem prontos para a outra reencarnação. No plano espiritual, os espíritas acreditam que reconhecem e trocam experiências com as pessoas que fizeram parte de suas vidas. desde que estejam em frequência igual."

A matéria é extensa, deixei aqui os trechos principais. Interessados é só entrar no site Gospel Prime (aqui).

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Desencarnados que não sabem que estão nesta condição – Sem Dúvida

Ao desencarnarmos deixamos o corpo de carne e mudamos nosso estado consciencial. O nosso grau de evolução é quem vai determinar como reagiremos ao presenciar a morte. Mas por que alguns espíritos desencarnados querem continuar suas rotinas de quando eram encarnados? Por que é importante fazer prece ao perceber que morremos e continuamos presos à Terra? Acompanhe estas e outras dúvidas com Deusa Samu no programa Sem Dúvida.


Site TV Mundo Maior

terça-feira, 31 de março de 2020

31 de Março - Desencarne de Allan Kardec

O desencarne ocorreu em 31 de março de 1869, aos 65 anos, vítima de um aneurisma. Sua persistência e estudo constante no espiritismo foram essenciais para elaborar a doutrina e organização dos ensinos do Espírito da Verdade. 

O seu nome de nascimento foi Hippolyte Léon Denizard Rivail. Porém, sempre foi conhecido como Kadec por boa parte de sua encarnação.

Ilustre professor, na cidade de Paris, na França, e casado com a intelectual Amélie Gabrielle Boudet. Devotado escritor, publicou obras importantes no campo da educação como: “Plano proposto para a melhoria da instrução pública, lançado em 1828″; “Curso prático e teórico de aritmética (Segundo o método de Pestalozzi)”, para uso dos professores primários e mães de família, publicado no ano seguinte, e “Gramática Francesa Clássica” em 1831.

A Humanidade deve muito a esse espírito, que retirou a religião do domínio dos dogmas, racionalizando a fé e dando provas incontestáveis da realidade do além-túmulo. Foram 14 anos de organização da Doutrina Espírita que resultaram nos cinco livros do pentateuco. 

Com todo um sistema rigorosamente apoiado na filosofia e ciência, Kardec preparou o lançamento das cinco Obras Básicas da Doutrina Espírita, em 1857. As publicações começaram com O Livro dos Espíritos, em 1861, seguido pelo O Livro dos Médiuns. Em 1864, foi a vez de lançar O Evangelho Segundo o Espiritismo. Em Agosto de 1865, Kardec publicou o livro O Céu e o Inferno.

Já A Gênese foi publicada em janeiro de 1868. Em 1890, a publicação do livro Obras Póstumas por sua esposa Amelie Gabrielle Boudet. Kardec fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Constituída legalmente, a entidade passou a ser a sociedade central do Espiritismo, local de estudos e incentivadora da formação de novos grupos.


Nesta mesma data, de 31 de março, mas do ano de 1870, era inaugurado, no cemitério do Père-Lachaise, monumento que foi erguido para honrar a memória imperecível do eminente fundador da Filosofia Espírita.

Totalizando mais de 30 toneladas, a construção de um jazigo bastante sólido para suportar o busto de Allan Kardec. No pedestal do busto lê-se: Allan Kardec Fundador da Filosofia Espírita. Mais abaixo, a epígrafe da Revista Espírita: Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.


Na face anterior da pedra tabular superior, lê-se: Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei.

Sites da Revista O Reformador  e da TV Mundo Maior

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

21 de Janeiro - Desencarne de Amélie-Gabrielle Boudet,

Data de desencarne, em 1883, de Amélie-Gabrielle Boudet, esposa de Allan Kardec; desposada, em 9 de fevereiro de 1832.

Colaborou permanentemente com os estudos do marido, tornando-se grande incentivadora do trabalho de Codificação e difusão do Espiritismo.

Após o falecimento de seu esposo, em 1869, assumiu todos os encargos necessários à gestão do Espiritismo, na França e no mundo.

Faleceu em sua residência em Paris a 21 de janeiro de 1883, aos 87 anos,  sendo sepultada ao lado de seu esposo no Cemitério do Père-Lachaise.

Wikipedia

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Caso Mamonas Assassinas – Boletim Espírita

Caso Mamonas Assassinas foi o o tema do programa do dia 02 de agosto, do Boletim Espírita da Rádio Boa Nova. 

De vez em quando ocorrem tragédias coletivas e é nessas horas que perguntamos: por que acontece esse tipo de coisa? Foi o caso dos Mamonas Assassinas, jovens, no auge da fama, que desencarnaram em um trágico acidente. 

Do ponto de vista espírita, qual a finalidade desses acidentes que causam a morte conjunta de várias pessoas? Quer saber mais? Então, assista agora no Boletim Espírita com André Marouço e Elen Alarça.


Fonte: TV Mundo Maior

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Memorial Chico Xavier terá imagem do médium revitalizada

Além disso, grafiteiros farão arte de outros líderes espíritas, como Maria Modesto e Eurípedes Barsanulfo

Em comemoração aos 17 anos sem o líder espírita Francisco Cândido Xavier, que faleceu no dia 30 de junho de 2002, a Fundação Cultural revitalizará a imagem do médium no Memorial Chico Xavier. Além disso, vários grafiteiros de Uberaba farão novas artes de outros líderes espíritas, como Maria Modesto e Inácio Ferreira, médiuns e fundadores do Sanatório Espírita de Uberaba e também de Eurípedes Barsanulfo, precursor do espiritismo no Triângulo Mineiro.

Os grafiteiros Clayton Squase, Dênis Balduino, Pierra, Rafael Carvalho, Kim e Thor estarão no Memorial Chico Xavier nesse fim de semana a partir das 14h, grafitando as imagens.

De acordo com o chefe de Departamento de Museus, Carlos Victor Silveira de Souza, “é um projeto de arte urbana que visa à inclusão dessa vertente de expressão artística que virou um cartão postal para os visitantes do Memorial que se encaixa dentro do objetivo do espaço”.

O grafiteiro Clayton Squase acredita que a arte do grafite dentro de uma instituição como o Memorial Chico Xavier prova que a arte rompe barreiras. “Desenvolver um trabalho dessa magnitude, com esses personagens em um ambiente histórico e científico mostra que a nossa arte está sendo reconhecida. Deixando de ser pichação”, analisa.

O artista também acredita que seja uma junção de forças. “O espiritismo trabalha em prol do desenvolvimento humano. O grafite também surgiu com essa vertente a partir do movimento Hip Hop, que tem como objetivo a democratização da arte. Poder levar essa arte da rua para um ambiente como o Memorial, contando a história religiosa de Uberaba é motivo de comemoração, reconhecimento e dignidade, nos dando a oportunidade de repensar. Atingiremos um grupo que tem outra visão do grafite. Mostraremos o grafite como arte. Uma honra para os grafiteiros”, diz Squase.

O Memorial Chico Xavier também estará recebendo doações de caixas de leite que serão revertidas ao Sanatório Espírita de Uberaba. A exposição é aberta ao público com entrada franca. O Memorial Chico Xavier fica na Avenida João XXIII, 2011 – Parque das Américas.

Fonte: JM Online