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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Publicação de O Clarim detalha a Reencarnação

Reencarnação: o que é, quais as suas consequências

Por que há tanta desigualdade no mundo? De onde vêm as aptidões individuais? Existe carma?

A reencarnação é um dos pilares fundamentais da Doutrina Espírita, mas para grande parte da humanidade ainda se apresenta como uma ilustre desconhecida. Em 100 perguntas, entenda o seu propósito, por que razão voltamos repetidas vezes a este mundo e os diversos tipos de reencarnação.

A sua compreensão plena é o único mecanismo capaz de explicar os inúmeros desafios a que somos submetidos, mostrando-nos que não há castigos e que os sofrimentos são inadiáveis oportunidades de aprendizado, elevando-nos espiritualmente, de acordo com as justas e misericordiosas Leis Divinas.

Sobre o autor

Marcus De Mario é conhecido educador, escritor e palestrante. Radicado na cidade do Rio de Janeiro, embora seja paulistano de nascimento, estuda o Espiritismo desde a adolescência, quando começou a fazer parte da Associação Espírita Jacob, no bairro do Tatuapé, na capital paulista. Fez parte ativa da USEERJ – União das Sociedades Espíritas do Estado do Rio de Janeiro, além de ter colaborado com algumas instituições espíritas, hoje fazendo parte do Grupo Espírita Seara de Luz. É também colaborador da Rádio Rio de Janeiro, a emissora da fraternidade, e fundador e diretor do Instituto Brasileiro de Educação Moral.

Dados Técnicos
Título: Reencarnação: o que é, quais as suas consequências
Categoria: Doutrinários
Autor: Marcus De Mario
Editora: O Clarim
Idioma: Português
Dimensão (em cm): 14x21 cm
Peso com embalagem (em gramas): 225
Edição: 1ª
Ano da última edição: 2020
Quantidade de páginas: 112

Quem quiser adquiri-lo, entre no site da Editora aqui. Há também a possibilidade de ler um trecho do livro, veja aqui.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Desapego

Esses dias eu li a seguinte fala do Bert Hellinger: “É um erro grosseiro pensar que os clientes querem livrar-se de seus problemas. Muitas vezes, só desejam que sejam confirmados.” Imediatamente me veio à cabeça uma frase que li há anos, do Hipócrates: “Antes de curar alguém, pergunta-lhe se está disposto a desistir das coisas que o fizeram adoecer”.

Lembrei-me ainda de várias pessoas que berravam um teórico desejo desesperado de se curarem, mas que fugiram raivosos quando confrontados com o que deveriam fazer para isso.

Não se enganem: curar-se envolve sentir dor (e, por isso, requer coragem). E não poderia ser diferente… Cuidar de uma ferida física requer manipulá-la, limpá-la, medicá-la e, muitas vezes, costurá-la. Por que seria diferente com as feridas da alma? E curar-se delas exige, ainda, parar de alimentá-las. Caso contrário, isso se torna um ato tão frustrante quanto o de tentar enxugar gelo.

Aonde chega uma pessoa que adoece por sentir raiva pelo pai, mas que não está disposta a ressignificar essa raiva (não para transformá-la em indiferença, mas em amor)?

E uma pessoa que tem depressão por desrespeitar a si mesma sem limitar o que solicitam dela, mas nunca está disposta a experimentar oferecer um inicialmente doloroso “não” a quem extrapola os seus limites já conscientes?

E a que está cansada de chorar, mas não está disposta a se despedir emocionalmente de quem já foi embora há muito tempo?

Elas não chegarão a lugar algum.

E todas as mágicas superficiais da moda, sejam mudanças de crenças, de vibrações mentais ou técnicas de fortalecimento de força de vontade, fornecerão, se muito, apenas uma melhora momentânea.

APEGADOS ÀS CAUSAS, ALIMENTAMOS AS CONSEQUÊNCIAS.

Como disse Hermes Trismegisto: “Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade, mas NENHUM ESCAPA À LEI”. Ou seja, gostemos ou não, somos responsáveis por tudo que nos acontece… E, se desejamos mudar as consequências, precisamos, sim, nos desapegar das causas.

Não há outro caminho. 

Leandro Scapellato

quinta-feira, 27 de junho de 2019

27 de junho - Dia Nacional do Progresso

Esta data, comemorada anualmente, é uma homenagem a todos os direitos conquistados ao longo dos anos pelos brasileiros como cidadãos, além de representar todos os valores e objetivos da nação republicana.

Nesta data os brasileiros são convidados a refletir sobre o significado do lema da bandeira nacional: “Ordem e Progresso”, que simboliza a república nacional desde 1889.

A frase “Ordem e Progresso” é uma abreviação de uma famosa citação do positivista Augusto Comte: “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim".

Neste sentido, a palavra “Progresso” está relacionada com a ideia de melhorias e avanços, seja em questões sociais básicas para todos como para o melhoramento econômico e tecnológico do país.

Progresso e o Espiritismo...

Lei do Progresso é uma das dez "Leis Morais" a que alude Allan Kardec na Parte Terceira de O Livro dos Espíritos.

Segundo Allan Kardec, há duas espécies de progresso que se prestam mútuo apoio e que, todavia não marcham lado a lado: o progresso intelectual e o progresso moral.

Conceituação Espírita

"Ao mesmo tempo que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados e constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda do progresso. Marcham assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos animais, seus auxiliares, o dos vegetais e o da habitação, porquanto nada na Natureza permanece estacionário."

Como aplicamos a Lei do Progresso?

Num artigo, Antônio Navarro nos diz: Por lei natural entenda-se Lei de Deus, portanto, o progresso é da ordem natural, de fácil constatação e ninguém pode detê-lo, embora possa, às vezes, contribuir para atrasá-lo. Os Espíritos Superiores, e são superiores moral e intelectualmente, porque aproveitaram as oportunidades que a vida lhes apresentou, não só confirmam o progresso como lei natural, como ainda nos instruem dizendo que: “O homem se desenvolve naturalmente, mas nem todos progridem ao mesmo tempo e do mesmo modo; é assim que os mais avançados ajudam pelo contato social o progresso dos outros”.

Navarro ainda reflete explicando que, 'surge, então, no esclarecimento acima, uma obrigatoriedade natural para o Homem, a de dedicar-se ao desenvolvimento de si mesmo e também o dever natural de ajudar no progresso coletivo. E isso é para o seu próprio bem, embora, muitas vezes, não o saiba ou não o aceite.

O progresso moral do Homem, que decorre do progresso intelectual, facilitando o entendimento do certo e do errado, torna-o mais responsável pelos seus atos com o uso cada vez mais consciente do livre arbítrio, que também se desenvolve a partir do progresso intelectual.'

Reflitamos sobre esta data, sobre como podemos usar dos nossos dons e reforma íntima para o progresso individual e da humanidade, já que é lei natural que ele aconteça!

Informações dos sites Wikipedia, Calendarr e Eu Sem Fronteiras.