Mostrando postagens com marcador crença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crença. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

O que é fé raciocinada?

Fé raciocinada é quando o espírito permite sentir as energias e as emoções de sua crença mas também utiliza seu livre-arbítrio, razão e estudo para exercer um questionamento que depois vem a certeza absoluta sobre o fato.

Por exemplo: você acredita em Deus? Para ter uma fé raciocinada de que Deus existe, você já passou por provações e muitos outros meios que te levaram a ter certeza absoluta que Deus existe.

Fé cega é totalmente o oposto disso. Você apenas acha que Deus existe mas não viveu nenhum momento ou estudou para ter certeza disso e aumentar sua fé para, um dia, se tornar uma fé raciocinada.

Se todos nós tivermos completamente certeza das coisas que irão acontecer e acreditarmos nisso, tudo realmente se cumprirá. Mas para isso ocorrer, precisamos trabalhar nossa mente, por meio dos estudos, para sabermos que somos capazes de tudo.

Dessa forma, com tudo isso vem a fé raciocinada e que começa a conspirar a favor do que acreditamos.

Allan Kardec diz que “a fé não se impõe nem se prescreve, mas pode ser adquirida, não existindo ninguém que esteja impedido de possuí-la. Para crer é preciso, porém, compreender.”

Com isso, podemos notar que a fé raciocinada é uma evolução espiritual porque o espírito precisa compreender os ensinamentos do Cristo e entender o porquê de algumas coisas dão certo e outras não.

Isso porque Deus não castiga e muito menos dá privilégios para as pessoas. Está em nossas mãos a nossa jornada do espírito, temos que ter certeza que o melhor sempre está por vir, planejar e concretizar nossos sonhos.

Assim, tenha fé na sua vida e no potencial, não “ache” que você irá conseguir vencer tal desafio. Tenha certeza que você vai conseguir vencer, porque está saudável, é filho de Deus e a vida te proporciona muitas oportunidades.

Crie pequenas metas que irá fazer você chegar no seu objetivo. Não espere o pior para você, não acredite e muito menos fale em voz alta que você só sofre. Porque é como se você tivesse ditando seu livro da vida, reclamar é clamar para vir novamente o que te incomoda.

Afinal, como diz Raul Seixas:

“Basta ser sincero e desejar profundo. E não diga que a vitória está perdida Se é de batalhas que se vive a vida.”

TV Mundo Maior

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Arthur Conan Doyle: O propagador do Espiritismo

O pai de Sherlock Holmes tinha profunda ligação com os espíritos.

Há 160 anos nascia o escritor escocês Arthur Conan Doyle. Há quem não o reconheça pelo nome, mas é bem difícil encontrar alguém que jamais tenha ouvido falar do personagem mais famoso inventado por ele: Sherlock Holmes.

Os romances policiais estrelados pelo detetive garantiram ao seu criador um lugar de destaque na história da literatura. O que pouca gente sabe, no entanto, é que Conan Doyle, além de brilhante romancista, também foi um dos mais aguerridos divulgadores do espiritismo.

Oriundo de uma família católica e educado por jesuítas, Conan Doyle nada tinha de espírita até os 28 anos de idade. Pelo contrário. Depois de se formar médico, em 1882, revelou-se um tremendo materialista. Renunciou não apenas ao catolicismo mas a toda e qualquer religião, passando a se autodenominar agnóstico - aquele que se julga incapaz de afirmar se Deus existe ou não.

Tudo mudou em 1887. Após visitar o amigo Alfred Wilkes Drayson, um importante astrônomo convertido ao kardecismo, Doyle voltou para casa quase convicto da existência de vida após a morte. "Ele não era homem de aceitar facilmente as coisas", afirma a pesquisadora Maria Aparecida Romano, em artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo. "Mas, diante dos seguros argumentos apresentados por Drayson, foi levado a meditar e ler algumas obras espíritas. Em pouco tempo, estava familiarizado com as verdades da nova doutrina."

O mergulho profundo na doutrina também foi causado pelo falecimento de muitos familiares.  Após as mortes de sua esposa Louisa (1906), do seu filho Kingsley (1912), do seu irmão Innes (1919) e de dois cunhados e dois netos após a Primeira Guerra Mundial, Doyle entrou em depressão, encontrando apoio nas sessões espíritas.

