segunda-feira, 8 de junho de 2020

Inteligência

Hoje, o espírita Pedro Neves explica o que é a inteligência. Segundo ele, em última análise, este dom que só os seres humanos têm serve para que separemos o bem do mal. Assista ao vídeo e saiba mais sobre a inteligência na visão do Espiritismo:



Pedro Neves é Consultor de Negócios, diretor de Divulgação da União das Sociedades Espiritas Intermunicipal de Jundiaí(USE)

sábado, 6 de junho de 2020

7 obras que retratam a vida após a morte de maneiras diferentes

Morrer pode ser uma circunstância que, para muitos, não tem a menor certeza daquilo que os aguarda à frente. No entanto, algumas obras ficcionais já se arriscaram a criar os próprios "paraísos", por assim dizer, aflorando a imaginação dos espectadores.

Seja o "além" um universo tecnológico, celestial ou até mesmo existencialista, o fato é que os humanos já gastaram um tempo considerável debatendo, tentando prever e analisando as possíveis conjecturas que nos levariam a entender exatamente o que é que nos aguarda na tão cobiçada vida após a morte. 

Pensando nisso, o site AdoroCinema separou 7 produções que tratam do assunto de maneiras bastante diferentes entre si, passando por visões mais idealistas, até mais "automatizadas" e, por fim, mais religiosas.

UPLOAD

Upload é ambientado em um futuro em que os seres humanos são capazes de "carregar" a si mesmos em sua escolha preferida de vida após a morte. Quando Nathan (Robbie Amell) encontra sua morte prematura, ele é recebido por Nora (Andy Allo) em sua versão do céu. Enquanto Nathan se acostuma a viver longe de seus entes queridos, Nora luta para permanecer trabalhando ao lado de Nathan após a morte.

A série traça alguns paralelos entre a maneira como a nossa tecnologia vai avançando e a forma como, em um futuro desconhecido, é possível que alguns seres humanos com dinheiro o suficiente consigam viver para sempre, porém tornando-se... dados de internet. A série está atualmente na Amazon Prime Video.

THE GOOD PLACE

Eleanor Shellstrop (Kristen Bell) está morta. Acontece que, após sua partida, ela foi enviada ao "Good Place" - ou "Lugar Bom" -, um lugar de eterna felicidade destinado às pessoas que fizeram o bem durante suas vidas. Lá, todos são bons e encontram as suas almas gêmeas, com quem passarão o resto da eternidade. Mas tudo isso não passa de um acidente: Eleanor não merece estar lá. E agora, será que ela vai conseguir esconder a verdade de Michael (Ted Danson), que coordena a vizinhança, ou será eventualmente enviada ao "Bad Place"?

Os fãs da série sabem muito bem das "armadilhas" que The Good Place prega no espectador, mas não daremos spoilers aqui. The Good Place não apenas mostra o paraíso, mas também explica categoricamente como ele funciona através de um sistema de pontos no qual atitudes ruins e boas são classificadas e você precisa ter uma pontuação mínima para entrar.

VIVA: A VIDA É UMA FESTA

Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas ele precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. A aventura, com inspiração no feriado mexicano do Dia dos Mortos, acaba gerando uma extraordinária reunião familiar.

Lembre de mim... pois eu tenho que partir! Quem chorou com Viva: A Vida é uma Festa sabe que, por mais que tenhamos visto só um pouco do "outro lado" já foi o suficiente para entender como a vida e a morte podem estar mais conectados do que parece, justamente sendo esta a proposta do filme.

SAN JUNIPERO (BLACK MIRROR)

Black Mirror explora sensações do mal-estar contemporâneo e o criador Charlie Brooker costuma antecipar algumas tendências. Cada episódio conta uma história diferente, traçando uma antologia que mostra o lado negro da vida atrelada à tecnologia. Em San Junipero, duas meninas vivem e se apaixonam no "Paraíso" que na verdade é modelado enquanto suas consciências estão em "cookies" de computador após seus corpos terem morrido.

Parecido com Upload, este episódio que inclusive é vencedor de Emmy mostra a vida após a morte de maneira que o falecido possa escolher dentre várias décadas da humanidade para vivenciar, como se fossem todos cenários de uma espécie de jogo interativo.

