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terça-feira, 10 de março de 2020

Pra descontrair: 10 de Março - Dia do Telefone

O Dia do Telefone é comemorado anualmente em 10 de março.

A comunicação por telefone foi uma das invenções mais importantes para o século XX, fazendo com que o mundo se tornasse muito mais “pequeno” e acessível para todas as pessoas.

O Dia do Telefone é uma homenagem a data em que a invenção foi patenteada pelo seu desenvolvedor Alexander Graham Bell (1847 – 1922), em 10 de março de 1876.

Neste dia, Graham Bell fez a primeira transmissão oficial de uma comunicação via telefone. De acordo com a história, a primeira frase a ser dita através do aparelho teria sido: “Sr. Watson, venha aqui. Quero ver você”.

No entanto, Graham Bell não teria conseguido desenvolver esta tecnologia sem a contribuição crucial do italiano Antonio Meucci, responsável pela criação do telégrafo e do princípio que daria origem ao telefone.

Em 2002, os Estados Unidos reconheceu Meucci como o inventor oficial do telefone.

No Brasil, o primeiro aparelho telefônico teria pertencido ao imperador D. Pedro II, que em 1877 tinha uma linha que ia do seu palácio (em São Cristóvão, no Rio de Janeiro) até o centro da cidade.

Calendarr

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Olha o que é uma frase

Sim! Muitas frases traduzem sabedoria. Muitas vezes, em colocações magistrais, poucas palavras conseguem compactar conhecimentos que levaram séculos para serem assimilados ou, em quantos casos, nem conseguimos perceber ainda o alcance do significado.

Simplesmente numa frase, fruto da sabedoria e da experiência, mas também vinda da inspiração, traduz – em muitas e variadas situações das aquisições intelectuais da humanidade – um autor, num livro, numa palestra, numa página, numa pequena mensagem ou texto, consegue emitir orientações de inesgotáveis reflexões.

Elas existem e não são poucas. Há milhares delas espalhadas ou selecionadas e publicadas, disponíveis para que nos concentremos nas possibilidades de crescimento intelecto-moral.

Encontrei uma delas no final de um capítulo de um livro que estou lendo. Não vou citar o livro ainda – farei isso mais adiante, pois ainda não concluí a leitura da obra que me ensejará outras abordagens –, mas a frase posso trazer para a presente abordagem.

A frase é:

“(…) Perante Deus, a conduta de cada um é mais importante do que sua crença.”


Neste momento histórico complexo que atravessa a humanidade, de tantos extremos, conflitos e desencontros de toda ordem, com desafios continuados e graves, tanto na área individual como coletiva, eis que a frase faz pensar.

Imaginemos a quantidade de crenças que nos situamos, a defendê-las com ardor e até certa dose de fanatismo em muitos casos – e até desrespeitando crenças alheias –, enquanto se esquece a conduta. Cristãos que nos denominamos e agindo contrariamente ao que já sabemos. Afinal, é preferível um ateu honesto que um crente hipócrita.

Sim, a conduta está acima da crença. Crença é secundário, sujeita-se aos nossos condicionamentos e prisões psicológicas ou ideológicas. Conduta é diferente. Ela te identifica, independente da crença que defenda ou divulgue.

Daí, mais importante, como indica a sábia frase, mais importante a conduta que a crença. De que vale uma crença defendida nos lábios se as ações do comportamento a ela não se conectam? É falsa, frágil e enferma essa relação.

Melhor que optemos pela dignidade e coerência do comportamento para fazermos jus à crença que optamos, a ela nos apegamos ou defendemos. É algo para pensar, não é?

Por Orson Peter Carrara, publicado no site Portal do Espírito em 04/06/2019