Semeador

Espiritismo, àquela altura, já não era novidade. O Livro dos Espíritos, no qual Allan Kardec estabelece os princípios da doutrina, já circulava havia 30 anos. Mas demonstrações de mediunidade, como as famosas sessões de mesas flutuantes, continuavam mobilizando corações e mentes. Doyle passou a frequentá-las.

Numa dessas reuniões, ainda desconfiado de que tudo não passava de trambique, perguntou às entidades que ali se manifestavam: "Quantas moedas tenho no bolso?" Ouviu como resposta uma desconcertante reprimenda: "Estamos aqui para instruir e elevar as almas, não para fazer adivinhações". Dali em diante, Doyle se entregaria ao estudo de fenômenos supostamente espirituais. E não apenas se converteria ao espiritismo. Ele se transformaria numa espécie de soldado da doutrina.

Nas décadas seguintes, o escritor alcançaria fama mundial com as aventuras de Sherlock Holmes. E colocaria todo o prestígio amealhado com elas a serviço de sua nova crença. Doyle atraiu multidões à dezenas de palestras doutrinárias. De 1915 em diante, praticamente abandonou a ficção - passou a escrever apenas obras espíritas.

A mais conhecida, História do Espiritismo (Pensamento), é um clássico — até hoje considerada um dos mais completos relatos sobre a origem e o desenvolvimento da doutrina. "Dada a projeção de seu nome", diz a pesquisadora Maria Aparecida, "deve-se a Arthur Conan Doyle parte da penetração do espiritismo em muitos países, notadamente aqueles de língua inglesa."

Elementar, meu caro Doyle

O envolvimento de Arthur Conan Doyle com o espiritismo rendeu problemas para quem não tinha nada a ver com isso: o detetive Holmes. Em 1929, a série de contos intitulada As Aventuras de Sherlock Holmes foi proibida na União Soviética, que acabava de comemorar os primeiros dez anos de revolução comunista.

Tudo porque em outra obra, História do Espiritismo, Doyle louvava fenômenos supostamente espirituais produzidos por médiuns como Eusapia Palladino. O escritor acabou acusado por Stálin de fazer propaganda do ocultismo, algo incompatível com o ateísmo de Estado que vigorava naquele país.

Site: UOL - Aventuras na História

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Espiritualidade deve ser assunto nas consultas, diz novo documento médico

Orientação inédita pertence à nova diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia

Nos últimos anos, inúmeros estudos têm mostrado que a espiritualidade traz benefícios para a saúde física e mental, ajudando a prevenir uma série de doenças, como pressão alta, depressão e doenças cardiovasculares. Pois agora a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), uma das entidades mais sérias do país, criou uma diretriz inédita sobre o assunto, recomendando que a espiritualidade seja abordada no atendimento aos pacientes.

O texto, que foi incluído nas Diretrizes de Prevenção da SBC, orienta cardiologistas – e profissionais de saúde em geral – sobre a melhor forma de abordar questões de caráter espiritual durante a consulta. “A demanda partiu dos próprio pacientes, especialmente daqueles que sofrem com doenças crônicas. Eles esperam que o médico pergunte algo que é intrínseco a sua personalidade. Muitos ainda não verbalizam essa necessidade e os profissionais acabam não levantando o assunto, pois acham inadequado”, explica Roberto Esporcatte, presidente do Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular (Gemca). 

A espiritualidade é uma questão essencial para a maioria das pessoas: cerca de 80% da população mundial está ligada a alguma religião ou acredita em um poder superior. No Brasil, 86,7% dos brasileiros se denominam cristãos.

“É preciso ressaltar que esse não é um trabalho doutrinário. O intuito não é recomendar ao paciente a prática religiosa, mas entender como sentimentos, como gratidão e perdão, e até mesmo conflitos espirituais afetam sua saúde”, ressalta Esporcatte.

Quando abordar a espiritualidade na consulta?

