sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Calendário FEEMT 2020

Confira o calendário de atividades da Feemt – Federação Espírita do Estado de Mato Grosso no ano de 2020.


Pequenos conflitos diários do relacionamento que nos machucam

Oito da noite numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos.

O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.

Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.

Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.

Percebendo que, além de atrasados, poderão ficar mal- humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe que estava errado.

Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.

Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.

E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro  ser feliz.

Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais teríamos estragado a noite.

Certamente uma sábia decisão.

Muitas vezes nós perdemos oportunidades de viver momentos felizes só porque queremos provar que estamos com a razão. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.

De maneira alguma defendemos a omissão ou o não uso da razão, mas tão somente o uso da razão com sensibilidade.

Quantas amizades já destruímos por causa de uma obstinação em defender um ponto de vista?

Quanta energia já gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?

Quanto tempo perdido na elaboração de argumentos para convencer alguém de que temos razão em algum ponto?

Será que vale a pena essa maneira de ser?

Será que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?

Não seria mais sábio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas questões irrelevantes?

É evidente que há momentos em que devemos defender nossa posição, e seria bom que o fizéssemos sem nos perturbar, sem sair do sério.

Mas o que geralmente acontece é que levamos as discussões, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.

É importante considerar que para divergir não precisa dissentir.

Podemos discordar de alguém e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse alguém.

Pense nisso quando se apresentar uma situação em que você tenha que fazer essa opção e se questione, antes de agir:

Será que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?

Será que o momento certo para expor minha opinião é agora?

Será este o momento de impor minhas razões?

Talvez se prestássemos mais atenção em nossas palavras e nos porquês de nossas discussões frequentes, perceberíamos que, na maioria das vezes, poderíamos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter razão.

Considere que as energias gastas em discussões infrutíferas podem lhe fazer falta na manutenção da saúde física e mental, e busque usá-las de maneira útil e inteligente.

Afinal, todos os seus esforços devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.

E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter razão, ou ser feliz?

Fonte site Chico Xavier de Minas

Entre problemas e bênçãos

É comum, quando falamos a respeito de otimismo e pessimismo, citarmos a questão de quem olha o copo e diz estar meio cheio ou meio vazio.

Em se tratando de nossas próprias vidas, quando fazemos o balanço das dificuldades que nos envolvem e as bênçãos que nos alcançam, não se faz diferente o panorama.

Lemos que um famoso escritor, numa tarde em que o atormentavam certos pensamentos, escreveu:

No ano passado, precisei fazer uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar. Tive que ficar de cama por um bom tempo.

Completei sessenta anos e precisei renunciar ao meu trabalho favorito: a redação de um editorial.

Eu havia permanecido, nessa tarefa, durante trinta anos.

Foi ainda nesse ano que experimentei a dor pela morte de meu pai.

Meu filho sofreu um acidente de automóvel e ficou hospitalizado por vários dias. A destruição do carro foi total. Outra grande perda.

E, triste, concluiu: Foi um ano muito mau!

Sua esposa entrou na sala e o viu, mergulhado em imensa tristeza.

Aproximou-se. Leu o que ele havia escrito.

Saiu da sala em silêncio para, algum tempo depois, retornar com uma folha de papel, que colocou ao lado daquela que seu marido escrevera.

Nessa, ela havia redigido o seguinte:

No ano passado, finalmente me desfiz de minha vesícula biliar, depois de passar anos com dor.

Completei sessenta anos com boa saúde e me retirei do meu trabalho. Agora posso utilizar meu tempo para escrever com maior paz e tranquilidade.

No mesmo ano, meu pai, aos noventa e cinco anos, sem depender de nada e sem nenhuma condição crítica, realizou a grande viagem de retorno à Espiritualidade.

Ainda, nesse mesmo ano, Deus abençoou o meu filho com uma nova oportunidade de vida. Meu carro foi destruído, mas meu filho ficou vivo, sem nenhuma sequela.