THE DISCOVERY

Após comprovar cientificamente a existência de vida depois da morte, um cientista vê sua descoberta liberar um verdadeiro caos em meio a população, causando uma onda de suicídios. Em meio a este turbilhão, seu filho se apaixona por uma mulher que tem um passado marcado por eventos trágicos.

Assumindo um forte ar de melancolia, The Discovery mostra uma vida após a morte tão triste quanto a própria existência em alguns momentos. Lá, os humanos simplesmente revivem momentos de suas vidas com diversos propósitos e questões diferentes ainda a serem descobertas dentro deste contexto.

FOREVER

June (Maya Rudolph) e Oscar (Fred Armisen) são um casal do subúrbio da Califórnia. Eles levam uma vida confortável, mas previsível, há doze anos. Todos os dias eles fazem as mesmas coisas, têm a mesma conversa e vão aos mesmos lugares. Mas depois que June sugere que eles façam uma viagem para esquiar, os dois se encontram em um território completamente desconhecido.

É difícil falar de Forever e a razão pela qual a vida após a morte é explorada na série sem dar spoiler, mas garantimos que vale a pena saber pouco. Infelizmente cancelada pela Amazon Prime em seu primeiro ano, a série conta com uma temporada bem interessante e peculiar.

NOSSO LAR

Em Nosso Lar, ao abrir os olhos André Luiz (Renato Prieto) sabe que não está mais vivo, apesar de ainda sentir sede e fome. Ao seu redor ele apenas vê uma planície escura e desértica, marcada por gritos e seres que vivem na sombra. Após passar pelo sofrimento no purgatório, André é levado para a cidade de Nosso Lar. Lá ele tem acesso a novas lições e conhecimentos, enquanto aprende como é a vida em outra dimensão.

Dissecando a vida após a morte segundo o livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier através do espírito André Luiz, o filme mostra a visão mais religiosa da lista, mas ainda assim oferecendo uma visão bastante diferente da convencional, sendo uma boa pedida para os que querem tentar algo do gênero.

Site AdoroCinema

terça-feira, 2 de junho de 2020

Enquanto perdure a pandemia, que cuidados a Casa Espírita deve tomar?

Tudo em nosso país está a indicar que se encontra longe do fim a pandemia causada pelo novo coronavírus e que continuaremos por um bom tempo sem dispor de vacinas, de medicamentos eficazes e até dos tão falados testes em quantidade suficiente que nos possibilite atender ao que a Organização Mundial de Saúde tanto recomendou a todos os governantes.

Diante desse quadro, quando forem autorizadas a receber público, como as Casas Espíritas deverão proceder? Que cuidados deverão tomar?

As dúvidas vêm de todos os lados. Claro que as máscaras e o uso de álcool em gel já se terão tornado uma rotina, mas todos sabemos que isso não é suficiente. O cuidado com as aglomerações é medida que, como sabemos, tem sido reputada fundamental.

Para responder a estas questões, entrevistamos três conhecidos e respeitados estudiosos espíritas: Antonio Cesar Perri de Carvalho, palestrante, escritor, dirigente espírita, ex-presidente da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo e da Federação Espírita Brasileira; Eurípedes Kühl, médium, estudioso espírita e autor de inúmeras obras espíritas, mediúnicas e não mediúnicas; e Gebaldo José de Sousa, estudioso espírita, autor do e-book Mediunidade – Fundamental Estudar Sempre e participante, como esclarecedor, de duas equipes mediúnicas nos dois hospitais espíritas de Goiânia.

A seguir, eis o que os nossos entrevistados disseram com relação às questões que lhes foram apresentadas:

PALESTRAS PÚBLICAS

1 - Se o local das palestras públicas for grande, o distanciamento entre as pessoas não constituirá um grande problema. Como proceder, porém, quando o salão - médio ou pequeno - fica geralmente lotado?

Antonio Cesar Perri - Após superarmos as fases de quarentena da pandemia viveremos uma situação nova, que vem sendo chamada de “novo normal”. E podem surgir orientações sanitárias gerais por parte de cada Governo Estadual. Então precisaremos analisar cada situação e fazermos adequações às realidades dos diferentes centros espíritas.