Segundo Esporcatte, um dos principais pontos das diretrizes é ajudar os profissionais de saúde na identificação dos pacientes que desejam ou precisam dessa nova abordagem e, claro, o melhor momento para trazê-la à tona. A orientação é que sejam priorizados pacientes crônicos ou com doenças graves que os impedem de estar entre familiares ou participem das cerimônias religiosas que costumam frequentar. Saber a necessidade da presença religiosa dentro do hospital pode direcionar o médico na hora de tratá-los. Por esse motivo, a SBC ainda sugere que os hospitais ofereçam treinamento para os seus profissionais.

A questão também pode ser levantada durante a anamnese (entrevista realizada pelo médico, cujo objetivo é identificar um possível diagnóstico). Mas isso só deve ser feito se o profissional de saúde sentir que existe esta abertura. Os pacientes também devem avisar aos médicos que desejam falar sobre sua própria espiritualidade durante a consulta. 

“Entender o paciente ajuda no desenvolvimento de terapias direcionadas às suas necessidades. Além disso, falar sobre a espiritualidade pode fortalecer a relação médico-paciente já que isso demonstra para as pessoas que o profissional de saúde está interessado em compreender todos os aspectos que interferem no seu dia e dia e, consequentemente, na sua saúde”, diz o cardiologista.

Benefícios da espiritualidade

Estudo de 2016 publicado no JAMA Internal Medicine mostrou, por exemplo, que pessoas religiosas vivem mais. Enquanto isso, uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que jovens religiosos ou com maior grau de espiritualidade têm melhor saúde na vida adulta. 

Outro trabalho, realizado pela Mayo Clinic, prestigiada clínica médica americana, conclui que o envolvimento religioso e a espiritualidade promovem maior resiliência (capacidade de lidar com problemas), melhor qualidade de vida (mesmo durante doenças terminais), maior longevidade e menores índices de depressão, ansiedade e suicídio. Além disso, estudo publicado na revista PLOS One revelou que frequentar um culto ou cerimônia religiosa frequentemente está associado a mortalidade reduzida e menores níveis de stress.

Ou seja, para quem tem alguma religião ou forte senso de espiritualidade, mantê-lo ativo, inclusive durante o atendimento médico, traz inúmeros benefícios para a saúde. Por isso, não hesite em falar sobre isso com seu médico se sentir essa necessidade.

Fonte site da Veja

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

A espiritualidade nas empresas: um novo olhar nas organizações

Espiritualidade no ambiente empresarial combina? Normalmente, a primeira resposta seria não, mas, em alguns casos, questões ligadas à fé já estão sendo utilizadas como ferramentas de gestão. O ambiente de trabalho é considerado, de maneira geral, muito racional e mais fechado, principalmente em grandes empresas. No entanto, alternativas que melhorem o dia a dia no trabalho podem trazer vantagens competitivas e melhorar a convivência entre colaboradores.

É o que diz uma pesquisa publicada na 1ª edição de 2019 da Revista Perspectivas Contemporâneas, do Centro Universitário Integrado. O artigo, denominado “Espiritualidade nas Organizações, Dificuldades e Oportunidades, dos autores João Theobaldo Arrosi Schreiner, Roberto Birch Gonçalves e Leonardo Roth, da Universidade de Caxias do Sul, demonstram que a espiritualidade nas organizações tem sido considerada como uma nova ferramenta de gestão, principalmente para dar um sentido às empresas, além do lucro.

O estudo foi realizado com gestores e/ou diretores de seis empresas da região Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, de diversos setores. Os pesquisadores descobriram que as principais características da espiritualidade nas organizações são: a fé; os valores éticos e morais; a criatividade e produtividade; a alegria no trabalho; e a vida interior. Um ponto importante é que, a espiritualidade não foi relacionada à religião por nenhum dos entrevistados.

De acordo com os estudos, os autores afirmam que a espiritualidade, quando bem desenvolvida nas empresas, pode promover melhor engajamento dos colaboradores e desempenho organizacional. Assim, a espiritualidade pode ser considerada mais uma ferramenta gerencial para melhorar a vida das empresas e de seus funcionários.

A pesquisa pode ser consultada na íntegra, no site: grupointegrado.br. A revista Perspectivas Contemporâneas é editada pelo Centro Universitário Integrado. É um periódico científico da área de Ciências Sociais Aplicadas, com periodicidade quadrimestral, publicada desde 2006. Possui Qualis-Capes B1 e importantes indexadores. Além da revista Perspectivas Contemporâneas, o Integrado publica outros dois periódicos científicos: Campo Digital, da área de Ciências Exatas e da Terra e SaBios-Revista de Saúde e Biologia, com caráter multidisciplinar.

