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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Dia 01 de Outubro - Data Comemorativa

O Dia Internacional do Idoso é comemorado anualmente a 1 de outubro.

Este dia foi instituído em 1991 pela ONU - Organização das Nações Unidas, e tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar a população mais idosa. A mensagem do dia do idoso é passar mais carinho aos idosos, muitas vezes esquecidos pela sociedade e pela família.

terça-feira, 12 de março de 2019

A Solidão dos Avós: Um curta-metragem emocionante que está fazendo o mundo refletir

Os avós são figuras muito importantes em nossas vidas. Na maioria das famílias, eles são um pilar que mantém todos unidos, mesmo nos momentos mais difíceis da vida. No entanto, não podemos negar um fato: mesmo nas famílias mais presentes, existe a solidão da terceira idade.

Os idosos, principalmente quando moram sozinhos, podem se sentir deixados de lado, porque todos estão ocupados demais com as próprias vidas e podem acabar negligenciando o relacionamento com eles. Eles nem sempre conversam sobre sua solidão, porque não querem “cobrar” os filhos e netos, mas no fundo seus corações desejam por mais companhia, alguém para conversar, contar suas histórias, falar sobre a vida.

Estar sozinho é bom, mas se a solidão é constante, pode acarretar problemas emocionais. A solidão na terceira idade sempre existiu, mas é mais falada atualmente devido ao modo de vida que levamos, que acaba nos aproximando da tecnologia, enquanto nos afasta das pessoas.

É preciso conscientizar as pessoas sobre esse tema, mostrar que os idosos também se sentem solitários, abandonados e, por mais que não falem, precisam de companhia, amor, carinho, cuidado e interesse.

Essas pessoas que dedicaram tanto tempo de suas vidas fazendo de tudo por nós, merecem também receber o melhor de nós.

Mostramos abaixo um curta realizado pela profissional de animação Laura Stewart, que mostrou de uma maneira muito sutil a maneira como milhares de idosos se sentem.

O vídeo conta a história de um senhor que mora sozinho, até se deparar com uma nova companhia, que apenas complica a sua vida. Vendo que não tem outra opção, ele tem uma atitude amigável para com ela, o que acaba por acarretar um resultado que nos faz refletir muito sobre o sofrimento vivido por essas pessoas, e até onde elas iriam para ter alguém do lado.

Confira abaixo:



Site O Segredo

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Velhice na visão espírita

Quando encarnamos, recebemos uma carga de fluido vital (fluido da vida).

Quando este fluido acaba, morremos. Somos como a pilha que com o tempo vai descarregando.
Chegamos ao ponto que os remédios já não fazem mais efeito. Daí não resta outra alternativa senão trocar de “roupa” e voltar para a escola planetária.

Mas a quantidade de fluido vital não é igual em todos seres orgânicos. Isso dependerá da necessidade reencarnatória de cada um de nós.

Quando chegamos á Terra cada um tem uma "estimativa de vida". Vai depender do que viemos fazer aqui. A pessoa que está estimado viver em torno de 60 anos receberá mais fluido que a pessoa que está estimado viver 20 anos.

André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, explica que poucos são completistas, ou seja, nascemos com uma estimativa de vida e, com os abusos, desencarnamos antes do previsto, não completamos o tempo estimado, isso chama-se suicídio indireto.

Se viemos acertar as pendências biológicas por mau uso do corpo, como o suicídio direto ou indireto, nós vamos ficar aqui pouco tempo. É só para cobrir aquele buraco que nós deixamos. Exemplo: Se nossa estimativa de vida é 60 anos e nós, por abusos, desencarnamos aos 40 anos, ficamos devendo 20 anos. Então, na próxima encarnação viveremos somente 20 anos.

Mas há outros indivíduos que vem para uma tarefa prisional. E daí vai ficar, 70, 80, 90, 100 anos. Imaginamos que quem vira os 100 anos está resgatando débitos. Porque vê as diversas gerações que já não são as suas. E o indivíduo vai se sentindo cada vez mais um estranho no ninho. Os jovens o olham como se ele fosse um dinossauro. Os da sua idade já não se entendem mais porque já faltam certos estímulos (visuais, auditivos, etc.). Já não podem visitar reciprocamente, com raras exceções. Tornam-se pessoas dependentes dos parentes, dos descendentes para levar aqui e acolá. Até para cuidar-se e tratar-se. Então, só pode ser resgate para dobrar o orgulho, para ficar nas mãos de pessoas que nem sempre gostam dela. Alguns velhos apanham, outros são explorados na sua aposentadoria, outros são colocados em asilos onde nunca recebem visitas.

Em compensação, outros vêm, cuidam da família, educam os filhos em condição de caminhar, fecham os olhos e voltam para a casa com a missão cumprida com aqueles que se comprometeu em orientar, impulsionar, a ajudar.

Por isso, precisamos conversar com os jovens. Dizer a eles que é na juventude que a gente estabelece o que quer na velhice, se chegar lá. E que vamos colher na velhice do corpo o que tivermos plantado na juventude. Se ele quiser ter um ídolo, que escolha alguém que esteja envolvido com a paz, com a saúde, a ética, ao invés de achar ídolos da droga, do crime, das sombras.

E aqueles que não tem jovens para orientar e que estão curtindo a própria maturidade, avaliar o que fizeram da vida até agora. Se a morte chegasse hoje, o que teriam para levar? Se chegarem a conclusão que não tem nada para levar lembrem que: HÁ TEMPO.

Enquanto Deus nos permitir ficar na Terra, HÁ TEMPO, para fazermos algum serviço no Bem seja ao próximo ou a nós mesmos: estudar, aprender uma língua, uma arte, praticar um esporte. Enquanto respirarmos no corpo perguntemos: “O QUE DEUS QUER QUE EU FAÇA?” Usemos bem o fluido que nos foi disponibilizado.

ATENÇÃO: a vida bem vivida pela causa do Bem pode nos dar “MORATÓRIA”, ou seja, uma sobrevida, uma dilatação do tempo de permanência do Espírito no corpo de carne. Por isso vemos muitos trabalhadores do BEM desencarnando com idade bem avançada. Estes receberão uma carga extra de fluido vital para estender seu tempo no corpo físico.

Então, há idosos em caráter expiatório e em caráter de moratória.

Por José Raul Teixeira