Será indispensável o atendimento às recomendações das autoridades sanitárias e isso é adequado à proposta de respeito à vida, ao ser espiritual reencarnado. Os centros, de acordo com suas dimensões físicas e a equipe disponível, precisará reanalisar as ofertas de reuniões públicas, talvez com variedade de dias e de horários. Além disso, precisaremos ficar atentos às orientações da área da saúde, com relação à utilização de máscaras e, eventualmente, se evitar contatos físicos, como os fraternos abraços. Um outro aspecto, que vem sendo desenvolvido no período da quarentena, é a utilização de transmissão por internet. Talvez as reuniões públicas devam contar com as duas possibilidades: um grupo fisicamente presente e outro acompanhando à distância. O importante será disponibilizar esclarecimentos na linha do acolhimento e do consolo para os que procuram o centro espírita nessa época tão complexa. 

Eurípedes Kühl - Se o local das palestras públicas for grande, o distanciamento entre as pessoas, como sabemos, não constituirá um grande problema.

No caso de locais médios ou pequenos, sugerimos aos dirigentes limitar o número de participantes, mantido o distanciamento necessário. Havendo quórum para outra palestra, replicá-la, com o mesmo palestrante. Quanto aos presentes, que se evitem abraços ou cumprimentos de mão.

Gebaldo José de Sousa - Importante limitar o número de frequentadores por sessão pública, buscando realizar mais palestras, no mesmo dia ou em vários outros, para dar oportunidades a todos.


PASSES

2 - Como os médiuns passistas poderão atender à tarefa, em face da proximidade com o paciente, considerando ainda que numa sala de passes atuam geralmente muitos passistas?

Eurípedes – Cadeiras espaçadas entre atendidos, que deverão adentrar, um por vez; o mesmo quando terminar o atendimento. Passistas e atendidos usando máscara e, quanto ao passista, melhor se for aquela maior, da testa ao queixo. Importante relembrar e recomendar aos passistas: não tocar nos atendidos.

Gebaldo - Aplicar passes coletivos, como realizado nas grandes Casas Espíritas (FEB; Mansão do Caminho, etc.).

Perri - Os passes devem ser entendidos como doação de energias, de sentimentos e de boas vibrações. Não há necessidade do contato físico. A imposição de mãos com certa distância é mais do que suficiente. Em alguns momentos já não se aplicavam os passes coletivos? É também uma opção. O importante é que onde há salas de passes deve-se obedecer às orientações para maior distância com as pessoas atendidas, entre elas e também entre os passistas. Que se verifique também a possibilidade de adoção da orientação sanitária de utilização de máscaras.


GRUPOS DE ESTUDO

3 - As reuniões de estudo são geralmente realizadas em salas pequenas. Há Centros Espíritas em que, no dia de realização do ESDE, as turmas são numerosas e todas as salas ficam tomadas. Como atender à recomendação relativa ao distanciamento entre as pessoas?

Gebaldo - A solução é limitar o número de participantes, realizando os estudos em mais de um horário ou em vários dias da semana, para não se excluir ninguém.

Perri - Inquestionavelmente haverá necessidade de revisão dessas condições. Não podemos prever em que condições retornaremos às atividades após se superar a fase da pandemia. Poderão permanecer alguns cuidados e por um período que, no momento, não se pode aquilatar. Estamos vivendo uma época em que fomos forçados a reuniões virtuais: de estudo, de vibrações, de palestras. Provavelmente deveremos nos preparar para aperfeiçoarmos essas opções e realizarmos reuniões de estudo também com transmissão ao vivo e com interatividade. E, sem dúvida, nos adaptarmos às condições adequadas de pessoas presentes em cada sala. Tudo indica que viveremos novas realidades após se superar a fase crítica da pandemia. Com certeza ainda permanecerão muitos cuidados preventivos.

Eurípedes - Cuidar da entrada e da saída dos participantes do estudo e observar o mesmo procedimento que mencionamos com relação aos “passes”; se necessário, intercalar horários ou dias dos estudos.


SESSÕES MEDIÚNICAS

4 - Nas sessões privativas, além do ajuntamento de várias pessoas em uma pequena sala, existe uma aproximação acentuada entre os esclarecedores e os médiuns psicofônicos. Como agir?

