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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Publicação de O Clarim detalha a Reencarnação

Reencarnação: o que é, quais as suas consequências

Por que há tanta desigualdade no mundo? De onde vêm as aptidões individuais? Existe carma?

A reencarnação é um dos pilares fundamentais da Doutrina Espírita, mas para grande parte da humanidade ainda se apresenta como uma ilustre desconhecida. Em 100 perguntas, entenda o seu propósito, por que razão voltamos repetidas vezes a este mundo e os diversos tipos de reencarnação.

A sua compreensão plena é o único mecanismo capaz de explicar os inúmeros desafios a que somos submetidos, mostrando-nos que não há castigos e que os sofrimentos são inadiáveis oportunidades de aprendizado, elevando-nos espiritualmente, de acordo com as justas e misericordiosas Leis Divinas.

Sobre o autor

Marcus De Mario é conhecido educador, escritor e palestrante. Radicado na cidade do Rio de Janeiro, embora seja paulistano de nascimento, estuda o Espiritismo desde a adolescência, quando começou a fazer parte da Associação Espírita Jacob, no bairro do Tatuapé, na capital paulista. Fez parte ativa da USEERJ – União das Sociedades Espíritas do Estado do Rio de Janeiro, além de ter colaborado com algumas instituições espíritas, hoje fazendo parte do Grupo Espírita Seara de Luz. É também colaborador da Rádio Rio de Janeiro, a emissora da fraternidade, e fundador e diretor do Instituto Brasileiro de Educação Moral.

Dados Técnicos
Título: Reencarnação: o que é, quais as suas consequências
Categoria: Doutrinários
Autor: Marcus De Mario
Editora: O Clarim
Idioma: Português
Dimensão (em cm): 14x21 cm
Peso com embalagem (em gramas): 225
Edição: 1ª
Ano da última edição: 2020
Quantidade de páginas: 112

Quem quiser adquiri-lo, entre no site da Editora aqui. Há também a possibilidade de ler um trecho do livro, veja aqui.


domingo, 3 de novembro de 2019

Religiões interpretam a morte para compreender a vida

Diferentes culturas traduzem os momentos finais da vida como novos ciclos. As religiões amenizam o sofrimento ao defender o entendimento da morte como um percurso natural da existência

Em vida, pouco tempo é dispensado em pensamentos sobre a morte. A ideia assume um tom mórbido. A finitude acaba sendo esquecida e distanciada da realidade, quando, de fato, é parte obrigatória da própria existência humana.

No Dia de Finados, a sociedade é confrontada com essa percepção, seja no desejo de homenagear entes queridos que se foram ou ao observar a movimentação na cidade, que ganha um fluxo diferente dos demais com as muitas visitas aos cemitérios. A data é marcada no calendário católico, mas seu simbolismo também reverbera por outras religiões. Dentre tantas, sete têm em comum a ressignificação da morte, e oferecem amparo aos fiéis em momentos de luto.

Ao invés de um motivo para tristeza, a morte pode ser uma oportunidade de celebrar o que foi feito de bom durante a vida. Essa é a interpretação budista, conforme explica Gislene Macêdo, que atua como facilitadora no Centro de Estudos Budistas Bodisatva (Cebb), no bairro Meireles.

Falar sobre a morte, na perspectiva budista, significa abordar também a forma como se vive. Ao viver de um modo bom - ou seja, trazer benefícios aos seres e não causar sofrimento - o momento da morte é acompanhado da sensação de dever cumprido, permitindo que as pessoas "se desprendam do corpo de forma mais suave". Os praticantes do budismo acreditam na possibilidade de renascer.

Gislene Macêdo considera que a morte nos coloca diante da "impermanência". A facilitadora recomenda refletir enquanto há tempo. "Não pensamos que vamos morrer, a gente tende a ignorar esse fato. Vivemos como se não houvesse amanhã. Aprendendo a morrer, a gente aprende também a viver", explica.

Reencarnação

O aprendizado marcou o processo de identificação de Fernando Bezerra com o espiritismo. O vice-presidente do Instituto de Cultura Espírita do Ceará (ICE) cita a prática do bem, da caridade ao outro, e entender o próximo como irmão, independentemente do pensamento religioso, como os fatores que mais o atraíram durante o primeiro contato com a religião.