Segundo a supervisora de pesquisa do Integrado, Francielle Baptista, todas as revistas são on-line para permitir maior agilidade na edição, distribuição e publicação dos artigos. “Além disso, as revistas possuem acesso gratuito, contribuindo para a geração de um maior intercâmbio global de conhecimento”, afirma Francielle. Acesse as revistas do Centro Universitário Integrado no site

Site: Tá Sabendo Educação

terça-feira, 18 de junho de 2019

Desejos

Desejo é realização antecipada.

Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos. Como você pensa, você crê, e como você crê, será. 

Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que deseja hoje. Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao campo de cultura na gleba do mundo, na qual cada lavrador é 
livre na sementeira e responsável na colheita. 

O tempo que o malfeitor gastou para agir em oposição à Lei, é igual ao tempo que o santo despendeu para trabalhar sublimando a vida. 

Todo desejo, na essência, é uma entidade tomando a forma correspondente. 

A vida é sempre o resultado de nossa própria escolha.

O pensamento é vivo e depois de agir sobre o objetivo a que se endereça, reage sobre a criatura que o emitiu, tanto em relação ao bem quanto ao mal. 

A sentença de Jesus: “procura e achará” equivale a dizer: “encontrarás o que desejas”.

Fonte: Perfil do Instagram Letras Consoladoras

quinta-feira, 21 de março de 2019

Físico brasileiro Marcelo Gleiser vence prêmio Templeton, o 'Nobel da espiritualidade'

O físico Marcelo Gleiser, de 60 anos, foi anunciado nesta terça-feira, dia 19, o vencedor do prêmio Templeton, honraria que já foi concedida a Madre Teresa de Calcutá (em 1973) e Dalai Lama (em 2012). O prêmio, uma "espécie de Nobel da espiritualidade", como define o vencedor, é entregue a profissionais que tenham feito "uma contribuição excepcional para afirmar a dimensão espiritual da vida, seja por insights, descoberta ou trabalhos práticos", segundo a Fundação Templeton.

Sobre o Templeton, ele explica, não se trata de um prêmio de religião.

— Quando se fala em religião, pensamos em algo institucionalizado, como cristianismo, islamismo e budismo, por exemplo. Espiritualidade é um termo muito mais amplo que tem a ver com a nossa relação com o mistério da existência e que transcende questões como: "Em que Deus você acredita?" ou "Que igreja você frequenta?". Por espiritualidade, entendemos a relação do ser humano com o mistério da existência — disse Gleiser ao GLOBO por telefone, de Hanover.

O físico conta que, na comunidade científica, há "ateus ferrenhos, que acham espiritualidade e religião uma perda de tempo" e também cientistas que são "religiosos ortodoxos, cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, pessoas que acreditam quanto mais entendem a natureza mais entendem a criação divina".

— No meu trabalho como cientista, minha pesquisa é muito mais ligada a questões fundamentais sobre a origem do universo, a origem da vida, do que sobre como criar um microchip melhor para fazer um iPhone funcionar mais rápido, por exemplo. Minhas questões são mais existenciais — explica Gleiser. — O grande ponto é que hoje em dia é possível trabalhar em ciência e em questões que tenham uma natureza filosófica, sobre o significado da vida, da nossa relação com a natureza. É nessa parte que eu me encaixo.

Fonte site O Globo.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O sofrimento pode ser um obstáculo ou uma oportunidade

O sofrimento cria raízes no mais profundo do nosso ser. É como um desconhecido que entra em nosso corpo sem permissão para tomar o controle e causar desgaste em todos os níveis. No entanto, podemos vencê-lo se nos propusermos a isso.

Mesmo que muitas pessoas pensem que dor e sofrimento são a mesma coisa, a verdade é que são dois fenômenos muito diferentes. A dor é parte da existência, é natural e surge quando perdemos aquilo que amamos ou quando o nosso corpo nos avisa que sofremos algum machucado, ou seja, é uma reação natural provocada por um evento negativo.