Perri - As mesmas situações que já apontamos nas outras questões: readequação de número de pessoas presentes na(s) sala(s); provavelmente permanecerá a recomendação de uso de máscara e isso será uma dificuldade ou nova necessidade de adaptações, mas há tipos de máscaras que não dificultam a movimentação da boca; manter-se distância entre os médiuns e entre estes e os esclarecedores. Se houver necessidade de aplicação de passe, são as mesmas condições que expusemos acima, imposição de mãos e com distanciamento.

Eurípedes - Tratando-se de sala pequena, a reunião mediúnica só será possível se houver espaçamento entre os participantes, além das recomendações gerais de higiene. O grupo mediúnico não deverá ser menor do que seis participantes, nem maior que quatorze. Doutrinadores e médiuns psicofônicos devem usar máscara, se possível aquela transparente, de proteção da testa ao queixo.

Gebaldo - Sugerimos que as sessões sejam realizadas em salas maiores. Se necessário, utilizar o mesmo local que é destinado às reuniões públicas, distribuindo os médiuns pelo salão, com a distância de pelo menos dois metros uns dos outros. Esclarecer as Entidades comunicantes com o distanciamento adequado. Aplicar passes coletivos, ao final.


EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

5 - A dificuldade apontada no tocante aos grupos de estudo aparece também nas salas de evangelização infantil, que ficam repletas de crianças. Qual a solução?

Eurípedes - Não há outro jeito: pensamos que é necessário dividir o grupo de crianças, para que o distanciamento seja mantido, adotando-se no caso as recomendações gerais a que já nos referimos.

Gebaldo - Limitar o número de participantes, procurando realizar a evangelização em mais de um horário ou em vários dias da semana, para dar oportunidades a todas elas.

Perri - Trata-se de questão delicada, pois as autoridades médicas têm alertado para o fato de que muitas vezes as crianças são portadoras assintomáticas do vírus, mas são transmissoras. Além das questões dos espaços e distanciamentos já registrados, deve-se pensar na possibilidade de os evangelizadores serem selecionados entre pessoas que não estejam no chamado “grupo de risco”. Talvez deva ser levado a sério o detalhe legal: os pais são responsáveis pelos filhos. Nas escolas formais isso já é realidade. Em alguns países, além das escolas formais, os pais assinam documento para permitir que os filhos assistam ao ensino religioso nas diferentes agremiações. Deve existir um diálogo entre dirigentes de centros, evangelizadores e pais das crianças.


ASSISTÊNCIA SOCIAL

6 - Além da distribuição de gêneros alimentícios, em muitas Casas Espíritas a assistência prestada às famílias carentes inclui também o fornecimento de lanche, café, sucos ou algo semelhante, tal como ocorre geralmente numa lanchonete. Como proceder?

Gebaldo - Usar embalagens, para que o consumo seja feito nos lares das pessoas assistidas. Eventualmente, abolir o café ou os sucos, caso não seja possível fornecê-los em recipientes próprios.

Eurípedes - Nesse caso, como as famílias já devem estar cadastradas, o atendimento deve ser feito a determinado número de pessoas, em horários ou dias agendados. Em todos os casos, observar as recomendações gerais.

Perri - Creio que devam ser obedecidos os requisitos sanitários semelhantes aos mais recentemente exigidos para lanchonetes e bares. Ou seja, na assistência em instituições espíritas onde são oferecidos lanches e refeições, devem ser adotados os mesmos cuidados de prevenção: os colaboradores, com máscara e em algumas situações com luvas, distanciamento entre os assistidos e destes com os colaboradores, higienização específica de mesas entre cada atendimento, higienização rigorosa com talheres e pratos utilizados nos lanches e refeições, higienização rigorosa nos ambientes da cozinha e dos banheiros disponibilizados para os atendidos. E neste caso utilizando-se produtos de limpeza recomendados por equipes sanitárias.


OBSERVAÇÃO

No Estado do Paraná, a Secretaria da Saúde publicou no dia 21 de maio uma resolução que estabelece as condições necessárias para que as entidades religiosas voltem a receber público. Segundo a resolução, as entidades religiosas precisam seguir um protocolo com 34 artigos.