Em resumo: esse ano que passou foi uma grande bênção!

*   *   *

Essa mulher, de forma sábia e ponderada, reescrevera tudo o que seu marido considerara tragédia, agora sob outro ponto de vista.

O ponto de vista do que poderia ter acontecido, de forma pior, e não aconteceu.

Ela viu bênçãos onde somente estavam relacionados problemas.

Esta é uma lição que precisamos aprender. Olhar para cada acontecimento que nos atinge e avaliar o quanto fomos protegidos.

O acidente que poderia ter sido fatal e não foi além de perda de bens materiais.

A cirurgia que nos liberou de um problema grave, permitindo-nos a continuidade da vida.

A aposentadoria que nos possibilita renovar propósitos, realizar o que antes a falta de tempo não nos permitia.

A morte, que nos arrebatou um ser querido, que lhe permitiu abandonar o corpo de carne e retornar, livre, para a Espiritualidade.

A morte, que nos fere, pela ausência física dos amores mas que nos confere a certeza de que eles prosseguem a viver, de pé, no mundo do Espírito.

Dificuldades. Problemas, bênçãos. Tudo depende do nosso ponto de vista, da forma como encaramos cada senão que nos alcança.

Pensemos a respeito. Reflexionemos de uma forma diferente.

E aprendamos a ser mais gratos ao Senhor da Vida por tudo que nos confere, a cada dia, a cada hora.

Redação do Momento Espírita, com base em relato de fato de autoria ignorada. Em 20.11.2019.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Campanha estimula e orienta o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

Para reforçar a necessidade do entendimento dos princípios doutrinários do Espiritismo, a Federação Espírita Brasileira lançou a Campanha do Estudo Sistematizado, em nível nacional.

O lançamento, ocorrido em 27 de novembro de 1983, durante reunião do Conselho Federativo Nacional (CFN), em Brasília, fez parte das comemorações do centenário da FEB.⠀
Conheça a obra Orientação para o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita – ESDE aqui.

Em nossa casa já introduzimos e mantemos o ESDE e obras subsidiárias. Veja o quadro de horários disponíveis:


Com informações da FEB

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Fatores de felicidade

Solicito ao leitor refletir comigo na seguinte frase: “…é um conjunto harmonioso e belo; é uma filosofia que estende as suas investigações sobre todos os conhecimentos humanos; é uma ciência sólida, irresistível, porque se baseia em fatos que denunciam o seu caráter científico; é além de tudo uma luz poderosa que nos ilumina a inteligência, aclara o raciocínio de tal modo que, muitas vezes, nos maravilhamos de sua lógica irrepreensível, de sua harmonia de vistas com o Bem e o Belo, os grandes fatores da verdadeira felicidade.

Antes de identificarmos o autor e fonte da transcrição, analisemos alguns de seus itens. Comecemos pelo “estende as suas investigações sobre todos os conhecimentos humanos”. Ora, isto abre uma enorme perspectiva para o pensamento humano, de vez que permite abarcar todos (destacamos) os conhecimentos humanos. Aí já encontramos a abertura e a ausência de preconceitos, através de uma investigação filosófica sadia e coerente.

Na sequência, “baseia-se em fatos”. Ora, se é uma ciência que se baseia em fatos isenta-se de especulações, improvisações, teorias pré-concebidas e mesmo interesses parciais; sendo fatos enquadra-se em leis naturais, expulsando o fanatismo e quaisquer tentativas de fatos espetaculosos ou classificados como sobrenaturais. E mais, sendo de “caráter científico”, baseia-se em investigações, observações, pesquisas permanentes.

Sendo “luz que ilumina a inteligência, aclara o raciocínio (…)”, com “lógica irrepreensível”, apresenta indicativo de que apela à razão, ao refletir, ao raciocínio mesmo, para que seja entendido, à luz da lógica e do bom senso, e nunca aceito cegamente.