Por exemplo, se batermos o joelho, vamos sentir uma dor aguda nele, e se o nosso parceiro terminar conosco, a dor também vai aparecer, só que de forma emocional. Isso acontece de maneira automática, sem que a nossa mente tenha que intervir.

Por sua vez, o sofrimento é originado pela não aceitação do que acontece. É uma escolha que nos faz desejar que as coisas fossem diferentes, ou seja, provém dos julgamentos que fazemos e, portanto, é fruto da nossa mente. Assim, para que exista sofrimento, temos que fazer uma interpretação negativa da situação.

O jogo duplo do sofrimento

O sofrimento se instala em nosso interior quando nos encontramos em situações que causam ansiedade, frustração, tristeza ou impotência. Aparece quando sentimos que não podemos fazer nada, quando não existem opções ou não vemos saídas, o que não quer dizer que seja verdade. Simplesmente, em nossa mente, não conseguimos ver uma saída e escolhemos permanecer assim, sem fazer nada.

Assim, apesar de ninguém ser imune ao sofrimento, é essencial saber lidar com ele e enfrentá-lo, pois ele pode se tornar crônico e nos prender em sua “jaula”. De fato, sofrer pode ser viciante para muitas pessoas, já que às vezes isso é mais confortável do que sair, pois sair representa uma mudança e isso é visto como uma ameaça.

Algumas pessoas pensam que a vida é extremamente dura e que o sofrimento é inerente ao ser vivo. Outros percebem o sofrimento como um sinal de esforço para alcançar as metas pessoais, e outros simplesmente consideram que é questão de sorte sofrer na vida ou não. Independentemente das crenças, o sofrimento é uma sensação que todos nós conhecemos e que não é nem um pouco agradável. 

Quando sofremos, de algum modo nos encontramos presos a um estado de isolamento com todos os aspectos negativos que nos cercam. É como se não pudéssemos ver além disso. No entanto, sempre podemos agir para melhorar a forma como nos encontramos. 

O segredo está em redirigir o foco de atenção, em se abrir para o presente, observar todas as possibilidades e, acima de tudo, parar de julgar e renegar o acontecimento que levou ao sofrimento. A autorreflexão sem culpa, mas com responsabilidade, vai facilitar o caminho para sair dessa situação. Dessa forma, daremos mais atenção aos aspectos em que podemos nos responsabilizar.

O sofrimento pode ser opcional

Diante de situações de mudança que sejam ameaçadoras, é provável que o sofrimento surja como um obstáculo, que nos impeça de enfrentar o medo e modificar aqueles elementos da nossa vida dos quais não gostamos. Por isso, escolher se manter em sofrimento, frustrados em desacordo com o ocorrido, é o verdadeiro obstáculo. 

Toda mudança assusta, é normal. Isso acontece porque enfrentamos a incerteza e a sensação de falta de controle. No entanto, não podemos renunciar à mudança simplesmente por medo do desconhecido. Nestes casos, nosso foco deve estar sobre o que temos controle. Por exemplo, nas nossas emoções e nos pensamentos sobre como interpretamos o que acontece e como isso nos afeta.

Só nós podemos decidir como vamos enfrentar as circunstâncias e o que podemos fazer em cada uma delas. Ao adotar esse ponto de vista, transformamos o sofrimento em algo opcional. Dessa forma, podemos decidir se ficamos presos a essa sensação ou se tomamos a decisão de enfrentar as situações de outras formas possíveis.

O que podemos fazer com o sofrimento?

Como vimos antes, quando estamos em situações difíceis, não costumamos nos permitir focar em outros assuntos ou circunstâncias, nem perceber outros aspectos valiosos das nossas vidas. Inclusive, às vezes preferimos nos manter neste estado de sofrimento que nos afeta física e mentalmente e que, além de tudo, repercute negativamente a nossa volta.

O fato das coisas não saírem como desejamos ou de acordo com as nossas crenças gera sentimentos de vulnerabilidade e frustração, antecedentes ao sofrimento. O bom é que só nós podemos decidir acabar com o sofrimento causado pelo ato de lutar contra o que queremos mudar.

Entretanto, diante desse tipo de situações, podemos decidir aprender e extrair uma lição para crescer soltando o que precisamos soltar e mudando a nossa perspectiva.

