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sexta-feira, 8 de março de 2019

As brechas para a obsessão espiritual em sua vida

O início das grandes obsessões é semelhante à pequenina brecha no açude que por vezes não passa de pedra desconjuntada ou de fenda oculta.

Os desequilíbrios da alma começam igualmente de quase nada, principalmente por atitudes e sentimentos aparentemente compreensíveis, mas que, em muitas ocasiões, se deslocam no rumo de ásperas consequências.

Desconfiança.

Dúvida.

Irritação.

Desânimo.

Ressentimento.

Impulsividade.

Invigilância.

Amargura.

Tristeza sem nexo.

Grito de cólera.

Discussão sem proveito.

Conversa vã.

Visita inútil.

Distração sem propósito.

Na represa, ninguém pode prever os resultados da brecha esquecida.

No caso da obsessão, porém, que, no fundo, se define por assunto de consciência, é imperioso que todos nós venhamos a reconhecer que, em toda e qualquer crise de fome, não é o pão que procura a boca.

Chico Xavier & Albino Teixeira. Livro: Ideal Espírita. Lição nº 97. Página 227, postado no site Chico de Minas Xavier

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

8 efeitos do alcoolismo no seu espírito

O álcool, do árabe alkuhl (essência) é uma das drogas mais antigas da humanidade. Inicialmente se acreditava que teria surgido 6000 AC no Egito, onde foram encontradas ruínas de uma fábrica de cerveja. Porém, recentemente, pesquisadores descobriram vestígios de uva apodrecida em locais habitados por homens pré-históricos, as quais tinham em torno de 5% de teor alcoólico, demonstrando que o seu consumo é ancestral.

Sobre esta substância química, consumida por grande parte da humanidade, o espírito Joanna de Angelis nos alerta que o seu uso reflete o declínio dos valores espirituais da sociedade, bem como é aceito como hábito social. Enfatiza que a viciação alcoólica inicia-se pelo aperitivo inocente, repete-se através do hábito social, impõe-se aos poucos como necessidade e converte-se em dominação absoluta pela dependência. Alertando que a desencarnação dá-se através do suicídio indireto, graças à sobrecarga destrutiva que o dependente de álcool depõe sobre o corpo físico. (Após a Tempestade).

Aqueles que têm consciência da sobrevivência do Espírito à morte do corpo físico podem compreender o perigo no hábito de consumir bebidas alcoólicas, uma vez que os seus efeitos transcendem os umbrais da morte, vão além dos danos causados ao corpo físico, instrumento de trabalho da alma reencarnada, que o devolve à terra após o desenlace, a morte. Esta substância deixa inúmeras marcas no corpo espiritual, o perispírito, e na mente do depende alcoólico, que refletirão na próxima encarnação. 

Da análise do texto de Manoel P. de Miranda no livro "Nas Fronteiras da Loucura", psicografia de Divaldo P. Franco, podemos concluir que a intoxicação alcoólica traz os seguintes prejuízos a quem a ela torna-se dependente:

1. Libera toxinas que impregnam o perispírito; 
2. Introduz impurezas amortecendo as vibrações;
3. Entorpecimento psíquico; 
4. Insensibilidade ao tratamento espiritual; 
5. A dependência prossegue depois da morte; 
6. As lesões do corpo físico refletem-se no corpo espiritual; 
7. O perispírito imprime as lesões nas futuras organizações fisiológicas; 
8. O perispírito plasma no novo corpo físico a pré-disposição orgânica.

Fonte: Clube Meu Livro Espírita