Finalmente, em “harmonia de vistas com o Bem e o Belo”. Ora, aí está um verdadeiro programa de felicidade, pois se buscarmos o bem e o belo, estaremos embasados na moral e portanto, sem causar prejuízos a terceiros, fiéis à própria consciência, cuja voz é a diretriz que norteia o comportamento humano.

Pois bem, esse “conjunto harmonioso e belo” é a Doutrina Espírita, cujo conhecimento e vivência abre um mundo novo à perspectiva intelectual e moral, porque explica as razões e os porquês humanos. O autor da frase é Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo, que de Matão, batalhou para espalhar essa maravilhosa luz.

E somente conhecendo o Espiritismo, saberemos entender a frase transcrita.

Autor: Orson Peter Carrara, publicado no site Portal do Espírito em 12/11/2019.

O poder do sorriso

O sorriso é uma das formas mais comuns de se avaliar se uma pessoa está bem, contente com os acontecimentos e com a vida. Sorrimos por inúmeros motivos: por encontrar alguém querido, quando vemos algo engraçado, quando uma coisa boa acontece, quando vamos registrar algum momento em uma foto e, alguns, até por nervoso. São muitas as motivações.

Estudos comportamentais apontam que, desde o advento da fotografia, mais de 80% dos registros nos quais há pessoas, elas estão sorrindo ou se esforçando para saírem bem nas imagens. Sim, é a nossa tendência natural. Querer estar bem na foto é mais do que uma expressão. Em geral, se faz esforço para isso. Quando não se consegue naturalmente, já é até possível contar com a ajudinha de aplicativos em pontos que vão muito além do sorriso. O ajuste no nariz que não gostamos, uma arrumadinha na barriga, o sumiço das manchas e rugas que envelhecem, corrigir o dente um pouquinho torto… enfim maquiar algo para parecermos melhores. Eternizar um momento em uma foto com nossa versão melhorada.

Se para alguns o sorriso vem fácil, espontaneamente, para outros pode ser mais difícil de ser expresso naturalmente. Quem não está bem consigo mesmo, por vários motivos – descontentamento com a aparência, alguns aspectos da vida, saúde, trabalho, relacionamentos, entre tantos outros exemplos – pode ter dificuldades para que a alegria venha a tona e se transforme num sorriso largo.

A espontaneidade do sorriso é difícil de ser forçada, não é uma tarefa fácil fingir um sorriso ou mesmo retribuir quando por dentro não estamos bem. Pode ser dolorido, triste e cansativo demais sorrir a força para se sentir aceito, para se sentir parte, para agradar com quem convivemos. Se não é natural, se não é consequência de bons momentos, de lembranças significativas e situações especiais, pode representar enorme gasto de energia.

Não há receita de como sorrir, assim como não há receita de felicidade que sirva para todos. Cada um tem seu tempero especial para tornar a vida mais leve, colorida e saborosa. Conseguir sorrir e ganhar um sorriso sincero de alguém é um desafio prazeroso e de valor incalculável que pode transformar o dia de alguém e pode ter um poder terapêutico para muitos de nós.

Adriana – CVV Araraquara

Como ajudar seus filhos a ter bons hábitos

Ainda me lembro do choque que senti quando percebi que meu primeiro filho, que 2 anos na época, havia internalizado meu hábito de ligar a TV enquanto o ninava.

Naquele ano, desisti da TV em vários momentos em que eu sabia que os prejudicaria. Então, numa noite, trouxe um livro para a cadeira de balanço em vez de ligar a TV. Mas meu filho ficou furioso no meu colo, apontando insistentemente para a tela escura da TV.

“Não, não vamos ver TV”, eu disse. “Mas eu posso contar uma história!” Nada de acordo, pois ele insistia na TV.

De fato, foi uma semana difícil antes dele parar de fazer birra. Mas isso foi para mim uma lição de como as crianças aprendem de nós os hábitos (bons e maus).