Entre as medidas a serem observadas, as entidades religiosas precisam respeitar as orientações para preservação do afastamento físico entre as pessoas e o espaço destinado ao público deve ter a ocupação máxima limitada a 30%, observando-se o afastamento mínimo de dois metros entre as pessoas.

Quanto às pessoas de idade acima de 60 anos e as que integram o grupo de risco - hipertensos, diabéticos, gestantes e outros – a recomendação das autoridades é que elas devam permanecer em casa, acompanhando as celebrações por meios eletrônicos.

*Nós do LEAE não incentivamos a abertura dos centros religiosos, não repudiamos a decisão de aguardar, apenas seguimos as orientações dos profissionais da saúde.

Por Thiago Bernardes para o site de O Consolador com modificações da Equipe de Comunicação do LEAE

Cantinho da reflexão

Tatto Savi analisa se esta pandemia é uma maneira de colocar a humanidade no “cantinho da reflexão”? Vamos pensar na vida que tínhamos e pensar no agora? Vamos mudar algumas situações da vida com esta pandemia? O que você tem feito neste período de introspecção?



TV Mundo Maior

Fortalecer o bem

Tivemos um período nebuloso em nossas terras do novo cruzeiro, uma onda densa cerca nossas fronteiras astrais com o plano espiritual.

A simbiose que une as almas pela similitude de interesses, tem se enlaçado a tópicos fúteis e contrários a caridade de Jesus.

É preciso quebrar o ciclo do ódio, as investidas das forças destruidoras tem se especializado em criar vínculos entre os seres semeando discórdia e colhendo relações que só existem a partir dele.

Para se sentir incluso em qualquer grupo é preciso odiar ou demonstrar propensão ao ódio.

Os grupos se formam não mais para adorar os seus e sim para odiar aos outros, uma atitude infantil e maniqueísta de separar o "bem" e o "mal".

Se você torce para um time, é obrigado a odiar outro? Se luta por uma causa, precisa ser contrario a outra?

Pessoas se juntam para odiar, procurar defeito, compartilhar notícias de fontes dúbias. O que está acontecendo?

O único mal é aquele preso na ignorância porquê o amor é o conhecimento e ele liberta!

Façamos nossa parte, vamos quebrar essa corrente, a partir de nós mesmos. O mal não merece comentário!

Ao ser convidado ao pensamento odioso, se recuse a participar dessa corrente, faça sua parte como cristão e inicie uma nova corrente, elogiando outra coisa, qualquer coisa, o importante é abafar esse movimento de ódio e iniciar um novo movimento de fortalecimento as coisas boas a que devemos ser gratos.

Somos os trabalhadores da última hora, cabe a nós a tarefa iniciada pelos desbravadores do amor genuíno e fraterno, que desde os tempos remotos, vem sendo implantado na Terra através da consciência dos homens.

Perfil do Instagram @fraternidadeesperanca

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Como manter a gentileza em tempos de arrogâncias?

Saber filtrar as energias direcionadas para nós é um desafio de grande dificuldade e precisa de grande esforço, mas é o caminho para uma vida tranquila e branda.

O mundo globalizado implicou grandes avanços na sociedade, em que obrigou o ser humano a modificar suas ações cotidianas. O mercado capitalista exige que todas as ações humanas sejam direcionadas para resultados imediatos e eficazes, isso resulta em grande agitação e nervosismo, pois pouquíssimos são os que ouvem e os que param um minuto para dedicar a contemplação do mundo e do outro.

Esse modo de agir acaba gerando ações autoritárias e arrogantes, pois as necessidades de cada um sempre irão prevalecer sobre as do outro. O trânsito é um retrato da sociedade atual, todos estão sempre com pressa, todos estão sempre desejando chegar no minuto anterior, todos estão nervosos, e, com isso, ninguém cede espaço nem tempo para ninguém, todos têm seus compromissos importantíssimos, e, assim, surgem as buzinas, os gritos, as ofensas as brigas e em algumas ocasiões as fatalidades.

Com isso, é muito comum sentirmos um vazio dentro de si ao mesmo tempo que sentimos uma agitação interior inacabável, e acabamos ficando com raiva, com os nervos à flor da pele, e promovemos às pessoas que convivem conosco todo o nervosismo e arrogância que recebemos. Em algumas ocasiões, basta apenas um segundo de encontro com alguém mais turbulento interiormente do que nós para que tudo em nosso dia esteja nos apertando, tudo esteja longe do que desejamos e tudo ao nosso redor seja motivo para sentir raiva.