Se assumirmos o sofrimento como uma possível fonte de aprendizado e não como um peso com o qual estamos destinados a viver, poderemos ter uma experiência realmente enriquecedora. Isso pode ser muito difícil no começo, mas vai ajudar a fazer com que a dor não se alongue além do estritamente necessário.

O sofrimento surge quando nos sentimos vítimas de uma situação sobre a qual não temos nenhum poder. Se você focar em algo que pode controlar e em suas próprias forças, vai perceber que esta emoção tão negativa vai deixar de estar presente em sua vida.

Afinal de contas, todos nós sabemos que não podemos controlar as circunstâncias, mas podemos escolher a atitude com a qual enfrentamos as mesmas. Nem sempre é necessário compreender completamente o sofrimento para poder aceitá-lo ou pelo menos lutar contra ele. Adotando essa forma de pensar, vamos conseguir tornar a nossa vida um pouco mais fácil.

Fonte: Site A Mente é Brilhante

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Filmes sobre Fé e espiritualidade para ver na Netflix em 2019

1 - 90 Minutos no Paraíso
Cerca de 90 minutos depois de ter sido declarado morto no local de um acidente, um jovem pastor volta à vida e diz que esteve no céu. Será mesmo? 


Sinopse oficial: Em janeiro de 1989, a caminho de uma conferência no Texas, Don Piper (Hayden Christensen) sofre um grave acidente de carro. Quando os paramédicos chegam, ele é encontrado sem nenhum sinal de vida, porém uma hora e meia depois volta a viver, alegando que durante esse tempo conheceu o Paraíso.







2 - Uma questão de fé
As crenças de uma aluna cristã são abaladas durante as aulas de biologia, mas seu pai entra em cena para impedir que ela abandone a fé. 

Sinopse oficial: Uma menina cristã no primeiro semestre da faculdade começa a ser influenciada pelo seu professor de biologia que ensina sobre evolucionismo. Desconfiando que algo está errado, seu pai fica chocado ao perceber a filha se distanciando da fé e decide que precisa fazer algo quanto a isso.





3 - As Mães de Chico Xavier
Três mães desesperadas com os desafios da maternidade buscam o aconselhamento do médium Chico Xavier. 

Sinopse oficial: Ruth (Vya Negromonte) tem um filho adolescente, que enfrenta problemas com drogas. Elisa (Vanessa Gerbelli) tenta compensar a ausência do marido dando atenção total ao filho, Theo (Gabriel Pontes). Lara (Tainá Muller) é uma professora, que enfrenta o dilema de uma gravidez indesejada. Estas três mulheres se encontram quando, cada um por um motivo particular, resolvem procurar a ajuda do médium Chico Xavier (Nelson Xavier).







4 - E a Vida Continua
Duas pessoas emocionalmente machucadas, um homem de 50 anos e uma mulher de 25, começam uma amizade após um encontro casual.

Sinopse oficial: Ernesto (Luiz Bacelli) tem 50 anos e carrega consigo uma tragédia do passado, a qual esconde através de um sorriso bem humorado. Ele conhece Evelina (Amanda Acosta), de 25 anos, ao ajudá-la na estrada, após o carro dela enguiçar. Ambos estão indo ao mesmo hotel e, aos poucos, constroem uma amizade sólida baseada também nas dificuldades enfrentadas ao longo da vida, já que Evelina está machucada emocionalmente devido à infidelidade do marido.





5 - O Céu é de Verdade
Durante uma cirurgia, o filho de quatro anos de um pastor sai de seu corpo e tem uma visão do céu. Na volta, ele conta a sua experiência do outro lado.

Sinopse oficial: Todd Burpo (Greg Kinnear) é o pastor de uma igreja em Nebraska, que conta com uma congregação bastante fiel. Casado com Sonja (Kelly Reilly), ele enfrenta uma situação complicada quando seu filho, Colton (Connor Corum), precisa ser operado às pressas devido a uma apendicite. Após se recuperar, o garoto diz ao pai que anjos vieram cantar para ele durante a operação. Todd pergunta mais sobre a experiência e fica espantado quando Colton lhe diz que viu situações que ocorreram quando o garoto não estava desperto. Convicto de que o filho visitou o paraíso, Todd passa a questionar sua própria fé naquilo que pregava até então.