"Foi a doutrina espírita que me deu uma ideia muito mais abrangente das religiões que existem no nosso planeta, e entender cada uma delas como fase nossa de aprendizado", diz. No espiritismo, não há um culto à morte ou desapego à vida. O objetivo, segundo Fernando, é entender o que representa a vida física para o seu processo de evolução como espírito. "A morte, para o espírita, é uma transformação. Ele sai da vida física e vai para a vida espiritual. A separação daqueles que se amam, no mundo das formas, faz parte de um processo natural".

Embora a saudade atinja o espírita como a qualquer outra pessoa, por compreender a doutrina, o praticante não se desespera, nem se sente "injustiçado perante as leis divinas". Entende que a morte é uma passagem de grande importância para o desenvolvimento espiritual.


quarta-feira, 5 de junho de 2019

‘Tragédias coletivas’ é tema de seminário com Divaldo Franco em Cuiabá

A expectativa é de que 2 mil pessoas participem do evento no dia 17 de junho, no Hotel Fazenda Mato Grosso

Mesmo após quatro meses, as cenas que mostram o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, são chocantes. A tragédia matou 237 pessoas e deixou 33 desaparecidos. No dia 25 de janeiro deste ano, o Brasil se mobilizou e chorou junto com as famílias. Mas, como explicar desastres como este? De que maneira levar consolo às pessoas envolvidas?

Para tratar do tema ‘Tragédias Coletivas e as Leis Divinas’, o médium espírita Divaldo Franco, que é referência nacional e internacional, estará em Cuiabá para o seminário no dia 17 de junho, das 19h30 às 22h, no Hotel Fazenda Mato Grosso. A expectativa da Federação Espírita do Estado (Feemt) é de que cerca de 2 mil pessoas participem da atividade, que conta com o auxílio de 80 trabalhadores voluntários.

Conforme a vice-presidente doutrinária da Feemt, Luiza Leontina, o tema é muito atual e transcende as religiões, por isso é aguardado um público de todas as crenças, idades e localidades. “As tragédias como essa se tornaram mais frequentes porque vivemos o realinhamento moral do planeta que, segundo a doutrina espírita, passará do estágio de provas e expiações, onde há predomínio do mal, para o caminho da regeneração”.

Afinal, dias melhores realmente virão? Haverá um momento em que o bem prevalecerá? Qual deve ser o papel das nações e dos indivíduos nesse contexto de transformação espiritual do mundo? Leontina avalia que o evento trará informações importantes acerca da necessidade de mudança dos seres humanos frente ao compromisso assumido na espiritualidade: contribuir com a evolução planetária.

O presidente da Feemt, Lacordaire Faiad, frisa que apesar do sofrimento ao perder entes queridos, este é um momento de renovação da fé e da esperança. “Nós, espíritas, temos a compreensão de que tudo é passageiro. A desencarnação, seja de forma natural ou trágica, possui uma razão de ser. Na esfera individual e coletiva, essas provas vêm para despertar nossas qualidades morais, entre elas, o amor e a fraternidade”.

Parte da renda do seminário será revertida para a Mansão do Caminho, em Salvador, que atende diariamente aproximadamente 3,2 mil crianças e adolescentes, além de adultos e idosos carentes. No espaço mantido por Divaldo Franco, há aulas que estimulam a inteligência criativa (música, balé) e ainda de promoção espiritual do ser.

Saúde da alma

A Jornada Espírita do Norte, também com o médium Divaldo Franco, ocorrerá em Sinop, entre os dias 14 e 16 de junho, para tratar do tema saúde emocional e espiritual. A proposta é mostrar a importância do cultivo de valores humanos e morais como forma de desenvolver a saúde, evitando a ocorrência de doenças como depressão, ansiedade e mesmo o suicídio.

“Vamos trabalhar a libertação de todas essas dores a partir da vivência prática do amor, porque somos testemunhas de que o distanciamento dele gera uma sociedade fria, distante e doente, com tantos jovens buscado o suicídio. É necessário entender que o vazio existencial e espiritual não se preenche com coisas”, explica a vice-presidente da Feemt, Luiza Leontina. 

Serviço

O Seminário Tragédias Coletivas e as Leis Divinas será no dia 17 de junho, das 19h30 às 22h, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. O ingresso é R$ 30. Outras informações e pontos de venda: (65) 3644-2727/https://www.feemt.org.br/

FONTE: Assessoria