Mas por que isso acontece? Porque, muitas vezes, nós agimos como uma esponja e sugamos tudo ao nosso redor, sugamos toda a agitação, o nervosismo, a raiva, a arrogância, e acabamos reproduzindo os mesmo atos que repudiamos, acabamos agindo com o mesmo nível de arrogância ou até mesmo maior depois de sermos atacados com atos arrogantes. E assim a cultura de egoísmo, arrogância, nervosismo só aumenta, pois somos participantes ativos desta.

Então, devemos agir como um filtro, e filtrar tudo ao nosso redor. Não deixar as energias negativas tomarem conta de nosso interior. Devemos observar os atos que repudiamos e tentar manter a gentileza mesmo em tempos de arrogância; devemos retribuir com gentileza toda ação de arrogância destinada para nós, pois, quando agirmos de modo diferente com que somos agredidos, tudo ao nosso redor mudará. Não que todas as pessoas irão melhorar seus modos de agir conosco, mas nós iremos mudar o modo de agirmos conosco mesmo. Assim, promovendo atos de gentileza, o maior privilegiado é o próprio autor do ato gentil.

Por Eduardo Rosa postado no site Eu Sem Fronteiras

Acervo da revista "Reformador" aberto pela FEB

A Federação Espírita Brasileira anuncia a abertura do acervo virtual de toda a coleção da revista Reformador, editada pela FEB, livremente para todo o público, durante este mês de junho, benefício esse normalmente reservado aos assinantes do histórico periódico.

Assim assinala o comunicado da FEB:

Ciente da importância da leitura e da informação em tempos como os que assolam a Pátria do Evangelho e o mundo como um todo, a FEB disponibilizará, entre os dias 1° de junho e 31 de julho de 2020, acesso gratuito à plataforma de assinantes da revista Reformador, onde o leitor terá acesso a edições correntes e anteriores da revista.

Para visualização e leitura basta entrar no link www.souleitorespirita.com.br/reformador e clicar na opção “Assinante”, no topo. Você realizará o cadastro, colocando seu e-mail e depois “acessar”. Aproveite!

Site Espiritismo em Movimento

A origem do espiritismo

Muitas pessoas procuram entender o que é a doutrina espírita. Com isso, perguntam: qual a origem do espiritismo? como ele chegou no Brasil?

Antes de abordarmos qual a origem do espiritismo, devemos nos lembrar que a doutrina espírita se divide em: 
  • Ciência porque apresenta ideias a partir de fatos, fenômenos mediúnicos etc.
  • Filosofia pois sua temática abrange objetos de conhecimento que estão além da existência sensível: a existência de Deus, leis morais etc.
  • Religião, pois o espiritismo tem como objetivo a prática do Evangelho e dos princípios cristãos.

Origem do espiritismo

O espiritismo surgiu na França, no século XIX, com as famosas mesas girantes. Fenômeno este que se refere às mesas que dançavam e giravam no ar. E ainda, a força atuante nas mesas dizem respeito a espíritos desencarnados bons ou não que retornavam para alertar os encarnados sobre a existência de um mundo espiritual e da importância de uma conscientização a respeito do espiritismo. 

Este fenômeno chamou a atenção de diversos cientistas, filósofos e intelectuais, como por exemplo,  Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde usaria o pseudônimo de “Allan Kardec”, e se dedicaria aos estudos dos fenômenos espíritas.

Allan Kardec e o espiritismo

Certo dia andando pelas ruas de Paris, Allan Kardec, se encontrou com um amigo que lhe descreveu o fenômeno das mesas girantes. E embora estivesse descrente com as informações, Kardec, curioso, passou a frequentar algumas reuniões. Onde observou mesas e outros objetos ganharem movimentos sem a ajuda de qualquer pessoa ou mecanismo. 

Apesar de ver com seus próprios olhos, Allan Kardec, não aceitou de imediato esses fenômenos, porém, estava disposto a entendê-los. 