Infelizmente, levei quase uma década para realmente descobrir como ajudar meus filhos a ter bons hábitos, e isso foi depois de anos de tentativa e erro.

Eu não tinha um sistema claro para esse processo – até ler o livro Atomic Habits, de James Clear. Ele explica em termos claros e simples muito do que eu tinha aprendido a tanto custo.

Resultados são bons. Metas são boas. Mas tentar mudar seu comportamento para atingir um “objetivo” futuro nebuloso simplesmente não funciona na psicologia humana – especialmente entre adolescentes e pré-adolescentes. É necessário criar um sistema que você goste – um que o recompense hoje para criar a motivação para fazê-lo novamente amanhã.

Desde que implementei este sistema de quatro etapas, percebi que ele passou a funcionar. Por isso, gostaria de compartilhar com vocês.

1 - TORNE O PROBLEMA EVIDENTE

Você deve começar impedindo que o problema seja ignorado. É preciso deixar que o fato realmente incomode. Então comece por não evitar o hábito que você está querendo criar. Para meus filhos, por exemplo, criei um espaço de lição de casa à mesa, ao lado da cozinha. É o espaço por onde eles passam quando chegam em casa. Eles não podem evitá-lo e sabem que eu notarei se eles tentarem evitar.

2 - TORNE ATRATIVO

Você não pode criar um hábito se ficar com medo ou repulsa dele todos os dias. Portanto, é necessário torná-lo atraente de alguma forma. A lição de casa das crianças é sempre um momento difícil. No começo, tentei organizar o material escolar em caixas no meio da mesa, bem arrumado, o que não funcionou, obviamente. Então pensei: por que não deixar as crianças comerem o lanche enquanto fazem a tarefa? Eles sempre querem um lanchinho, por isso foi fácil tornar a tarefa mais saborosa.

3 - FACILITE

A melhor maneira de causar um curto-circuito na criação de hábitos é torná-la complicada ou excessiva. Você não pode mudar cinco hábitos em um mês – talvez possa mudar um, e isso se for bem disciplinado. Você pode criar um hábito simples por vez. Então, quando eu comecei a trabalhar o hábito da lição de casa, trabalhei apenas ele por alguns meses.

4 - RECOMPENSE

Essa foi a melhor coisa que aprendi sozinha sobre hábitos – se não houver recompensa imediata, eles são insustentáveis. Algumas crianças são intrinsecamente motivadas pela satisfação do trabalho realizado, mas a maioria não. Elas estarão, no entanto, motivadas a sair para brincar com seus amigos, ou ir a festas de aniversário ou passar as horas antes do jantar com tempo livre. E elas sabem que, depois que a lição de casa termina, têm um tempo livre. É incrível a rapidez com que a lição de casa é concluída.

Portanto, seja criativo e implemente esse sistema de 4 etapas para criar novos hábitos. É fácil e eficaz – quase não consigo acreditar com que frequência meus filhos se sentam para fazer a lição de casa agora, sem reclamações. Gastar tempo e esforço na sistematização do hábito poupará inúmeras horas de estresse mais tarde – e dará aos seus filhos as habilidades para criar seus próprios bons hábitos nos próximos anos.

Fonte site Aleteia

Visão espírita da doação de órgãos

Na última semana desencarnou aos 60 anos em Orlando, EUA, Gugu Liberato. O apresentador que é considerado um dos grandes nomes da televisão brasileira, bateu a cabeça após cair de 4 metros de altura.

A morte encefálica do apresentador foi confirmada na última sexta-feira. E a família seguiu um desejo do apresentador: a doação de órgãos. A família divulgou uma carta escrita pelo próprio apresentador e um dos trechos diz:

Compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver

Na codificação não há registros a respeito da doação de órgãos. Porém, este ato é um exemplo de caridade, de amor ao próximo. Afinal, além de mostrar desapego à matéria, pode salvar várias vidas. 