A partir disso, começou a estudá-los e após muitas leitura, análise, ele concluiu que os fenômenos possuíam origem inteligente e que eram provocados por pessoas que habitaram a Terra. Assim sendo, Kardec os identificou como “espíritos dos homens”, que haviam morrido. 

A partir deste momento, Allan Kardec, fez diversas perguntas aos espíritos, analisou as respostas e as codificou, tudo feito com o crivo da razão. Assim teve origem o espiritismo. 

Após muito estudo Allan Kardec lançou a chamada codificação espírita, que é composta pelos seguintes livros:

  • O Livro dos Espíritos (1861)
  • O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864)
  • O Céu e o inferno (1865)
  • A Gênese (1868)
Espiritismo no Brasil

O espiritismo chegou no Brasil em 1865 e chamou a atenção da elite brasileira. Um dos responsáveis pela propagação da doutrina no país foi o intelectual Luís Olímpio Teles de Menezes, que se interessou pela proposta de Kardec e achou que o espiritismo não deveria ser apenas um tema da alta sociedade. Com isso, em 1865, Luís fundou o primeiro centro espírita brasileiro, chamado “Grupo Familiar do Espiritismo”. Hoje em dia, o Brasil é o país com mais adeptos do espiritismo.

Para finalizar, o espiritismo por meio de seu estudo, prática, divulgação. E ainda, independente de sua condição cultural, social tem como missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da humanidade. E não se esqueça das palavras de Allan Kardec, na obra Gênese:

O espiritismo, marchando com o progresso, jamais será ultrapassado porque, se novas descobertas demonstrassem estar em erro sobre um certo ponto. Ele se modificaria sobre esse ponto; se uma nova verdade se revelar, ele a aceitará.

TV Mundo Maior

Permaneça em casa

A recomendação para toda a Humanidade no enfrentamento ao coronavírus, Covid-19, para dirimir a concentração da pandemia em curto espaço de tempo foi: “permaneça em casa”, saia somente para o essencial.

Permanecer em casa, além de atender as recomendações governamentais e de saúde, possibilitou a oportunidade de reflexão mais profunda e de crescimento espiritual. O isolamento em família proporcionou a cada criatura adentrar no quarto íntimo para analisar-se, para responder a questionamentos: O que farei da vida? Quais valores estou cultivando? Que caminho a Humanidade está trilhando?

A oportunidade de estar em casa possibilitou visitar os recônditos da alma para ouvir a si mesmo nesses momentos em que a Humanidade é convidada a compreender os desígnios de Deus, pensar no próximo, renovar hábitos, ampliar a visão de mundo, abandonar o egoísmo e vivenciar a caridade.

Hoje, a maior parcela da Humanidade busca o perecível – ter cargos, ter posse, ter poder, ter bens –, o imperecível está esquecido e colocado em plano secundário. O permaneça na casa íntima, que o isolamento no lar tem proporcionado, faz despertar, naqueles que estão refletindo mais profundamente, o que é duradouro, perene, imperecível: a fé; a confiança nos desígnios do Pai; a esperança; o pensar no próximo e o exercício do amor.

O convite é para pensar no próximo, é para mudar hábitos; é, em síntese, para aplicar o Mandamento Maior: Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo coração, de toda alma, de todo espírito. Este o primeiro mandamento, há o segundo de mesmo valor: Amar ao próximo como a si mesmo.

Infelizmente, o medo, a dor e o sofrimento estão sendo os caminhos para amar o próximo conforme Ele, Jesus, recomendou há dois mil anos nos dois mandamentos citados.

Não podemos olvidar, jamais, um segundo sequer, que o nosso planeta está sob uma direção segura, amorosa e sábia, que há um governador, Jesus, o Cristo de Deus, aguardando o despertar das consciências para as lições de seu Evangelho, fonte de luminosidades, de esclarecimentos, de orientações, de consolo, de convites à renovação e à regeneração.

Quando findar o “permaneça em casa”, não esqueçamos de “permanecer na casa íntima”, a fim de continuarmos cultivando os valores imperecíveis, agora colocados não mais em plano secundário, mas em plano prioritário.

Sigamos confiantes, permanecendo na casa íntima, a cultivar o amor ao próximo, sempre.

O Reformador Edição de Junho de 2020, Ano 138, nº 2.295.