No programa Boletim, da TV Mundo Maior, André Marouço disse que este ato minimiza a dor daquele que sofre no ambiente terreno. 

Estes conhecimentos médicos foram autorizados por autoridades superiores para minimizar a dor daquele que sofre no ambiente terreno, quando são acometidos por doenças que muitas vezes não podem ser curadas com medicamento.

E o que podemos dizer daqueles que possuem preconceito com este ato? Para muitos espíritas, o espírito ainda está no corpo no transplante. A respeito disso, Chico Xavier no programa Pinga Fogo disse:

Mesmo que a separação entre o Espírito e o corpo não se tenha completado, a espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados. 

O espírito sofre no momento do procedimento da doação?

De acordo com Aldeniz Leite, não! 

A doação é uma benção que proporciona ao espírito, créditos para o seu futuro espiritual.

Para finalizar o assunto a respeito da visão espírita da doação de órgãos, Divaldo Franco no livro Seara de Luz, diz:

Se a misericórdia divina nos confere uma organização física sadia, é justo e válido, depois de nos havermos utilizado desse patrimônio, oferecê-lo, graças as conquistas valiosas da ciência e da tecnologia, aos que vieram em carência a fim de continuarem a jornada.

Não há, também, reflexos traumatizantes ou inibidores no corpo espiritual, em contrapartida à mutilação do corpo físico. O doador de olhos não retornará cego ao Além. Se assim fosse, que seria daqueles que têm o corpo consumido pelo fogo ou desintegrado numa explosão?

Fonte: Site Rádio Boa Nova

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

O esgotamento emocional e os conselhos espirituais

Nossa saúde emocional precisa ser tratada com responsabilidade.

A mente humana é extremamente complexa. Apesar de termos nos desenvolvido tanto em diversas áreas, pouco sabemos sobre nossa mente, desdenhamos daquilo que deveríamos ter maior atenção.

Por conta disso, nossa saúde mental está fragilizada e as consequências são terríveis. Nunca na história houve tantos casos de pessoas sofrendo com doenças psicossomáticas, levando inclusive a tentarem contra a própria vida.

Escrevi recentemente a respeito do suicídio, que considero ser a busca desesperada para fugir de uma dor intensa e incompreendida. Quando alguém pensa em dar fim a própria vida, já perdeu o sentido existencial.

Isso acontece por ter, em algum momento, negligenciado o cuidado consigo mesmo. Deixou de prestar atenção ao seu “coração”, permitindo que sua saúde mental ficasse debilitada.

Uma mente inquieta, que não consegue desacelerar e admirar as coisas belas da vida, terá como resultado o esgotamento emocional. Esse esgotamento pode ser confundido com cansaço físico.

Estresse, dores musculares e de cabeça, fadiga, baixa perspectiva e problemas para lidar com as emoções podem ser sinal de esgotamento emocional.


(...)


É preciso aprender a proteger a emoção, lidar com estímulos estressantes e impedir que sentimentos negativos venham a prejudicar nossa qualidade de vida.

Nossa saúde emocional precisa ser tratada com responsabilidade, administrando as tensões e pressões diárias, além de uma boa gestão de sensações negativas.

Como diz a Palavra de Deus: “A boca fala do que está cheio o coração” (Lucas 6.45). Por isso é bom evitar o ódio, as contendas e discussões. Nossa emoção é afetada por essas coisas, que consequentemente prejudicam nossa saúde emocional.

As consequências do esgotamento emocional são:

Insônia ou o sono não é reparador;
Baixa produtividade no trabalho;
Pouco prazer nas atividades;
Dores de cabeça e musculares;
Descontrole emocional;
Pessimismo e baixa perspectiva;

Atenção ao emocional e espiritual. O corpo é uma tríade: corpo, mente e espírito. Cuidemos de todos!

Trechos do texto de Abner Ferreira para o site Gospel Prime